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sábado, 29 de setembro de 2007

Prefeitura de São José - EDITAL 005/2007
Descrição: Professor de Educação Física - Educação Infantil - 04 vagas - 21h - R$ 879,90 / Professor de Educação Física - Ensino Fundamental - 13 vagas - 21h - R$ 879,90
Inscrições: A inscrição somente será efetuada mediante o preenchimento de Requerimento de Inscrição padronizado, via Internet, publicado no endereço eletrônico http://pmsjsme.fepese.ufsc.br, no período compreendido entre as 10h00min do dia 13 de setembro de 2007 até as 16h00min do dia 16 de outubro de 2007, horário oficial de Brasília.
Provas: O Local onde o candidato realizará as provas será divulgado no mural do átrio da Prefeitura Municipal de São José, na Rua Domingos André Zanini, nº 300, Campinas, SÃO JOSÉ, SC e nos endereços eletrônicos: http://pmsjsme.fepese.ufsc.br, http://pmsj.sc.gov.br, http://fepese.ufsc.br, até o dia 05 de novembro de 2007.. Mais informações no site: http://www.pciconcursos.com.br/concurso/89162



Prefeitura de Biguaçú - EDITAL 001/2007
Descrição: Professor de Educação Física - 06 vagas - 10h - R$ 301,20 + 30%R.CLASSE / 04 vagas - 20h - R$ 602,44 + 30%R. CLASSE / 04 vagas - 30h - R$ 903,68 + 30%R.CLASSE / 03 vagas - 40h - R$ 1.204,92+ 30%R.CLASSE - Licenciatura Plena em Educação Física e registro no órgão de classe.
Inscrições: No período de 10 de setembro a 10 de outubro de 2007, “INSCRIÇÕES ONLINE”;
Provas: A prova objetiva será realizada no dia 21 de outubro de 2007. Mais informações no site: http://www.concursosintec.com.br/edital/edital0012007.pdf

Concurso Publico para Santa Catarina

Prefeitura de São José - EDITAL 005/2007
Descrição: Professor de Educação Física - Educação Infantil - 04 vagas - 21h - R$ 879,90 / Professor de Educação Física - Ensino Fundamental - 13 vagas - 21h - R$ 879,90
Inscrições: A inscrição somente será efetuada mediante o preenchimento de Requerimento de Inscrição padronizado, via Internet, publicado no endereço eletrônico http://pmsjsme.fepese.ufsc.br, no período compreendido entre as 10h00min do dia 13 de setembro de 2007 até as 16h00min do dia 16 de outubro de 2007, horário oficial de Brasília.
Provas: O Local onde o candidato realizará as provas será divulgado no mural do átrio da Prefeitura Municipal de São José, na Rua Domingos André Zanini, nº 300, Campinas, SÃO JOSÉ, SC e nos endereços eletrônicos: http://pmsjsme.fepese.ufsc.br, http://pmsj.sc.gov.br, http://fepese.ufsc.br, até o dia 05 de novembro de 2007.. Mais informações no site: http://www.pciconcursos.com.br/concurso/89162



Prefeitura de Biguaçú - EDITAL 001/2007
Descrição: Professor de Educação Física - 06 vagas - 10h - R$ 301,20 + 30%R.CLASSE / 04 vagas - 20h - R$ 602,44 + 30%R. CLASSE / 04 vagas - 30h - R$ 903,68 + 30%R.CLASSE / 03 vagas - 40h - R$ 1.204,92+ 30%R.CLASSE - Licenciatura Plena em Educação Física e registro no órgão de classe.
Inscrições: No período de 10 de setembro a 10 de outubro de 2007, “INSCRIÇÕES ONLINE”;
Provas: A prova objetiva será realizada no dia 21 de outubro de 2007. Mais informações no site: http://www.concursosintec.com.br/edital/edital0012007.pdf

Postado às 10:20 |  por Dani Souto

1 comentários:

Presidente da Comissão Eleitoral do CREF2/RS, em cumprimento ao Regimento Eleitoral, torna público que, na eleição realizada no dia 17/09/2007, foi declarada vencedora a CHAPA 1 - Integração - Pela Valorização dos Profissionais de Educação Física no Rio Grande do Sul, com 2.386 votos válidos, composta pelos seguintes Profissionais: Álvaro F. L. da Silva, CREF 000006-G/RS; Denisse U. Fagundes, CREF 000425-G/RS; Francisco C. L. de Menezes, CREF 000075-G/RS; Giovanni Bavaresco, CREF 001512-G/RS; Hugo Tourinho Filho, CREF 002972-G/RS; Jane Maria G. Pancinha, CREF 002308-G/RS; Jeane A. M. Cazelato, CREF 000003-G/RS; José Edgar Meurer, CREF 001953-G/RS; Lidea de O. Leal, CREF 000573-G/RS; Luis Augusto C. Waldemar, CREF 001540-G/RS; Maria Jaqueline da C. Machado, CREF 004561-G/RS; Miria Suzana Burgos, CREF 001566-G/RS. Ainda informo que foram cumpridas todas as exigências legais.

Porto Alegre, 24 de setembro de 2007.

Renate Reuwsaat Guimarães - CREF 000044-G/RS
Presidente da Comissão Eleitoral do CREF2/RS.

Resultado da Eleição do CREF 2 - RS

Presidente da Comissão Eleitoral do CREF2/RS, em cumprimento ao Regimento Eleitoral, torna público que, na eleição realizada no dia 17/09/2007, foi declarada vencedora a CHAPA 1 - Integração - Pela Valorização dos Profissionais de Educação Física no Rio Grande do Sul, com 2.386 votos válidos, composta pelos seguintes Profissionais: Álvaro F. L. da Silva, CREF 000006-G/RS; Denisse U. Fagundes, CREF 000425-G/RS; Francisco C. L. de Menezes, CREF 000075-G/RS; Giovanni Bavaresco, CREF 001512-G/RS; Hugo Tourinho Filho, CREF 002972-G/RS; Jane Maria G. Pancinha, CREF 002308-G/RS; Jeane A. M. Cazelato, CREF 000003-G/RS; José Edgar Meurer, CREF 001953-G/RS; Lidea de O. Leal, CREF 000573-G/RS; Luis Augusto C. Waldemar, CREF 001540-G/RS; Maria Jaqueline da C. Machado, CREF 004561-G/RS; Miria Suzana Burgos, CREF 001566-G/RS. Ainda informo que foram cumpridas todas as exigências legais.

Porto Alegre, 24 de setembro de 2007.

Renate Reuwsaat Guimarães - CREF 000044-G/RS
Presidente da Comissão Eleitoral do CREF2/RS.

Postado às 10:19 |  por Dani Souto

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Academias irregulares estão na mira da polícia
FISCALIZAÇÃO: PM e CREF flagram infrações em salas de condomínios
De olho na proliferação de salas de ginástica em condomínios da Barra, o Conselho Regional de Educação Física (Cref) e a Polícia Militar iniciaram, este mês, uma operação de fiscalização dos estabelecimentos. De 20 condomínios vistoriados, 30% apresentavam problemas com exercício ilegal da profissão e equipamentos inadequados.

Fonte: Jornal de Brasil

Academias irregulares estão na mira da polícia

Academias irregulares estão na mira da polícia
FISCALIZAÇÃO: PM e CREF flagram infrações em salas de condomínios
De olho na proliferação de salas de ginástica em condomínios da Barra, o Conselho Regional de Educação Física (Cref) e a Polícia Militar iniciaram, este mês, uma operação de fiscalização dos estabelecimentos. De 20 condomínios vistoriados, 30% apresentavam problemas com exercício ilegal da profissão e equipamentos inadequados.

Fonte: Jornal de Brasil

Postado às 10:13 |  por Dani Souto

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EUA: videogame substitui aulas de Educação Física

Videogames são muitas vezes alvo de críticas por possíveis danos que podem provocar na educação de crianças e adolescentes, mas escolas nos Estados Unidos decidiram usar essa tecnologia como disciplina. A Dance Dance Revolution ("Dance Dance Revolução", em português) está sendo usada para combater a obesidade entre os estudantes.

» Veja mais fotos

Segundo o jornal New York Times, o novo jogo já está substituindo as aulas de Educação Física em pelo menos 1,5 mil escolas de dez Estados americanos. Os estudantes dos colégios dançam em uma espécie de plataforma de plástico ligada a um sistema digital. Os jovens se divertem e, insistem os responsáveis pedagógicos, evitam a obesidade.

Os professores de Educação Física perceberam que o videogame deixa os alunos ainda mais animados para a prática de exercícios. "A única contradição é que a nova tendência pode ser o começo do fim dos esportes de quadra, porque os jovens dançam e se divertem, mas é cada um por si", comentou um professor que ensina Educação Física há 27 anos em uma escola de Nova York, segundo informações da agência Ansa.

Redação Terra

Imagina se essa coisa pega????

EUA: videogame substitui aulas de Educação Física

Videogames são muitas vezes alvo de críticas por possíveis danos que podem provocar na educação de crianças e adolescentes, mas escolas nos Estados Unidos decidiram usar essa tecnologia como disciplina. A Dance Dance Revolution ("Dance Dance Revolução", em português) está sendo usada para combater a obesidade entre os estudantes.

» Veja mais fotos

Segundo o jornal New York Times, o novo jogo já está substituindo as aulas de Educação Física em pelo menos 1,5 mil escolas de dez Estados americanos. Os estudantes dos colégios dançam em uma espécie de plataforma de plástico ligada a um sistema digital. Os jovens se divertem e, insistem os responsáveis pedagógicos, evitam a obesidade.

Os professores de Educação Física perceberam que o videogame deixa os alunos ainda mais animados para a prática de exercícios. "A única contradição é que a nova tendência pode ser o começo do fim dos esportes de quadra, porque os jovens dançam e se divertem, mas é cada um por si", comentou um professor que ensina Educação Física há 27 anos em uma escola de Nova York, segundo informações da agência Ansa.

Redação Terra

Postado às 10:12 |  por Dani Souto

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sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Fico muito feliz com o sucesso di futebol feminino e com a marta arrebentando em terras chinesas.

O tema da minha monografia de saída da graduacao da Educação fisica foi sobre as barreiras que o futebol feminino e suas praticantes enfrentavam tanto socialmente quanto fisicamente.

Conheci nesta época algumas pessoas que trabalhavam com futebol feminino e algumas das jogadoras que estão na China e que vieram antes delas que tem uma parcela de contribuiçao nesse sucesso.

Temos mesmo que ter um campeonato indepedente, com clubes de grandes massas tendo um tinme de futebo feminino... Que sonho seria ir ao Maracana ver o meu mengão no futebol feminino.

Ja fui uma praticante e hoje assisto com orgulho, admiração e com uma torcida imensa para que o domingo seja recheado com outro titulo mundial para o Brasil.

Ser o titulo não vier, há de se louvar essa galera, tao lutadora e que nos representa de forma espetacular.

Bjo a todos

Futebol feminino - showwwww

Fico muito feliz com o sucesso di futebol feminino e com a marta arrebentando em terras chinesas.

O tema da minha monografia de saída da graduacao da Educação fisica foi sobre as barreiras que o futebol feminino e suas praticantes enfrentavam tanto socialmente quanto fisicamente.

Conheci nesta época algumas pessoas que trabalhavam com futebol feminino e algumas das jogadoras que estão na China e que vieram antes delas que tem uma parcela de contribuiçao nesse sucesso.

Temos mesmo que ter um campeonato indepedente, com clubes de grandes massas tendo um tinme de futebo feminino... Que sonho seria ir ao Maracana ver o meu mengão no futebol feminino.

Ja fui uma praticante e hoje assisto com orgulho, admiração e com uma torcida imensa para que o domingo seja recheado com outro titulo mundial para o Brasil.

Ser o titulo não vier, há de se louvar essa galera, tao lutadora e que nos representa de forma espetacular.

Bjo a todos

Postado às 12:27 |  por Dani Souto

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quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Prefeitura de São Roque oferece uma vaga para Professor de Educação Física
A Prefeitura de São Roque oferece uma vaga para Professor de Educação Física. A jornada é de 20 horas semanais. As inscrições podem ser feitas até 16 de outubro.

Os interessados devem possuir registro no Sistema CONFEF/CREFs.

Maiores informações no site http://www.institutocetro.org.br

Prefeitura de São Roque oferece uma vaga para Professor de Educação Física

Prefeitura de São Roque oferece uma vaga para Professor de Educação Física
A Prefeitura de São Roque oferece uma vaga para Professor de Educação Física. A jornada é de 20 horas semanais. As inscrições podem ser feitas até 16 de outubro.

Os interessados devem possuir registro no Sistema CONFEF/CREFs.

Maiores informações no site http://www.institutocetro.org.br

Postado às 10:22 |  por Dani Souto

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sexta-feira, 21 de setembro de 2007

CREF4/SP suspende Pregão para defender direito do Profissional de Educação Física19/09/2007 - 102 visualizações.
O Departamento Jurídico do CREF4/SP impugnou o Edital do Pregão eletrônico nº 7000085 – DR/SPM da Empresa de Correios e Telégrafos - ECT que previa a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de fisioterapia, com a finalidade de implantação de “programa de condicionamento físico”.

O Setor de Fiscalização do Conselho recebeu a denúncia e o Departamento Jurídico pediu a nulidade do pregão porque a especificação do edital previa a oferta de um serviço de atribuição do Profissional de Educação Física. No edital, é descrito que o foco da empresa será na prevenção (avaliação física e condicionamento físico preventivo).

O pregão foi adiado pelos Correios e a publicação está no Diário Oficial da União de 10 de setembro de 2007.

CREF4/SP suspende Pregão para defender direito do Profissional de Educação Física

CREF4/SP suspende Pregão para defender direito do Profissional de Educação Física19/09/2007 - 102 visualizações.
O Departamento Jurídico do CREF4/SP impugnou o Edital do Pregão eletrônico nº 7000085 – DR/SPM da Empresa de Correios e Telégrafos - ECT que previa a contratação de empresa especializada na prestação de serviços de fisioterapia, com a finalidade de implantação de “programa de condicionamento físico”.

O Setor de Fiscalização do Conselho recebeu a denúncia e o Departamento Jurídico pediu a nulidade do pregão porque a especificação do edital previa a oferta de um serviço de atribuição do Profissional de Educação Física. No edital, é descrito que o foco da empresa será na prevenção (avaliação física e condicionamento físico preventivo).

O pregão foi adiado pelos Correios e a publicação está no Diário Oficial da União de 10 de setembro de 2007.

Postado às 10:23 |  por Dani Souto

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Em atividade desde 1996, a SC Consultoria é a empresa responsável no Brasil
pelo Sistema de Voleibol da Federação Internacional de Voleibol (VIS) e pela
Supervisão do Setor de Estatística da Superliga de Voleibol.

Visando a criação de grupos de estatística nas cidades de Joinville e
Brusque – Santa Catarina e em Vitória – Espírito Santo, estaremos realizando
o Curso de Avaliação Técnica – Sistema Superliga 2007/2008, no período de 26
a 29/09.



Maiores informações no site: www.scconsultoria.com.br



Obrigado.



Sandra Caldeira

Supervisora - FIVB

Curso para estatistica no voleibol

Em atividade desde 1996, a SC Consultoria é a empresa responsável no Brasil
pelo Sistema de Voleibol da Federação Internacional de Voleibol (VIS) e pela
Supervisão do Setor de Estatística da Superliga de Voleibol.

Visando a criação de grupos de estatística nas cidades de Joinville e
Brusque – Santa Catarina e em Vitória – Espírito Santo, estaremos realizando
o Curso de Avaliação Técnica – Sistema Superliga 2007/2008, no período de 26
a 29/09.



Maiores informações no site: www.scconsultoria.com.br



Obrigado.



Sandra Caldeira

Supervisora - FIVB

Postado às 07:26 |  por Dani Souto

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Justiça Federal proíbe instituições privadas de cobrar por diploma

Fonte: Folha de São Paulo

13/09/2007 14:36h - Treze universidades e faculdades particulares da Grande
São Paulo estão proibidas, pela Justiça Federal, de cobrar dos alunos a taxa
pela emissão do diploma. O pedido feito pelo Ministério Público Federal foi
aceito esta semana.

São alvo da ação a Uniban, Unicsul, PUC-SP, São Judas, Unicid, Universidade
Ibirapuera, Centro Universitário Sant"Anna, Associação Educativa Campos
Salles, FMU, UniFieo, São Marcos, Unisa e Unicastelo.

Com a decisão, ficam isentos do pagamento da taxa os alunos que concluirão a
graduação e aqueles que ainda não retiraram seus diplomas. Quem não cumprir
receberá multa diária de R$ 1.000 por aluno cobrado.

No pedido, os procuradores argumentavam que uma norma federal do Conselho
Nacional de Educação proíbe as instituições privadas de cobrar porque o
serviço não é extraordinário.

Na decisão, a juíza Fernanda Souza Hutzler, da 20ª Vara Federal Cível de São
Paulo, afirma que "o aluno se matricula no curso para, ao final, receber o
diploma registrado e reconhecido pela instituição educacional, pagando por
isso ao longo de toda a sua vida acadêmica".

Estudantes de outras instituições particulares de ensino superior que forem cobrados podem enviar uma denúncia ao Ministério Público Federal pela internet.

Justiça Federal proíbe instituições privadas de cobrar por diploma

Justiça Federal proíbe instituições privadas de cobrar por diploma

Fonte: Folha de São Paulo

13/09/2007 14:36h - Treze universidades e faculdades particulares da Grande
São Paulo estão proibidas, pela Justiça Federal, de cobrar dos alunos a taxa
pela emissão do diploma. O pedido feito pelo Ministério Público Federal foi
aceito esta semana.

São alvo da ação a Uniban, Unicsul, PUC-SP, São Judas, Unicid, Universidade
Ibirapuera, Centro Universitário Sant"Anna, Associação Educativa Campos
Salles, FMU, UniFieo, São Marcos, Unisa e Unicastelo.

Com a decisão, ficam isentos do pagamento da taxa os alunos que concluirão a
graduação e aqueles que ainda não retiraram seus diplomas. Quem não cumprir
receberá multa diária de R$ 1.000 por aluno cobrado.

No pedido, os procuradores argumentavam que uma norma federal do Conselho
Nacional de Educação proíbe as instituições privadas de cobrar porque o
serviço não é extraordinário.

Na decisão, a juíza Fernanda Souza Hutzler, da 20ª Vara Federal Cível de São
Paulo, afirma que "o aluno se matricula no curso para, ao final, receber o
diploma registrado e reconhecido pela instituição educacional, pagando por
isso ao longo de toda a sua vida acadêmica".

Estudantes de outras instituições particulares de ensino superior que forem cobrados podem enviar uma denúncia ao Ministério Público Federal pela internet.

Postado às 07:21 |  por Dani Souto

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sábado, 15 de setembro de 2007

FEF-UNICAMP, de 29 e 30 de novembro e 1 de dezembro de 2007.


TRABALHOS - NORMAS E ORIENTAÇÕES PARA ENVIO

Data limite para envio de trabalhos: 21/10/2007

- Os trabalhos deverão ser encaminhados somente através do site do
congresso com a indicação da área temática, em arquivo formato PDF,
anexado durante o preenchimento da ficha de inscrição.
- Será aceito apenas um trabalho por primeiro autor. Deverá ser
inédito e que não tenha sido submetido em eventos científicos
nacionais ou internacionais, ou submetido para publicação em
periódicos.
- A partir do dia 5 de novembro será divulgada no site do congresso a
lista dos trabalhos aprovados.
- Não serão aceitas mudanças nos trabalhos já enviados, a não ser que
haja solicitação da Comissão Científica.

Trabalhos Oral e Pôster - resumo (máximo de uma lauda)
- Formatação do texto: Times New Roman 12, espaço simples, parágrado
único e justificado, margens de 2 cm.
- Deverá conter os seguintes itens: Título, Identificação, Introdução,
Objetivos, Metodologia, Resultados e Conclusões.
- O trabalho poderá ser aprovado como Tema Livre Oral ou Pôster, a
critério da Comissão Científica.
ORAL: o autor deverá fazer sua apresentação rigorosamente no horário e
local estabelecido, o tempo para apresentação será de 10 min para
exposição e 5 min para discussão.
PÔSTER: o autor deverá afixar seu material no horário e local
estabelecido, bem como mantê-lo afixado durante o período estipulado e
estar presente no local do pôster no horário determinado para
apresentação aos congressistas e organizadores. Dimensão máxima do
pôster/painel 90 x 100cm (largura x altura).

Trabalhos Completos (6 a 12 laudas)
- Formatação do texto: seguir rigorosamente as normas para publicação
na Revista Conexões.
- Os trabalhos completos aprovados serão publicados em Edição Especial
da Revista Conexões da FEF.
- Deverão conter os seguintes tópicos: Título, Identificação, Palavras
Chave, Resumo, Abstract, Introdução, Objetivos, Metodologia,
Resultados, Conclusões e Referências Bibliográficas.

Áreas Temáticas:
1 - Metodologia do Treinamento Desportivo. Avaliação de Rendimento.
2 - Desporto, Atividade Física e Saúde. Atividade Física Adaptada.
3 - Pedagogia do Movimento.
4 - Desporto e Sociedade. Psicologia do Desporto.

II Congresso de Ciências do Desporto

FEF-UNICAMP, de 29 e 30 de novembro e 1 de dezembro de 2007.


TRABALHOS - NORMAS E ORIENTAÇÕES PARA ENVIO

Data limite para envio de trabalhos: 21/10/2007

- Os trabalhos deverão ser encaminhados somente através do site do
congresso com a indicação da área temática, em arquivo formato PDF,
anexado durante o preenchimento da ficha de inscrição.
- Será aceito apenas um trabalho por primeiro autor. Deverá ser
inédito e que não tenha sido submetido em eventos científicos
nacionais ou internacionais, ou submetido para publicação em
periódicos.
- A partir do dia 5 de novembro será divulgada no site do congresso a
lista dos trabalhos aprovados.
- Não serão aceitas mudanças nos trabalhos já enviados, a não ser que
haja solicitação da Comissão Científica.

Trabalhos Oral e Pôster - resumo (máximo de uma lauda)
- Formatação do texto: Times New Roman 12, espaço simples, parágrado
único e justificado, margens de 2 cm.
- Deverá conter os seguintes itens: Título, Identificação, Introdução,
Objetivos, Metodologia, Resultados e Conclusões.
- O trabalho poderá ser aprovado como Tema Livre Oral ou Pôster, a
critério da Comissão Científica.
ORAL: o autor deverá fazer sua apresentação rigorosamente no horário e
local estabelecido, o tempo para apresentação será de 10 min para
exposição e 5 min para discussão.
PÔSTER: o autor deverá afixar seu material no horário e local
estabelecido, bem como mantê-lo afixado durante o período estipulado e
estar presente no local do pôster no horário determinado para
apresentação aos congressistas e organizadores. Dimensão máxima do
pôster/painel 90 x 100cm (largura x altura).

Trabalhos Completos (6 a 12 laudas)
- Formatação do texto: seguir rigorosamente as normas para publicação
na Revista Conexões.
- Os trabalhos completos aprovados serão publicados em Edição Especial
da Revista Conexões da FEF.
- Deverão conter os seguintes tópicos: Título, Identificação, Palavras
Chave, Resumo, Abstract, Introdução, Objetivos, Metodologia,
Resultados, Conclusões e Referências Bibliográficas.

Áreas Temáticas:
1 - Metodologia do Treinamento Desportivo. Avaliação de Rendimento.
2 - Desporto, Atividade Física e Saúde. Atividade Física Adaptada.
3 - Pedagogia do Movimento.
4 - Desporto e Sociedade. Psicologia do Desporto.

Postado às 15:04 |  por Dani Souto

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Unigran: alunos de Educação Física arbitram provas escolares de atletismo


Estudantes da UNIGRAN puseram em prática aprendizado de educação em atletismo, sexta e sábado passados em Caarapó

O clima não intimidou as cerca 350 crianças nem os organizadores das provas do Campeonato Escolar de Atletismo, realizado no final de semana, na pista do Balneário Municipal de Caarapó. “Tivemos muita água, no local, e isso mostra a disposição das crianças, que estão fazendo atletismo, correndo e saltando provas básicas, mas estão praticando”, disse o professor Rogério da Cruz Montes, do curso de Educação Física da UNIGRAN.

Ele orientou um grupo de mais de trinta acadêmicos, nos trabalhos de organização e arbitragem das competições que reuniram estudantes de nove escolas daquela cidade, com até 13 anos de idade. As provas serviram também para exercitar o envolvimento comunitário e os aprendizados no curso. “O objetivo também foi passar aos acadêmicos o que a gente vê na teoria aqui, na disciplina de Atletismo, e foi um estímulo a mais para eles trabalharem o atletismo”, disse Montes.

As provas foram disputadas nas modalidades 100m, 200m, 400m, revezamentos 4 x 100m e 4 x 400m, salto em distância e arremesso de peso, nas categorias masculino e feminino. Segundo o professor, existem muitas crianças talentosas para o atletismo, na região de Dourados, especialmente, nas comunidades indígenas. O que falta para elas se tornarem atletas de alto rendimento, na opinião dele, são o apoio ao esporte e a criação de um centro de treinamento para atender à região

Unigran: alunos de Educação Física arbitram provas escolares de atletismo

Unigran: alunos de Educação Física arbitram provas escolares de atletismo


Estudantes da UNIGRAN puseram em prática aprendizado de educação em atletismo, sexta e sábado passados em Caarapó

O clima não intimidou as cerca 350 crianças nem os organizadores das provas do Campeonato Escolar de Atletismo, realizado no final de semana, na pista do Balneário Municipal de Caarapó. “Tivemos muita água, no local, e isso mostra a disposição das crianças, que estão fazendo atletismo, correndo e saltando provas básicas, mas estão praticando”, disse o professor Rogério da Cruz Montes, do curso de Educação Física da UNIGRAN.

Ele orientou um grupo de mais de trinta acadêmicos, nos trabalhos de organização e arbitragem das competições que reuniram estudantes de nove escolas daquela cidade, com até 13 anos de idade. As provas serviram também para exercitar o envolvimento comunitário e os aprendizados no curso. “O objetivo também foi passar aos acadêmicos o que a gente vê na teoria aqui, na disciplina de Atletismo, e foi um estímulo a mais para eles trabalharem o atletismo”, disse Montes.

As provas foram disputadas nas modalidades 100m, 200m, 400m, revezamentos 4 x 100m e 4 x 400m, salto em distância e arremesso de peso, nas categorias masculino e feminino. Segundo o professor, existem muitas crianças talentosas para o atletismo, na região de Dourados, especialmente, nas comunidades indígenas. O que falta para elas se tornarem atletas de alto rendimento, na opinião dele, são o apoio ao esporte e a criação de um centro de treinamento para atender à região

Postado às 15:02 |  por Dani Souto

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sexta-feira, 14 de setembro de 2007


OLA AMIGOS

MAIS UM LIVRO QUE EU INDICO.

NAO É UM LIVRO DE GRANDE CUSTO, POREM PODE SER DE GRANDE VALIA.

EDUCAÇÃO FISICA NA ESOLA, DE ELISABETH NASCIMENTO SILVA

Sugestão de livro: Educação Física Escolar


OLA AMIGOS

MAIS UM LIVRO QUE EU INDICO.

NAO É UM LIVRO DE GRANDE CUSTO, POREM PODE SER DE GRANDE VALIA.

EDUCAÇÃO FISICA NA ESOLA, DE ELISABETH NASCIMENTO SILVA

Postado às 09:27 |  por Dani Souto

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quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Os alunos de rede estadual de ensino de São Paulo devem fazer menos esforço nas aulas de educação física a partir desta quarta-feira. A orientação partiu da própria secretaria para os professores da disciplina da rede pública.

Hoje, em São Paulo, a umidade chegou a 27% no mirante de Santana, na zona norte da cidade, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). No interior, o índice caiu mais ainda: em Ribeirão Preto, foram 22% e em Presidente Prudente, 20%.

A umidade e o calor devem continuar baixos em todo o Estado ao menos até a tarde de sábado (15), quando uma frente fria pode derrubar as temperaturas ao menos na capital e na faixa leste do Estado.

Segundo a secretaria, as aulas devem ocorrer nas salas ou em local com sombra e ventilação, como quadras cobertas.

Pela escala da OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% são considerados preocupantes; índices entre 20% e 30% indicam estado de atenção; entre 12% a 20%, de alerta; e abaixo de 12%, de alerta máximo.

Problemas

Os principais efeitos da baixa umidade são secura na garganta e nos olhos e problemas respiratórios. No hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o número de atendimentos aumentou cerca de 40% nas últimas duas semanas.

A recomendação dos médicos é para que a população beba muita água, coloque bacias com água em locais fechados (inclusive com ar-condicionado), lave as vias respiratórias e os olhos durante o dia e evite exercícios físicos em locais abertos.

Acompanhe as notícias da Folha Online em seu celular: digite wap.folha.com.br.

São paulo proibe aulas de educação física por causa do ar seco

Os alunos de rede estadual de ensino de São Paulo devem fazer menos esforço nas aulas de educação física a partir desta quarta-feira. A orientação partiu da própria secretaria para os professores da disciplina da rede pública.

Hoje, em São Paulo, a umidade chegou a 27% no mirante de Santana, na zona norte da cidade, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). No interior, o índice caiu mais ainda: em Ribeirão Preto, foram 22% e em Presidente Prudente, 20%.

A umidade e o calor devem continuar baixos em todo o Estado ao menos até a tarde de sábado (15), quando uma frente fria pode derrubar as temperaturas ao menos na capital e na faixa leste do Estado.

Segundo a secretaria, as aulas devem ocorrer nas salas ou em local com sombra e ventilação, como quadras cobertas.

Pela escala da OMS (Organização Mundial de Saúde), índices de umidade relativa do ar inferiores a 30% são considerados preocupantes; índices entre 20% e 30% indicam estado de atenção; entre 12% a 20%, de alerta; e abaixo de 12%, de alerta máximo.

Problemas

Os principais efeitos da baixa umidade são secura na garganta e nos olhos e problemas respiratórios. No hospital São Paulo, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), o número de atendimentos aumentou cerca de 40% nas últimas duas semanas.

A recomendação dos médicos é para que a população beba muita água, coloque bacias com água em locais fechados (inclusive com ar-condicionado), lave as vias respiratórias e os olhos durante o dia e evite exercícios físicos em locais abertos.

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Postado às 07:14 |  por Dani Souto

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segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Mais de 17 mil disputam 270 vagas de emprego na prefeitura
Concursos públicos e processos seletivos oferecem chances em sete cargos
Arquivo / Agência BOM DIA

Moreno diz que no dia 13 começam as inscrições para cargo de engenheiro

Mais de 17 mil candidatos concorrem a uma das 270 vagas de emprego oferecidas pela Prefeitura de Sorocaba, por meio dos dois concursos públicos e um processo seletivo, ainda em andamento.

Os concursos públicos e o processo seletivo visam preencher vagas para sete cargos diferentes. De acordo com o secretário Rodrigo Moreno, titular da Serh (Secretaria de Recursos Humanos), o concurso público nº 10/2007 e o processo seletivo nº 6/2007 visam contratar 12 engenheiros civil I (sendo seis vagas em caráter temporário).

Já o concurso público nº 5/2007 visa contratar supervisores de ensino (15 vagas); diretor de escola (40 vagas), vice-diretor de escola (36 vagas), orientador pedagógico (33 vagas), professor de educação básica I (100 vagas) E professor de Educação Básica II (34 vagas).

O processo seletivo nº 6/2007 está em fase de classificação final. O concurso público nº 10/2007 está em fase de publicação de edital e as inscrições têm início no dia 13. Já o concurso público nº 5/2007 está em fase de publicação de gabarito das provas objetivas para os cargos de Orientador Pedagógico e Professor de Educação Básica II e em fase de resultado de recursos para os cargos de Supervisor de Ensino e Diretor de Escola.

Outros concursos
A Serh publicou na edição de quinta-feira (6) do jornal Município de Sorocaba o gabarito da prova e o resultado final obtido pelos candidatos do processo seletivo para patologia clínica.

O resultado do processo seletivo de contratação, em caráter temporário, de médicos para o sistema público de saúde está disponível no site da prefeitura (www.sorocaba.sp.gov.br). Os classificados devem comparecer hoje (dia 10), às 8h, no Salão de Vidro, que fica no andar térreo do Paço. O o jornal do Município ainda traz a classificação final dos candidatos do processo seletivo para estágio nas áreas de direito, pedagogia e educação física.

Ana Paula disputa vaga com 78 candidatos, mas está confiante
A professora Ana Paula Sampaio, de 35 anos, aguarda ansiosa pelo resultado final do concurso público que prestou no domingo passado pela PEB II (Professor de Educação Básica II).

Apesar de saber que concorre com 78 candidatos para conseguir a vaga, na área de Educação Física, Ana Paula diz estar confiante. “Estou tranqüila. Eu me preparei para a prova, então não achei as questões difíceis. Eu sempre confio que vou conseguir. Agora, é só esperar”, comenta a professora.

Ana Paula dá aulas de Educação Física em uma escola municipal de Votorantim, mas lá ela prestou processo seletivo e ainda não foi efetivada. “Além da estabilidade no emprego, conseguir aulas em Sorocaba seria bem mais prático para mim, pois eu moro aqui”, declara.

Sindicato aprova concurso e pede fim dos terceirizados
O diretor de Assuntos Trabalhistas do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Sérgio Ponciano de Oliveira, aprova os concursos, mas alfineta: “Nos últimos anos cresceram os trabalhadores terceirizados e isso deixa vulnerável a administração, pois não há como investir em capacitação de pessoas que estão de passagem”.

Mais de 17 mil disputam 270 vagas de emprego na prefeitura

Mais de 17 mil disputam 270 vagas de emprego na prefeitura
Concursos públicos e processos seletivos oferecem chances em sete cargos
Arquivo / Agência BOM DIA

Moreno diz que no dia 13 começam as inscrições para cargo de engenheiro

Mais de 17 mil candidatos concorrem a uma das 270 vagas de emprego oferecidas pela Prefeitura de Sorocaba, por meio dos dois concursos públicos e um processo seletivo, ainda em andamento.

Os concursos públicos e o processo seletivo visam preencher vagas para sete cargos diferentes. De acordo com o secretário Rodrigo Moreno, titular da Serh (Secretaria de Recursos Humanos), o concurso público nº 10/2007 e o processo seletivo nº 6/2007 visam contratar 12 engenheiros civil I (sendo seis vagas em caráter temporário).

Já o concurso público nº 5/2007 visa contratar supervisores de ensino (15 vagas); diretor de escola (40 vagas), vice-diretor de escola (36 vagas), orientador pedagógico (33 vagas), professor de educação básica I (100 vagas) E professor de Educação Básica II (34 vagas).

O processo seletivo nº 6/2007 está em fase de classificação final. O concurso público nº 10/2007 está em fase de publicação de edital e as inscrições têm início no dia 13. Já o concurso público nº 5/2007 está em fase de publicação de gabarito das provas objetivas para os cargos de Orientador Pedagógico e Professor de Educação Básica II e em fase de resultado de recursos para os cargos de Supervisor de Ensino e Diretor de Escola.

Outros concursos
A Serh publicou na edição de quinta-feira (6) do jornal Município de Sorocaba o gabarito da prova e o resultado final obtido pelos candidatos do processo seletivo para patologia clínica.

O resultado do processo seletivo de contratação, em caráter temporário, de médicos para o sistema público de saúde está disponível no site da prefeitura (www.sorocaba.sp.gov.br). Os classificados devem comparecer hoje (dia 10), às 8h, no Salão de Vidro, que fica no andar térreo do Paço. O o jornal do Município ainda traz a classificação final dos candidatos do processo seletivo para estágio nas áreas de direito, pedagogia e educação física.

Ana Paula disputa vaga com 78 candidatos, mas está confiante
A professora Ana Paula Sampaio, de 35 anos, aguarda ansiosa pelo resultado final do concurso público que prestou no domingo passado pela PEB II (Professor de Educação Básica II).

Apesar de saber que concorre com 78 candidatos para conseguir a vaga, na área de Educação Física, Ana Paula diz estar confiante. “Estou tranqüila. Eu me preparei para a prova, então não achei as questões difíceis. Eu sempre confio que vou conseguir. Agora, é só esperar”, comenta a professora.

Ana Paula dá aulas de Educação Física em uma escola municipal de Votorantim, mas lá ela prestou processo seletivo e ainda não foi efetivada. “Além da estabilidade no emprego, conseguir aulas em Sorocaba seria bem mais prático para mim, pois eu moro aqui”, declara.

Sindicato aprova concurso e pede fim dos terceirizados
O diretor de Assuntos Trabalhistas do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Sérgio Ponciano de Oliveira, aprova os concursos, mas alfineta: “Nos últimos anos cresceram os trabalhadores terceirizados e isso deixa vulnerável a administração, pois não há como investir em capacitação de pessoas que estão de passagem”.

Postado às 19:06 |  por Dani Souto

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psiquiatra Içami Tiba está entre as principais atrações do X Senefip – Seminário Nacional de Educação Física e Pedagogia, promovido entre os dias 12 e 15 de setembro pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/RS) em Erechim.

Na ocasião, Tiba, médico da Faculdade de Medicina da USP, psiquiatra do Hospital das Clínicas da FMUSP, autor do livro e apresentador do programa “Quem ama, Educa”, da Rede Vida de Televisão, ministrará a palestra Qualidade de vida, amor, felicidade & companhia.

A palestra pretende penetrar em todas as frestas da vida humana, fazendo as pessoas refletirem sobre o porquê dos sentimentos, pensamentos, dúvidas, relações e, mais do que isso, oferecer aos participantes a oportunidade rara de resgatar algo que a rotina diária insiste em roubar: a magia de viver.


A participação de Tiba no evento acontecerá no dia 13/09, às 19h30.

O Senefip tem como objetivo promover aos educadores um espaço para estimular a capacidade criativa, troca de experiências, reflexão e busca de novos conhecimentos para vencerem os desafios do dia-a-dia. Além disso, propõe discussões sobre jogos cooperativos, nutrição esportiva, recreação escolar e musculação.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 12 de setembro, na Unidade Operacional do Sesc Erechim (Travessa Ernesto Bernardi, 71).

Outras informações pelo telefone (54) 3522-1033 ou por meio do site www.sesc-rs.com.br/senefip.

O evento é realizado pelo Sesc/RS e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Erechim, da URI – Campus Erechim, APEFAU (Associação dos Profissionais de Educação Física do Alto Uruguai) e Grupo RBS.

(09.09.2007)

Serviço:

Assessoria de Comunicação Sistema Fecomércio-RS: (51) 3284.2177 / cbarth@sesc-rs.com.br

Dieese RS: (51) 3211.4177 www.dieese.org.br / errs@dieese.org.br

psiquiatra Içami Tiba está entre as principais atrações do X Senefi

psiquiatra Içami Tiba está entre as principais atrações do X Senefip – Seminário Nacional de Educação Física e Pedagogia, promovido entre os dias 12 e 15 de setembro pelo Serviço Social do Comércio (Sesc/RS) em Erechim.

Na ocasião, Tiba, médico da Faculdade de Medicina da USP, psiquiatra do Hospital das Clínicas da FMUSP, autor do livro e apresentador do programa “Quem ama, Educa”, da Rede Vida de Televisão, ministrará a palestra Qualidade de vida, amor, felicidade & companhia.

A palestra pretende penetrar em todas as frestas da vida humana, fazendo as pessoas refletirem sobre o porquê dos sentimentos, pensamentos, dúvidas, relações e, mais do que isso, oferecer aos participantes a oportunidade rara de resgatar algo que a rotina diária insiste em roubar: a magia de viver.


A participação de Tiba no evento acontecerá no dia 13/09, às 19h30.

O Senefip tem como objetivo promover aos educadores um espaço para estimular a capacidade criativa, troca de experiências, reflexão e busca de novos conhecimentos para vencerem os desafios do dia-a-dia. Além disso, propõe discussões sobre jogos cooperativos, nutrição esportiva, recreação escolar e musculação.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 12 de setembro, na Unidade Operacional do Sesc Erechim (Travessa Ernesto Bernardi, 71).

Outras informações pelo telefone (54) 3522-1033 ou por meio do site www.sesc-rs.com.br/senefip.

O evento é realizado pelo Sesc/RS e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Erechim, da URI – Campus Erechim, APEFAU (Associação dos Profissionais de Educação Física do Alto Uruguai) e Grupo RBS.

(09.09.2007)

Serviço:

Assessoria de Comunicação Sistema Fecomércio-RS: (51) 3284.2177 / cbarth@sesc-rs.com.br

Dieese RS: (51) 3211.4177 www.dieese.org.br / errs@dieese.org.br

Postado às 19:05 |  por Dani Souto

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sábado, 8 de setembro de 2007

A Prefeitura do Recife pretende concluir as obras de instalação dos equipamentos para ao funcionamento da Academia da Cidade na Praça Miguel de Cervantes, Ilha do Leite, dentro de aproximadamente 60 dias. A estrutura vai promover atividades físicas orientadas aos moradores do bairro, bem como da área dos Coelhos. A ordem de serviço foi assinada na tarde da última quarta-feira (5).

De acordo com o vice-prefeito Luciano Siqueira, que representou o prefeito João Paulo durante a assinatura, Recife para a ter 18 Academias da Cidade.

Para a obra da Miguel de Cervantes, serão investidos R$ 230 mil. O novo pólo terá uma área total de 1.600 m2. Quando for inaugurado, dois professores, um avaliador físico, quatro acadêmicos em Educação Física e dois acadêmicos de Nutrição estarão presentes de segunda a sexta, das 5h30 às 8h30 e das 17h às 20h, para atender a população.

“O Academia da Cidade é um programa importante que tem favorecido a assimilação de hábitos saudáveis e colaborado no combate a doenças como diabetes e hipertensão”, afirmou a secretária Municipal de Saúde, Tereza Campos.

Parte dos equipamentos utilizados no pólo e dos uniformes dos profissionais serão doados através de uma parceria com a Fundação de Seguridade Social (Geap).

BALANÇO
Atualmente, o Academia da Cidade atende diariamente 3.120 pessoas em todos os pólos e também serve de campo de estágio para acadêmicos dos cursos de Educação Física e Nutrição. Um total de 160 profissionais e estagiários atua nos 17 equipamentos instalados na cidade.

Desde 2002, a Prefeitura do Recife contabiliza um investimento global de R$ 9,7 milhões. O projeto foi considerado, pelo Ministério da Saúde, em 2004, uma ação exitosa, e pela Fundación Cuidad Humana, da Colômbia, em 2005, como o melhor programa de atividade física das Américas.
da Redação do pe360graus.com

Ilha do Retiro vai ganhar Academia da Cidade em novembro

A Prefeitura do Recife pretende concluir as obras de instalação dos equipamentos para ao funcionamento da Academia da Cidade na Praça Miguel de Cervantes, Ilha do Leite, dentro de aproximadamente 60 dias. A estrutura vai promover atividades físicas orientadas aos moradores do bairro, bem como da área dos Coelhos. A ordem de serviço foi assinada na tarde da última quarta-feira (5).

De acordo com o vice-prefeito Luciano Siqueira, que representou o prefeito João Paulo durante a assinatura, Recife para a ter 18 Academias da Cidade.

Para a obra da Miguel de Cervantes, serão investidos R$ 230 mil. O novo pólo terá uma área total de 1.600 m2. Quando for inaugurado, dois professores, um avaliador físico, quatro acadêmicos em Educação Física e dois acadêmicos de Nutrição estarão presentes de segunda a sexta, das 5h30 às 8h30 e das 17h às 20h, para atender a população.

“O Academia da Cidade é um programa importante que tem favorecido a assimilação de hábitos saudáveis e colaborado no combate a doenças como diabetes e hipertensão”, afirmou a secretária Municipal de Saúde, Tereza Campos.

Parte dos equipamentos utilizados no pólo e dos uniformes dos profissionais serão doados através de uma parceria com a Fundação de Seguridade Social (Geap).

BALANÇO
Atualmente, o Academia da Cidade atende diariamente 3.120 pessoas em todos os pólos e também serve de campo de estágio para acadêmicos dos cursos de Educação Física e Nutrição. Um total de 160 profissionais e estagiários atua nos 17 equipamentos instalados na cidade.

Desde 2002, a Prefeitura do Recife contabiliza um investimento global de R$ 9,7 milhões. O projeto foi considerado, pelo Ministério da Saúde, em 2004, uma ação exitosa, e pela Fundación Cuidad Humana, da Colômbia, em 2005, como o melhor programa de atividade física das Américas.
da Redação do pe360graus.com

Postado às 10:25 |  por Dani Souto

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quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Lei nº 9.394/96 - Educação Física - Obrigatoriedade da Disciplina

A Lei nº 9.394/96 dispõe para a Educação Básica:

Art. 26. Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

(...)

§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno: (Redação dada pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

II – maior de trinta anos de idade; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que, em situação similar, estiver obrigado à prática da educação física; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

IV – amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 1969; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

V – (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

VI – que tenha prole. (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)



A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica, sendo sua prática facultativa ao aluno nos casos acima.

A Educação Física não é mais componente curricular obrigatório do ensino superior de graduação.

Educação Física Obrigatoria

Lei nº 9.394/96 - Educação Física - Obrigatoriedade da Disciplina

A Lei nº 9.394/96 dispõe para a Educação Básica:

Art. 26. Os currículos do ensino fundamental e médio devem ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

(...)

§ 3o A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno: (Redação dada pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

II – maior de trinta anos de idade; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que, em situação similar, estiver obrigado à prática da educação física; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

IV – amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 1969; (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

V – (VETADO) (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)

VI – que tenha prole. (Incluído pela Lei nº 10.793, de 1º.12.2003)



A Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica, sendo sua prática facultativa ao aluno nos casos acima.

A Educação Física não é mais componente curricular obrigatório do ensino superior de graduação.

Postado às 23:27 |  por Dani Souto

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quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Junto com mais dois professores em Campinas, retomamos um trabalho que vinha sido feito na década de 90: o Circuito de Festivais Pedagógicos de Voleibol.

O mesmo acontece em 3 categorias:

Pré-Mirim - nascidos de 95 em diante

Mirim/Infantil - 92, 93 e 94

Infanto - 90 e 91

O Circuito ressurgiu como uma alternativa aos Torneios oficiais da Federação que além de possuirem um custo alto, muitas vezes não é pedagógico.

Neste Festival a arbitragem é feita por alunos da Unicamp/atletas mais velhos dos clubes que sediam a etapa. Eles são instruídos a respeitar o andamento dos jogos e ser um interventor positivo dentro do jogo além de arbritar é claro.

Os jogos não possuem eliminatória simples logo de cara. Cada equipe joga pelo menos 3 ou 4 vezes. O número de jogos e formato do torneio variam de acordo com o número de participantes. O Festival pode durar um dia inteiro ou um período do dia. No´pré-mirim o formato todos são premiados e em quase todas as etapas trabalhamos com o mini-volei. No mirim/infantil e infanto são premiados os 4 primeiros e os destaques.

Não há custo nenhum para participar e hoje já contamos com a participação de Hípica Campinas, Holambra, Hortolandia, Colégio Liceu, Artur Nogueira, Santo Antonio de Posse e Amparo.

Se alguém mais se interessar é só escrever para leopoldohirama@yahoo.com.br, camilamancano@yahoo.com.br ou aline_modena@yahoo.com.br. São os professores da Sociedade Hípica de Campinas. Eu trabalhei lá até este mês mas ficarei 6 meses fora do Brasil. Em março do ano que vem estarei de volta e espero que novas equipes tenham sido agregadas.

A idéia é um espaço alternativo e pedagógico para jogar voleibol. É um espaço que pode se encaixar mais na realidade de alguns lugares.

Obrigado pelo espaço! Um forte abraço á todos!

Circuito de Festival Pedagógicos de Voleibol

Junto com mais dois professores em Campinas, retomamos um trabalho que vinha sido feito na década de 90: o Circuito de Festivais Pedagógicos de Voleibol.

O mesmo acontece em 3 categorias:

Pré-Mirim - nascidos de 95 em diante

Mirim/Infantil - 92, 93 e 94

Infanto - 90 e 91

O Circuito ressurgiu como uma alternativa aos Torneios oficiais da Federação que além de possuirem um custo alto, muitas vezes não é pedagógico.

Neste Festival a arbitragem é feita por alunos da Unicamp/atletas mais velhos dos clubes que sediam a etapa. Eles são instruídos a respeitar o andamento dos jogos e ser um interventor positivo dentro do jogo além de arbritar é claro.

Os jogos não possuem eliminatória simples logo de cara. Cada equipe joga pelo menos 3 ou 4 vezes. O número de jogos e formato do torneio variam de acordo com o número de participantes. O Festival pode durar um dia inteiro ou um período do dia. No´pré-mirim o formato todos são premiados e em quase todas as etapas trabalhamos com o mini-volei. No mirim/infantil e infanto são premiados os 4 primeiros e os destaques.

Não há custo nenhum para participar e hoje já contamos com a participação de Hípica Campinas, Holambra, Hortolandia, Colégio Liceu, Artur Nogueira, Santo Antonio de Posse e Amparo.

Se alguém mais se interessar é só escrever para leopoldohirama@yahoo.com.br, camilamancano@yahoo.com.br ou aline_modena@yahoo.com.br. São os professores da Sociedade Hípica de Campinas. Eu trabalhei lá até este mês mas ficarei 6 meses fora do Brasil. Em março do ano que vem estarei de volta e espero que novas equipes tenham sido agregadas.

A idéia é um espaço alternativo e pedagógico para jogar voleibol. É um espaço que pode se encaixar mais na realidade de alguns lugares.

Obrigado pelo espaço! Um forte abraço á todos!

Postado às 15:14 |  por Dani Souto

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A seleção brasileira vai ter dez meses para se recuperar da decepção pela
eliminação em Las Vegas e buscar uma vaga em Pequim-2008 no Pré-Olímpico
mundial no próximo ano. E o consenso é o de que essa disputa apresenta um
grau de exigência ainda maior que o das Américas.

Muito se deve à presença de quatro equipes da Europa entre os 12
participantes. Com a elevada competitividade do basquete desse continente,
fica a expectativa de que qualquer um desses times pode ser apontado como
sério candidato às três vagas que serão distribuídas.

"Teoricamente, será bem difícil. Você terá três vagas para serem disputadas,
com quatro europeus já na jogada. A Europa eu considero hoje que tem nove
forças, das quais três já estarão classificadas [a campeã mundial Espanha e
mais dois da qualificação]. Mesmo assim, serão seis de bom nível sobrando.
Mais os três da América. O time vai ter de estar muito bem preparado", disse
o técnico Lula Ferreira, que tem futuro incerto à frente da equipe.

Porto Rico e Canadá, que já tenta convencer o armador Steve Nash a disputar
esse torneio, são os outros representantes americanos. Coréia do Sul e
Líbano, pela Ásia, Nova Zelândia, pela Oceania, e os surpreendentes Camarões
e Cabo Verde, que despacharam Nigéria e Senegal na África, são os outros
adversários já conhecidos.

Além dessa concorrência diversa, a seleção precisará lutar contra a
desconfiança e a pressão pela falta de resultados em grandes competições.
"Mas ainda tem de acreditar. É uma geração de bons jogadores. A gente tem de
formar um time bom, o time precisa ganhar conjunto e de personalidade
própria para ganhar os jogos", disse Lula.

O ala Guilherme Giovannoni pede paciência aos companheiros. "Vai precisar
passar alguns dias para deixarmos essa eliminação para trás. Está muito
recente ainda, qualquer coisa que formos fazer será precipitada", disse.

Já Alex diz que o torneio precisa estar na mira do elenco durante a próxima
temporada. "Tem de pensar desde agora. Cada um vai para seu clube e tem de
treinar forte para nos reunirmos no ano que vem fortalecidos novamente."

O Pré-Olímpico mundial tem data definida - será disputado entre os dias 7 e
13 de julho. Mas a sede ainda é desconhecida. China, Canadá e Turquia seriam
países interessados em abrigar o evento.

Pre Olimpico Mundial no Brasil??

A seleção brasileira vai ter dez meses para se recuperar da decepção pela
eliminação em Las Vegas e buscar uma vaga em Pequim-2008 no Pré-Olímpico
mundial no próximo ano. E o consenso é o de que essa disputa apresenta um
grau de exigência ainda maior que o das Américas.

Muito se deve à presença de quatro equipes da Europa entre os 12
participantes. Com a elevada competitividade do basquete desse continente,
fica a expectativa de que qualquer um desses times pode ser apontado como
sério candidato às três vagas que serão distribuídas.

"Teoricamente, será bem difícil. Você terá três vagas para serem disputadas,
com quatro europeus já na jogada. A Europa eu considero hoje que tem nove
forças, das quais três já estarão classificadas [a campeã mundial Espanha e
mais dois da qualificação]. Mesmo assim, serão seis de bom nível sobrando.
Mais os três da América. O time vai ter de estar muito bem preparado", disse
o técnico Lula Ferreira, que tem futuro incerto à frente da equipe.

Porto Rico e Canadá, que já tenta convencer o armador Steve Nash a disputar
esse torneio, são os outros representantes americanos. Coréia do Sul e
Líbano, pela Ásia, Nova Zelândia, pela Oceania, e os surpreendentes Camarões
e Cabo Verde, que despacharam Nigéria e Senegal na África, são os outros
adversários já conhecidos.

Além dessa concorrência diversa, a seleção precisará lutar contra a
desconfiança e a pressão pela falta de resultados em grandes competições.
"Mas ainda tem de acreditar. É uma geração de bons jogadores. A gente tem de
formar um time bom, o time precisa ganhar conjunto e de personalidade
própria para ganhar os jogos", disse Lula.

O ala Guilherme Giovannoni pede paciência aos companheiros. "Vai precisar
passar alguns dias para deixarmos essa eliminação para trás. Está muito
recente ainda, qualquer coisa que formos fazer será precipitada", disse.

Já Alex diz que o torneio precisa estar na mira do elenco durante a próxima
temporada. "Tem de pensar desde agora. Cada um vai para seu clube e tem de
treinar forte para nos reunirmos no ano que vem fortalecidos novamente."

O Pré-Olímpico mundial tem data definida - será disputado entre os dias 7 e
13 de julho. Mas a sede ainda é desconhecida. China, Canadá e Turquia seriam
países interessados em abrigar o evento.

Postado às 15:12 |  por Dani Souto

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Pós-Graduação Lato Sensu - 390 h

ERGONOMIA EM PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR



Objetivo

Oferecer conhecimentos teórico-práticos relevantes e atuais para a criação,
aplicação e manutenção de programas que positivamente atuem na saúde,
segurança, conforto e produtividade do trabalhador, considerando, de forma
articulada, os numerosos fatores que interferem na qualidade de vida do
colaborador.



Quem deve fazer?

Profissionais com formação superior nas áreas da saúde, como educação
física, fisioterapia, medicina, enfermagem, psicologia e cursos afins, além
de áreas relacionadas ao trabalho, como administração, engenharias e outros.



Diferencial exclusivo

Curso com 30% de sua carga horária destinada a procedimentos práticos de uso
de técnicas de higiene, ginástica laboral e análise ergonômica do trabalho.

Carga horária de 390 h, com os temas:

. Programa de Promoção da Saúde do Trabalhador/PPST;

. Biomecânica Ocupacional;

. Aderência e Construção do Material Informativo do PPST;

. Psicologia do Trabalho;

. Socorros de Urgência;

. Higiene do Trabalho;

. Prática Supervisionada em Higiene do Trabalho;

. Metodologia da Pesquisa Científica;

. Dependência Química;

. Análise Ergonômica do Trabalho/AET;

. Prática Supervisionada em AET;

. Fisiologia do Trabalho, DORT/LER e outras Doenças Ocupacionais;

. Programa de Ginástica Laboral;

. Laudo Ergonômico;

. Seminário do Trabalho de Conclusão de Curso;

. Estudos independentes para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso.



DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO 01/2007 - CES/CNE



Investimento:

Matrícula: R$ 100,00

A vista: R$ 3.960,00

A prazo: 22 parcelas de R$ 180,00



Início das Aulas:

22 de setembro 2007

Aulas: Um final de semana por mês.



Informações:

Profª. PAULA FONTOURA

e-mail: paula@editorafontoura.com.br

SKYPE: paula.fontoura

MSN: paula@editorafontoura.com.br

(11) 4587-9610 / (11) 7608-2027



*Portaria nº 579 de 04 de março de 2002. Publicado no DOU em 05 de março de
2002.



Ofertante:

www.isepe.com.br

Ginastica Laboral Pós-Graduação Lato Sensu - 390 h

Pós-Graduação Lato Sensu - 390 h

ERGONOMIA EM PROGRAMAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE DO TRABALHADOR



Objetivo

Oferecer conhecimentos teórico-práticos relevantes e atuais para a criação,
aplicação e manutenção de programas que positivamente atuem na saúde,
segurança, conforto e produtividade do trabalhador, considerando, de forma
articulada, os numerosos fatores que interferem na qualidade de vida do
colaborador.



Quem deve fazer?

Profissionais com formação superior nas áreas da saúde, como educação
física, fisioterapia, medicina, enfermagem, psicologia e cursos afins, além
de áreas relacionadas ao trabalho, como administração, engenharias e outros.



Diferencial exclusivo

Curso com 30% de sua carga horária destinada a procedimentos práticos de uso
de técnicas de higiene, ginástica laboral e análise ergonômica do trabalho.

Carga horária de 390 h, com os temas:

. Programa de Promoção da Saúde do Trabalhador/PPST;

. Biomecânica Ocupacional;

. Aderência e Construção do Material Informativo do PPST;

. Psicologia do Trabalho;

. Socorros de Urgência;

. Higiene do Trabalho;

. Prática Supervisionada em Higiene do Trabalho;

. Metodologia da Pesquisa Científica;

. Dependência Química;

. Análise Ergonômica do Trabalho/AET;

. Prática Supervisionada em AET;

. Fisiologia do Trabalho, DORT/LER e outras Doenças Ocupacionais;

. Programa de Ginástica Laboral;

. Laudo Ergonômico;

. Seminário do Trabalho de Conclusão de Curso;

. Estudos independentes para elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso.



DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO 01/2007 - CES/CNE



Investimento:

Matrícula: R$ 100,00

A vista: R$ 3.960,00

A prazo: 22 parcelas de R$ 180,00



Início das Aulas:

22 de setembro 2007

Aulas: Um final de semana por mês.



Informações:

Profª. PAULA FONTOURA

e-mail: paula@editorafontoura.com.br

SKYPE: paula.fontoura

MSN: paula@editorafontoura.com.br

(11) 4587-9610 / (11) 7608-2027



*Portaria nº 579 de 04 de março de 2002. Publicado no DOU em 05 de março de
2002.



Ofertante:

www.isepe.com.br

Postado às 15:09 |  por Dani Souto

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A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) oferece novas opções de curso para 2008. Entre elas está o curso de educação física, que oferecerá 60 vagas para o bacharelado, além das 60 já disponíveis para a licenciatura.

Enquanto o profissional licenciado habilita-se ao magistério em educação física nos ensinos fundamental e médio, o curso de bacharelado abre um leque diferente de opções, que inclui o trabalho com a prevenção da saúde.

Uerj oferece 60 vagas para bacharelado em ed fisica

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) oferece novas opções de curso para 2008. Entre elas está o curso de educação física, que oferecerá 60 vagas para o bacharelado, além das 60 já disponíveis para a licenciatura.

Enquanto o profissional licenciado habilita-se ao magistério em educação física nos ensinos fundamental e médio, o curso de bacharelado abre um leque diferente de opções, que inclui o trabalho com a prevenção da saúde.

Postado às 09:31 |  por Dani Souto

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terça-feira, 4 de setembro de 2007



Essa indicação de livro é para profissionais de educacao fisica que trabalham com treinamento fisico. Eu tenho e uso como guia, o q ue é excelente

Indicação de Livro - Cinesiologia: Aplicada aos Esportes



Essa indicação de livro é para profissionais de educacao fisica que trabalham com treinamento fisico. Eu tenho e uso como guia, o q ue é excelente

Postado às 09:35 |  por Dani Souto

0 comentários:

Educação Física é um segmento da educação que utiliza as atividades físicas, orientadas por processos didáticos e pedagógicos, com a finalidade do desenvolvimento integral do homem, consciente de si mesmo e do mundo que o cerca.



O presente artigo se concretiza a partir da pesquisa por mim realizada para elaboração da dissertação de mestrado, Tecnologia alternativa na escola: revitalizando o ensino de Educação Física para crianças, onde se buscou refletir a Escola, a Educação Física para crianças e a confecção e o emprego de Tecnologia Alternativa como recurso didático-pedagógico na escola, bem como apresentar considerações teóricas que fundamentam tanto a elaboração do trabalho que tenho realizado nas oficinas, quanto a interpretação dos dados obtidos. Ao mesmo tempo procurou compreender a relação entre a atividade física e conteúdos de sala de aula, numa perspectiva lúdica, possibilitando-se assim compreender também a relação interdisciplinar entre ambas.

Em primeiro lugar, defendo a importância de se procurar formar professores que sejam capazes de refletir sobre sua prática, de direcioná-las segundo as realidades em que atuam e de conformá-las aos interesses e às necessidades das crianças. Ainda que não se trate de formar o chamado “professor reflexivo”, penso ser viável considerar a possibilidade de se preparar professores dotados de uma “postura investigativa” em relação ao trabalho que desenvolvem. Em segundo lugar, acredito que a atividade física na escola pode ser concebida com base na nova visão de esporte proposta por Tubino (1992), que destaca sua dimensão social e o associa a educação, a participação e a desempenho. Em terceiro lugar, apoiando-me em Ferreira (1984), proponho que o desenvolvimento da Educação Física na escola se organize segundo a perspectiva de transformação defendida pela autora, em contraposição à tendência comum de centrar as atividades físicas no esporte competitivo, configurando o que ela denomina de prática voltada para a reprodução. Tais pressupostos conformam a base teórica que sustenta o estudo.

Reflexões sobre a escola e a prática docente

Julgo que ainda não se refletiu suficientemente sobre o trabalho docente que se realiza na escola. Os sujeitos que nela atuam tendem mais a ações isoladas que a um esforço de reflexão conjunto que propicie melhoras individuais e coletivas. Penso também ser indispensável a reflexão sobre o papel do professor formador de professores, o que me afeta particularmente por ser professor de Educação Física infantil em cursos que preparam docentes para os diferentes graus de ensino. Defendo a necessidade de se buscar formar um profissional capaz de refletir na e sobre a prática desenvolvida na escola. Em síntese, sustento a importância da reflexão-na-ação. Gómez, (citado por Nóvoa, 1997), afirma: A sociedade ocidental tem-se mostrado preocupada com os resultados insatisfatórios de longos e custosos processos de escolarização: nas sociedades industrializadas, a escola conseguiu chegar aos lugares mais inacessíveis e às camadas sociais mais desfavorecidas. Não obstante, nem a preparação científico-técnica, nem a formação cultural e humana, nem sequer a desejada formação compensatória alcançaram o grau de satisfação prometido.(p.95).

O autor considera ainda que: São familiares as metáforas do professor como modelo de comportamento, como transmissor de conhecimentos, como técnico, como executor de rotinas, como planificador, como sujeito que toma decisões ou resolve problemas, etc.(Ibid: 96)

Relacionadas a essas imagens encontram-se nos estudos e nas teorias que determinaram e que têm determinado o pensamento pedagógico, concepções de escola, de ensino, conhecimento e de aprendizagem, bem como concepções das relações existentes entre teoria e prática, ou seja, entre investigação e ação.

Para refletir sobre o trabalho pedagógico desenvolvido na escola das séries iniciais do ensino fundamental, entendo ser necessário compreender como se estruturam as escolas de educação infantil e suas práticas. Apoiando-me nas conclusões de Silva (1999: 59-60), considero que a escola infantil tem pautado suas ações na intenção, quase que exclusiva, de preparar criança para o ensino fundamental. Nesse sentido, utiliza como estratégia dominante a repetição de exercícios de prontidão, nos quais se emprega a brincadeira ora como recurso didático, ora como instrumento de sedução e controle. Entendo que essa estratégia não se compatibiliza com as características da atividade lúdica da criança, que requer liberdade para explorar sua criatividade.

Nessa linha de raciocínio, pode-se afirmar que o brincar como prática social infantil não tem sido compatível com a função que a escola vem cumprindo. Nela, deixam de ser valorizadas as iniciativas tímidas das crianças, que refletem características de aleatoriedade e indeterminação, com as quais a escola não sabe trabalhar e nem lidar. A conseqüência é que o professor acaba mais controlando os passos e as respostas das crianças diante das tarefas (atividades) propostas do que as incentivando a produzirem algo interessante e de fato educativo.

Tal situação reitera a importância de se refletir sobre a prática docente na escola, de se adotar uma atitude investigativa em relação a essa prática e, ainda, de se pesquisar alternativas para aperfeiçoá-la. Segundo Schön (1997):

Quando um professor tenta ouvir os seus alunos e refletir-na-ação sobre o que aprende, entra inevitavelmente em conflito com a burocracia da escola. Nesta perspectiva, o desenvolvimento de uma prática reflexiva eficaz tem que integrar o contexto institucional. O professor tem de se tornar um navegador atento à burocracia. E os responsáveis escolares que queiram encorajar os professores a tornarem-se profissionais reflexivos devem tentar criar espaços de liberdade tranqüila onde a reflexão-na-ação seja possível. Estes dois lados da questão - aprender a ouvir os alunos e aprender a fazer da escola um lugar no qual seja possível ouvir os alunos - devem ser olhados como inseparáveis.(p.87).

Para Makiguti (1994), erra-se quando se deixa a cargo de determinados profissionais, que não têm formação em educação ou que estão fora das escolas e das salas de aula, as decisões relacionadas aos objetivos e às metas educacionais. O autor considera essencial que se redirecionem os estudos pedagógicos de modo a relacioná-los com situações reais de ensino.

O processo de teorização deve se basear nisto. Em vez de permitir aos acadêmicos 'lá de cima' pronunciamentos sobre o que acontece 'embaixo', nas escolas, perturbando a estratosfera com esta ou aquela teoria, para depois modificá-la de acordo com as tendências do momento, os profissionais que atuam na educação, embasados em suas experiências diárias, devem abstrair indutivamente princípios e reaplicá-los em suas práticas na forma de melhorias concretas.

Nessa mesma linha, argumenta que os objetivos devem ter origem nas necessidades e no dia-a-dia dos alunos. Os professores deveriam valorizar o que as crianças consideram importante, o que nelas desperta interesse durante o seu processo de formação, ao invés de pensarem apenas nas necessidades dos adultos. Devem, assim, evitar sobrecarregar seus alunos com informações que sejam sem sentido para as suas vidas, ou que sejam exageradamente abstratas. Makiguti (1994) compara a apreensão de tais conteúdos a uma indigestão, propondo combatê-la da seguinte forma:

[...] Infelizmente, os efeitos da intoxicação psicológica nas crianças, causada pela aprendizagem forçada de conteúdos incompreensíveis, não são percebidos de imediato. Por isto, as conseqüências perniciosas desse processo ... não são reconhecidas. A situação é séria, mas, ao pesquisarmos as causas do problema, defrontamo-nos com um paradoxo: professores e pais acreditam estarem colaborando com o futuro bem-estar das crianças, apesar de as tornarem infelizes durante o processo. ... a escola que sacrifica a felicidade presente da criança e faz da felicidade futura seu objetivo violenta a personalidade infantil e o processo de aprendizagem propriamente ditos. (p:39).

Considerando-se que é na escola que o licenciando estagia e trabalha quando formado, cabe desenvolver no mesmo a consciência da importância de uma postura investigativa em relação à sua prática. Tal postura deve envolver tanto os momentos de construção como de utilização de recursos pedagógicos. Tal postura deve incluir também a consciência da necessidade de valorização dos interesses e das necessidades da criança.

O desenvolvimento dessa atitude durante o curso de formação é facilitado pela presença de um professor que atue como orientador e procure contribuir para a promoção de novas aprendizagens, para o aperfeiçoamento do desempenho, para o estabelecimento do diálogo e para a prática de uma avaliação continuada. Em síntese, defendo a importância de se buscar, durante o período de formação e de estágios do futuro professor, propiciar oportunidades de reflexão sobre a prática desenvolvida junto com os alunos. Para isso, porém, o professor formador também precisa refletir continuamente sobre sua atuação profissional.

Do esporte Institucionalizado à Educação Física escolar

Recorro a Tubino (1992) para discutir a influência do esporte na Educação Física escolar. O autor aponta como se modificaram as concepções referentes ao esporte. Considero que as dimensões propostas pelo autor também se aplicam à Educação Física escolar, que de certa forma sofre os reflexos e as influências do esporte e que, da mesma forma que este, vem sofrendo modificações no modo como é concebida. Tais mudanças possibilitam admitir, na Educação Física escolar, mudanças de conceito e de concepção quanto a suas relações sociais na escola, permitindo assim, que se pense em formas alternativas de desenvolvimento da disciplina, que a tornem menos formal e mais prazerosa para as crianças.

Tubino (1992) refere-se a um “esporte da Antiguidade”, assim como destaca o surgimento do chamado “Esporte Moderno” no século passado, em uma perspectiva pedagógica, sem restringir os aspectos de disputas das competições. Entretanto, o ideário olímpico do esporte foi sendo abalado pela busca de profissionalismo no esporte, gerando com isso, conflito entre o amadorismo e o profissionalismo. Como não se admitia em hipótese alguma o profissionalismo nas competições, os casos identificados eram passíveis de severas punições. A perspectiva padagógica inicial do esporte moderno desaparecia gradativamente e mantinha-se ainda o preconceito em relação à prática desportiva feminina, por muito tempo mantido.

Busco refletir sobre a Educação Física escolar, considerando os aspectos negativos da supervalorização do esporte competitivo (Tubino, 1992), bem como as tendências e correntes da Educação Física brasileira (Ghiraldelli Jr., 1988), em especial as tendências militarista (1930 -1945), pedagogicista (1945 - 1964) e Competitivista (1964 - 1985 aproximadamente). Minha intenção é estabelecer relações com a formação do professor de Educação Física e compreender as influências históricas nas características da Educação Física escolar. Para Ghiraldelli Jr., é necessário que a periodicidade das tendências seja entendida com cautela, já que as mesmas, embora só se explicitem em uma dada época, já estão latentes em épocas anteriores e, além disso, tendências que aparentemente desapareceram são incorporadas por outras. Ressalte-se ainda a distância entre a teoria e o que de fato ocorre na prática, ou seja, nas aulas. Para Ghiraldelli (1988): “O problema também é complexo quando desejamos entender a organização mental dos professores de Educação Física. Todas essas tendências são mais ou menos incorporadas, e estão vivas nas cabeças dos professores atuais. Eles são absorvidos em forma de amálgama e, não raro, levam a um ecletismo pouco produtivo.” (p.16)

Não é fácil, então, compreender as influências no processo de formação dos professores de Educação Física. Nos anos 70 e 80, período da Tendência Competitivista, houve uma forte influência da prática do desporto escolar competitivo, marcado pela realização dos Jogos Escolares Brasileiros - JEBs, descaracterizando-se quase que totalmente a Educação Física escolar, tanto nas séries em que se recomendava a iniciação desportiva, ou seja, de 5ª a 8ª série do primeiro grau, como na prática do desporto nas séries do segundo grau. Secundarizou-se, então, o caráter formativo e pedagógico da Educação Física, praticamente restrito às primeiras séries do primeiro grau, cujo ensino, no entanto, foi deixado quase que totalmente a cargo de professores sem a devida qualificação, com formação apenas em magistério de segundo grau.

Ainda que muitos sejam os autores que contestem os benefícios de um esporte voltado unicamente para os resultados, na escola, as aulas de Educação Física também instituíram os resultados de forma muito arraigada. Contudo, a reação dos intelectuais da área não deixou de provocar uma revisão conceitual do esporte, influenciando também a revisão de conceitos e posturas na prática da Educação Física escolar. Tal perspectiva pode ser constatada, na década de oitenta e na virada da de noventa, por parte de muitos autores - professores e pesquisadores que se posicionaram em defesa da valorização de uma Educação Física mais humanista e mais educativa.

A partir dos anos noventa, o esporte adquire importância social mais expressiva. O movimento esportivo mundial cresceu e expandiu-se, com o conseqüente aumento de sua relevância social. Valorizam-se, inevitavelmente, as práticas de atividades físicas, inclusive as escolares. O esporte é revisto nos ambientes escolares, admitindo-se, em meados da década, a idéia de se implantar um esporte participação. Essa iniciativa provocou forte reação por parte de muitos professores/treinadores de Educação Física, ou seja, dos que se tornaram muito mais técnicos do que professores/educadores de Educação Física. Tais profissionais continuam, especialmente quando se trata de competições, a defender regras duras e exigentes, buscando assegurar a seletividade necessária para se chegar à vitória.

Tubino (1992) refere-se à Carta Internacional de Educação Física e Desportos (UNESCO, 1978) como um documento que veio consolidar a discussão internacional desenvolvida na época sobre o esporte e que apontou para um novo conceito do mesmo. Destaca, ainda, que se abre a perspectiva do direito à prática esportiva, aumentando-se significativamente a dimensão social de um esporte reconceituado. Na escola, esse direito pode ser interpretado como um direito à prática da atividade física de maneira geral, reivindicada para todos os níveis escolares.

Após o redimensionamento conceitual, o esporte é considerado como problema humano e social. Seu significado social passou a abranger manifestações comprometidas com a educação, a participação e a performance, sendo visto por Tubino como “um campo sociocultural de estruturas e conteúdos de grande complexidade, que se apresenta com grande fascínio para todos os atores ativos e passivos, propiciando oportunidades únicas para a convivência humana”.

Aplicando essa concepção à escola e apoiando-me também em outros autores que defendem a prática de uma Educação Física escolar democratizada, considero como direito de toda a criança praticar Educação Física e ter acesso ao brinquedo e ao jogo na escola. Julgo ainda que atividades bem desenvolvidas, com materiais adequados, podem desenvolver fascínio nas crianças, integrando-as entre si, bem como com seus professores e com os alunos-mestres. Dessa forma recorrendo ainda a Tubino (1992) para sustentar minha defesa quanto à necessidade de tornar a Educação Física escolar, para crianças, mais agradável e participativa, destaco suas palavras: “O esporte, com o seu conceito compromissado com as suas perspectivas na educação, na participação das pessoas comuns e também no rendimento, em situações específicas, inclusive quanto às finalidades, e visto como direito de todos, passou a merecer novas abordagens e estudos para que sua dimensão social seja realmente entendida” (p. 13).

Penso que essa dimensão social ampliada da atividade física precisa nortear novas possibilidades para a prática da Educação Física escolar para crianças. O trabalho por mim desenvolvido insere-se nessa perspectiva.

Da reprodução à perspectiva de transformação

Neste item procuro apresentar uma perspectiva humanista e transformadora da Educação Física que tenha como referência o aluno, em especial a criança.

Recorro a Ferreira (1984), que defende uma Educação Física em uma perspectiva de transformação, contraposta ao modelo tecnicista da reprodução, propondo um redimensionamento do sentido da Educação Física no processo educativo, criando a expectativa de as crianças virem a ter a oportunidade de participar de uma ação educativa mais efetiva e adequada. A visão estereotipada de que a Educação Física oferecida nas escolas era de má qualidade e o professor um profissional de segunda categoria era bastante comum e que ainda sofre resquícios atualmente desse estigma. Essa fama, aliada ao uso abusivo do esporte nas aulas, terminou por levar a disciplina a uma crise de identidade, já identificada na década de 70, em plena vigência da tendência competitivista da Educação Física. Segundo Dufour (citado por Ferreira, 1984:19):

“A Educação Física praticada nas escolas parece estar sofrendo uma crise de identidade. Esta crise se revela pela existência de conflitos entre o status da Educação Física em relação aos outros ramos de Educação e em relação ao desporto. O primeiro tipo de conflito aparece quando se situa a Educação Física no quadro geral da Educação. Os autores assumem posições contraditórias, ora caracterizando a Educação Física como “uma atividade natural, corporal, puramente instintiva, muitas vezes inconsciente, obedecendo às leis de uma mística do eugenismo” e ora como “uma atividade intelectual, que, embora partindo da praxis, dela se destaca, ultrapassa o concreto e conduz a ginásticas intelectuais muito complicadas, até mesmo sofisticadas”. O segundo tipo, da Educação Física identificada com o desporto “reduz-se e concretiza-se na competição, nos recordes, no ultrapassar-se a si próprio, o que implica uma entrega total do ser à conquista dos cumes”. O sentido de auto-competição e de auto-superação parece não ter sido incorporado pela escola. As qualidades lúdicas, tais como espontaneidade e capacidade de desenvolver satisfação pessoal com desempenho e iniciativa, características do esporte educativo, não estão sendo enfatizadas pelas atividades de Educação Física. Em contrapartida, estas atividades têm se caracterizado por uma prática essencialmente mecânica.”


Dois fatos marcantes parecem ter determinado, nessa ocasião, os rumos da Educação Física: a retomada da realização dos Jogos Olímpicos após a Segunda Guerra Mundial e a apresentação do “Projeto de Doutrina de Educação Física Desportiva” pelo Instituto Nacional de Esportes da França, em 1945, que deu origem à Educação Física Desportiva Generalizada, influenciando diretamente a prática da Educação Física na escola. Iniciou-se um movimento voltado para a formação de equipes desportivas, reproduzindo-se o modelo dos Jogos e de suas deformações, tais como: “cientificismo exagerado, propaganda política e supervalorização da tecnologia” (Lisboa, citado por Ferreira, 1984 : 20). O fenômeno do esporte-espetáculo pode ter levado a escola a incorporar valores contrários aos ideais próprios à educação. As atividades físicas desempenhariam papel complementar nesse processo de educação geral (Brasil, MEC, 1976; 1981 / FIEP, 1976 / UNESCO, 1977; 1978 ). Para Ferreira (1984 : 20-21):

“A identificação com o esporte-espetáculo a que parece estar submetida a Educação Física na instituição escolar constitui uma ameaça aos propósitos últimos da educação.Ela absorve e passa a utilizar, em seu processo de ensino uma concepção autoritária. O papel do professor apresenta-se apenas como disciplinador, servindo-se de metodologias que controlam a participação do aluno, impedindo-lhe o crescimento pessoal e social. A escola, como instituição, parece não ter absorvido a Educação Física e o esporte em seus objetivos de formação de um homem livre, que se conhece, se experimenta, se vence, se respeita o direito dos outros e se mantém consciente de seus deveres e responsabilidades. A escola parece estar se prestando ao desenvolvimento de uma ideologia de reprodução, acrítica, identificando-se mais com a instituição desportiva cujos valores são: desempenho máximo, vitória a qualquer preço, glória, vantagens de ser campeão, submissão do homem, disciplina autoritária e possibilidade, no mais das vezes ilusória, de ascensão social. Parece que a escola, ... acredita no fato de um campeão ser necessário para estimular a prática do esporte por um grande número de pessoas.”


Assim, constata-se que a Educação Física vista apenas pelo plano da reprodução do movimento, de caráter seletivo, em que se valoriza o desempenho dos alunos bem dotados, ignorando-se os menos aptos, reduz sua abrangência e seu potencial, negando seus objetivos, somente alcançáveis se desenvolvidos de modo que o aluno tenha a oportunidade e a possibilidade de participação no processo educacional da Educação Física, cujas atividades apresentam um caráter global que não pode ser esquecido.

Como superar a tendência de identificação da Educação Física escolar com o esporte-espetáculo? Como pensar uma outra Educação Física?

Penso, com Ferreira (1984), que estas questões estão relacionadas ao nível de conscientização dessa crise de identificação, por parte do professor, o que o levará a dar maior importância à avaliação formativa do aluno, ao invés da avaliação somativa, aquela em que o aluno é aprovado-reprovado por nota ou conceito em Educação Física.

Considero a questão da avaliação em Educação Física um assunto complexo, passível de muitas interpretações e dúvidas. Talvez não se saiba ainda como avaliar uma Educação Física centrada no desenvolvimento do aluno. Para Ferreira (1984):

“O modelo de reprodução em Educação Física é caracterizado pela atitude acrítica tanto da realidade interna quanto da externa. Nele se tem o esporte como referência ideal de educação, reproduzindo, portanto, os padrões sociais da classe dominante, no qual seus objetivos educacionais servem para conservar e reforçar as diferenças entre as classes sociais.” (p.53 ; 57)


Por outro lado,

“A perspectiva de transformação se caracteriza pela atitude de reflexão da realidade, modificando a percepção que o indivíduo tem de suas experiências e do mundo que o cerca. Nela, a Educação Física é sempre processo, realimentado pela prática consciente dos sujeitos sobre a realidade esportiva, numa concepção dialética, favorecendo a aprendizagem e avaliação dos resultados. Utiliza-se em sua prática um esporte em que as regras, materiais, e locais são adaptados à realidade dos seus integrantes, ou seja, as habilidades, capacidades e possibilidades dos alunos, valorizando-se o caráter lúdico, a espontaneidade e a iniciativa. Possibilita a participação de todos os interessados independente de suas habilidades, sendo possível inclusive modificar as regras por decisão e interesse de seus participantes. Nessa perspectiva, o aluno é o sujeito do processo, como o principal agente de mudança, ou seja, a realidade se transforma à medida que se modificam as percepções que o aluno tem de suas experiências.” (P. 53; 56).


Ferreira(1984) apresenta variáveis que identificam e distinguem esses enfoques acima, estabelecendo um paralelo de contraposição entre os mesmos. Destaca-se inicialmente, o Professor e a Metodologia de ensino, por entender a autora que é na metodologia de ensino que se pode verificar a concepção e postura do professor. Se o mesmo é aquele que atua como um controlador da ação dos alunos, treinador, técnico, como domesticador, no modelo de reprodução, ou, se apresenta características de orientador, utilizando-se de procedimentos indiretos de ensino, em que se vive, de maneira integrada com o aluno as experiências de seu crescimento, como agente facilitador da conscientização, na perspectiva de transformação. Nesta perspectiva dialética, o professor se educa educando. É na prática de educação que o educador se educa. Ele se educa com cada educando.

Seguindo-se ainda esse paralelo, a concepção de Aluno e de Atividade Física, por um lado no modelo de reprodução o mesmo é tido como um atleta em potencial, como o objeto do treinamento. Tem todo o seu potencial reprimido, manipulado em função de interesses externos às suas necessidades, e a atividade física identificada com o esporte institucionalizado. Por outro lado, na perspectiva de transformação o aluno é visto como centro do processo ensino-aprendizagem, como o objetivo da educação, o elemento alvo, gerador de todos os questionamentos relativos à transformação. Porém, Ferreira (1984), não o coloca como sujeito por concordar com Gadotti de que ninguém se educa a si mesmo. A atividade física surge inventada, modificada, como um sistema natural e espontâneo de movimentos; ajusta-se às possibilidades e interesses do educando. “Nessa perspectiva predominam a reflexão e a crítica, como forma de levar o aluno a ter consciência de sua responsabilidade pessoal que tem pelo próprio comportamento e pela participação no processo educacional” (Freire, 1980, citado por Ferreira, 1984 : 63).

Por fim, quanto ao enfoque da avaliação, entende-se ser esse um elemento que também esclarece o sentido político da ação pedagógica, dependendo do enfoque que se dá a essa ação, tanto o ideológico, quanto o dialético, apresentam critérios bem distintos, de acordo com suas características.

Reunindo as contribuições

Penso, com Taffarel (1991), que a Educação Física deve possibilitar o acesso da criança à cultura corporal e à compreensão de sua realidade, já que “a criança traz para a escola um acervo cultural sobre as questões da corporeidade. O professor precisa respeitar essa experiência e ajudar o aluno a organizar, sistematizar e ampliar o seu conhecimento” (p.21). Deve-se, em outras palavras, favorecer à criança o acesso ao conhecimento elaborado no campo da cultura corporal. Essa interação com a corporeidade precisa ser prazerosa, com ênfase no caráter lúdico. Não cabe à escola a responsabilidade de desenvolver talentos para o desporto competitivo de alto rendimento. Se hoje se redimensiona a concepção do esporte como prática social, há que se redimensionar o sentido das atividades físicas na escola. Somente assim será possível uma Educação Física voltada para a transformação e para a educação. Para sua materialização, deve-se buscar formar professores que sistematicamente reflitam sobre suas práticas e que bem empreguem recursos alternativos, visando a aperfeiçoá-las e torná-las prazerosas para a criança, pode ser um passo importante.

Importancia da Educação Fisica escolar

Educação Física é um segmento da educação que utiliza as atividades físicas, orientadas por processos didáticos e pedagógicos, com a finalidade do desenvolvimento integral do homem, consciente de si mesmo e do mundo que o cerca.



O presente artigo se concretiza a partir da pesquisa por mim realizada para elaboração da dissertação de mestrado, Tecnologia alternativa na escola: revitalizando o ensino de Educação Física para crianças, onde se buscou refletir a Escola, a Educação Física para crianças e a confecção e o emprego de Tecnologia Alternativa como recurso didático-pedagógico na escola, bem como apresentar considerações teóricas que fundamentam tanto a elaboração do trabalho que tenho realizado nas oficinas, quanto a interpretação dos dados obtidos. Ao mesmo tempo procurou compreender a relação entre a atividade física e conteúdos de sala de aula, numa perspectiva lúdica, possibilitando-se assim compreender também a relação interdisciplinar entre ambas.

Em primeiro lugar, defendo a importância de se procurar formar professores que sejam capazes de refletir sobre sua prática, de direcioná-las segundo as realidades em que atuam e de conformá-las aos interesses e às necessidades das crianças. Ainda que não se trate de formar o chamado “professor reflexivo”, penso ser viável considerar a possibilidade de se preparar professores dotados de uma “postura investigativa” em relação ao trabalho que desenvolvem. Em segundo lugar, acredito que a atividade física na escola pode ser concebida com base na nova visão de esporte proposta por Tubino (1992), que destaca sua dimensão social e o associa a educação, a participação e a desempenho. Em terceiro lugar, apoiando-me em Ferreira (1984), proponho que o desenvolvimento da Educação Física na escola se organize segundo a perspectiva de transformação defendida pela autora, em contraposição à tendência comum de centrar as atividades físicas no esporte competitivo, configurando o que ela denomina de prática voltada para a reprodução. Tais pressupostos conformam a base teórica que sustenta o estudo.

Reflexões sobre a escola e a prática docente

Julgo que ainda não se refletiu suficientemente sobre o trabalho docente que se realiza na escola. Os sujeitos que nela atuam tendem mais a ações isoladas que a um esforço de reflexão conjunto que propicie melhoras individuais e coletivas. Penso também ser indispensável a reflexão sobre o papel do professor formador de professores, o que me afeta particularmente por ser professor de Educação Física infantil em cursos que preparam docentes para os diferentes graus de ensino. Defendo a necessidade de se buscar formar um profissional capaz de refletir na e sobre a prática desenvolvida na escola. Em síntese, sustento a importância da reflexão-na-ação. Gómez, (citado por Nóvoa, 1997), afirma: A sociedade ocidental tem-se mostrado preocupada com os resultados insatisfatórios de longos e custosos processos de escolarização: nas sociedades industrializadas, a escola conseguiu chegar aos lugares mais inacessíveis e às camadas sociais mais desfavorecidas. Não obstante, nem a preparação científico-técnica, nem a formação cultural e humana, nem sequer a desejada formação compensatória alcançaram o grau de satisfação prometido.(p.95).

O autor considera ainda que: São familiares as metáforas do professor como modelo de comportamento, como transmissor de conhecimentos, como técnico, como executor de rotinas, como planificador, como sujeito que toma decisões ou resolve problemas, etc.(Ibid: 96)

Relacionadas a essas imagens encontram-se nos estudos e nas teorias que determinaram e que têm determinado o pensamento pedagógico, concepções de escola, de ensino, conhecimento e de aprendizagem, bem como concepções das relações existentes entre teoria e prática, ou seja, entre investigação e ação.

Para refletir sobre o trabalho pedagógico desenvolvido na escola das séries iniciais do ensino fundamental, entendo ser necessário compreender como se estruturam as escolas de educação infantil e suas práticas. Apoiando-me nas conclusões de Silva (1999: 59-60), considero que a escola infantil tem pautado suas ações na intenção, quase que exclusiva, de preparar criança para o ensino fundamental. Nesse sentido, utiliza como estratégia dominante a repetição de exercícios de prontidão, nos quais se emprega a brincadeira ora como recurso didático, ora como instrumento de sedução e controle. Entendo que essa estratégia não se compatibiliza com as características da atividade lúdica da criança, que requer liberdade para explorar sua criatividade.

Nessa linha de raciocínio, pode-se afirmar que o brincar como prática social infantil não tem sido compatível com a função que a escola vem cumprindo. Nela, deixam de ser valorizadas as iniciativas tímidas das crianças, que refletem características de aleatoriedade e indeterminação, com as quais a escola não sabe trabalhar e nem lidar. A conseqüência é que o professor acaba mais controlando os passos e as respostas das crianças diante das tarefas (atividades) propostas do que as incentivando a produzirem algo interessante e de fato educativo.

Tal situação reitera a importância de se refletir sobre a prática docente na escola, de se adotar uma atitude investigativa em relação a essa prática e, ainda, de se pesquisar alternativas para aperfeiçoá-la. Segundo Schön (1997):

Quando um professor tenta ouvir os seus alunos e refletir-na-ação sobre o que aprende, entra inevitavelmente em conflito com a burocracia da escola. Nesta perspectiva, o desenvolvimento de uma prática reflexiva eficaz tem que integrar o contexto institucional. O professor tem de se tornar um navegador atento à burocracia. E os responsáveis escolares que queiram encorajar os professores a tornarem-se profissionais reflexivos devem tentar criar espaços de liberdade tranqüila onde a reflexão-na-ação seja possível. Estes dois lados da questão - aprender a ouvir os alunos e aprender a fazer da escola um lugar no qual seja possível ouvir os alunos - devem ser olhados como inseparáveis.(p.87).

Para Makiguti (1994), erra-se quando se deixa a cargo de determinados profissionais, que não têm formação em educação ou que estão fora das escolas e das salas de aula, as decisões relacionadas aos objetivos e às metas educacionais. O autor considera essencial que se redirecionem os estudos pedagógicos de modo a relacioná-los com situações reais de ensino.

O processo de teorização deve se basear nisto. Em vez de permitir aos acadêmicos 'lá de cima' pronunciamentos sobre o que acontece 'embaixo', nas escolas, perturbando a estratosfera com esta ou aquela teoria, para depois modificá-la de acordo com as tendências do momento, os profissionais que atuam na educação, embasados em suas experiências diárias, devem abstrair indutivamente princípios e reaplicá-los em suas práticas na forma de melhorias concretas.

Nessa mesma linha, argumenta que os objetivos devem ter origem nas necessidades e no dia-a-dia dos alunos. Os professores deveriam valorizar o que as crianças consideram importante, o que nelas desperta interesse durante o seu processo de formação, ao invés de pensarem apenas nas necessidades dos adultos. Devem, assim, evitar sobrecarregar seus alunos com informações que sejam sem sentido para as suas vidas, ou que sejam exageradamente abstratas. Makiguti (1994) compara a apreensão de tais conteúdos a uma indigestão, propondo combatê-la da seguinte forma:

[...] Infelizmente, os efeitos da intoxicação psicológica nas crianças, causada pela aprendizagem forçada de conteúdos incompreensíveis, não são percebidos de imediato. Por isto, as conseqüências perniciosas desse processo ... não são reconhecidas. A situação é séria, mas, ao pesquisarmos as causas do problema, defrontamo-nos com um paradoxo: professores e pais acreditam estarem colaborando com o futuro bem-estar das crianças, apesar de as tornarem infelizes durante o processo. ... a escola que sacrifica a felicidade presente da criança e faz da felicidade futura seu objetivo violenta a personalidade infantil e o processo de aprendizagem propriamente ditos. (p:39).

Considerando-se que é na escola que o licenciando estagia e trabalha quando formado, cabe desenvolver no mesmo a consciência da importância de uma postura investigativa em relação à sua prática. Tal postura deve envolver tanto os momentos de construção como de utilização de recursos pedagógicos. Tal postura deve incluir também a consciência da necessidade de valorização dos interesses e das necessidades da criança.

O desenvolvimento dessa atitude durante o curso de formação é facilitado pela presença de um professor que atue como orientador e procure contribuir para a promoção de novas aprendizagens, para o aperfeiçoamento do desempenho, para o estabelecimento do diálogo e para a prática de uma avaliação continuada. Em síntese, defendo a importância de se buscar, durante o período de formação e de estágios do futuro professor, propiciar oportunidades de reflexão sobre a prática desenvolvida junto com os alunos. Para isso, porém, o professor formador também precisa refletir continuamente sobre sua atuação profissional.

Do esporte Institucionalizado à Educação Física escolar

Recorro a Tubino (1992) para discutir a influência do esporte na Educação Física escolar. O autor aponta como se modificaram as concepções referentes ao esporte. Considero que as dimensões propostas pelo autor também se aplicam à Educação Física escolar, que de certa forma sofre os reflexos e as influências do esporte e que, da mesma forma que este, vem sofrendo modificações no modo como é concebida. Tais mudanças possibilitam admitir, na Educação Física escolar, mudanças de conceito e de concepção quanto a suas relações sociais na escola, permitindo assim, que se pense em formas alternativas de desenvolvimento da disciplina, que a tornem menos formal e mais prazerosa para as crianças.

Tubino (1992) refere-se a um “esporte da Antiguidade”, assim como destaca o surgimento do chamado “Esporte Moderno” no século passado, em uma perspectiva pedagógica, sem restringir os aspectos de disputas das competições. Entretanto, o ideário olímpico do esporte foi sendo abalado pela busca de profissionalismo no esporte, gerando com isso, conflito entre o amadorismo e o profissionalismo. Como não se admitia em hipótese alguma o profissionalismo nas competições, os casos identificados eram passíveis de severas punições. A perspectiva padagógica inicial do esporte moderno desaparecia gradativamente e mantinha-se ainda o preconceito em relação à prática desportiva feminina, por muito tempo mantido.

Busco refletir sobre a Educação Física escolar, considerando os aspectos negativos da supervalorização do esporte competitivo (Tubino, 1992), bem como as tendências e correntes da Educação Física brasileira (Ghiraldelli Jr., 1988), em especial as tendências militarista (1930 -1945), pedagogicista (1945 - 1964) e Competitivista (1964 - 1985 aproximadamente). Minha intenção é estabelecer relações com a formação do professor de Educação Física e compreender as influências históricas nas características da Educação Física escolar. Para Ghiraldelli Jr., é necessário que a periodicidade das tendências seja entendida com cautela, já que as mesmas, embora só se explicitem em uma dada época, já estão latentes em épocas anteriores e, além disso, tendências que aparentemente desapareceram são incorporadas por outras. Ressalte-se ainda a distância entre a teoria e o que de fato ocorre na prática, ou seja, nas aulas. Para Ghiraldelli (1988): “O problema também é complexo quando desejamos entender a organização mental dos professores de Educação Física. Todas essas tendências são mais ou menos incorporadas, e estão vivas nas cabeças dos professores atuais. Eles são absorvidos em forma de amálgama e, não raro, levam a um ecletismo pouco produtivo.” (p.16)

Não é fácil, então, compreender as influências no processo de formação dos professores de Educação Física. Nos anos 70 e 80, período da Tendência Competitivista, houve uma forte influência da prática do desporto escolar competitivo, marcado pela realização dos Jogos Escolares Brasileiros - JEBs, descaracterizando-se quase que totalmente a Educação Física escolar, tanto nas séries em que se recomendava a iniciação desportiva, ou seja, de 5ª a 8ª série do primeiro grau, como na prática do desporto nas séries do segundo grau. Secundarizou-se, então, o caráter formativo e pedagógico da Educação Física, praticamente restrito às primeiras séries do primeiro grau, cujo ensino, no entanto, foi deixado quase que totalmente a cargo de professores sem a devida qualificação, com formação apenas em magistério de segundo grau.

Ainda que muitos sejam os autores que contestem os benefícios de um esporte voltado unicamente para os resultados, na escola, as aulas de Educação Física também instituíram os resultados de forma muito arraigada. Contudo, a reação dos intelectuais da área não deixou de provocar uma revisão conceitual do esporte, influenciando também a revisão de conceitos e posturas na prática da Educação Física escolar. Tal perspectiva pode ser constatada, na década de oitenta e na virada da de noventa, por parte de muitos autores - professores e pesquisadores que se posicionaram em defesa da valorização de uma Educação Física mais humanista e mais educativa.

A partir dos anos noventa, o esporte adquire importância social mais expressiva. O movimento esportivo mundial cresceu e expandiu-se, com o conseqüente aumento de sua relevância social. Valorizam-se, inevitavelmente, as práticas de atividades físicas, inclusive as escolares. O esporte é revisto nos ambientes escolares, admitindo-se, em meados da década, a idéia de se implantar um esporte participação. Essa iniciativa provocou forte reação por parte de muitos professores/treinadores de Educação Física, ou seja, dos que se tornaram muito mais técnicos do que professores/educadores de Educação Física. Tais profissionais continuam, especialmente quando se trata de competições, a defender regras duras e exigentes, buscando assegurar a seletividade necessária para se chegar à vitória.

Tubino (1992) refere-se à Carta Internacional de Educação Física e Desportos (UNESCO, 1978) como um documento que veio consolidar a discussão internacional desenvolvida na época sobre o esporte e que apontou para um novo conceito do mesmo. Destaca, ainda, que se abre a perspectiva do direito à prática esportiva, aumentando-se significativamente a dimensão social de um esporte reconceituado. Na escola, esse direito pode ser interpretado como um direito à prática da atividade física de maneira geral, reivindicada para todos os níveis escolares.

Após o redimensionamento conceitual, o esporte é considerado como problema humano e social. Seu significado social passou a abranger manifestações comprometidas com a educação, a participação e a performance, sendo visto por Tubino como “um campo sociocultural de estruturas e conteúdos de grande complexidade, que se apresenta com grande fascínio para todos os atores ativos e passivos, propiciando oportunidades únicas para a convivência humana”.

Aplicando essa concepção à escola e apoiando-me também em outros autores que defendem a prática de uma Educação Física escolar democratizada, considero como direito de toda a criança praticar Educação Física e ter acesso ao brinquedo e ao jogo na escola. Julgo ainda que atividades bem desenvolvidas, com materiais adequados, podem desenvolver fascínio nas crianças, integrando-as entre si, bem como com seus professores e com os alunos-mestres. Dessa forma recorrendo ainda a Tubino (1992) para sustentar minha defesa quanto à necessidade de tornar a Educação Física escolar, para crianças, mais agradável e participativa, destaco suas palavras: “O esporte, com o seu conceito compromissado com as suas perspectivas na educação, na participação das pessoas comuns e também no rendimento, em situações específicas, inclusive quanto às finalidades, e visto como direito de todos, passou a merecer novas abordagens e estudos para que sua dimensão social seja realmente entendida” (p. 13).

Penso que essa dimensão social ampliada da atividade física precisa nortear novas possibilidades para a prática da Educação Física escolar para crianças. O trabalho por mim desenvolvido insere-se nessa perspectiva.

Da reprodução à perspectiva de transformação

Neste item procuro apresentar uma perspectiva humanista e transformadora da Educação Física que tenha como referência o aluno, em especial a criança.

Recorro a Ferreira (1984), que defende uma Educação Física em uma perspectiva de transformação, contraposta ao modelo tecnicista da reprodução, propondo um redimensionamento do sentido da Educação Física no processo educativo, criando a expectativa de as crianças virem a ter a oportunidade de participar de uma ação educativa mais efetiva e adequada. A visão estereotipada de que a Educação Física oferecida nas escolas era de má qualidade e o professor um profissional de segunda categoria era bastante comum e que ainda sofre resquícios atualmente desse estigma. Essa fama, aliada ao uso abusivo do esporte nas aulas, terminou por levar a disciplina a uma crise de identidade, já identificada na década de 70, em plena vigência da tendência competitivista da Educação Física. Segundo Dufour (citado por Ferreira, 1984:19):

“A Educação Física praticada nas escolas parece estar sofrendo uma crise de identidade. Esta crise se revela pela existência de conflitos entre o status da Educação Física em relação aos outros ramos de Educação e em relação ao desporto. O primeiro tipo de conflito aparece quando se situa a Educação Física no quadro geral da Educação. Os autores assumem posições contraditórias, ora caracterizando a Educação Física como “uma atividade natural, corporal, puramente instintiva, muitas vezes inconsciente, obedecendo às leis de uma mística do eugenismo” e ora como “uma atividade intelectual, que, embora partindo da praxis, dela se destaca, ultrapassa o concreto e conduz a ginásticas intelectuais muito complicadas, até mesmo sofisticadas”. O segundo tipo, da Educação Física identificada com o desporto “reduz-se e concretiza-se na competição, nos recordes, no ultrapassar-se a si próprio, o que implica uma entrega total do ser à conquista dos cumes”. O sentido de auto-competição e de auto-superação parece não ter sido incorporado pela escola. As qualidades lúdicas, tais como espontaneidade e capacidade de desenvolver satisfação pessoal com desempenho e iniciativa, características do esporte educativo, não estão sendo enfatizadas pelas atividades de Educação Física. Em contrapartida, estas atividades têm se caracterizado por uma prática essencialmente mecânica.”


Dois fatos marcantes parecem ter determinado, nessa ocasião, os rumos da Educação Física: a retomada da realização dos Jogos Olímpicos após a Segunda Guerra Mundial e a apresentação do “Projeto de Doutrina de Educação Física Desportiva” pelo Instituto Nacional de Esportes da França, em 1945, que deu origem à Educação Física Desportiva Generalizada, influenciando diretamente a prática da Educação Física na escola. Iniciou-se um movimento voltado para a formação de equipes desportivas, reproduzindo-se o modelo dos Jogos e de suas deformações, tais como: “cientificismo exagerado, propaganda política e supervalorização da tecnologia” (Lisboa, citado por Ferreira, 1984 : 20). O fenômeno do esporte-espetáculo pode ter levado a escola a incorporar valores contrários aos ideais próprios à educação. As atividades físicas desempenhariam papel complementar nesse processo de educação geral (Brasil, MEC, 1976; 1981 / FIEP, 1976 / UNESCO, 1977; 1978 ). Para Ferreira (1984 : 20-21):

“A identificação com o esporte-espetáculo a que parece estar submetida a Educação Física na instituição escolar constitui uma ameaça aos propósitos últimos da educação.Ela absorve e passa a utilizar, em seu processo de ensino uma concepção autoritária. O papel do professor apresenta-se apenas como disciplinador, servindo-se de metodologias que controlam a participação do aluno, impedindo-lhe o crescimento pessoal e social. A escola, como instituição, parece não ter absorvido a Educação Física e o esporte em seus objetivos de formação de um homem livre, que se conhece, se experimenta, se vence, se respeita o direito dos outros e se mantém consciente de seus deveres e responsabilidades. A escola parece estar se prestando ao desenvolvimento de uma ideologia de reprodução, acrítica, identificando-se mais com a instituição desportiva cujos valores são: desempenho máximo, vitória a qualquer preço, glória, vantagens de ser campeão, submissão do homem, disciplina autoritária e possibilidade, no mais das vezes ilusória, de ascensão social. Parece que a escola, ... acredita no fato de um campeão ser necessário para estimular a prática do esporte por um grande número de pessoas.”


Assim, constata-se que a Educação Física vista apenas pelo plano da reprodução do movimento, de caráter seletivo, em que se valoriza o desempenho dos alunos bem dotados, ignorando-se os menos aptos, reduz sua abrangência e seu potencial, negando seus objetivos, somente alcançáveis se desenvolvidos de modo que o aluno tenha a oportunidade e a possibilidade de participação no processo educacional da Educação Física, cujas atividades apresentam um caráter global que não pode ser esquecido.

Como superar a tendência de identificação da Educação Física escolar com o esporte-espetáculo? Como pensar uma outra Educação Física?

Penso, com Ferreira (1984), que estas questões estão relacionadas ao nível de conscientização dessa crise de identificação, por parte do professor, o que o levará a dar maior importância à avaliação formativa do aluno, ao invés da avaliação somativa, aquela em que o aluno é aprovado-reprovado por nota ou conceito em Educação Física.

Considero a questão da avaliação em Educação Física um assunto complexo, passível de muitas interpretações e dúvidas. Talvez não se saiba ainda como avaliar uma Educação Física centrada no desenvolvimento do aluno. Para Ferreira (1984):

“O modelo de reprodução em Educação Física é caracterizado pela atitude acrítica tanto da realidade interna quanto da externa. Nele se tem o esporte como referência ideal de educação, reproduzindo, portanto, os padrões sociais da classe dominante, no qual seus objetivos educacionais servem para conservar e reforçar as diferenças entre as classes sociais.” (p.53 ; 57)


Por outro lado,

“A perspectiva de transformação se caracteriza pela atitude de reflexão da realidade, modificando a percepção que o indivíduo tem de suas experiências e do mundo que o cerca. Nela, a Educação Física é sempre processo, realimentado pela prática consciente dos sujeitos sobre a realidade esportiva, numa concepção dialética, favorecendo a aprendizagem e avaliação dos resultados. Utiliza-se em sua prática um esporte em que as regras, materiais, e locais são adaptados à realidade dos seus integrantes, ou seja, as habilidades, capacidades e possibilidades dos alunos, valorizando-se o caráter lúdico, a espontaneidade e a iniciativa. Possibilita a participação de todos os interessados independente de suas habilidades, sendo possível inclusive modificar as regras por decisão e interesse de seus participantes. Nessa perspectiva, o aluno é o sujeito do processo, como o principal agente de mudança, ou seja, a realidade se transforma à medida que se modificam as percepções que o aluno tem de suas experiências.” (P. 53; 56).


Ferreira(1984) apresenta variáveis que identificam e distinguem esses enfoques acima, estabelecendo um paralelo de contraposição entre os mesmos. Destaca-se inicialmente, o Professor e a Metodologia de ensino, por entender a autora que é na metodologia de ensino que se pode verificar a concepção e postura do professor. Se o mesmo é aquele que atua como um controlador da ação dos alunos, treinador, técnico, como domesticador, no modelo de reprodução, ou, se apresenta características de orientador, utilizando-se de procedimentos indiretos de ensino, em que se vive, de maneira integrada com o aluno as experiências de seu crescimento, como agente facilitador da conscientização, na perspectiva de transformação. Nesta perspectiva dialética, o professor se educa educando. É na prática de educação que o educador se educa. Ele se educa com cada educando.

Seguindo-se ainda esse paralelo, a concepção de Aluno e de Atividade Física, por um lado no modelo de reprodução o mesmo é tido como um atleta em potencial, como o objeto do treinamento. Tem todo o seu potencial reprimido, manipulado em função de interesses externos às suas necessidades, e a atividade física identificada com o esporte institucionalizado. Por outro lado, na perspectiva de transformação o aluno é visto como centro do processo ensino-aprendizagem, como o objetivo da educação, o elemento alvo, gerador de todos os questionamentos relativos à transformação. Porém, Ferreira (1984), não o coloca como sujeito por concordar com Gadotti de que ninguém se educa a si mesmo. A atividade física surge inventada, modificada, como um sistema natural e espontâneo de movimentos; ajusta-se às possibilidades e interesses do educando. “Nessa perspectiva predominam a reflexão e a crítica, como forma de levar o aluno a ter consciência de sua responsabilidade pessoal que tem pelo próprio comportamento e pela participação no processo educacional” (Freire, 1980, citado por Ferreira, 1984 : 63).

Por fim, quanto ao enfoque da avaliação, entende-se ser esse um elemento que também esclarece o sentido político da ação pedagógica, dependendo do enfoque que se dá a essa ação, tanto o ideológico, quanto o dialético, apresentam critérios bem distintos, de acordo com suas características.

Reunindo as contribuições

Penso, com Taffarel (1991), que a Educação Física deve possibilitar o acesso da criança à cultura corporal e à compreensão de sua realidade, já que “a criança traz para a escola um acervo cultural sobre as questões da corporeidade. O professor precisa respeitar essa experiência e ajudar o aluno a organizar, sistematizar e ampliar o seu conhecimento” (p.21). Deve-se, em outras palavras, favorecer à criança o acesso ao conhecimento elaborado no campo da cultura corporal. Essa interação com a corporeidade precisa ser prazerosa, com ênfase no caráter lúdico. Não cabe à escola a responsabilidade de desenvolver talentos para o desporto competitivo de alto rendimento. Se hoje se redimensiona a concepção do esporte como prática social, há que se redimensionar o sentido das atividades físicas na escola. Somente assim será possível uma Educação Física voltada para a transformação e para a educação. Para sua materialização, deve-se buscar formar professores que sistematicamente reflitam sobre suas práticas e que bem empreguem recursos alternativos, visando a aperfeiçoá-las e torná-las prazerosas para a criança, pode ser um passo importante.

Postado às 09:30 |  por Dani Souto

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domingo, 2 de setembro de 2007

ASSIM COMO O MEDICO TEM QUE TER O CRM, O ARQUITETO O CREA, O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, QUE CUIDA DA SUA SAÚDE, TEM QUE TER REGISTRO NO CONSELHO QUEO REGULAMNETA.

SÓ ASSIM HÁ COMO VOCE SABER DA RESPONSABILIDADE PERANTE A SOCIEDADE QUE O PROFISSIONAL TEM.

http://www.confef.org.br/extra/registrados/nome.asp

SAIBA SE SEU PROFESSOR É REGULAMENTADO

ASSIM COMO O MEDICO TEM QUE TER O CRM, O ARQUITETO O CREA, O PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA, QUE CUIDA DA SUA SAÚDE, TEM QUE TER REGISTRO NO CONSELHO QUEO REGULAMNETA.

SÓ ASSIM HÁ COMO VOCE SABER DA RESPONSABILIDADE PERANTE A SOCIEDADE QUE O PROFISSIONAL TEM.

http://www.confef.org.br/extra/registrados/nome.asp

Postado às 14:14 |  por Dani Souto

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ORIENTE-SE JURIDICAMENTE SOBRE A EDUCACAO FISICA, COMTODAS AS LEIS QUE NORTEIAM NIOSSA PROFISSAO.

http://www.confef.org.br/extra/juris/

UM ABRAÇO

ORIENTE-SE JURIDICAMENTE SOBRE A EDUCACAO FISICA

ORIENTE-SE JURIDICAMENTE SOBRE A EDUCACAO FISICA, COMTODAS AS LEIS QUE NORTEIAM NIOSSA PROFISSAO.

http://www.confef.org.br/extra/juris/

UM ABRAÇO

Postado às 14:10 |  por Dani Souto

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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 8º SALÃO DE EXTENSÃO DA UFRGS

Estão abertas as inscrições para participantes no 8º Salão de
Extensão da UFRGS, que será realizado de 24 a 27 de setembro de 2007,
no Campus Central da UFRGS.

Com o tema Extensão e Sustentablidade, o evento é constituído
de atividades gratuitas, abertas ao público, que dão direito à
certificação, incluindo:

a.. Mesas-Redondas;
b.. Oficinas e Minicursos;
c.. Apresentação de trabalhos acadêmicos em Extensão
(Pôsteres e Comunicação Oral);
O 8º Salão de Extensão oferece ainda diversas modalidades de
participação, com a possibilidade de agendamento de grupos de escolas
e outras instituições:

Visitação à Mostra Interativa - Estandes abordando o tema
Sustentablidade;

a.. Exposição de Pôsteres;
b.. Mostra Fotográfica - 15 anos do Núcleo de Fotografia da UFRGS;
c.. Visitação ao Espaço Lúdico Infantil, com atividades de
extensão dirigidas ao público infantil;
As inscrições para participação no 8º Salão de Extensão -
inscrições individuais e agendamento de grupos - têm vagas limitadas e
devem ser feitas diretamente no site www.prorext.ufrgs.br/8salao, onde
consta toda a Programação do evento.

INSCREVA-SE!

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 8º SALÃO DE EXTENSÃO DA UFRGS

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 8º SALÃO DE EXTENSÃO DA UFRGS

Estão abertas as inscrições para participantes no 8º Salão de
Extensão da UFRGS, que será realizado de 24 a 27 de setembro de 2007,
no Campus Central da UFRGS.

Com o tema Extensão e Sustentablidade, o evento é constituído
de atividades gratuitas, abertas ao público, que dão direito à
certificação, incluindo:

a.. Mesas-Redondas;
b.. Oficinas e Minicursos;
c.. Apresentação de trabalhos acadêmicos em Extensão
(Pôsteres e Comunicação Oral);
O 8º Salão de Extensão oferece ainda diversas modalidades de
participação, com a possibilidade de agendamento de grupos de escolas
e outras instituições:

Visitação à Mostra Interativa - Estandes abordando o tema
Sustentablidade;

a.. Exposição de Pôsteres;
b.. Mostra Fotográfica - 15 anos do Núcleo de Fotografia da UFRGS;
c.. Visitação ao Espaço Lúdico Infantil, com atividades de
extensão dirigidas ao público infantil;
As inscrições para participação no 8º Salão de Extensão -
inscrições individuais e agendamento de grupos - têm vagas limitadas e
devem ser feitas diretamente no site www.prorext.ufrgs.br/8salao, onde
consta toda a Programação do evento.

INSCREVA-SE!

Postado às 13:22 |  por Dani Souto

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sábado, 1 de setembro de 2007

GRANDE PESSOAS!!!

PARABES A TODOS NÓS POR MAIS UM PRIMEIRO DE SETEMBRO.

E TEMOS QUE COMEMORAR PORQUE É ANIVERSARIO E UMA GRANDE CONQUISTA QUE FOI A REGULAMENTAÇÃO!!!!

A REGULAMENTAÇÃO FOI IMPORTANTE SOB VARIOS ASPECTOS SIM POREM É NECESSARIO CADA VEZ MAIS VIGILANCIA E FISCALIZACAO.

UM ABRAÇO!

PARABENS A TODOS OS PROFISSINAIS

GRANDE PESSOAS!!!

PARABES A TODOS NÓS POR MAIS UM PRIMEIRO DE SETEMBRO.

E TEMOS QUE COMEMORAR PORQUE É ANIVERSARIO E UMA GRANDE CONQUISTA QUE FOI A REGULAMENTAÇÃO!!!!

A REGULAMENTAÇÃO FOI IMPORTANTE SOB VARIOS ASPECTOS SIM POREM É NECESSARIO CADA VEZ MAIS VIGILANCIA E FISCALIZACAO.

UM ABRAÇO!

Postado às 13:23 |  por Dani Souto

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