<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635</id><updated>2012-02-11T11:44:34.329-03:00</updated><category term='Recreação'/><category term='Coordenação Motora'/><category term='Aventura'/><category term='Infantil'/><category term='Handebol'/><category term='Avaliação Física'/><category term='Empregos'/><category term='Fitness'/><category term='Educação Física'/><category term='HIstória'/><category term='Publicidade'/><category term='Treinamento Desportivo'/><category term='Dicas'/><category term='Plano de Aula'/><category term='Musculação'/><category term='Corrida'/><category term='Escola'/><category term='Pilates'/><category term='CREFs'/><category term='Livros'/><category term='Exercícios'/><category term='Academia'/><category term='Atividade Física'/><category term='Personal Trainer'/><category term='Biomecânica'/><category term='Alongamento'/><category term='Hidroginástica'/><category term='Aula'/><category term='Videos'/><category term='Nutrição'/><category term='Fundamentos'/><category term='Profissional'/><category term='Futebol'/><category term='Cursos'/><category term='Saúde'/><category term='Fisiologia'/><category term='Voleibol'/><category term='Educação Física Especial'/><category term='Esportes'/><category term='Monografia'/><category term='Futsal'/><category term='Idosos'/><category term='Basquete'/><category term='Treino'/><category term='Ginástica Laboral'/><category term='Estética'/><title type='text'>Educação Física</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.educacaofisicaa.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>688</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-3836489481908603284</id><published>2012-02-11T11:44:00.001-03:00</published><updated>2012-02-11T11:44:34.472-03:00</updated><title type='text'>Exercício físico beneficia mulher que já teve câncer de mama</title><content type='html'>&lt;div class="hMateria"&gt;&lt;br class="clear"&gt;     &lt;/div&gt;                          &lt;p class="textoCorrido"&gt;Até pouco tempo atrás,  acreditava-se que fazer atividades físicas poderia piorar o quadro de  saúde de pessoas que sobreviveram ao &lt;a href="http://www.minhavida.com.br/temas/c%C3%A2ncer-de-mama" target="_blank"&gt;câncer de mama&lt;/a&gt;,  mas desenvolveram linfedema, que é um inchaço crônico que costuma  aparecer após o tratamento. Entretanto, um estudo publicado no &lt;em&gt;Journal of Cancer Survivorship&lt;/em&gt;  descobriu que os benefícios da prática de exercícios nesses casos  superam os riscos aos quais as pacientes são expostos. A análise foi  liderada por pesquisadores da &lt;em&gt;University of Missouri&lt;/em&gt;, nos Estados Unidos.&lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Para a pesquisa, foram avaliados  mais de mil artigos e revisados 19 estudos anteriores. Destes, sete  abordavam a prática de exercícios de resistência, outros sete, exercícios aeróbicos e os cinco restantes outras formas de exercício.&lt;/p&gt;                                      &lt;p class="textoCorrido"&gt;Os resultados mostraram que a  prática lenta e progressiva de exercícios de diferentes modalidades pode  ser realizada de forma segura sob supervisão e não está associada ao  desenvolvimento ou ao aumento do linfedema decorrente do câncer de mama.&lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Segundo os especialistas, o  sedentarismo oferece mais riscos à saúde do que a prática de exercícios,  mesmo em pessoas que se recuperaram da doença. Treinar regularmente  pode até diminuir a chance de recorrência do câncer.&lt;/p&gt;                     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Reconstrução da mama possibilita a recuperação da autoestima&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt; A mama é um dos símbolos da  identidade feminina. A sua extração para tratar o câncer de mama  significa muito, tanto do ponto de vista físico quanto psicológico para a  mulher. Portanto, a sua reconstrução é de suma importância para que a  paciente recupere a autoestima, auxiliando, assim, o tratamento do  câncer e o restabelecimento do convívio social.&lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Em pacientes submetidas à  mastectomia, o objetivo maior da cirurgia reconstrutora é a reabilitação  estética, retirando da paciente o estigma do câncer e da mutilação. O  retorno à condição física pré-câncer é fundamental neste processo e a  morbidade da retirada da musculatura não é desprezível. A microcirurgia e  os retalhos perfurantes constituem mais uma opção para as mulheres  mastectomizadas pela menor agressão à parede abdominal e pelo retorno  mais precoce às atividades habituais pré-operatórias. A ponderação entre  estas vantagens e os riscos inerentes à complexidade do procedimento  deve ser aventada, colocando-se assim a melhor opção de tratamento e  reabilitação.&lt;/p&gt;                                      &lt;p class="textoCorrido"&gt;O tipo de cirurgia para  reconstrução da mama varia de acordo com o tamanho e localização do  tumor biótipo da paciente e o volume da mama. Pacientes magras e com  mama contralateral pequena apresentam melhores condições para  reconstrução da mama com expansor de pele e posterior colocação de  prótese de silicone. Em mulheres obesas ou com mama contralateral  grande, a reconstrução pode ser feita com expansor e prótese de silicone  de maior volume ou com tecidos do abdômen ou das costas, com ou sem  próteses.&lt;/p&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;Grande parte das cirurgias  reconstrutoras são realizadas simultaneamente à retirada do tumor  cancerígeno. Dessa forma, diminui-se o tempo de internação e a  reabilitação social é beneficiada. Quando a reconstrução é imediata, a  paciente não precisa conviver com a mutilação parcial ou total do seio, a  mastectomia. A experiência se torna menos traumática.&lt;/p&gt;                     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Direito assegurado&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt;A cirurgia de reconstrução da  mama é assegurada pelo Sistema Único de Saúde, SUS, desde 1999. Os  procedimentos cobertos incluem o implante da prótese de silicone. A  saúde suplementar também prevê a cirurgia plástica reconstrutiva da  mama, após tratamento para retirada de câncer para os contratos  celebrados após 1998.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-3836489481908603284?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3836489481908603284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3836489481908603284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/exercicio-fisico-beneficia-mulher-que.html' title='Exercício físico beneficia mulher que já teve câncer de mama'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6656968662821306529</id><published>2012-02-09T09:56:00.001-03:00</published><updated>2012-02-09T09:56:19.186-03:00</updated><title type='text'>Professor ensinando o Handebol na escola</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="verdana" size="2"&gt;&lt;p&gt;Basicamente existem 3 princípios que  devem nortear um processo que objetiva o desenvolvimento dos fundamentos  técnicos do handebol. São eles: delimitar objetivos concretos,  trabalhar com persistência temporal e realizar atividades que desafiem  os jogadores a aplicar as ações técnicas/táticas do fundamento dentro do  contexto do jogo. Quando falamos em objetivos concretos estamos nos  referindo aos objetivos claros e possíveis de serem alcançados,  estabelecidos de acordo com os princípios da progressividade e  complexidade, devendo ser introduzidos de um modo que os jogadores  construam soluções para atingi-los. Neste contexto, a persistência  temporal entra como elemento fundamental, pois as repetições  disponibilizam tempo suficiente para que o aluno compreenda o gesto  técnico/tático que o exercício esteja propondo, assim como também  identifique diferentes formas de aplica-los dentro das condições que a  situação do ambiente oferece. Este ambiente deve ser construído de uma  maneira que os fundamentos técnicos trabalhados sejam aplicados em  situações semelhantes ao do jogo em si, e não somente através de  exercícios repetidos mecanicamente e que acabam isolando o fundamento do  contexto do jogo.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guerra (2003) nos fala também que, aliados aos 3 princípios  descritos anteriormente, existem 4 recomendações que devem ser levadas  em consideração no momento de construção das atividades. São elas: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Razão bola/aluno:&lt;/b&gt; delimitar quantas bolas serão necessárias em decorrência do número de alunos que realizarão a atividade proposta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Dinamismo e participação:&lt;/b&gt; trabalhando sempre em ataque  versus defesa, estimular que no treinamento haja a participação com o  mesmo comportamento do jogo esportivo em si, ou seja, com vontade,  empenho e concentração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Normas:&lt;/b&gt; em função da maturação biológica/esportiva dos  jogadores, construir normas adequadas e seguindo condutas normativas  básicas do esporte praticado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Razão tempo/nº de jogadores:&lt;/b&gt; o trabalho deve ser realizado de uma maneira que todos os jogadores atuem o mesmo tempo durante o treinamento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acreditamos que, seguindo estes princípios e recomendações, o  professor que trabalha com o handebol no treinamento de base será capaz  de elaborar e executar atividades que proporcionem aos seus alunos o  pleno aprendizado e desenvolvimento dos fundamentos técnicos deste  esporte. &lt;/p&gt;&lt;a href="http://efartigos.atspace.org/esportes/artigo29.html"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6656968662821306529?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6656968662821306529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6656968662821306529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/professor-ensinando-o-handebol-na.html' title='Professor ensinando o Handebol na escola'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-3450910305045638266</id><published>2012-02-09T09:54:00.001-03:00</published><updated>2012-02-09T09:54:47.399-03:00</updated><title type='text'>Três atividades para plano de aula de Handebol</title><content type='html'>&lt;br&gt;Segue abaixo três atividades para &lt;font class="texto"&gt;desenvolver a atividade de Handebol em suas aulas: &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt; Handebol Lúdico &lt;/b&gt;&lt;br&gt; Objetivo: : Iniciar o desenvolvimento de fundamentos técnicos através de atividades lúdicas.&lt;br&gt; Duração: 50 min&lt;br&gt; Material: bolas, cones, corda grande, arcos&lt;br&gt; Faixa Etária: 10 a 12 anos&lt;br&gt; Parte Prática:&lt;br&gt; &lt;br&gt; Aquecimento: &lt;br&gt; Gol ambulante: os alunos dispostos em duas equipes, sendo que cada  equipe deverá eleger o seu goleiro que ficará andando ao redor da quadra  (por cima das linhas do handebol ou outras) com um arco nas mãos  (elevado). &lt;br&gt; As equipes deverão trocar passes e tentarão chegar até o seu arco para  fazer um gol (jogando a bola através do arco). A outra equipe  logicamente não deixará isto acontecer e vai tentar interceptar a bola e  começar tudo de novo. Poderão ser colocadas duas bolas. (10 min)&lt;br&gt; &lt;br&gt; Parte principal: &lt;br&gt; 1 -atividade com grupos de 5 alunos, onde 3 estarão passando a bola  entre si enquanto dois serão os &amp;quot;bobinhos&amp;quot;, ao tocar na bola , troca o  aluno que errou o passe (Passes parabólicos por cima dos defensores não  serão válidos).&lt;br&gt; 2- Dois a dois com uma das mãos dadas, os alunos deverão driblar cada um  a sua bola, e tentar fazer o colega perder a bola puxando-o ou  empurrando-o.&lt;br&gt; 3- dois a dois com duas bolas deverão atravessar a quadra passando uma  das bolas com as mãos e outra no chão sendo passada com os pés.&lt;br&gt; 4- Os alunos divididos em dois grupos que ficarão dispostos atrás das  linhas de nove metros (um em cada). Cada aluno deverá ter uma bola, e no  centro ficará uma bola de medicine ball de 3 kg. Através de arremessos  terão que acertar a medicine e fazer com que ela role atravessando uma  determinada linha (a ser escolhida pelo professor).&lt;br&gt; A outra equipe pode também impedir que a bola role através dos seus  arremessos, e cada vez que alguma equipe conseguir fará um ponto.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Parte final: Alunos sentados em posições diversas de alongamento e o  professor fará um comentário sobre um aspecto do histórico do handebol.  Por exemplo: Um dos motivos pelos quais o handebol surgiu foi o fato do  prof. alemão Max Reiser criar uma atividade recreativa para as operárias  da fábrica da Siemens na Alemanha. Refletir sobre a preocupação com o  lazer dos operários já naquela época, coisa que no Brasil começou  recentemente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt; Caça aos pintinhos - Handebol&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Objetivo: aquecimento lúdico;&lt;br&gt; Duração: 15 a 20min;&lt;br&gt; Material: nenhum, quadra ;&lt;br&gt; Faixa Etária: todas as idades;&lt;br&gt; Parte Prática:&lt;br&gt;    Divide-se o número total dos participantes em grupos com quantidades  iguais, ou bem próximo disso. Forma-se uma fila sendo que uma pessoa  ficará de frente para ela. Essa pessoa que estará virada de frente para a  fila, será o gavião. A primeira pessoa da fila, será a galinha que terá  a função de proteger os pintinhos, podendo usar somente os braços  &amp;quot;abertos&amp;quot; para espantar o gavião (sem empurrá-lo). Os demais da fila  serão os pintinhos que deverão fugir do gavião, porém não poderão se  soltar da cintura um do outro, caso isso aconteça, a brincadeira deverá  ser reiniciada. O Gavião deverá tentar tocar um dos pintinhos. Uma vez  pégo haverá mudança de posição. Repetir até que todos tenham passado por  todas as posições. &lt;br&gt;&lt;br&gt; COMENTÁRIOS: Uma ótima atividade de aquecimento pois possui várias  possibilidades de movimentos e ao mesmo tempo envolve o lúdico, tornando  todo e qualquer tipo de aque&lt;br&gt; Hand Fest - handebol -10/02/04&lt;br&gt; Objetivo: interação social&lt;br&gt; Duração: 40 min&lt;br&gt; Material: bolas, cones e uma quadra de esportes&lt;br&gt; Faixa Etária: 11 anos&lt;br&gt; Aproveitamento: recreação&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Dividir a turma em dois grupos. Em cada extremidade da quadra estará  um cone. A atividade começa quando a professora autorizar e funcionará  da seguinte forma: O grupo A será colocado de forma separada ao grupo B.  O grupo que estiver com a posse de bola realizará passes até a zona  próxima aos cones e ao atingí-la, tentará equilibrar a bola sobre ele.  Vence o grupo que conseguir o maior número de bolas equilibradas dentro  do tempo permitido&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt; Handebol Americano&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt; Objetivo: Executar e aprimorar os passes, dibles, arremessos, corrida, movimentos de defesa e começar a vivenciar o jogo.&lt;br&gt; Duração: 60 minutos &lt;br&gt; Material: 1 Bola de handebol, 2 bambolês e barbante&lt;br&gt; Faixa Etária: 12 a 15 anos&lt;br&gt;     1º Parte – Aquecimento 10 minutos. Um aluno será escolhido para  começar a brincadeira sendo o pegador, os outros alunos estarão  espalhados na quadra, ao inicio da atividade o pegador que estará com  duas bolas de queimada nas mãos, deverá encostar a bola nos seus  companheiros. Quem for queimado, deverá se juntar ao pegador inicial, os  dois darão as mãos (formando uma corrente humana) e continuarão a  brincadeira só que agora cada um com uma bola. &lt;br&gt; A bola sempre ficará na extremidade da corrente humana.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2º Parte – O jogo (a duração de cada jogo se definirá com a quantidade  de equipes formadas). Cada equipe será formada por 6 alunos. A equipe  terá que trocar no mínimo 5 e no máximo 10 passes, podendo cada aluno  permanecer 3 segundos com a bola. Após o 10º passe o aluno será obrigado  a arremessar a bola da onde estiver, será gol toda a vez que a bola  passar por dentro do bambolê. O bambolê poderá ser pendurado em qualquer  parte do gol. É recomendado que cada equipe conte em voz alta, para o  professor poder acompanhar e verificar a equipe que ultrapassar os 10  passes. &lt;br&gt; &lt;br&gt; 3º Parte – Final de aula. Desenvolver uma atividade lúdica para acalmar os alunos para a próxima aula. Sugestão de atividade: &lt;br&gt; Comando de valer - Os aluno estarão distribuídos livremente pelo espaço  de frente para o professor. O professor, para iniciar a atividade, dirá  "Comando de valer". A esse comando, os participantes deverão responder  com o gesto de balançar suas mãos à altura da cintura. O professor dará  novos comandos, os quais deverão ser cumpridos pelos alunos. Porém,  sempre que der um comando o professor dirá a própria palavra "comando"  antes. Exemplo, "comando nariz", as pessoas deverão tocar o nariz. Se o  professor não disser a palavra comando antes da ordem, esta ordem não  deverá ser cumprida pelos alunos, quem cumprir a ordem será  desclassificado e se tornará fiscal ajudando o professor a identificar  os alunos que vierem a errar. O ultimo aluno que ficar será o vencedor.&lt;br&gt; &lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-3450910305045638266?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3450910305045638266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3450910305045638266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/tres-atividades-para-plano-de-aula-de.html' title='Três atividades para plano de aula de Handebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2675448791993185880</id><published>2012-02-08T23:35:00.001-03:00</published><updated>2012-02-08T23:35:13.359-03:00</updated><title type='text'>Alimentação e atividade física: O que comer antes, durante e após o treino?</title><content type='html'>&lt;p&gt;Sabe-se que a musculação é o meio mais procurado por aqueles que  almejam um corpo malhado e bem definido, porém, algumas vezes os  resultados almejados não são alcançados, e este fato deve-se também a  uma alimentação inadequada. Uma alimentação correta é capaz de auxiliar  os treinos, recuperando o corpo, dando energia durante a atividade e  aumentando a massa muscular através do consumo de certos alimentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para que o ganho de massa muscular seja garantido, é necessário um  cardápio adequado, contemplando os seguintes nutrientes/alimentos:  caboidratos, vegetais, frutas, azeite de oliva e proteínas, consumidos  em porções e horários adequados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os carboidratos complexos são aqueles com fibras em sua  constituição, por exemplo a aveia, o pão integral e o arroz integral.  Eles são fonte primária de energia, tem o poder de retardar a fadiga e  diminuir o risco  de lesões, permitindo assim um treinamento mais  intenso e mais consistente. Os carboidratos devem ser consumidos em  maior quantidade em relação as proteínas, e prioritariamente antes do  treino, porém o seu consumo deve ser também associado à proteína. Esta  combinação faz com que o praticante de atividade física evite utilizar a  massa magra como fonte de energia, utilizando assim, o carboidrato  consumido. Mas atenção: esta dupla  (carboidrato e proteína) deve ser  consumida por volta de 45 minutos antes de iniciar a atividade física.  Esta conduta tem como objetivo evitar possíveis desconfortos  gastrointestinais e garantir um treinamento mais eficiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante o treino a hidratação deve ser contínua. Esta indicação  ocorre devido a perda de água e minerais que acontece através da  sudorese durante a atividade física. Para os atletas ou aqueles que  apresentam treino superior a uma hora  é importante que esta hidratação  seja feita com bebidas hidroeletrolíticas acrescidas de carboidratos,  capazes de repor líquidos e minerais perdidos com o suor e ainda o  próprio carboidrato.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Após o treino, o atleta ou praticante de atividade física deve  consumir o carboidrato, porém este deve ser de alto índice glicemico  (ex. pão, salgado assado, cereais de milho), para que ocorra uma melhor  recuperação do estoque de energia perdido. Além do carboidrato, deve-se  consumir também as proteínas, para auxiliar no ganho de massa muscular,  assim como reparar as microlesões musculares adquiridas durante o  treino.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É importante que as etapas do pré treino, durante o treino e pós  treino sejam contempladas com os nutrientes descritos acima, afinal, a  prática de exercício físico isolado não proporcionará bons resultados,  como dito anteriormente. Portanto, manter o corpo em movimento associado  a uma dieta saudável é o mix ideal para quem deseja não só a questão  estética, mas também para aqueles que querem viver bem e com saúde, com  beneficios não ó imediatos, como também a longo prazo, garantindo assim,  longevidade e claro, uma vida saudável.&lt;/p&gt; &lt;span style="text-decoration:underline;font-weight:bold"&gt;Fonte:&lt;/span&gt;  ANutricionista.Com - Carolina de Lemos S. Cortez - CRN6 7723 -  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2675448791993185880?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2675448791993185880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2675448791993185880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/alimentacao-e-atividade-fisica-o-que.html' title='Alimentação e atividade física: O que comer antes, durante e após o treino?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4705611347601533980</id><published>2012-02-08T23:32:00.001-03:00</published><updated>2012-02-08T23:32:19.495-03:00</updated><title type='text'>Cinesiologia - A Importância dos Movimentos</title><content type='html'>&lt;p class="sec_corpo"&gt;A Cinesiologia é a ciência que estuda os movimentos humanos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Através dela podemos perceber e compreender muitas coisas que ocorrem na nossa vida, podendo assim torná-la melhor.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Qual a primeira impressão que se tem ao olhar  um pequeno gatinho parado e enrolado? Está sem vida! Mas, a partir do  momento que se constata que seu abdômen sobe e desce, conclui-se que ele  apenas dorme tranqüilamente. Então, movimento é vida! Não há como viver  sem ele.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Nossos movimentos são possíveis pela ação  muscular. É através da contração dos músculos que o ser humano é capaz  de realizar façanhas extraordinárias, como saltar 2,45 metros de altura,  pular mais de 8 metros de distância, correr 100 metros em menos de 10  segundos, terminar uma maratona em pouco mais de 2 horas, levantar mais  que o próprio peso corporal no halterofilismo, realizar vários giros no  ar na ginástica, saltos ornamentais ou no skate.   &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Acariciar alguém, pintar um quadro, dançar uma  valsa, também são exemplos desse magnífico controle que temos sobre os  músculos. Ações inconscientes, como controlar o fluxo sanguíneo para  nossos órgãos, arrepiar os pêlos ao sentir frio, regular o foco da  visão, ou simplesmente sorrir são possibilitadas pela ação dos nossos  músculos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Entretanto, esta maravilha que protege órgãos,  faz com que possamos nos expressar, dá forma ao corpo, ou coloca pão na  mesa do trabalhador, precisa ser exercitada, precisa ser usada com  intensidade razoável, sob pena de falir.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Então, devido ao o extremo avanço tecnológico  conseguido pelo Homem, nossas vidas tornaram-se muito mais confortáveis,  porém essa tecnologia substituiu o duro trabalho dos nossos músculos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;É muito melhor apertar um botão do que descer  na chuva para abrir um portão. Quem trocaria sua TV de controle remoto  por outra que obriga a pessoa sair de sua confortável poltrona toda vez  que quiser trocar de canal? Só que esta &amp;quot;lei do mínimo esforço&amp;quot; traz inúmeros problemas ao  indivíduo.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Devido à insuficiente utilização diária dos  músculos do corpo, temos este importantíssimo sistema corporal  atrofiando, ou seja, entrando em falência. Quando não são colocados para  trabalhar durante muito tempo, enfraquecem tanto que tornam a simples  atividade comum de um dia algo cansativo. Ficar em pé, subir lances de  escada, apoiar-se numa perna só durante o banho, ou trocar o gás de  casa, tornam-se tarefas difíceis. &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Por isso,  coloque seus músculos para funcionar. Torne sua vida mais ativa e logo verá os benefícios físicos e psicológicos.  &lt;/p&gt;&lt;p class="sec_corpo"&gt;Um dia tem 24 horas e, normalmente, utilizamos 8  horas para dormir, 8 horas para trabalhar e 8 horas para as demais  atividades. Dificilmente não encontraremos nessas 8 últimas horas  citadas um espaço de 30 minutos, 3 vezes por semana para que possamos  investir em nós mesmos.  &lt;/p&gt;Utilize esse tempo para movimentar-se com uma  intensidade maior do que comumente faz. Caminhar ou pedalar uma  bicicleta são apenas 2 exemplos das incontáveis atividades que podem  deixar você mais ativo do que é hoje. Movimente-se e seus músculos agradecerão por lembrar deles! &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4705611347601533980?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4705611347601533980'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4705611347601533980'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/cinesiologia-importancia-dos-movimentos.html' title='Cinesiologia - A Importância dos Movimentos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1902417137826261819</id><published>2012-02-08T23:30:00.001-03:00</published><updated>2012-02-08T23:30:26.626-03:00</updated><title type='text'>Lazer e Educação: Busca constante pela valorização desta prática</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="entry"&gt; 				&lt;p&gt;A origem do Lazer, na forma infinitiva latina de "&lt;em&gt;licere&lt;/em&gt;", que significa o permitido. Sendo ainda em francês "&lt;em&gt;loisir&lt;/em&gt;" que dá origem à expressão inglesa "&lt;em&gt;leisure&lt;/em&gt;", que se utiliza tecnicamente para significar tempo livre.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sabemos que a existência do lazer só acontecera se formos ativos e  vislumbramos programações pessoais e coletivas que nos façam refletir  esta necessidade de sobrevivência humana.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para Bramante (1998), o Lazer se traduz por uma dimensão privilegiada  da expressão humana dentro de um tempo conquistado, materializado  através de uma experiência pessoal… influenciado por fatores ambientais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O tempo livre é aquele tempo que possuímos para realizarmos as  atividades de que mais gostamos, não podendo ser realizadas no tempo de  trabalho, familiar, religioso, político ou social. Portanto é necessário  darmos valor a este tempo tão precioso na nossa vida. A livre  iniciativa é novamente um elemento de simples compreensão, já que as  atividades são escolhidas individualmente e que há uma expectativa de  satisfação no momento da escolha, é como relata Santos 2011, "O lazer é  pessoal e intransferível".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entendemos que ao praticar lazer "ativo", as atividades estarão  desenvolvendo expressão motora, resultante de diversos movimentos  corporais integrais ou parciais. As praticas de lazer tomaram dimensões  extraordinárias visto que sempre existiu o trabalho e o não-trabalho em  qualquer sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As atividades de Lazer devem procurar atender as pessoas no seu  cotidiano. Assim sendo necessário que essas pessoas conheçam os  conteúdos que satisfaçam os vários interesses, tendo conhecimento das  alternativas que o lazer oferece.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com este propósito e o real aumento do tempo livre, houve uma  transição do mundo do trabalho para o mundo do ócio onde a reação das  pessoas diante de tal transição buscou se atentar para o papel da  educação diante das praticas de lazer, enfatizando o caminho para uma  sociedade centrada neste lazer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As pessoas, em sua maioria, acreditam ter mais tempo para dedicar a  sua família, ao seu aprendizado, aos seus afazeres domésticos, a  trabalhos voluntários e principalmente ao seu lazer. É preciso, porém,  num primeiro momento analisar o quanto de tempo e de que forma  transcorrerá o processo até que se alcance esse futuro, se sua recepção  será tão positiva quanto sua previsão e finalmente, estarão às pessoas  prontas de fato para desfrutarem desse tempo livre?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Martin e Mason (1987) assinalam que a educação para o lazer deve  envolver várias organizações educativas, desempenhando as instituições  de educação formal um papel cada vez mais ativo nesta área. Dando  suporte na busca pela melhoria desta educação e o comprometimento de  pessoas na existência desta interação Escola, Lazer e Sociedade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No Brasil, especialmente com a CF/1988, é que o lazer começou a ser  discutido mais intensamente, já que ela o trouxe no seu art. 6º, como  direito social, ao lado de outros, por exemplo, a saúde e a educação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Temos que valorizar o lazer através da educação aprendendo a  trabalhar e administrar melhor nosso tempo livre, aqui entendido como  aquele que sobra do tempo do trabalho e aquele que sobra pela falta de  trabalho. Há, portanto, a necessidade de nos prepararmos especialmente  pela educação, para usufruírem adequadamente o mundo do lazer buscando  melhor qualidade de vida para todos.&lt;/p&gt;Por:      Marilane de Cascia Silva Santos &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1902417137826261819?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1902417137826261819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1902417137826261819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/lazer-e-educacao-busca-constante-pela.html' title='Lazer e Educação: Busca constante pela valorização desta prática'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-335562667108779682</id><published>2012-02-08T09:27:00.001-03:00</published><updated>2012-02-08T09:27:53.703-03:00</updated><title type='text'>Profissional precisa fazer especialização pra ser Personal Trainer?</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="Arial"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;p align="justify"&gt;Realmente existe sim a necessidade de aperfeiçoamento e  formação complementar, para a atuação nesse segmento de negócios que é o  treinamento personalizado, sendo que boa parte das intuições de ensino na  graduação de Educação Física tem limitações em seus currículos acadêmicos no  preparo desse profissional para seu mercado de atuação.&lt;/p&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;&lt;i&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/seta.gif" height="11" width="11"&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Como escolher um curso  de Pós-graduação?&lt;/font&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;/b&gt;Pela consulta e indicação de ex-alunos.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Pelo currículo da entidade que promove o curso e pelo seu  conceito acadêmico.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Pelo quadro docente que vai ministrar as aulas (efetivamente).&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Pelo tamanho das turmas. &lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Suporte que oferece para os estudos e aperfeiçoamento e material  didático. &lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Custos do investimento e formas de pagamento.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Localização geográfica e disponibilidade de tempo.&lt;br&gt; &lt;b&gt;&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;font&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/seta.gif" height="11" width="11"&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Quais são as  possibilidades de pós-graduação?&lt;/font&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;b&gt;Pós-graduação Lato Sensu - &lt;/b&gt;curso de especialização,  geralmente com carga mínima de 360 horas, não confere título acadêmico - Título  de especialista&lt;b&gt;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;b&gt;Mestrado Stricto Sensu &lt;/b&gt;- Pós-graduação de natureza  acadêmica, voltada para pesquisa. Dá o diploma de mestre e a Dissertação é  obrigatória. - Título de Mestre.&lt;b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;b&gt;Mestrado Profissionalizante Stricto Sensu - &lt;/b&gt;Mestrado menos  técnico que o acadêmico e mais aprofundado que a especialização, com enfoque ao  mercado de trabalho e a dissertação também é obrigatória. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;b&gt;Doutorado&lt;/b&gt; - Curso estritamente acadêmico, com defesa de  uma tese que necessita de um estudo criterioso em determinada área do  conhecimento humano.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;&lt;b&gt;MBA - Master in Business Administration&lt;/b&gt; - em sua maioria  cursos de especialização voltada às necessidades exclusivas do mercado de  profissional trabalho.&lt;b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;font&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;small&gt;&lt;strong&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/seta.gif" height="11" width="11"&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;/small&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Pontos positivos  em investir em um curso de pós-graduação:&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Maior domínio e especialização em um determinado segmento.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;A interação com outros profissionais.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Contato com professores de destaque nacional.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Promove maior credibilidade junto à profissão.&lt;br&gt; &lt;small&gt;&lt;font color="#0000ff"&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/2setas.gif" height="11" width="11"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/small&gt;Possibilidade de maiores ganhos financeiros.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Obs.:&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; Infelizmente a qualidade dos cursos  oferecidos a nível &lt;font&gt;&lt;b&gt;Lato Sensu &lt;/b&gt;deixa muito a  desejar, em sua maioria, visando apenas lucro oferecem  e acrescentam muito  pouco com um limiar baixo de qualidade quando comparados com cursos de outras  áreas.&lt;b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Principais problemas geralmente encontrados: &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt;&lt;/small&gt;&lt;font&gt;Número  excessivo de alunos por sala de aula.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt; &lt;/small&gt;&lt;font&gt;Alteração  entre o nomes dos  professores anunciados e que efetivamente ministram as aulas.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt; &lt;/small&gt;&lt;font&gt;Falta de material de apoio como  apostilas, referências bibliográficas e material para consulta.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt; &lt;/small&gt;&lt;font&gt;A não reprovação de alunos mesmo  faltosos ou com baixo desempenho acadêmico.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt; &lt;/small&gt;&lt;font&gt;Comercialização de imagem,  geralmente boa parte dos cursos oferecidos com sendo de grandes instituições de  ensino não são administrados ou supervisionados pelas mesma e sim por terceiros  que pagam pela chancela da instituição.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;small&gt; &lt;img src="http://www.saudeemmovimento.com.br/images/checkmark.GIF" height="18" width="18"&gt; &lt;/small&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;A não fiscalização  pela&lt;b&gt; &lt;a target="_blank" href="http://www.capes.gov.br/"&gt;CAPES&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;como  dos cursos de &lt;/font&gt;Stricto Sensu pela sua qualidade e classificação em um  escala e com critérios rígidos de aprovação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_frame.asp?cod_noticia=1475"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-335562667108779682?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/335562667108779682'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/335562667108779682'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/profissional-precisa-fazer.html' title='Profissional precisa fazer especialização pra ser Personal Trainer?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8928354693294358924</id><published>2012-02-07T07:51:00.001-03:00</published><updated>2012-02-07T07:51:01.192-03:00</updated><title type='text'>Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a rel="attachment wp-att-17076" href="http://www.oqueeutenho.com.br/17075/esportistas-precisam-proteger-suas-estruturas-osseas.html/legs-of-a-young-man-running"&gt;&lt;img class="alignright size-medium wp-image-17076" title="Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas (foto: Cienpies Design/SXC)" src="http://www.oqueeutenho.com.br/portal/wp-content/uploads/2011/06/1239807_31385576-300x200.jpg" alt="1239807 31385576 300x200 Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas" height="272" width="409"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;Qualquer esporte impacta seriamente a estrutura óssea dos indivíduos que fazem algum tipo de atividade física. Para evitar que isso acarrete problemas no futuro, os esportistas – constantes ou eventuais – precisam ficar atentos aos equipamentos de segurança e procurar ter um acompanhamento constante de profissionais de saúde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Mesmo esportes como a natação e o ciclismo (que à primeira vista parecem ser menos impactantes) podem comprometer a estrutura óssea dos praticantes. Movimentos repetitivos podem levar a um problema nas articulações ou nas membranas e cartilagens que as envolvem.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"As principais dicas para evitar esse e outros tipos de problemas é usar equipamentos de segurança adequados e de qualidade e ter uma boa noção do terreno em que se pratica o esporte. Tomando esses cuidados, boa parte dos problemas com os ossos e articulações estará menos sujeita a acontecer", aponta Roberto Guarniero, médico do esporte e especialista em problemas de joelhos, do Serviço de Medicina Esportiva do Hospital Santa Catarina (HSC), em São Paulo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Bom posicionamento e musculatura adaptada para esforços maiores&lt;br&gt;&lt;br&gt;Além disso, aponta Rômulo Brasil Filho, ortopedista e também membro do mesmo serviço no HSC, é preciso estar preparado para fazer os exercícios em um bom posicionamento de trabalho no esporte. "Bom posicionamento de trabalho é tão somente fazer o exercícios nas posições corretas. Toda atividade tem posicionamentos ideais que diminuem os riscos para o sistema musculoesquelético. Até mesmo esportes aparentemente 'sem segredos', como o golfe, têm posições ideais e executar os movimentos de forma errada pode comprometer seriamente a coluna ou os músculos de quem pratica", explica o ortopedista. Por isso a importância do acompanhamento de profissionais de saúde física em qualquer atividade esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ambos os especialistas também apontam outro fator determinante para a proteção das estruturas ósseas: um bom trabalho envolvendo o fortalecimento muscular, que é a melhor maneira de proteger os ossos de sobrecarga. "Fortalecer progressivamente – ou seja, sem sobressaltos na capacidade muscular – é a melhor maneira de evitar dores nas costas, problemas nas articulações ou outro tipo de problemas ósseos", aponta Brasil Filho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Joelho sofre em qualquer esporte&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das articulações mais exigidas do corpo, o joelho sofre o impacto em todo tipo de atividade física. No caso dos corredores, o impacto que não foi absorvido pelo tênis, pé e musculatura da perna é sentido, na sequência, pelo joelho. Além disso, as repetições de movimentos nessa área do corpo também são constantes. Não existe esporte em que o joelho não tenha papel importante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Por isso é bom usar todo tipo de equipamento de proteção que alivie os impactos na área do joelho. Além da questão óssea, o que pode acontecer também é que essas atividades comprometam a cartilagem que trabalha para uma boa movimentação da articulação e que, quando comprometida, causa dores intensas", diz Brasil Filho, que lembra que, se necessário, é possível que os atletas profissionais tenham até mesmo que investir em fármacos "protetores de cartilagem".&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A sobrecarga no joelho de esportistas profissionais é intensa. Mas mesmo nos esportistas eventuais é preciso estar atento para o problema, principalmente se você observar a questão da idade. Pessoas que interromperam uma rotina de atividades físicas no passado e estão voltando depois de muito tempo paradas – e já não tão jovens – podem precisar de atenção especial e, portanto, um acompanhamento diferenciado para esse tipo de problema nos joelhos causado pelo impacto excessivo", afirma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;E apesar de toda polêmica atual sobre a importância do alongamento, Braga Filho defende a necessidade dessa prática para complementar a série de cuidados com a estrutura musculoesquelética de quem faz exercícios. "O importante é ter uma boa orientação para realizar todas essas medidas profiláticas que garantam a integridade do esportista eventual ou profissional", finaliza.&lt;br&gt; &lt;br&gt;por Enio Rodrigo &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8928354693294358924?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8928354693294358924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8928354693294358924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/esportistas-precisam-proteger-suas.html' title='Esportistas precisam proteger suas estruturas ósseas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6075288898364032895</id><published>2012-02-07T07:14:00.001-03:00</published><updated>2012-02-07T07:14:43.512-03:00</updated><title type='text'>Hábitos de saúde ruins na adolescência podem encurtar a vida</title><content type='html'>&lt;br&gt;Estudo envolvendo 5.500  adolescentes  norte-americanos mostrou que grande parte dos jovens cultiva  péssimos  hábitos, o que pode lhes custar alguns anos a menos de vida.  &lt;p align="justify"&gt;  Realizado na Northwestern  University Feinberg  School of Medicine, o estudo levou em consideração fatores  de risco  para doenças cardíacas, e mostrou que muitos adolescentes apresentavam   elevadas taxas de açúcar no sangue, praticavam pouca atividade física e   fumavam. A dieta adota pelos jovens eram ricas em sódio e bebidas  adoçadas com  açúcar, mas pobre e frutas, verduras e legumes, fibras e  proteína magra.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Segundo os pesquisadores, a tendência com o passar   da idade e o aumento de peso, o que pode desencadear uma série de  problemas de  saúde. Por isso, é tão importante cuidar da alimentação  desde cedo. "Nossos  adolescentes estão comendo muito mal, e isso é  alarmante. Devemos mudar essa  alimentação enquanto ainda há tempo,  senão, os prejuízos à saúde poderão ser  desastrosos", diz Donald  Lloyd-Jones, coordenador da pesquisa.&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;  De acordo com o pesquisador, crianças e   adolescentes devem ingerir o equivalente a quatro ou cinco xícaras de  frutas e  vegetais por dia, quantidade que deve ser aumentada caso  pratique alguma  atividade física de esforço, como espores, por exemplo.  Cada xícara equivale a  uma maça média ou um tomate grande. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Fonte: UPI, 2 de fevereiro de 2012 &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6075288898364032895?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6075288898364032895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6075288898364032895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/habitos-de-saude-ruins-na-adolescencia.html' title='Hábitos de saúde ruins na adolescência podem encurtar a vida'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-9146471502621607226</id><published>2012-02-07T06:56:00.001-03:00</published><updated>2012-02-07T06:56:32.631-03:00</updated><title type='text'>História e a marginalização da Educação Física</title><content type='html'>&lt;br&gt;Ao longo de sua história, a educação física vem sendo usada como um instrumento ideológico e de manipulação. Esteve estreitamente ligada às instituições militares e à classe médica, sendo estes vínculos determinantes para a concepção da disciplina e suas finalidades, direcionando o seu campo de atuação e a forma como devia ser ensinada. Visando a educação de corpo e tendo em vista um físico saudável e equilibrado organicamente, a educação física esteve ligada aos médicos higienistas que buscavam modificar os métodos de higiene da população. Além disso, por decorrência do grande número de escravos negros no país, a educação física esteve associada à&lt;br&gt; educação sexual, na qual as pessoas eram responsabilizadas em manter a "pureza" e a "qualidade" da raça branca (eugenia).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dentro deste contexto, sob a influência da filosofia positivista, as instituições militares visavam com a educação física a ordem e o progresso, pois era de fundamental importância a formação de indivíduos fortes e saudáveis para a defesa da pátria e seus ideais. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos anos 30, por causa do processo de industrialização e urbanização e o estabelecimento do Estado Novo, a educação física passou a ser usada como forma de fortalecer e melhorar a capacidade de produção do trabalhador, visando desenvolver o espírito de cooperação em benefício da coletividade. Do final da década de 40 ao início da década de 60, houve esforço de tornar a educação física disciplina comum aos currículos escolares. Diante disso A educação física pedagogicista é, pois, a concepção que vai reclamar da sociedade a necessidade de encarar a educação física não somente como uma prática capaz de promover saúde ou de disciplinar a juventude, mas de encarar a educação física como uma prática eminentemente educativa (Ghiraldelli Júnior, 1991, p.19).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Após 1964, a educação física foi considerada como uma atividade prática que visava o desempenho físico e técnico do aluno. "Seu objetivo fundamental é a caracterização da competição e da superação individual como valores fundamentais e desejados para uma sociedade moderna (...) A educação física é sinônimo de desporto e este, sinônimo de verificação de performance" (Ghiraldelli Júnior, 1991, p.20). &lt;br&gt; &lt;br&gt;A partir do final da década de 70 surgem novas tendências na educação física escolar. Essas abordagens são resultadas de uma junção de diferentes teorias psicológicas, sociológicas e concepções filosóficas. Dentre elas, está a abordagem psicomotora, na qual a educação física é responsável pelo "... desenvolvimento da criança, com o ato de aprender, com os processos cognitivos, afetivos, e psicomotores, ou seja, buscando garantir a formação integral do aluno. A educação física é, assim, apenas um meio para ensinar matemática, língua portuguesa, sociabilização..." (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998, p.23). Assim, a educação física, que anteriormente tinha como conteúdo a predominância do gesto técnico isolado (esporte), passa a não ter um conteúdo próprio, sendo considerada um meio para se alcançar o aprendizado. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Outra abordagem é a desenvolvimentista, que tenta ... caracterizar a progressão normal do crescimento físico, do desenvolvimento motor e da aprendizagem motora em relação a faixa etária e, em função dessas características, sugerir aspectos ou elementos relevantes à estruturação de um programa para a educação física na escola (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998, p.24).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O movimento, neste caso, é encarado como o principal meio e fim da educação física, podendo estar, ocasionalmente, ocorrendo durante as aulas outras aprendizagens, no sentido afetivo, social e cognitivo, como conseqüência da prática das habilidades motoras (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1998). Assim, foi sendo traçado o conturbado caminho da educação física através da história. Entendemos que esse complexo histórico e a insuficiente qualificação profissional são aspectos fundamentais que levaram a educação física a ser, de certa forma, marginalizada. Afinal, no período colonial, por exemplo, as atividades manuais e/ou físicas eram associadas ao trabalho realizado pelos escravos, pois a elite só se dedicava às atividades intelectuais. Além dos aspectos historicamente determinados, aspectos atuais também têm levado a educação física a ser marginalizada: o fato de ter suas aulas colocadas em horários convenientes para outras disciplinas e não de acordo com as suas necessidades específicas (por exemplo: as&lt;br&gt; aulas que são dadas em horário em que o sol é muito forte); a não integração da educação física no momento do planejamento, discussão e avaliação do trabalho pedagógico da escola; e o conseqüente distanciamento do professor de educação física da equipe pedagógica da escola, situação em que este acaba se convencendo da "pouca importância" do seu trabalho, levando-o a atuar isoladamente. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A partir da Lei de Diretrizes e Bases de 1996, houve um esforço de reformulação das propostas curriculares, tornando a educação física componente curricular da educação básica. A partir desta nova concepção, as aulas de educação física devem desenvolver outras práticas corporais além dos esportes, como a dança, a ginástica geral, jogos e lutas, e através delas e do próprio esporte, exercer seu papel de contribuir na formação da criança. Através de práticas corporais onde as&lt;br&gt; crianças se expressam com maior espontaneidade, o professor de educação física deve ter um contato mais amplo e direto com elas. Na escola, o professor é quem deve determinar o caráter da dinâmica coletiva (competitivo ou recreativo, regras mais ou menos flexíveis) de acordo com características do grupo com que trabalha, propiciando assim a inclusão de todos os alunos. Com essa concepção abrangente do papel da disciplina, não há razão, portanto, para serem excluídos das aulas os alunos que tenham menor habilidade em determinada prática corporal, pois é possível adequar as práticas executadas nas aulas com a realidade vivida pelo grupo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Tendo esse conhecimento de seus alunos, o professor conseguiria aprofundar o desenvolvimento de seu trabalho formando ,através de suas aulas, atitudes de respeito  mútuo, dignidade, solidariedade, afetividade e coletividade. Ainda estabelecendo relações equilibradas e construtivas entre os alunos, fazendo-os reconhecer e respeitar características físicas e de desempenho de si próprio e dos outros, sem discriminar por características pessoais, físicas, sexuais ou sociais. &lt;br&gt; &lt;br&gt;A educação física, como qualquer outra disciplina, tem responsabilidade na concretização do processo de formação e desenvolvimento de valores e atitudes, por essa razão, deveria considerá-lo como parte de seus conteúdos de ensino. Mais especificamente caberia ao professor o papel de coordenar de perto tudo isso, proporcionando durante suas aulas momentos em que, dentro de seu planejamento prévio, aproveitaria para torná-los educativos, discutindo e refletindo sobre cada situação ou fato ocorrido. Apesar da sólida discussão presente nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o que se concretiza no dia-a-dia da escola parece não dar conta destes aspectos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.rc.unesp.br/ib/efisica/motriz/07n1/Guimaraes.pdf"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-9146471502621607226?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/9146471502621607226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/9146471502621607226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/historia-e-marginalizacao-da-educacao.html' title='História e a marginalização da Educação Física'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4952845468181760375</id><published>2012-02-06T17:46:00.001-03:00</published><updated>2012-02-06T17:46:33.456-03:00</updated><title type='text'>Monografia: Aptidão Física de adolescentes da escoa estadual paraisense: o efeito da prática esportiva</title><content type='html'>&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  exercício físico e a aptidão física em adolescentes têm se tornado  objeto de estudo entre pesquisadores, com forte contribuição ao estudo  do crescimento e desenvolvimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  literatura tem dado um enfoque especial  ao crescimento que envolve componentes da aptidão física, aqui identificados  pelos componentes morfológicos e funcionais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Segundo  ARAUJO e OLIVEIRA (2008) o ser humano vem se tornando cada vez menos  dependente das suas capacidades físicas, uma vez que a modernidade  reduziu ou extinguiu as atividades laborais e cotidianas de predominância  física. Como consequência, os hábitos das pessoas tornaram-se menos  ativos. Se por um lado a tecnologia aumenta os bens de consumo, por  outro têm contribuído negativamente nos níveis aptidão física.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  aptidão física é descrita como a capacidade de executar atividades  físicas com energia e vigor sem excesso de fadiga e, também, como  a demonstração de qualidades e capacidades físicas que conduzam ao  menor risco de desenvolvimento de doenças e incapacidades funcionais.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  importância do conhecimento dessa variável reflete-se no fato de que  valores dos componentes morfológicos e funcionais da aptidão física  em níveis elevados indicam maior exposição a  riscos de várias doenças crônicas degenerativas, tais como: câncer,  hipertensão, coronariopatias, diabetes, osteoporose e obesidade. No  entanto, níveis aquém dos estimados tornam-se mais graves, quando  associados a comportamentos de alto risco como dietas hipercalóricas  e sedentarismo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  avaliação da aptidão física de escolares implica conhecer suas qualidades  físicas e classificar os resultados obtidos diante de testes realizados.  Considerando o curto espaço de tempo que marca esse período da vida,  as variações da aptidão física associadas  à maturação biológica são importantes, não dependem exclusivamente  da idade cronológica. A velocidade com a qual os caracteres sexuais  alcançam o estado adulto maduro (maturação biológica) faz a diferença  entre adolescentes que apresentam a mesma idade cronológica.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Com  o intuito de preservar a saúde e o bem-estar da população infanto-juvenil  e prevenir implicações do sedentarismo como fator de risco na gênese  de uma série de doenças oriundas desse estilo de vida, além de aumentar  a probabilidade de uma vida adulta salutar, vale destacar o posicionamento  de Marques e Gaya (1999), de que a prática regular de atividade física  é amplamente saudável aos mais jovens. Bergmann et al (2005) colocam  que o aprimoramento da aptidão física relacionada à saúde capacita  crianças e adolescentes a adotarem uma vida ativa, mesmo depois dos  anos escolares, possibilitando a manutenção de um status de aptidão  física desde o início até o fim da vida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;  Böhme vem falar que a aptidão física apresenta características individualizadas,  de acordo com as necessidades próprias de atividades físicas de cada  ser humano. Possui elementos qualitativos de acordo com o modo de vida,  apresenta variações entre os indivíduos e também varia durante as  diferentes fases da vida do próprio indivíduo, nas quais ele pode  ser mais ou menos ativo. A aptidão física, considerada como produto  resultante da atividade física (processo), deve ser desenvolvida durante  todas as fases da vida do ser humano, com o objetivo de proporcionar-lhe  um desempenho físico adequado nas suas atividades diárias. Tal fato  pode evitar a antecipação do cansaço físico e contribuir para um  bom estado de saúde.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Diante  da escassez de estudos locais de caráter abrangente e na perspectiva  de contribuir para a produção do conhecimento acerca dos níveis de  aptidão física dos escolares da cidade de São Sebastião do Paraíso,  este estudo propôs investigar a aptidão física de adolescentes escolares  e participantes das aulas de Educação Física  e praticantes de modalidades esportivas extra-turno. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Assim,  buscou-se investigar as diferenças entre grupos praticantes e não  praticantes de atividades esportivas extra-turno escolar, considerando  que na adolescência ocorrem várias mudanças: físico-fisiológicas,  psicológicas e comportamentais. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" name="0.1__Toc278586093"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;1. ATIVIDADE FÍSICA,  EXERCÍCIO FÍSICO E APTIDÃO FÍSICA&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Para  Caspersen (1985), Colantonio (1999) "atividade física, exercício  físico e aptidão física são palavras muito utilizadas com o mesmo  significado, porém apresentam conceitos diferentes. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Atividade  física tem como conceito "qualquer movimento do corpo produzido pelos  músculos esqueléticos que tem um gasto energético muito grande em  repouso". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;Exercício físico "é uma atividade física planejada, com estrutura e repetição tem por objetivo melhorar o desenvolvimento da aptidão física" (ARAUJO, 2008).&lt;br&gt; &lt;br&gt;     Colantonio (1999) exercício físico é qualquer atividade física que aumenta ou mantém a aptidão física geral e de saúde e bem estar. Pode ser realizada por várias razões, incluindo o fortalecimento dos músculos e do sistema cardiovascular, aprimorando as habilidades, perda de peso ou manutenção e por prazer. Quando frequente o exercício físico estimula o sistema imunológico e ajuda a prevenir a &amp;quot;doenças da abundância&amp;quot;, como doença cardíaca, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e obesidade. Ele também melhorar a saúde mental, ajuda a prevenir a depressão, ajuda para promover ou manter a auto-estima. A obesidade infantil é uma crescente preocupação e do exercício físico pode ajudar a diminuir os efeitos da obesidade na infância em países desenvolvidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;      O exercício físico é importante para a manutenção da aptidão física e pode contribuir positivamente para a manutenção de um peso saudável, construção e manutenção da densidade óssea saudável, força muscular e mobilidade articular, promover o bem-estar fisiológico, reduzindo os riscos cirúrgicos, e fortalecer o sistema imunológico. O exercício também reduz os níveis de cortisol, que é um hormônio do estresse que constrói gordura na região abdominal, tornando difícil a perda de peso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;      Aptidão física é composta de dois conceitos: aptidão geral: estado de&lt;font&gt;saúde e bem-estar; aptidão específica: tarefas baseadas em capacidades  de realizar os aspectos específicos do esporte ou ocupação.  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Aptidão  física de uma forma geral são as capacidades e um estado de rendimento  do ser humano, que estão associados com pequeno risco do desenvolvimento  prematuro de doenças, que conseguida através de exercícios físicos,  nutrição correta e um bom descanso. Com o aumento do tempo de lazer,  das mudanças advindas da revolução industrial esse conceito pode  ser insuficiente, pois a aptidão física é medida de o corpo funcionar  de forma eficiente e eficaz nas atividades de lazer, um trabalho menos  desgastante faz com gere uma resistência a doenças hipocinéticas  em casos de emergências.   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  aptidão física relacionada à saúde (AFRS) é de necessidade que  todos os sistemas do corpo humano estejam funcionando muito bem para  movimentar-se. Que a capacidade cardiorrespiratória, força muscular,  resistência muscular, flexibilidade e os níveis de gordura corporal  possam estar num mesmo nível e não causar complicações e adquirir  doenças hipocinéticas ou crônico-degenerativas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" size="2" face="Arial"&gt;&lt;b&gt;Tabela  1&lt;/b&gt;: Componentes da Aptidão Física&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" name="0.1_table02"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; &lt;div style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;center&gt; &lt;table width="639" border="2" cellspacing="0"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;&lt;td height="42"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Fisiológicas&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Ligados    á Saúde&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Habilidades&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Relacionadas&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;Esporte&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr valign="top"&gt;&lt;td height="149"&gt;&lt;font&gt;Metabólica &lt;/font&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;Morfológicos &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Bone_mineral_density&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhi3fLwzuxkshtowiSVolVBvQiQZpg" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Integridade    óssea&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Body_composition&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhixx_xOLm0J-7TLmQZ8WspVRqNp2Q" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;A composição corporal&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Cardiovascular_fitness&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhjdO1BdFygGJYu2oViBGYcn7Bj8QQ" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;A saúde    cardiovascular&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Flexibility_%28anatomy%29&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhg1BJxCguljp8PqowvfTMMFNuwovQ" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Flexibilidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Muscular_endurance&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhgsP-tOsr5NJHm0wZrt8gcsnR4GYQ" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Resistência    muscular&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Strength_training&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhjHqw9F__eFdZ8rHgjpllgK3gwJ9Q" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;A força    muscular&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Sport_agility&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhhv3OoOpS9g38nkMWIha2iuuthRBg" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Agilidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Sense_of_balance&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhgDQQYD9jZlq7CmmnH4YM_Gu15MmA" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Balanço&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Motor_coordination&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhgdWcVbMZyl3u0P5ppdAWPXTxOvxA" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Coordenação&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;Poder &lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Speed&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhh8kDDc0_j50r5CZP8zHBRXImNoeg" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Velocidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Reaction_time&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhiJe2qs6E29nRsWlYaTbGWz3z2pkQ" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;O tempo    de reação&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Team_sport&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhiHRVWnXIclaD1xMGjkhchyUliaHg" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Esporte &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;coletivo&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://translate.googleusercontent.com/translate_c?hl=pt-BR&amp;amp;langpair=en%7Cpt&amp;amp;u=http://en.wikipedia.org/wiki/Individual_sport&amp;amp;rurl=translate.google.com.br&amp;amp;usg=ALkJrhh255lcAb79hUks9oDYNp9QODZYjw" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Esporte    individual&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;font&gt;Vida &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/center&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Nessa  fase da vida a educação física escolar é parte importante no  desenvolvimento do individuo. A partir das aulas o aluno adquire força  e resistência muscular, a sua velocidade aumenta e com exercícios  de alongamento ele aumenta sua amplitude de movimento (flexibilidade)  e baixa o acumulo de gordura corporal.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Alguns  levantamentos internacionais sobre aptidão física de adolescentes  é preocupantes, os valores mostram que os níveis estão abaixo  do normal e que não estão adequados para uma boa saúde.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Em  relação ao nível socioeconômico (NSE) a aptidão física esta sendo  pouco documentada, principalmente no Brasil. Os escolares que moram  em cidades de altos índices de desenvolvimento socioeconômico em ambos  os sexos tem aptidão física boa do que em cidades de médio desenvolvimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Estudos  com adolescentes dinamarqueses não demonstrou diferenças entre o nível  socioeconômico e o nível de aptidão física, porém em moças norte-americanas  mostrou-se relação direta entre classes socioeconômicas menos favorecidas  e o baixo nível de aptidão física (VASQUES et al., 2007).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  aplicação de testes em escolares implica conhecer suas qualidades  físicas e classificar os resultados, nos critérios estabelecidos e  aceitos como referencias. As variações da aptidão física dependem  muito da maturação biológica e idade cronológica, a velocidade do  estado maduro tem diferença entre os adolescentes que tenham a mesma  idade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Para  preservar a saúde e o bem-estar dessa população, prevenir o sedentarismo  que é o maior fator de risco de uma série de doenças desse estilo  de vida. Para uma melhor qualidade de vida desses adolescentes os programas  de Educação Física deveriam propiciar a eles um envolvimento equilibrado  com os esportes e atividades individuais incluindo o envolvimento da  família &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586094"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;2.  CAPACIDADES FÍSICAS - CONCEITOS E APLICAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  que é e quais são as capacidades físicas?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;As  capacidades físicas motoras condicionais a aptidão física são: força  e resistência muscular, flexibilidade, e a composição corporal, também  pode ser considerada a capacidade cardiorrespiratória. Pode se dizer  que, as capacidades motoras condicionais – velocidade e força explosiva,  assim como as capacidades coordenativas, – equilíbrio, agilidade,  ritmo e outras, são considerados aspectos da aptidão física relacionados  com: a) a aptidão motora; b) com as destrezas, segundo c) com as habilidades  esportivas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586095"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;2.1. FLEXIBILIDADE&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Flexibilidade  é a capacidade e as características de um indivíduo executar movimentos  de grande amplitude, ou sob força externas, ou ainda que requeiram  a movimentar de muitas articulações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Como  Harre(1976) e Weineck (1999) a flexibilidade pode ser classificada em  flexibilidade geral e específica, ativa e passiva e ainda estática.  Para que haja uma boa flexibilidade é preciso ter um bom nível de  desempenho do individuo. A flexibilidade tem por requisito (componente)  elementar para uma boa execução de movimentos sob os aspectos qualitativos  e quantitativos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Ao  aumentar a flexibilidade, os exercícios poderão ser realizados com  maior amplitude de movimentos, maior força, mais rapidamente, maior  facilidade, fluência e eficácia. Na condução dos movimentos o profissional  deve exigir coordenação e técnica correta, dinamizar um espaço e  um tempo para haver capacidade de relaxamento e alongamento da musculatura.  A flexibilidade é uma parte importante na expressão estética da força  nos movimentos de parte do corpo ou do corpo todo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Dentro  da educação física e no esporte a flexibilidade é tratada como  mobilidade articular, extensão de movimentos nas articulações. Existem  três formas para ampliar a flexibilidade: a) a forma das epífises  articulares, especialmente suas superfícies cartilaginosas; b) a largura  da cápsula articular e a disposição dos tendões; c) o comprimento,  a capacidade de alongamento e o tônus dos músculos que passam sobre  a articulação. Pesquisas recentes mostram que a flexibilidade é determinada  pela capacidade dos músculos de inibir o sistema nervoso central, impedindo  a realização do movimento de uma articulação (BARBANTI, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  processo de aumentar a flexibilidade faz com que a pessoa alongue os  músculos ou tendões, mas o sistema muscular que fica livre para as  inibições. A flexibilidade é dada pelos receptores no sistema muscular  que recebe informações do sistema nervoso central onde acontece o  movimento. Os mais importantes são os fusos musculares (proprioceptores),  eles dão a direção a força e a velocidade no movimento muscular,  detectam o alongamento e a velocidade no comprimento dos músculos (BARBANTI,  2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Em  se tratando de tensões psíquicas dentro da flexibilidade, pode-se  dizer que, quando há excesso dessas tensões seu efeito é negativo  porque o individuo não consegue realizar o movimento de forma correta  isso depende do seu estado de humor, como: alegria, disposição, atenção  aguçada, etc. Num caso concreto a "vontade de vencer" faz com que  um corredor ganhe uma corrida mesmo estando longe dos que estão a sua  frente, de um modo é efeito do trabalho físico e rendimento da musculatura  auxiliada pela amplitude de oscilação nas articulações (BARBANTI,  2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  temperatura também influi na flexibilidade, nos dias mais frios a flexibilidade  é menor, nesse caso em temperatura quente e melhor de se trabalhar  a flexibilidade. Sendo que nas horas da manhã é mais desfavorável  (ZACIORSKY e GROSSER, 1972 apud BARBANTI, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Ainda  observa-se que aquecimento causa elevação da temperatura muscular,  a irrigação sanguínea localizada, condução de oxigênio para o  músculo melhora seu funcionamento. E ainda o músculo torna-se mais  elástico, alternância entre a contração e o relaxamento é mais  rápido, além disso, a aquecimento prepara o sistema nervoso para carga  que será aplicada, diminui e evita os perigos de lesões (fatos não  comparados cientificamente).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Pessoas  que só alongam antes de uma atividade e não aquecem, faz um aquecimento  parcial. Só que o alongamento não só resolve tudo. O certo  seria que parte ter um bom proveito na atividade é fazer os dois.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586096"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;2.2.      FORÇA MUSCULAR&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;De  acordo com Hernandez Jr (1998) "força  é uma capacidade psicomotora onde o sistema motor, através de suas  alavancas ósseas e respectivas musculaturas, contrapõe uma determinada  resistência. Sendo dada pela capacidade de recrutamento de placas motoras  necessárias ao esforço, pela amplitude e acesso aos sistemas energéticos  envolvidos, pelas características cinesiológicas das alavancas envolvidas  e pelo estado psicológico do executante".    &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Para  BARBANTI (2001) força é a capacidade de exercer tensão muscular contra  uma resistência, envolvendo fatores mecânicos e fisiológicos que  determinam a força em algum movimento particular.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Para  GUEDES (1994) força é a capacidade de exercer tensão muscular contra  uma resistência, superando, sustentando ou cedendo à mesma.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  quantidade de força gerada pelos os músculos se relaciona com a velocidade  do encurtamento muscular, o tamanho do músculo reagido por estímulos  é determinado pelo tempo a partir de quando o músculo recebe  o estímulo. Uma força máxima que o músculo consegue produzir vem  da velocidade do encurtamento e do alongamento do músculo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  relação é verdadeira, mas somente para o músculo na sua ativação  máxima nas ações musculares das atividades diárias. A produção  da força vem da ação voluntaria dos músculos devidos da ativação  neuromuscular, o seu treinamento envolve a resistência que capacita  á geração de força.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;No  corpo humano se avalia a força produzida por um determinado músculo,  a força muscular é realizada com a mensuração do torque gerado por  um grupo muscular inteiro em uma articulação.         &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Na  adolescência, os músculos passam por um processo de crescimento, assim  eles se tornam mais fortes em poucos anos. As diferenças nos padrões  hormonais na adolescência podem contribuir para as diferenças sexuais  no crescimento muscular. Essas diferenças são constatadas nos padrões  do exercício ou atividade podem estar relacionados, por exemplo, os  meninos têm muito mais força no braço, e em ambos a força é igual  nas pernas (TANNER, HUGHES e WHITEHOUSE, 1981 apud BEE, 1996).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;No  esporte força se refere ao movimento, é dividida em força interna  que é produzida pelos músculos, ligamentos e tendões. Força  externa ela age diretamente no corpo humano pela gravidade, atrito,  resistência do ar, oposição exercida por adversário, ou peso quando  o levantamos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Segundo  Meusel (1969) e Barbanti (2001) de modo geral a força tem por característica  humana com a qual se move uma massa (seu próprio corpo, ou programo  esportivo) sua habilidade em dominar ou reagir a uma resistência pela  ação muscular. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" name="0.1__Toc278586097"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.3. RESISTÊNCIA MUSCULAR &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;  A resistência muscular é a capacidade de um músculo ou grupo  de músculos para sustentar contrações repetidas contra uma resistência  por um período prolongado de tempo, sem perder a efetividade do movimento.  A sua qualidade é determinada pelo sistema cardiorrespiratório, metabolismo,  sistema nervoso, sistema orgânico, coordenação dos movimentos e componentes  psíquicas (GROSSER, 1972 e BARBANTI, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  resistência muscular não só é importante para o esporte,  mas também no dia a dia. Quando a resistência é baixa, o cansaço  ao realizar um exercício mais longo aumenta e o individuo não consegue  chegar até o seu final. Para ter uma resistência maior é necessário  o treinamento.   &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" name="0.1__Toc278586098"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.4.      VELOCIDADE&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  velocidade é um dos principais requisitos motores, o qual permite  tanto a movimentação quanto a assimilação de outras capacidades  do condicionamento, duração e força – e também da coordenação&lt;b&gt; &lt;/b&gt; (WEINECK, 1999 et al).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Velocidade  é a capacidade de – em razão da mobilidade do sistema neuromuscular  e do potencial da musculatura para o desenvolvimento da força–condicionamento  (FREY, 1993, WEINNEK, 1999).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Velocidade,  no entanto, capacidade de se movimentar (correr) velozmente ou realizar  outras capacidades motoras (andar, sentar, saltar, etc.), com participação  constante do SNC (sistema nervoso central). É necessária uma boa aptidão  física na realização de atividades num menor tempo e com maior intensidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  velocidade requer capacidade psíquica, cognitiva, coordenativa e condicionamento,  fatores genéticos, do aprendizado, do desenvolvimento sensorial e neural,  tendões, músculos e mobilização energética (características secundárias  da velocidade motora). A velocidade depende de desempenho fica cada  vez menor (aceleração).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Através  das alavancas do tronco e das articulações, fibras musculares e velocidade  da contração dos músculos, a velocidade não exerce muita influência,  pois cada ser humano tem seu ritmo próprio no desempenho de uma atividade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  excitação participa no processo para uma velocidade maior, os processos  nervosos elevam uma freqüência máxima regulada pelo sistema neuromuscular  (HARRE, 1975 e BARBANTI, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Ao  realizar um movimento a coordenação é muito importante, quanto mais  coordenado for mais rápido será executado e gastará menos energia  devido à elasticidade além do esperado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  velocidade é dependente da contração muscular, e os tipos de  fibra que agem na atividade. Como as fibras Lentas (vermelhas) são  inferiores, as fibras rápidas (brancas) por ter uma quantidade maior  de fosfato creatina (CP) e a atividade das enzimas fosfóricas maior. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" name="0.1__Toc278586099"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;3. ADOLESCÊNCIA&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586100"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.1. CARACTERÍSTICAS  GERAIS&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  adolescência (puberdade) é marcada por um período de transição,  perda da infância para passagem à fase adulta. É nessa fase que acontece  várias mudanças não só física como também psíquica e emocional.  A mudança entre meninos e meninas tem características semelhantes,  porém cada um a seu modo e tempo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Nos  meninos o crescimento dos ossos e músculos é bem mais perceptível  do que na infância, nas meninas tem diferença na força muscular nos  primeiros anos da adolescência. Os meninos possuem os níveis mais  elevados de testosterona e as meninas progridem no desenvolvimento púbere.  As diferenças aparecem no final da adolescência.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;As  meninas começam a puberdade mais cedo que os meninos devido ao estimulo  do estrógeno que acelera o crescimento esquelético. O crescimento  muscular vem antes do crescimento da estatura, enquanto a flexibilidade  e a velocidade ocorrem antes. Parte da flexibilidade durante a puberdade  e mantida na idade adulta, o mesmo ocorre com a força, pois depende  de outros fatores incluindo a atividade física e aptidão.  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;  Estudos recentes sugerem que a puberdade esta começando mais cedo nas  crianças de hoje do que no passado, principalmente nos Estados Unidos,  pelo fato das meninas terem o aumento das mamas e o desenvolvimento  de pêlos pubianos aparecerem um ano antes em meninas brancas e dois  anos antes em meninas afro-americanas (GALLAHUE e OZMUN, 2003).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  adolescência em relação á FC (frequência cardíaca) mostra que  os batimentos cardíaco dos meninos é mais lento (cerca de 3 a 5 bpm)  que nas meninas. Ao final da adolescência a freqüência cardíaca  de repouso dos meninos de 57 a 60 batimentos por minuto, e a das meninas  62 a 63 batimentos por minuto (MALINA e BOUCHARD, 1991, GALLAHUE e OZMUN,  2003). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Avaliando  a maturidade identifica-se que esse é um ponto que mostra como  o indivíduo progride em direção a maturidade física. Várias avaliações  como: esquelética, circumpúbere e dentárias medem o progresso das  partes do corpo em direção a maturidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Araújo  e Oliveira (2008) apresentaram argumentos convincentes para incluir  a avaliação padronizada de maturidade no exame físico de pré-participação  a que todos os jovens deveriam submeter-se antes de praticar esportes.  Eles afirmam que avaliações de maturidade podem ser empregadas na  preparação de adolescentes para esportes de contato e na determinação  de período em que os jovens passam por surto de crescimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Adolescência  inicial não é muito diferente dos primeiros anos da infância.  As crianças de dois anos têm como característica principal o negativismo  e impulso pela independência. Ambos lutam para aprender uma quantidade  de novas habilidades, os adolescentes demonstram essas habilidades de  forma abstrata. Ainda pode-se notar que há aumento no índice de depressão  e queda na auto-estima, por causa das novas exigências e mudanças.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Comparando  crianças de dois anos e adolescentes vemos que eles usam os familiares  para se sentirem seguros e explorar o mundo. Mas os pais precisam encontrar  um equilíbrio entre proporcionar a segurança necessária em forma  de regras e limites, e ao mesmo tempo permitir a independência.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Pode-se  estabelecer um paralelo entre adolescentes e crianças no seguinte aspecto:  ambos enfrentam a tarefa de estabelecer uma identidade separada. Crianças  precisam se separar do relacionamento simbiótico com a mãe ou responsáveis.  A maturação física permite explorar novos níveis de independência.  Já os adolescentes precisam separar da família, da sua identidade  de criança e começar estabelecer sua identidade de adulto. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;3.2. TRANSIÇÃO DA  INFÂNCIA PARA A ADOLESCÊNCIA: CARACTERÍSTICAS,  DESENVOLVIMENTO, DIFERENCIAÇÃO E  APTIDÃO FÍSICA&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Com  a chegada na adolescência, em consequência do desenvolvimento cognitivo  e do pensamento característico das operações formais, existem novas  possibilidades oferecidas pela capacidade de abstração. As autodescrições  concretas, centradas em aspectos comportamentais e externos, características  das crianças, são substituídas, na adolescência, por auto-descrições  mais abstratas e centradas em aspectos internos e psicológicos dos  comportamentos (Harter, 1983, 1993, 1999).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Ora,  se esta passagem do concreto e observável para o abstrato, não observável  e hipotético é considerada um avanço em termos cognitivos, também  pode representar, tal como todos os aspectos do desenvolvimento do indivíduo,  pois o mais desenvolvido traz consigo o não observável, o abstrato,  logo, as auto-descrições estão mais sujeitas, na adolescência, a  distorções cognitivas, o que pode implicar que o auto-conceito do  adolescente se possa tornar mais irrealista e, até, conduzir a comportamentos  desajustados (Harter,1993).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Nesse  caso temos adolescentes que devido própria avaliação das suas reais  competências, aceitam tarefas demasiado exigentes, para as quais não  têm competências ou preparação, conduzindo ao fracasso, ou, pelo  contrário, evitam o desafio porque este pode pôr em causa uma capacidade  irrealista e frágil dos níveis de aptidão física.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  desenvolvimento da aptidão física está relacionado com uma série  de fatores dos contextos de vida do adolescente: (1) o &lt;i&gt;feedback &lt;/i&gt; dos outros significativos acerca da competência pessoal, como por exemplo,  a opinião dos pares, a que os adolescentes são particularmente sensíveis,  e a dos pais; (2) a comparação com os outros; e (3) a pressão do  contexto escolar ou do desportivo, que se tornam progressivamente mais  exigentes, normativos e competitivos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;É  possível dizer que o contexto escolar e o desportivo reforçam progressivamente  o recurso à comparação social, ao &lt;i&gt;feedback &lt;/i&gt; normativo e avaliativo, centrado na realização, tornando-se estes  contextos cada vez mais formais e estruturados (Fontaine &amp;amp; Faria,  1989; Stipek, 1984). Por sua vez, o adolescente ao incorporar nas descrições  de si próprio a opinião dos outros, pode distorcer essas opiniões,  sobretudo quando entram em conflito e interfere na aptidão física  (Harter, 1993).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  par do desenvolvimento da aptidão física, da infância até adolescência,  também ocorre a sua diferenciação, pois à medida que os sujeitos  crescem, abandonam as categorias indiferenciadas e gerais que utilizam  para se descrever e avaliar, progressivamente, categorias diferenciadas  e específicas, centradas em múltiplos domínios da sua existência,  que compreende a aparência física e a competência ou habilidade físico-desportiva  (Marsh, 1989).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Deste  modo, a diferenciação da aptidão física, característica da adolescência,  exige integração, organização e estruturação, para que o adolescente  possa construir um alto nível da aptidão física consistente ao longo  das várias situações de vida e no desempenho dos diferentes papéis  sociais, que por vezes o levam a questionar-se acerca de qual será  o seu verdadeiro potencial (Harter, 1993), o adolescente necessita de  fazer a respectiva integração num todo coerente e organizado, internamente  consistente, que podemos definir e designar como a tarefa de construção  de uma teoria pessoal acerca do desempenho físico (Epstein, 1973).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Pelas  hipóteses acerca de si próprias, na procura do "verdadeiro eu",  pela capacidade de se observar e auto-avaliar, bem como pela tomada  de perspectiva social, que torna possível perceber a posição dos  outros acerca de si mesmo (Kolligian, 1990): ou seja, o adolescente  é levado a considerar as suas experiências como únicas e diferentes,  na procura da separação e das fronteiras entre o desempenho&lt;i&gt; &lt;/i&gt; e os outros, preocupando-se consigo e com as suas vivências, encontrando  assim os aspectos de si próprio susceptíveis de evolução e desenvolvimento  (Harter, 1993).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;b&gt;3.3. CONTRIBUTOS DA  ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DA APTIDÃO FÍSICA&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  prática regular de atividade física contribui para a melhorar da aptidão  física em várias dimensões, muito particularmente na dimensão física,  conduzindo a uma melhoria da imagem corporal e da auto-estima física,  bem como a um maior ajustamento e adaptação aos contextos de vida  (Falsom-Meek, 1991; Marsh, 1993; Melnick &amp;amp; Moorkerjee, 1991; Mota  &amp;amp; Cruz, 1998).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  caráter imediato da prática de atividade física, a aceitação social  e a mistura de desafio, relaxamento, cooperação e construção que  a mesma envolve, contribuem para a melhoria do bem-estar físico e psicológico,  aumentando a possibilidade de experimentar sucessos e de aprender a  lidar com os fracassos, aprofundando o conhecimento acerca de si mesmo,  das suas potencialidades e dos seus limites (Faria &amp;amp; Silva, 2000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Assim,  a melhoria da aptidão física, proporcionada pela prática de atividade  física, pode contribuir para a mudança pessoal em dimensões físicas  e sociais, bem como na auto-estima global, para além de promover explicações  mais adaptativas para os fracassos (a fatores externos) e para os sucessos  (a fatores internos) nos domínios físicos (Marsh &amp;amp; Jackson, 1986),  facilitando a concretização de objetivos e a persistência nestes  domínios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Várias  investigações, que relacionam a prática de exercício físico com  os níveis de aptidão física, demonstram que os praticantes habituais  evidenciam níveis mais elevados de auto-conceito físico, quando comparados  com os praticantes iniciantes e os não praticantes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Neste  sentido, um estudo conduzido, com o objetivo de comparar os níveis  de aptidão física, nas dimensões de competência desportiva, aparência  física e auto-imagem corporal, das jovens, com idade de 10 aos 17 anos,  em função do tempo de prática (nula, média e intensa) de exercício  físico, mais especificamente de ginástica desporto coletivo ou individual,  evidenciou percepções de competência desportiva, aparência física  e auto-imagem corporal mais elevadas nas praticantes intensivas (há  mais de 4 anos) do que nas iniciantes e não praticantes. Ou seja, o  aumento de tempo na prática de exercício físico parece &lt;i&gt;365&lt;/i&gt;  proporcionar melhoria da aptidão física percebida e um conhecimento  mais aprofundado das respectivas capacidades e limites, e padrões de  vida mais saudavam e maior satisfação com a imagem do seu corpo, cuja  análise se torna mais flexível e adequada (Faria &amp;amp; Silva, 2000;  Silva, 1998).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Por  sua vez, outros estudos, longitudinais, com uma amostra de 60 mulheres  jovens, praticantes iniciantes (até ano e meio) de ginástica de academia,  das quais 30 foram avaliadas pela segunda vez, após um período de  tempo de 5 meses, durante o qual praticaram ginástica de forma regular  (três vezes por semana, durante 50 minutos), evidenciou evoluções  positivas em todas as dimensões do auto-conceito, nomeadamente na dimensão  física (Faria &amp;amp; Silva, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Deste  modo, quer os nossos resultados, quer os de outros estudos em contextos  culturais diferentes, permitem afirmar que a prática regular de exercício  físico contribui para o desenvolvimento da aptidão física, abrindo  perspectivas frutuosas de intervenção neste domínio (Faria &amp;amp;  Silva, 2000, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586101"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.4. HABILIDADES  MOTORAS ESPECIALIZADAS&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;As  crianças alcançam um estágio maduro através de um padrão motor  fundamental, acontecem poucas alterações na "forma" daquela habilidade  motora na fase motora especializada. No entanto, o desempenho melhora,  baseando nas crescentes das habilidades físicas, pode ser observadas  ano a ano. Quanto mais o adolescente melhora a força, resistência,  tempo de reação, velocidade de movimento, coordenação assim por  diante, esperamos observar os níveis de desempenho cada vez melhores.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;É  natural concluir que há ligação entre o movimento habilidoso e os  níveis de atividade física. Foi documentado que há um declínio na  atividade vigorosa entre meninos e meninas a partir de 12 anos. Uma  parte desse declínio é divida a falta de programas de educação física,  de qualidade. Relatórios indicam que somente19% dos iniciantes do Ensino  Médio estão fisicamente ativos por 20 minutos ou mais, cinco dias  por semana, nas aulas de educação física.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586102"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.5. FORÇA  E RESISTÊNCIA MUSCULAR NA ADOLESCÊNCIA&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Muitos  estudos de campo mostram que meninos e meninas de 6 a 9 anos de idade,  indicam que os níveis do desempenho no teste de força abdominal são  similares. Já a partir dos 10 anos em diante os meninos melhoram  seu ritmo do que as meninas, sendo muito mais rápido, esse se mantêm  até os 16 anos. Até os 18 anos a tendência e se estabilizar e regredir  ligeiramente. Contudo para meninas e meninos os picos de força ocorrem  com maior freqüência anos após as velocidades de pico de altura e  de peso, embora haja variações individuais entre as meninas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Medidas  de força e de resistência da parte superior do tronco aumentam em  ritmo quase linear para meninos aproximadamente aos 12 anos (idade que  inicia a puberdade masculina) até os 18 anos. Essas medidas no corpo  das meninas são diferentes, com sãs bastante fracas nessa área (parte  superior do tronco) na infância e adolescência.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Se  tratando de resistência/força abdominais adolescentes mais velhas  tendem a ter um nível levemente superior ao nível das adolescentes  mais jovens. A força aumenta seguindo uma curva de crescimento, geralmente  se encontra dimensões corporais externas, incluindo a altura. Nos meninos  há um surto evidente de força acontece de três meses a um ano da  velocidade do pico da altura.  &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586103"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.6. FLEXIBILIDADE  NA ADOLESCÊNCIA&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  teste de sentar-e-alcançar tornaram-se mensuração de teste padrão  de flexibilidade de articulações. Dados do NCYFS indicam que em média  as meninas obtêm melhoras lineares nos níveis dessa medida dos 10  aos 16 anos, seguido de um leve declínio. Elas em todas as idades superam  o desempenho dos meninos em flexibilidade. Essas diferenças podem variar  de acordo com as variações socioculturais, padrões de atividades  que favorecem a flexibilidade de articulações em meninas.  Em  estudo com milhares de crianças de 6 a 9 anos, (Ross e Pate 1987, Gallahue  e Ozmun, 2003) através do teste de sentar e alcançar, chegaram a resultados  que favoreceram as meninas. Elas tenderam a ser mais flexíveis do que  os meninos em todas as idades testadas. Em seus resultados observou-se  pouca melhora das meninas com a idade, porém, nenhuma regrediu. Contudo,  os meninos foram, na média, menos flexíveis na idade de 9 anos do  eram na idade de 6 anos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;As  informações no que se refere a relação entre idade e flexibilidade  são divergentes durante os anos de crescimento. Isso acontece porque  os estudos, muitas vezes, concentram-se em articulações específicas  ou em populações específicas envolvidas em várias disciplinas do  esporte.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  flexibilidade é específica das articulações e pode ser melhorada  com a prática. Gallahue e Ozmun (2003) indicaram, contudo, que a flexibilidade  dinâmica nos ombros, joelhos e articulações da coxa diminui com a  idade, em crianças, conforme ficou evidenciado na pesquisa com meninas  de 6, 9 e 12 anos de idade. Essa pesquisa revelou que a flexibilidade  estática aumentava com a idade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;Clarke  (1975), Gallahue e Ozmun (2003) reavaliaram a pesquisa sobre a flexibilidade  e concluiu que ela começa a declinar em meninos por volta dos 10 anos  e, em meninas, por volta dos 12 anos. Confirmando estes resultados no  estudo Leighton (1956), Gallahue e Ozmun (2003) os meninos não demonstraram  nenhum padrão consistente de aumento ou de manutenção de flexibilidade  com a idade e sim uma tendência definida em diminuir a flexibilidade  com a idade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586104"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.7. VELOCIDADE  NA ADOLESCÊNCIA&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;A  velocidade na adolescência tende estudar as diferentes distancias e  conversões do tempo de corrida rápida (tiros) de 30 a 60 jardas (27,4m  - 54, 8m). Lunardi (2007) relata que estudos utilizam um ponto de partida  estacionário, os resultados das comparações levaram a conclusão:  existe melhora sistemática na velocidade de crianças no período médio  e no final dos anos da infância. A melhora da velocidade de corrida  para os meninos continua na adolescência. Para as meninas a velocidade  aumenta idade de 15 anos, quando parece estabilizar-se. As razões para  essa estabilização das meninas adolescentes são explicadas pela maturação  precoce e os níveis inferiores de motivação pessoal que amadurecem  mais tarde. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;a name="0.1__Toc278586105"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font&gt;3.8. ADOLESCÊNCIA  E DESEMPENHO MOTOR&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  desempenho motor na infância e na adolescência esta associado ao crescimento  e a maturação. Esses fatores podem influenciar na formação esportiva.  Em algumas situações da pratica esportiva, encontra-se vários jovens  nos diferentes estágios maturacionais, num mesmo grupo de treinamento  ou categoria competitiva que pode ajudar os mais adiantados, ou desmotiva  outros tardios.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;     &lt;/font&gt;&lt;font&gt;O  crescimento morfológico e a precocidade proporcionam vantagens importantes  para o esporte, mas as implicações da maturação para medir o desempenho  motor, a potência muscular e a agilidade têm como características  fundamentais no esporte que exigem uma maior aceleração e mudanças  rápidas na direção (RÉ et al, 2005).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;a href="https://docs.google.com/open?id=0B4KLXJglhSg9NjYyNTA2ODYtMzFiYy00NjBiLWJkZmItNWM5NjE3ZWU1M2Vm"&gt;&lt;font&gt;Leia o restante do arquivo aqui&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4952845468181760375?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4952845468181760375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4952845468181760375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/monografia-aptidao-fisica-de.html' title='Monografia: Aptidão Física de adolescentes da escoa estadual paraisense: o efeito da prática esportiva'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8023592708433872561</id><published>2012-02-03T21:03:00.001-03:00</published><updated>2012-02-03T21:03:50.828-03:00</updated><title type='text'>Entre em forma no verão com as lutas marciais</title><content type='html'>&lt;a name="article"&gt;&lt;/a&gt; 						&lt;div class="tabs"&gt;&lt;div style="display:block" class="mod-content mod-article tab-content" id="article"&gt;  	 	 	   		                     		 			 				      			   			    			     							&lt;div class="img-article fontsize p1 printing"&gt; 								&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2012/02/02/2207070-1052-rec.jpg" alt="Boxe beneficia os músculos dos braços, das pernas e do abdômen, além de melhorar o reflexo. Foto: Shutterstock/Terra" title="Boxe beneficia os músculos dos braços, das pernas e do abdômen, além de melhorar o reflexo. Foto: Shutterstock/Terra" width="619" height="464"&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing"&gt; 								 							&lt;/div&gt;  							&lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt; 								Para conquistar um corpo bem definido neste verão, além dos  exercícios físicos comuns das academias e daquela dieta balanceada (e  muitas vezes chata), a prática de lutas marciais tem sido uma grande  aliada dos homens e das mulheres que desejam entrar em forma durante a  estação mais quente do ano. Afinal, existem modalidades que podem mandar  para bem longe mais de mil calorias por aula. &lt;br&gt;&lt;br&gt;  E a perda de peso não é o único benefício das lutas, que se tornaram  febre em todo o país. Independentemente do tipo escolhido, elas aumentam  o condicionamento físico e cardiovascular, tonificam os músculos dos  braços, das pernas e do abdômen, melhoram a coordenação motora e ensinam  métodos de defesa pessoal. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &amp;quot;A luta marcial é um esporte muito completo, que trabalha com a força, a  resistência e a flexibilidade, promovendo um gasto calórico enorme e  atuando também como uma válvula de escape para o estresse. Quem pratica,  em vez de dar um soco no chefe, pode liberar a raiva esmurrando o  saco&amp;quot;, brinca Bruno Santos Feitosa, professor de Educação Física,  pós-graduado em Treinamento Desportivo pela Universidade Federal de São  Paulo (Unifesp) e personal trainner nas academias Forma Ativa e Reebook  Sports Club, ambas de São Paulo.  &lt;br&gt;&lt;br&gt; A boa notícia é que a maioria das artes marciais pode ser praticada por  pessoas de todas as idades. Desde crianças a vovôs e vovós, todos são  bem-vindos, desde que tenham o acompanhamento adequado, sigam as  orientações do profissional e respeitem os limites do próprio corpo. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &amp;quot;Como a luta é muito intensa, os iniciantes devem praticá-la de uma  forma gradativa para evitar dores musculares no dia seguinte. Além  disso, é fundamental a ingestão de líquido para garantir a hidratação&amp;quot;,  recomenda Eduardo Okuhara, professor do curso de Educação Física da  Universidade Metodista de São Paulo. &lt;br&gt;&lt;br&gt; Outra dica importante é não deixar de lado os cuidados na hora de  escolher os alimentos, que são a fonte de energia de quem pratica  qualquer tipo de exercício físico, pois de nada adianta um treinamento  eficaz se não houver uma alimentação saudável e completa por trás.&lt;br&gt;&lt;br&gt; E aí, gostou da ideia de entrar em forma com chutes, socos e agarrões?  Então saiba mais sobre as principais modalidades de lutas marciais  oferecidas e escolha a que mais faz o seu estilo. &lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Boxe&lt;/b&gt;&lt;br&gt; O treino não consiste apenas na luta em si, mas também na realização de  exercícios para o preparo físico, como flexões, abdominais e corrida,  que beneficiam os músculos dos braços, das pernas e do abdômen, além de  melhorarem o reflexo. Em cada aula, de aproximadamente uma hora, é  possível eliminar 800 calorias.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Muay Thai (boxe tailandês) &lt;/b&gt;&lt;br&gt; Com a prática do Muay Thai ,os iniciantes podem gastar cerca de mil  calorias em uma hora de luta. Assim como no boxe, a modalidade valoriza o  preparo físico, acelerando a circulação e fazendo com que o curso  sanguíneo seja mais rápido. As articulações têm um papel importante no  esporte. Por isso, punhos, cotovelos e canelas são muito trabalhados.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Jiu-jitsu &lt;/b&gt;&lt;br&gt; Luta de contato, que exige concentração, esforço físico intenso e  respostas rápidas do corpo. Cada aula é capaz de queimar mil calorias,  além de promover o aprendizado de técnicas de defesa pessoal.&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;MMA (vale-tudo)&lt;/b&gt;&lt;br&gt; Impulsionado pelo sucesso do UFC (Ultimate Fighting Championship), o MMA  tem feito a cabeça de quem quer emagrecer. Por ser uma mistura de todas  as artes marciais, o esporte é dinâmico e tem treinos bem intensos,  capazes de queimar mais de mil calorias.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8023592708433872561?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8023592708433872561'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8023592708433872561'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/entre-em-forma-no-verao-com-as-lutas.html' title='Entre em forma no verão com as lutas marciais'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-49077834494800813</id><published>2012-02-03T21:02:00.001-03:00</published><updated>2012-02-03T21:02:37.386-03:00</updated><title type='text'>Exercícios aeróbicos mantém a pessoa magra ao longo da vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i1.r7.com/data/files/2C95/948E/3435/9345/0134/3766/B1D1/51E0/Corrida-hg.jpg" alt="Corrida" title=" (Getty Images)"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;Ganhar peso ao longo da vida é um problema comum ao ser humano. Com a idade, o metabolismo desacelera e o acúmulo de gordura se dá de forma progressiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Porém, com alimentação equilibrada e a prática de exercícios constantes é possível manter o mesmo manequim de jovem. De acordo com um estudo americano, aqueles que têm dificuldade de engordar e se encontram com o peso dentro da normalidade, precisam de apenas uma hora por dia de exercícios.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No entanto, homens e mulheres que se exercitam menos de 420 minutos por semana, apresentam um ganho de peso maior se comparado aqueles que têm uma vida ativa e mantém uma rotina de exercícios diários.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ainda segundo o estudo, a partir de uma idade os exercícios passam a ter uma importância fundamental na vida do ser humano. Exercícios aeróbicos como corrida, natação e até mesmo uma caminha rápida ajudam a evitar o ganho de peso, pois eles têm o poder de acelerar o metabolismo mesmo quando o corpo está parado. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-49077834494800813?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/49077834494800813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/49077834494800813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/exercicios-aerobicos-mantem-pessoa.html' title='Exercícios aeróbicos mantém a pessoa magra ao longo da vida'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2735412922147973124</id><published>2012-02-02T17:01:00.001-03:00</published><updated>2012-02-02T17:01:41.137-03:00</updated><title type='text'>12 coisas que seu treinador gostaria que você soubesse</title><content type='html'>&lt;br&gt;No mundo ideal, certamente os treinadores gostariam que cada aluno já chegasse à academia sabendo algumas coisas básicas sobre atividade física.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pensando nisso, o iG Saúde conversou com especialistas que deram preciosas dicas para você entender melhor o papel da atividade física e assim potencializar seus resultados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;1. Treinar em jejum não ajuda a emagrecer. "É um erro clássico. Quando você fica horas sem comer, cai o nível de &amp;quot;combustível&amp;quot; (ele se chama glicogênio) necessário para manter o corpo funcionando. Se estiver em baixa, será extraído dos músculos, provocando perda de massa muscular e fraqueza", explica o professor de educação física Carlos Henrique Augusto, supervisor técnico da Run For Win Assessoria Esportiva, de São Paulo. Além disso, a fome em conjunto com a exaustão pode levar a tonturas e desmaios. Leia também: Energia para o exercício&lt;br&gt; &lt;br&gt;2. Milagres não acontecem: você não resolve em pouco tempo o que levou anos para acumular. "Se você esteve muito tempo parado, não adianta voltar querendo malhar todos os dias. Não dá para querer compensar o tempo perdido. É necessário descansar entre um treino e outro. Quem não respeita isso e está fora de forma, pode acabar se lesionando e parando por um tempo ainda maior", alerta o treinador e atleta Nelson Evêncio, presidente da Associação de Treinadores de Corrida de Rua de São Paulo (ATC-São Paulo).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.twitter.com/educacaofisicaa"&gt;Nos siga no twitter&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A busca pelo resultado rápido não é saudável. "É comum ver gente fazendo um esforço fenomenal para atingir determinado objetivo e não conseguir manter o que foi conquistado depois. A mudança deve ser gradual", orienta o personal trainer e fisiologista Givanildo Matias, diretor da rede Test Trainer, de São Paulo. Leia também: Overtraining: o excesso que faz mal à saúde&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. Correr de moletom para queimar mais calorias não adianta nada. Você não queima gordura, apenas perde líquido. O excesso de roupa só prejudica a malhação, já que traz desconforto em função da alta temperatura, tornando o treino menos eficiente. "Perder líquido em excesso durante o treino é submeter-se às consequências da desidratação e ainda não obter o resultado esperado", diz o treinador da Run for Win. &lt;br&gt; &lt;br&gt;4. Correr na esteira não é correr. "É praticamente saltar no lugar, com a esteira rodando sob os pés. Correr significa empurrar o peso do seu corpo para frente. E para isso os músculos da parte posterior da coxa e glúteos fazem um grande esforço", diz o personal trainer Carlos Klein, da equipe Movimente-se, de São Paulo. Segundo ele, na esteira isso não acontece, pois o equipamento faz o trabalho de empurrar o pé para trás, economizando energia para os músculos. "Se quer realmente correr, vá para a rua, o parque ou a praia", sugere. &lt;br&gt; &lt;br&gt;5. Aquecimento na esteira não prepara o corpo para o treino de musculação. De acordo com Klein, o ideal é fazer um alongamento dinâmico, com movimentos semelhantes aos da ioga, que aquecem, aumentam a flexibilidade e deixam o corpo preparado para pegar pesado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6. Treinos de musculação não deixam a mulher com corpo de fisiculturista. "Ouço muita garota dizer que não treina musculação porque não quer ficar forte igual a um homem. Isso não vai acontecer, a não ser que você queira. Os treinos de musculação podem ter vários objetivos e são montados levando em conta diversas variáveis como intensidade, quantidade de repetições, velocidade das repetições, número de séries, tempo de intervalo entre as séries e quantidade de exercícios para determinada musculatura", explica o treinador Carlos Henrique Augusto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7. Sim, o final de semana pode estragar tudo. Para o treinador Givanildo Matias, os sábados e domingos costumam ser os vilões dos bons resultados. "As pessoas acabam aumentando o consumo de calorias com pizza, churrasco, bebida, doces, massas, além de diminuir o gasto calórico". &lt;br&gt; &lt;br&gt;8. Não, abdominais não diminuem barriga. Esses exercícios, ainda que realizados com ajuda das "máquinas milagrosas", mobilizam, no momento do exercício, a musculatura do abdome e não a gordura localizada. "Se você espera ter uma barriga chapada, faça exercícios gerais de musculação (abdominais também) e não esqueça os aeróbios, como corrida e caminhada", diz o treinador Carlos Henrique Augusto. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.facebook.com/educacaofisicaa"&gt;Curta nossa FANPAGE&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;9. Para queimar gordura o treino precisa ter intensidade. "Pode caminhar o quanto quiser ou até correr longas distâncias, mas o método mais eficiente para queimar gordura é acelerar o ritmo e chegar perto da exaustão, em pequenos intervalos de muita intensidade", diz o personal da Movimente-se. &lt;br&gt; &lt;br&gt;10. Correr de tênis não necessariamente minimiza o impacto nas articulações. "O calçado de corrida pode muitas vezes provoca um tipo de pisada com o calcanhar que acaba gerando mais impacto no corpo. Muita gente tem experimentado a correr descalço ou com calçados minimalistas, do tipo Five Fingers, que levam a uma pisada frontal, menos impactante ao corpo", explica o personal Carlos Klein.&lt;br&gt; &lt;br&gt;11. Disciplina é fundamental para ter resultados. A atividade física deve estar inserida na agenda de quem realmente busca resposta aos exercícios. "Durante a semana vários obstáculos aparecem, mas você nunca deve perder o foco. Comprometa-se com o que pode cumprir e siga a risca", sugere o diretor da Test Trainer. &lt;br&gt; &lt;br&gt;12. É preciso mudar o estilo de vida e mexer na causa do problema. Quem realmente pretende ter uma vida saudável e um bom resultado estético não pode se limitar apenas ao momento da atividade física. "Algumas pessoas saem da academia e têm coragem de pegar um elevador para subir apenas um lance de escada ou tirar o carro da garagem para ir à esquina comprar pão. Mexa-se e cuide-se o dia todo", orienta Matias &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2735412922147973124?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2735412922147973124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2735412922147973124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/12-coisas-que-seu-treinador-gostaria.html' title='12 coisas que seu treinador gostaria que você soubesse'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-109616535708702114</id><published>2012-02-02T13:04:00.001-03:00</published><updated>2012-02-02T13:04:35.838-03:00</updated><title type='text'>Creatina no desempenho do atleta</title><content type='html'>A creatina é, originalmente, sintetizada no fígado e no pâncreas, por meio dos aminoácidos arginina, glicina e metionina. Ela também é encontrada em baixas proporções na carne vermelha (cerca de 5g de creatina para cada quilo de carne) e no peixe.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Segundo funcionários da Beverly Nutrition, a creatina é uma substância natural que nosso corpo produz para ter energia, sendo que a maioria das pessoas normalmente produz cerca de 2 g de creatina todos os dias, o que é suficiente para se ter um bom equilíbrio.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Os músculos são constituídos de aproximadamente 70% de água. A creatina ajuda a introduzir a água nas células musculares, dando-lhes volume. Os músculos ficam como que inchados e este processo ajuda na síntese de proteína. A creatina é encontrada principalmente na musculatura esquelética, mas também em outros tecidos como o músculo cardíaco, o cérebro, a retina e ainda os espermatozóides.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="No desempenho do atleta"&gt;&lt;b&gt;No Desempenho do atleta&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; A Dra. Suzan M. Kleiner, especialista em nutrição do esporte, esclarece em seu livro Power Eating qual é a fonte de abastecimento dos músculos. Ela explica que, para trabalhar bem os músculos, um atleta precisa dar a eles o tipo certo daquilo que ela chama de &amp;#39;combustível muscular&amp;#39;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Fazendo uma viagem para dentro do corpo a fim de investigar o mecanismo muscular, a Dra. Suzan Kleiner relata que as células musculares, como todas as demais células, atuam em um composto de alta energia chamado trifosfato de adenosina, que é o ATP. Uma das moléculas de energia, o ATP faz com que os músculos se contraiam, transporta os impulsos nervosos e cria outros processos de energia celular. É importante estar familiarizado com esse mecanismo, para se ter uma idéia e poder utilizar melhor os suplementos de creatina, caso sejam introduzidos na dieta do atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A Dra. Suzan Kleiner continua explicando que as células musculares fazem ATP combinando o oxigênio com nutrientes do alimento, principalmente os carboidratos. A gordura, relata a médica, é também usada para alimentar os músculos, mas a gordura pode ser quebrada somente quando o oxigênio estiver presente. As células musculares realmente preferem queimar carboidrato, gordura armazenada, e usar a proteína para crescimento e reparação.&lt;br&gt; &lt;br&gt; As células do corpo geram ATP por meio de qualquer um dos três sistemas de energia: o sistema fosfágeno, o sistema glicolítico e o sistema oxidativo, ela diz, e nós vamos examinar aqui o primeiro, que se relaciona com o uso de suplementos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O sistema fosfágeno reconstrói o ATP, fornece um composto, o fosfato de creatina (CP - do original, creatine phosphate). Uma vez usado o ATP, explica a médica, ele deve ser reabastecido a partir de alimento e oxigênio adicionais. Durante a fase de curtas e intensas queimas de exercício como treinamento de peso, por exemplo, o oxigênio disponível é esgotado pelos músculos que estão atuando. Nesse ponto, o CP volta para fornecer energia para alguns segundos de trabalho. O CP pode ajudar a criar o ATP, quando este é esgotado.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A Dra. Suzan lembra que qualquer exercício intenso com duração de 3 a 15 segundos consegue rapidamente esgotar o ATP e o CP em um músculo e, dessa forma, eles devem ser repostos. Reabastecer o ATP e o CP é tarefa de outros sistemas de energia no corpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O sistema glicolítico torna a glicose disponível aos músculos, ou pela quebra de carboidratos dietéticos na digestão, ou pela quebra de glicogênio do músculo e do fígado, o carboidrato em forma armazenada. No processo de glicólise, o glicogênio é desmembrado em glicose nos músculos e, por meio de várias reações químicas, é finalmente convertido em mais ATP.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Então, conforme a descrição da médica, a reserva de glicogênio nos músculos pode suprir energia suficiente para uns três minutos de exercício de curta combustão. Existindo oxigênio disponível para a célula muscular, o ATP será fabricado a partir da glicose. Se houver pouco ou nenhum oxigênio, os músculos vão fabricar, partindo da glicose, o ácido lático. A Dra. Suzan relata que o ácido lático em um músculo em ação cria uma sensação de queima e provoca o cansaço e a falta de contração do músculo. Ácido lático deixa o músculo quando o oxigênio está disponível para abastecer CP e ATP. Um breve repouso dá tempo ao corpo para fornecer oxigênio aos músculos e o atleta pode prosseguir então com o exercício.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O que os atletas procuram é aumentar suas fontes de energia e aumentar as dimensões e a atuação dos músculos e, por isso, além de sua dieta regular, lançam mão de suplementos alimentares com uma oferta extra de creatina.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="Efeitos Colaterais"&gt;&lt;b&gt;Efeitos Colaterais&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Alguns efeitos colaterais são atribuídos à creatina, entre eles: náusea, diarréia, desconforto estomacal e tontura. Os efeitos causados pelo uso prolongado da creatina ainda são desconhecidos, mas toda literatura a respeito, inclusive dos fabricantes de suplementos alimentares, deixa claro que o excesso de creatina poderá exigir um trabalho aumentado dos rins e do fígado, devendo o atleta estar sempre acompanhado de profissionais de saúde e nutrição para monitorar suas funções do organismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;a name="Precauções"&gt;&lt;b&gt;Precauções&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A creatina tem a capacidade de drenar uma quantidade considerável de água para dentro da célula, podendo então facilmente sobrecarregar o fígado e os rins. O atleta, portanto, deve monitorar constantemente sua hidratação e buscar cuidados médicos se sentir dor nos rins ou perturbações do fígado.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O uso da creatina como suplemento não deve ser feito indiscriminadamente e, segundo a Dra. Suzan Kleiner, não substitui completamente as refeições feitas com alimento natural.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Primeiro porque seus efeitos positivos não se apresentam iguais em todos os tipos de pessoa e em todas as modalidades esportivas. Segundo porque nem todas as propriedades da creatina artificial foram medidas de forma conclusiva, o que significa que seus efeitos colaterais não são de todo conhecidos - um deles, por exemplo, a sobrecarga do fígado e dos rins em doses contínuas e muito altas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para se chegar aos benefícios de um suplemento alimentar, Dr. Marcus Bernhoeft, médico de esportes, diz que é conveniente se observar alguns objetivos, tais como:&lt;br&gt; &lt;br&gt; - a dosagem utilizada (doses altas e baixas);&lt;br&gt; - tempo de utilização (suplementação por período curto e longo);&lt;br&gt; - momento de sua utilização (suplementação durante o treinamento e competição);&lt;br&gt; - modalidade de esporte (tipo de esforço físico intermitente e cíclico); e&lt;br&gt; - tipo do atleta. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-109616535708702114?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/109616535708702114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/109616535708702114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/creatina-no-desempenho-do-atleta.html' title='Creatina no desempenho do atleta'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-3440136495588701702</id><published>2012-02-02T10:57:00.001-03:00</published><updated>2012-02-02T10:57:32.255-03:00</updated><title type='text'>Circuitos para pensar sobre o corpo em movimento</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div class="abracaPagina"&gt;&lt;div class="caixa-sem-fio"&gt;&lt;div class="img-sem-caixa"&gt;&lt;img alt="Andar  pulando corda. Foto: Marina Piedade" src="http://revistaescola.abril.com.br/img/ed-fisica/corpo-movimento-andar-pulando-corda.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="legenda-sem-caixa"&gt;ANDAR  PULANDO CORDA Peça que digam como obter o equilíbrio durante a  caminhada: dar passos curtos e manter os braços abertos ajuda? A partir  dessa etapa, a respiração fica ofegante? O coração bate mais rápido?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Seja  lá qual for o conteúdo escolhido para trabalhar com as crianças durante  as aulas de Educação Física - lutas, danças, jogos ou brincadeiras -,  um objetivo sempre precisa ser levado em consideração no planejamento (e  na hora da prática, é claro): a reflexão sobre o corpo e os movimentos e  como eles se relacionam. &amp;quot;Levar os alunos a pensar sobre essas questões  é ideal porque a disciplina não é só feita de ações. Achar que as aulas  são momentos para a garotada pular, correr e saltar é pouco&amp;quot;, explica  Larissa Beraldo Kawashima, professora do Instituto Federal de Educação,  Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus São Vicente, e autora  da tese &lt;em&gt;Conteúdos de Educação Física para o Ensino Fundamental da Rede Municipal de Cuiabá&lt;/em&gt;, que apresenta a sistematização da disciplina. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Você  precisa levar cada estudante, logo no início da escolaridade, a se  observar e se analisar. Assim todos vão dar os primeiros passos para  adquirir saberes que serão explorados até o término do Ensino Médio: o  conhecimento de si mesmo, as possibilidades de movimento, as limitações  do corpo e os conceitos fisiológicos. É dessa forma também que a turma  vai aprendendo que a Educação Física é mais que movimento e adquire, com  o passar do tempo, autonomia na prática da atividade física e na  manutenção de uma vida saudável, conceito importantíssimo e cada vez  mais em voga. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Atividades que colocam os movimentos em evidência, como os circuitos, são uma boa pedida de acordo com os especialistas &lt;em&gt;(veja uma sugestão nas ilustrações desta reportagem)&lt;/em&gt;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;No  CE Sesi 265, em Santo André, na Grande São Paulo, a professora Deborah  de Oliveira Campos Figueiredo propõe diversos deles para a garotada de  2º ano. &amp;quot;Também incentivo o grupo a sugerir algumas etapas e dar ideias  para tornar mais desafiadoras outras que mesma apresento&amp;quot;, explica. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Importante:  é claro que para desenvolver as competências de observação e análise  não é necessário decretar o fim das atividades lúdicas. Elas são  importantes desde que bem conduzidas. Além disso, muitas crianças  esperam ansiosas o momento da Educação Física para brincar. No entanto, a  missão do educador é ir além. &amp;quot;Aulas com brincadeiras soltas, sem  objetivos claros, contribuem para os alunos encararem a disciplina só  como um momento de prazer e formarem uma concepção distorcida dela. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois  da prática, convide a garotada a conversar sobre o que foi feito e como  o corpo reagiu à atividade. Nesse momento, seu papel como mediador do  papo é muito importante: elabore questões para conduzir as falas. Caso  contrário, certamente a discussão não vai render muito, já que os alunos  tendem a fazer comentários vagos, como &amp;quot;foi legal&amp;quot; e &amp;quot;eu me diverti&amp;quot;. &lt;br&gt;&lt;br&gt;De  acordo com Elisabete dos Santos Freire, professora da Faculdade de  Educação Física da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é interessante  pedir para que os estudantes prestem atenção nas batidas do coração  colocando a mão no peito (&amp;quot;elas estão aceleradas?&amp;quot;), no ritmo da  respiração (&amp;quot;vocês estão ofegantes?&amp;quot;) e na temperatura corporal (&amp;quot;estão  sentindo muito calor?&amp;quot;, &amp;quot;estão transpirando muito?&amp;quot; e &amp;quot;estão com  sede?&amp;quot;). Perceba que não são utilizados termos como batimento cardíaco,  circulação sanguínea, fadiga, estresse muscular e desidratação. Ainda é  cedo para nomear esses conceitos, embora esteja se tratando deles na  conversa. &amp;quot;Não se descobre como o corpo funciona só quando se está em  movimento. Falar sobre ele é muito importante&amp;quot;, explica André Trindade,  psicomotrista proprietário do espaço Núcleo do Movimento, em São Paulo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Quanto  à prática, conduza a criançada a falar sobre quais partes do corpo  foram requisitadas para realizar os desafios do circuito e peça que os  estudantes pensem em como aperfeiçoar os movimentos. Essas são questões  pertinentes: &amp;quot;Para caminhar rápido em cima do banco sueco, vocês usaram  só as pernas e os pés? Se o objetivo é se equilibrar melhor e evitar  quedas, o que poderiam ter feito? Abrir os braços funcionaria? Por quê? É  melhor olhar para a frente ou para baixo?&amp;quot;  &lt;br&gt;&lt;br&gt;Outro bom  encaminhmento para a conversa é sugerir que as crianças contem as  dificuldades que encontraram durante o circuito e estimular os colegas a  dar dicas de como vencer o percurso com mais facilidade. No entanto,  cuide para que esse momento não se transforme numa busca da perfeição  nem em um espaço para descrições vazias. Lembre-se de que as análises  têm como objetivo principal fazer os alunos pensarem sobre o organismo e  o como ele reage à prática. Dessa maneira, com o passar do tempo, eles  ampliam o repertório gestual e passam a se reconhecer, cada vez mais,  como autores conscientes dos próprios movimentos e responsáveis por sua  saúde. Não só durante as aulas de Educação Física mas também no dia a  dia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Quantas etapas são necessárias para compor um circuito?&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;No  mínimo três, para impor um ritmo ao trajeto, e no máximo cinco, para  evitar que a atividade se torne longa e entediante para a criançada.  Além da quantidade, organizar um bom circuito pressupõe pensar nos  desafios que ele impõe, na diversidade de movimentos envolvidos e na  sequência deles. Não é interessante que um exercício de rolamento seja  seguido por outro de corrida, por exemplo, por causa da sensação de  desequilíbrio. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;2.  Faz sentido parar a atividade e continuar na próxima aula?&lt;/strong&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Não,  nem que seja para fazer comentários, corrigir ou questionar os alunos a  respeito dos movimentos realizados. Interrupções somente são válidas  caso a turma esteja fazendo algo de errado a ponto de se machucar. Caso  seu objetivo seja fazer pausas frequentes para analisar movimentos, por  exemplo, o circuito não é a proposta ideal, já que uma das principais  características dele é a realização de todas as etapas em sequência, de  uma só vez. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;3. É possível organizar um circuito sem nenhum material? &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Sim.  O próprio corpo pode funcionar como obstáculo. Um estudante pode ficar  ajoelhado e com o tronco sobre as pernas, paralelo ao chão, para que os  colegas pulem por cima dele, por exemplo. Outro: em pé e com as pernas  abertas para os demais passarem por baixo. Se a opção for fazer o  circuito desse jeito, é importante revezar o papel das crianças para que  as que representarem obstáculos não se cansem nem se desinteressem pela  aula.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Nova Escola&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-3440136495588701702?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3440136495588701702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3440136495588701702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/circuitos-para-pensar-sobre-o-corpo-em.html' title='Circuitos para pensar sobre o corpo em movimento'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7979268273398639870</id><published>2012-02-01T12:55:00.001-03:00</published><updated>2012-02-01T12:55:15.169-03:00</updated><title type='text'>Cinco motivos pra experimentar a aula de GAP</title><content type='html'>&lt;p class="descricao"&gt;&lt;span&gt;A atividade é boa para emagrecer, modelar o corpo e ficar em forma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; São inúmeros os benefícios da aula de GAP, pois este exercício  trabalha Glúteos, Abdomen e Pernas, favorece na estética, como por  exemplo: o fim da flacidez e da celulite, pernas bonitas e torneadas,  abdomen de tanquinho, bumbum redondo e firme, sem contar que fortalece  os ossos, prevenindo a osteoporose, sendo muito indicado também para  mulheres em fase de menopausa,  porém os benefícios desta aula vão além  da estética e envolvem auto-confiança, auto-estima, melhora da  capacidade cárdio-respiratória, dentre outros.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Veja 5 motivos:&lt;br&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; A &lt;strong&gt;aula &lt;/strong&gt;trabalha&lt;strong&gt; glúteos, abdome e pernas&lt;/strong&gt;. Tudo o que a gente quer deixar &lt;strong&gt;durinho&lt;/strong&gt; e no lugar&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Com os &lt;strong&gt;exercícios&lt;/strong&gt; propostos é possível eliminar até 350&lt;strong&gt; calorias &lt;/strong&gt;em 40 minutos.&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;Os &lt;strong&gt;resultados &lt;/strong&gt;são rápidos: em um mês já dá para perceber &lt;strong&gt;mudanças no corpo&lt;/strong&gt;.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; As &lt;strong&gt;cargas &lt;/strong&gt;utilizadas podem ser adequadas ao nível e às necessidades de cada aluna.&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Favorece a &lt;strong&gt;performance&lt;/strong&gt; em outras &lt;strong&gt;atividades&lt;/strong&gt;, como &lt;strong&gt;corrida&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;natação&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7979268273398639870?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7979268273398639870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7979268273398639870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/cinco-motivos-pra-experimentar-aula-de.html' title='Cinco motivos pra experimentar a aula de GAP'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1057969911468621424</id><published>2012-02-01T11:46:00.001-03:00</published><updated>2012-02-01T11:46:59.859-03:00</updated><title type='text'>Exercícios de Hidroginástica: Exercícios e Rotinas para Tonificação, Condicionamento Físico e Saúde</title><content type='html'>&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Exercícios de Hidroginástica&lt;/b&gt;  motiva dezenas de milhares de pessoas no mundo inteiro a se envolverem  em exercícios aquáticos. O livro oferece instruções de movimentos fáceis  de entender e de realizar, juntamente com fotografias na água e fora  dela que tornam a sua execução bastante simples. Também oferece o que  você precisa para ter sucesso com exercícios aquáticos, como  participante ou instrutor. Você adquirirá informações complexas e  concisas para obter os melhores resultados para os seus objetivos e o  tipo de conhecimento que precisa para melhorar suas habilidades e  abordar preocupações especiais. &lt;br&gt;&lt;p align="justify"&gt;  Esta obra inclui diversos  estilos, equipamentos e movimentos que geraram um novo entusiasmo no  mundo dos exercícios aquáticos e dicas sobre as melhores maneiras de  usar sua energia para tornar-se funcionalmente forte, além de ganhar uma  aparência sadia e atraente. Muitos concordam que a melhor parte desta  edição é o corpo tonificado e enxuto que você pode conquistar com os  novos movimentos de estabilização central e melhora da postura para  esculpir seu abdome, torso, quadril e nádegas.          &lt;br&gt;&lt;br&gt; 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Manole 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;MARYBETH PAPAS BAUN 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;9788520429143 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2010 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;2 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;268 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Código de Barras: &lt;/strong&gt;9788520429143 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21842881/exercicios+de+hidroginastica:+exercicios+e+rotinas+para+.../?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  			&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1057969911468621424?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1057969911468621424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1057969911468621424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/02/exercicios-de-hidroginastica-exercicios.html' title='Exercícios de Hidroginástica: Exercícios e Rotinas para Tonificação, Condicionamento Físico e Saúde'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1352006757187136492</id><published>2012-01-31T08:54:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:57:14.667-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fitness'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Mini-aula de Jump</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Dq5rchRxUv0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;Nessa mini-aula de Step, está dividida em: AquecimentoAgachamentoMovimentos intensosCoreografiaSão mais ou menos 10 minutos de uma aula introdutória com vários exercicios para serem utilizados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1352006757187136492?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1352006757187136492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1352006757187136492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/mini-aula-de-jump.html' title='Mini-aula de Jump'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Dq5rchRxUv0/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4488750063253532044</id><published>2012-01-30T07:51:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:56:50.848-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Recreação'/><title type='text'>O papel do jogo cooperativo</title><content type='html'>Os jogos cooperativos surgiram da preocupação com a excessiva valorização dada ao individualismo e à competição exacerbada, na sociedade moderna, mais especialmente, na cultura ocidental. Considerada como um valor natural e normal da sociedade humana, a competição tem sido adotada como uma regra em praticamente todos os setores da vida social, temos competido em lugares, como pessoas e em momentos que não precisaríamos, e muito menos deveríamos. Agimos assim como se essa fosse a única opção.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Qual será o motivo que nos tem levado a competir em momentos que não precisamos?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Hoje, já sabemos que tanto cooperação quanto competição são comportamentos ensinados/aprendidos através das diversas formas de relacionamento humano.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que falta é uma nova postura do educador, treinador, ou seja, das pessoas significativas na vida das crianças, pois sabemos que só haverá uma mudança se as pessoas que são significativas na vida das crianças mudarem a forma de como oferecem os jogos. Pois parece que, se falo de jogo, tenho que falar de competição, criando erroneamente uma relação de sinonímia entre as palavras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Muitas pessoas inclusive acreditam que a graça do jogo está na competição, quando sabemos que para a criança, tanto faz competir ou cooperar, o que ela quer é se divertir.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acho que os dois (cooperação/competição) devem fazer parte da vida. Só devemos nos preocupar como passamos esse jogo, se colocarmos que vencer é a única coisa que importa, que não interessam os meios que se usem, então estaremos reforçando a cultura competitiva que nos cerca.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Se, ao contrário, mostrarmos que a pessoa é mais importante que o jogo, estaremos fazendo a nossa parte, num movimento de transformação real, tentando tornar o mundo um lugar melhor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os jogos cooperativos são jogos com uma estrutura alternativa, onde os participantes, &amp;quot;jogam uns com os outros, ao invés de uns contra os outros&amp;quot;&lt;br&gt; &lt;br&gt;(Decore)&lt;br&gt;&lt;br&gt;Joga-se para superar desafios e não para derrotar os outros, joga-se para se gostar do jogo, pelo prazer de jogar. São jogos onde o esforço cooperativo é necessário para se atingir um objetivo comum e não para fins mutuamente exclusivos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Tendo os jogos como um processo, aprende-se a reconhecer a própria autenticidade e a expressá-la espontânea e criativamente. Jogando cooperativamente temos a chance de considerar o outro como um parceiro, um solidário, em vez de tê-lo como adversário, operando para interesses mútuos e priorizando a integridade de todos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os jogos cooperativos são jogos de compartilhar, unir pessoas, despertar a coragem para assumir riscos, tendo pouca preocupação com o fracasso e o sucesso em si mesmos. Eles reforçam a confiança pessoal e interpessoal, uma vez que, ganhar e perder são apenas referências para o contínuo aperfeiçoamento de todos. Dessa forma os jogos cooperativos resultam no envolvimento total, em sentimentos de aceitação e vontade de continuar jogando.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na realidade, existe uma aproximação muito estreita entre jogar cooperativamente. Dependendo da orientação, da intenção e nas relações estabelecidas no contexto do jogo, este poderá ser predominante cooperativo ou competitivo tendo em geral, a presença de ambos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O esforço em caracterizar comparativamente jogos cooperativos e jogos competitivos, não tema a intenção de opor um ao outro. Ao contrário, essa dedicação visa primeiramente, ampliar nossa percepção sobre as dimensões que o jogo e o esporte nos oferecem como campo de vivência humana. E, em segundo lugar pretende indicar que nos jogos e esportes, bem como na vida, existem alternativas para jogar além das formas de competição, usualmente sugeridas como única ou a melhor maneira de jogar e viver.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Após tudo isto, ao reconhecermos o jogo e o esporte como um campo de descoberta e encontro pessoal onde cooperação e competição são partes de um todo existindo cada qual em sua justa medida nos tornemos capazes de não mais separar para excluir, e sim, aptos para descobrir e despertar competências pessoais e coletivas que colaborem para religar uns aos outros e vivermos em comum unidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Carmem Regina Bastiani - Profª. Ed. Física&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4488750063253532044?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4488750063253532044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4488750063253532044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/o-papel-do-jogo-cooperativo.html' title='O papel do jogo cooperativo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2624784879384100101</id><published>2012-01-27T14:49:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:56:26.652-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Exercício melhora condição física e memória de idosos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Muita gente corre a vida inteira e pensa que, quando a velhice  chegar, será o momento de ficar sentado no sofá. Mas estudos indicam um  outro caminho a seguir. O exercício físico para pessoas com mais de 60  anos, além de fazer bem para o corpo, ajuda a mente, melhorando a  memória e o raciocínio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pacientes com mal de Alzheimer e Parkinson podem retardar o avanço da  doença. Estudo realizado na Unifesp com 65 idosos - submetidos durante  seis meses a um programa de musculação - apontou melhora sensível nas  funções cognitivas, como memória, raciocínio, percepção e coordenação  motora. &amp;quot;Alguns iam com lista ao supermercado e dispensaram o papel.  Tamanha confiança de que iam lembrar&amp;quot;, conta Ricardo Cassilhas,  profissional de educação física que comandou a pesquisa. O humor dos  voluntários também melhorou.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Só por sair de casa e conhecer pessoas, houve diminuição da depressão  e ansiedade. Com o fim do estudo, a maioria tem intenção de continuar  se exercitando. &amp;quot;Eles não queriam perder o que tinham ganhado.&amp;quot; Antes de  começar uma atividade física, muitas pessoas ficam reticentes. &amp;quot;Uns  acham que não fizeram nada a vida toda e não vão começar depois de  velhos. Outros se sentem excluídos de ambientes como academias&amp;quot;, afirma  Cassilhas. Não há restrição ao fato de ter sido sedentário, desde que  tenha acompanhamento médico. &amp;quot;É animador. Se a gente conseguir modificar  determinados hábitos, diminui o risco de doenças e melhora a qualidade  de vida do idoso e da família&amp;quot;, afirma Cássio Bottino, coordenador do  Projeto Terceira Idade do Instituto de Psiquiatria do HC. Às vezes, os  parentes acreditam que mantê-lo dentro de casa é o melhor.  &amp;quot;Superproteção é algo que a gente combate. O familiar não deve fazer  nada que o paciente é capaz.&amp;quot; Pesquisas comprovam que a atividade física  também é recomendada para quem tem Alzheimer ou Parkinson. &amp;quot;Se é um  momento em que a memória está começando a declinar e a gente pode usar  alguma coisa que a faça melhorar ou estabilizar, é um ganho&amp;quot;, diz  Cybelle Maria Costa Diniz, geriatra e diretora científica da Abraz  (Associação Brasileira de Alzheimer). &amp;quot;Para o paciente com doença de  Parkinson, o primeiro tratamento, às vezes até antes do remédio, é  exercício físico.&amp;quot; A atividade física representa um novo mundo para o  idoso, no qual ele não precisa estar só. &amp;quot;Trabalho com a afetividade. A  gente tenta se tornar um amigo dessa pessoa, não só um terapeuta que vai  lá realizar movimentos&amp;quot;, diz o professor de educação física Carlos  Eduardo de Carvalho Afonso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por: Constança Tatsch&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2624784879384100101?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2624784879384100101'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2624784879384100101'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/exercicio-melhora-condicao-fisica-e.html' title='Exercício melhora condição física e memória de idosos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4306538722607138631</id><published>2012-01-27T14:31:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:57:06.984-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Asma e os benefícios da atividade física</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" size="2" face="tahoma"&gt;&lt;font&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Embora  a asma seja doença conhecida há muitos anos, ainda não há uma definição  universalmente aceita. Uma tentativa é a do Consenso Internacional de  asma de 1995: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A asma é uma doença inflamatória crônica das  vias aéreas na qual muitas células e elementos celulares desempenham um  papel, em particular mastócitos, eosinófilos,  linfócitos T, macrófagos,  neutrófilos e células epiteliais. Em pessoa susceptíveis, esta  inflamação causa episódios recorrentes de sibilos, falta de ar, aperto  no peito e tosse, particularmente à noite ou de manhã cedo. Estes  episódios são associados, normalmente, a obstrução difusa, porém  variável ao fluxo aéreo, que freqüentemente é reversível quer  espontaneamente  ou com tratamento. A inflamação também causa aumento  associado da resposta  brônquica a uma variedade de estímulos (SAFRAN  2002). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Para SAFRAN (2002), a asma é uma doença  crônica e de caráter recorrente que acomete as vias aéreas tornando-as  hiperirritáveis e hipersensíveis. Mais do que uma simples doença, a asma  é uma reação das vias aéreas à lesão causada por diversos agentes. A  mucosa respiratória, uma vez agredida por um agente (poluição, cigarro,  alérgenos, etc.) envia um sinal para medula óssea para que esta produza  células especiais de defesa. A medula óssea interpreta este sinal como  se o aparelho respiratório estivesse sendo invadido por parasitas e  manda células especiais que provocarão um processo inflamatório nas vias  aéreas (brônquios). Este processo inflamatório é o responsável pelos  sintomas da asma. Ele ocasiona edema (inchaço) da parede interna dos  brônquios e diminuição de luz dificultando a passagem do ar. Os músculos  que circundam os brônquios ficam hipersensíveis contraindo-se a  qualquer estímulo. A contração destes músculos (broncoespasmo) pode  acentuar ainda mais a obstrução dos brônquios. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Damos o nome de aparelho respiratório ao  conjunto de estruturas que permitem a captação de oxigênio e eliminação  de dióxido de carbono produzido na respiração interna. No homem, o  processo respiratório tem com órgão central os pulmões, vísceras  situadas no tórax, de ambos os lados do coração. Para chegar a eles, o  sangue venoso e o ar atmosférico seguem trajetos diferentes: aquele  provém das artérias pulmonares e este de um longo canal que inclui as  cavidades nasais, a faringe, a laringe, a traquéia e os brônquios. A  principal função dos pulmões é prover uma superfície ampla para que o  oxigênio do ar possa difundir-se para o sangue e ser levado às outras  partes do corpo. Ao mesmo tempo, o gás carbônico produzido pelas células  do corpo é trazido pelo sangue venoso e expelido para fora durante a  expiração. O ar entra pelo nariz onde é umidificado, aquecido e filtrado  para não danificar as vias aéreas inferiores (brônquios e bronquíolos).  É posteriormente conduzido até a traquéia e brônquios. Estes vão se  ramificando em tubos cada vez mais estreitos, curtos e numerosos até  chegarem aos alvéolos, onde ocorrem as trocas gasosas. O pulmão é  semelhante a uma esponja e é constituído por milhões de sacos aéreos  chamados alvéolos. Estes são formados por uma membrana de células  delicada e fina que separa o ar do saco aéreo de uma rede de vasos  sangüíneos. Além desta superfície de trocas gasosas, existe um sistema  de tubos (traquéia, brônquios e bronquíolos) que leva o ar do meio  ambiente para os alvéolos e vice-versa. A maior parte das vias aéreas é  circundada por uma faixa de músculo, que tem uma função protetora, de  maneira que, se um gás potencialmente tóxico é inalado, esta musculatura  se contrai para impedir sua entrada nos pulmões. Todos nós  experimentamos certa dificuldade em respirar e às vezes, tossimos frente  a um ar muito poluído, fumaça ou ar muito frio. As crianças asmáticas  diferem das normais por terem esta tendência exacerbada apresentando  chiado ou tosse frente a condições inócuas para o indivíduo normal  (RATTO,1981).  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Sabemos que a asma e outras doenças alérgicas  como eczema e rinite são mais freqüentes em crianças com pais ou  parentes próximos alérgicos (portanto, herdada por fatores genéticos).  Uma criança com história familiar positiva para asma tem maior  probabilidade de desenvolver a doença. Por outro lado, muitas crianças  asmáticas não têm antecedentes familiares. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Como nas outras doenças alérgicas, na asma,  há fatores hereditários predisponentes para a doença, sendo comum achar  vários familiares com problemas respiratórios semelhantes ou ainda,  rinite alérgica, dermatite atópica e reações alérgicas a medicamentos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A doença, que afeta principalmente as  crianças, caracteriza-se por: falta de ar, chiados, tosse e sensação de  &amp;quot;aperto no peito&amp;quot;. Às vezes, a pessoa que sofre da doença pode  apresentar somente tosse. Os sintomas, em alguns casos, aparecem  exclusivamente quando o indivíduo faz algum exercício físico ou até  mesmo quando ri muito (RATTO, 1981). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Para TEIXEIRA (1990) os sintomas da asma  podem aparecem a qualquer horário do dia, mas parecem preferir a noite, a  madrugada ou o início da manhã. Conforme a situação, os asmáticos podem  levar uma vida absolutamente normal a maior parte do tempo, só  apresentando sintomas em crises agudas nos meses mais frios do ano ou  quando têm alguma infecção respiratória (resfriados ou gripes). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    É por esse motivo que é recomendado o uso de  vacinas contra gripe para os pacientes com asma. Uma vez evitada a  infecção respiratória, podemos fazer o paciente escapar de algumas das  crises de asma. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Em algumas pessoas os sintomas podem ser  contínuos, com grande limitação de suas atividades até mesmo para  esforços mínimos. Em outros casos, as crises ocorrem somente após a  exposição a uma determinada substância ou fator desencadeante. A  gravidade da doença, portanto, não é a mesma em todos os pacientes e as  crises também têm graduações diferentes. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    É importante lembrar que a ausência de  sintomas não significa que o asmático esteja sem a presença de obstrução  ou inflamação em seus brônquios. A presença de infecção respiratória  (resfriado, gripe, sinusite ou pneumonia), mesmo em um asmático bem  tratado, pode aumentar a inflamação dos brônquios e provocar o  reaparecimento dos sintomas (SAFRAN 2002). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    O asmático deve ser lembrado que seus brônquios não estão, mas são inflamados, por melhor que ele esteja se sentindo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Na crise de asma as vias aéreas ficam  parcialmente obstruídas dificultando a livre passagem do ar. Para  conseguir movimentar o ar pelos brônquios estreitados, a criança precisa  fazer um grande esforço respiratório, que leva a um quadro de canseira e  falta de ar. Esta obstrução é causada por três fatores (SAFRAN 2002).  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; O músculo que circunda a parede do brônquio se contrai;  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; A parede do brônquio inflama e incha; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Uma quantidade excessiva de muco espesso é produzida.  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;    Em crianças de até três anos de idade, as  infecções virais de vias aéreas superiores (resfriados, gripes e  infecções de garganta) são fatores desencadeantes mais freqüentes. E não  há como impedir que a criança contraia gripes. Antibióticos não  oferecem proteção e não há vacina eficaz frente ao grande número de  vírus que a criança pode entrar em contato. Nestes casos, a inflamação  que acompanha a infecção é responsável pelo quadro de chiado (TEIXEIRA  1990). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A alergia tem um papel importante na criança  maior. Entre alérgenos mais comuns podemos citar: o pó doméstico  (ácaros), fungos (bolor), penas, pelos e descamações de animais de  estimação, piretro (substância contida em inseticidas e ceras), lã,  paina, capim e pólen de plantas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    As substâncias irritantes de vias aéreas  também são nocivas: poluição, fumaça desinfetantes, perfumes, produtos  de limpeza e em especial a fumaça de cigarro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Fatores emocionais podem agir como  desencadeadores ou agravantes dos sintomas. É comum os pais referirem  que seus filhos pioram em épocas de provas, situações de estresse  problemas familiares. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Certos alimentos principalmente os  industrializados que contêm corantes e conservantes, medicamentos também  podem ocasionar sintomas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A mudança brusca de temperatura são freqüentemente relacionados no início de uma crise. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Em resumo, podemos dizer que são muitos os  agentes desencadeadores de crise asmática e que a criança pode ser  sensível à vários agentes ao mesmo tempo, tanto agora como no futuro .  Portanto, ela não deve ser exposta a substâncias potencialmente  alergênicas desnecessariamente. É interessante lembrar que fatores não  alérgicos também desencadeiam crise em crianças portadoras de &amp;quot;asma  alérgica&amp;quot;. Muitos pais, ansiosos em prevenir uma crise em seu filho,  procuram um fator desencadeante único ou uma alergia específica, de modo  que, afastado tal agente resolveriam o problema de seu filho. No  entanto, isto raramente é verdadeiro (RATTO,1981). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Algumas alterações torácicas e posturais são  causadas pela asma, pois mecânica de funcionamento do tórax (mecânica  respiratória) é importante e as alterações respiratórias, segundo sua  origem, podem modificar essa mecânica e/ou funcionamento fisiológico do  pulmão. Por sua vez, as alterações torácicas podem ser causadas pelas  alterações nessa mecânica, dependendo da gravidade, podem significar uma  diminuição nas possibilidades respiratórias. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Assim, problema de ordem respiratória  predispõe o organismo a doenças e deformidades. As alterações  respiratórias podem refletir diretamente na forma do tórax. Podem  provocar deformidades em decorrência, por exemplo, da ausência de ar em  determinadas áreas pulmonares causadas por obstrução das vias aéreas, o  que leva a retração das costelas. Devido a sua forma e elasticidade,  necessárias para sua função, o tórax é facilmente deformável. Isto  explica porque as deformidades torácicas são mais freqüentes. As doenças  pulmonares obstrutivas provocam hiperinsuflação pulmonar, aguda nas  crises, mas que pode se tornar crônica. A repetividade das crises com o  aumento de volume residual vai dando ao tórax a característica do padrão  respiratório assumido (RATTO, 1981). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    As alterações do tronco também são as causas  de alterações na mecânica respiratória. Essas alterações, segundo sua  origem, podem modificar a mecânica respiratória e/ou funcionamento  fisiológico do pulmão. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A ventilação pulmonar depende da elasticidade  pulmonar e amplitude dos movimentos torácicos. O aumento do volume da  caixa torácica se deve, em grande parte, ao movimento do diafragma que  promove expansão do tórax em todos os sentidos. Essa expansibilidade é  proporcional à amplitude do movimento de elevação das costelas e esta  amplitude, por sua vez, depende da posição da coluna vertebral. A melhor  expansão se obtém quando a costela atinge o mesmo plano da vértebra na  qual está articulada, o que não acontece nas alterações posturais como  escoliose e cifose. Assim, a mecânica de funcionamento do tórax é  importante por depender em grande parte desse ato mecânico. Neste  sentido, as atividades físicas devem ser orientadas para prevenir ou  evitar o agravamento dos desvios posturais já instalados (TEIXEIRA,  1991). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Um fator limitante para as atividades físicas  do asmático é a rigidez torácica. Neste sentido, são recomendados  exercícios de desbloqueio torácico com o objetivo de aumentar a  mobilidade costovertebral. O desbloqueio torácico é anterior ao trabalho  de ginástica respiratória, devido à importância dos movimentos  articulares durante a respiração (TEIXEIRA, 1991). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Por sua vez, os exercícios respiratórios têm  por objetivo melhorar as funções ventilatória e respiratória e evitar o  aumento do volume residual. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    São também apontados para promover suporte  psicológico e diminuição da ansiedade. Para alcançar esta meta é  necessária a conscientização dos movimentos musculares durante a  inspiração e a expiração, ou seja, reeducação respiratória, com ênfase  no trabalho abdomino-diafragmático (TEIXEIRA, 1991). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Considerando que as alterações posturais  interferem e modificam a mecânica respiratória e que por outro lado às  alterações respiratórias interferem e modificam a postura temos na asma  um ciclo vicioso com sobreposição de efeitos danosos. Assim, torna-se  evidente e necessário um trabalho com exercícios posturais. Este  trabalho é baseado na tomada de consciência sobre o controle, manutenção  e mudança das posturas corporais. Paralelamente, é preciso dar  condições à musculatura para assumir atitudes provavelmente novas.  Atingir estes objetivos depende de exercícios de percepção corporal  (proprioceptivos), alongamentos, fortalecimento de grupos musculares  responsáveis pela manutenção da postura (paravertebrais, abdominais e  glúteos) e relaxamentos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A asma brônquica é uma doença extremamente  variável e seu tratamento deve ser adaptado às necessidades individuais  de cada paciente. A finalidade principal do tratamento do paciente  asmático é permitir que possa ter uma rotina de vida mais próximo do  normal, com total ou quase total integração às atividades desenvolvidas  para sua faixa etária. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Para que se obtenha  sucesso no tratamento da criança asmática, é importante a troca de  informações sobre a doença com o paciente ou seus responsáveis,  propondo-se abordagem global da criança. Uma proposta terapêutica  adequada da asma requer compreensão da doença, como ela se apresenta e  como afeta física e psicologicamente o crescimento e o desenvolvimento  do paciente (CARNEIRO-SAMPAIO, 1992). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Em resumo, os objetivos do tratamento são: a)  manter a função pulmonar tão próxima do normal quanto possível sem  produzir efeitos colaterais importantes das drogas; b) facilitar o  ajuste social da criança com a família, escola e comunidade, incluindo  sua participação normal em atividades recreacionais e esportivas.  Deve-se começar por etapas, incluindo o diagnóstico precoce e o  tratamento adequado das crises asmáticas. São desnecessárias as  proibições e as restrições na vida da família e da criança. Finalmente, o  sucesso terapêutico depende do empenho de todos, principalmente do  médico, cuja experiência será requisitada sobretudo nos casos mais  graves (TEIXEIRA, 1991). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    No tratamento medidas farmacológicas e não farmacológicas são recomendadas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Os medicamentos disponíveis para o tratamento da asma podem ser divididos em duas categorias :   &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; aqueles utilizados para aliviar os sintomas , quando ocorrem, e &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; aqueles utilizados para preveni-los e necessitam ser usados regularmente. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt;    A aminofilina e os corticoesteróides podem ser utilizados nas duas situações. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    As estratégias não farmacológicas, que  poderíamos chamar de preventivas, incluem atividades físicas de  aquecimento de 10 a 15 minutos (a 50% do VO2 máx previsto para a idade),  não realizar atividades em ambientes agressivos (poluição, presença de  alérgenos, umidade, temperatura), evitar atividades mais asmagênicas  (corrida por exemplo) e restrição alimentar (tipo do alimento e tempo de  ingestão antes do exercício) (TEIXEIRA, 1991). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    As atividades físicas (motoras) são  importantes para a saúde física e mental, tanto da criança e adolescente  como do adulto. São essenciais para as crianças, pois proporcionam as  experiências básicas de movimento, importantes no seu desenvolvimento.  Proporcionam oportunidades de relacionamentos pois é através das  atividades físicas que as crianças relacionam-se entre si, seja no  brincar ou no engajamento em atividades esportivas, fato que vai  prevenir o isolamento psicológico/social e melhorar a autoimagem e  autoconfiança (TEIXEIRA, 1990). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Na adolescência, onde geralmente as  atividades esportivas são mais intensas e competitivas, o asmático  muitas vezes sente-se preferido e menos capaz. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Esse comportamento acaba por leva-lo a evitar  atividades físicas/esportivas e assim torna-se realmente menos apto,  por falta de prática e não por incapacidade física. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Na idade adulta as atividades viram manter as  capacidades físicas (força, elasticidade, mobilidade), a função  cárdio-pulmonar, a mobilidade torácica e consequentemente uma adequada  mecânica respiratória. A melhoria da capacidade aeróbia, diminuição dos  depósitos de gorduras e proteção contra o estresse também são  importantes ganhos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Algumas pesquisas relatam que os exercícios  físicos são provocadores de bronco espasmos em 80% a 90% dos asmáticos.  Porém, nem todas as atividades físicas geram este tipo de reação.  Diferentes exercícios, em diferentes intensidades provocam diferentes  magnitudes de crises (TEIXEIRA, 1990). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Os exercícios podem ser classificados em mais  asmagênicos (mais provocadores de crises), como a corrida, e menos  asmagênicos como a natação, por exemplo.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    O bronco espasmo induzido pelo exercício é  caracterizado por uma queda de 10% a 15% no fluxo expiratório máximo.  Ocorre com a duração do exercício entre seis a oito minutos e  intensidade de trabalho de aproximadamente dois terços do consumo máximo  de oxigênio (freqüência cardíaca de 170 a 180/min para crianças). A  resposta ao exercício aparece alguns minutos após cessado o esforço e se  reverte após aproximadamente, 60 minutos. Na maioria dos indivíduos,  este bronco espasmo consiste em uma única crise de rápido início e  recuperação. Alguns podem desenvolver uma reação tardia (quatro a dez  horas após o exercício). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Para (TEIXEIRA, 1991), a  melhora da condição  física do asmático permite-lhe suportar com mais tranqüilidade os  agravos da saúde, pois aumenta sua resistência fornecendo-lhe reservas  para enfrentar as crises obstrutivas. A participação regular em  programas de atividades físicas, pode aumentar a tolerância ao exercício  e a capacidade de trabalho, com menor desconforto e redução de bronco  espasmo. A orientação adequada trás ainda uma série de benefícios, entre  eles melhora da mecânica respiratória, prevenção e correção alterações  posturais, melhora da condição física geral e prevenção de outras  complicações pulmonares. Para isso são necessárias orientações quanto ao  tipo e intensidade das atividades físicas para se evitar o bronco  espasmo induzido pelo exercício (BIE). O BIE é um fenômeno que atinge a  maioria dos asmáticos e é um fator limitante nas atividades físicas e  sociais. Se durante a aula um aluno asmático entrar em BIE, algumas  atitudes podem ajudar a tranqüilizar o quadro:  &lt;/p&gt;&lt;ol type="a"&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; diminuir o ritmo da atividade do aluno. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; estimular a respiração diafragmática com freno labial (inspiração nasal com expiração oral, e lábios semicerrados). &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; manter a criança sentada e reclinada para frente ou recostada para trás. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; utilizar a medicação broncodilatadora. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; se necessário, utilizar a respiração  auxiliada (técnica de auxílio na expiração com o objetivo de mantê-la  ventilada). Não substitui a administração do broncodilatador ou socorro  médico. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;p align="justify"&gt;    A escala de desconforto respiratório, também  auxilia o professor durante a aula, facilitando na percepção de &amp;quot;falta  de ar&amp;quot; do aluno durante e após uma atividade. Através da escala, é  possível identificar o nível de desconforto respiratório. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    As atividades físicas adaptadas por si só,  não constituem no tratamento da asma. Não dispensa a medicação, os  cuidados com o ambiente e a orientação psicoterápica, pelo contrário,  uma criança cuja a doença está mal controlada não é capaz de acompanhar e  se beneficiar de um programa de exercícios físicos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A melhora na condição física do asmático é  conseqüência do aumento da sua resistência cárdio-respiratória, o que  lhe permite suportar melhor os agravos da saúde, ou seja, fornece-lhe  reservas para enfrentar as crises obstrutivas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A participação regular em programas de  atividades físicas, pode aumentar a tolerância ao exercício e a  capacidade de trabalho com menor desconforto e broncoespasmo. Aumento de  apetite, melhora do sono, diminuição do uso de drogas e sensação de bem  estar também são fatores associados à melhora da condição física.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="+1"&gt; Objetivos &lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Realizar um trabalho com exercícios aquáticos  aplicados à asma, a serem realizados por indivíduos acometidos por esta  patologia, tendo como finalidade  amenizar suas complicações. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Metas de tratamento:  &lt;/p&gt;&lt;ol type="1"&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Diminuir o bronco espasmo; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Minimizar os ataques de falta de ar e obter controle respiratório; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Mobilizar e remover secreções após uma crise de falta de ar; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Corrigir a postura para diminuir o encurvamento dos ombros e protração da cabeça; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Aumentar gradualmente a tolerância aos exercícios e resistência a fadiga nas atividades funcionais;  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Aumentar a mobilidade torácica; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Melhorar a mecânica respiratória; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Reduzir o gasto energético da respiração; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Prevenir as alterações posturais e torácicas; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Melhorar a condição física geral; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Favorecer o desenvolvimento normal. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4306538722607138631?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4306538722607138631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4306538722607138631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/asma-e-os-beneficios-da-atividade.html' title='Asma e os benefícios da atividade física'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4474758999865290699</id><published>2012-01-26T13:26:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:56:07.670-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esportes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><title type='text'>Adolescencia e o esporte</title><content type='html'>    A adolescência é um período de transição do desenvolvimento humano entre a infância e a idade adulta. Neste período da vida as alterações hormonais dão início a puberdade e são altamente relevantes, há também um surto de crescimento, ou seja, crescimento acelerado de peso, altura juntamente com o desenvolvimento muscular e esquelético. Ocorre nesta fase o crescimento de caracteres sexuais primários e secundários. No que tange aos pais, os pares, os amigos próximos a moradia, a qualidade de ensino, esportes, todos influenciam de alguma forma o desempenho educacional do indivíduo que esta passando pela adolescência. A condição socioeconômica é um fator relevante que tende a afetar a afetar as relações familiares, a qualidade da escolarização, as oportunidades de atividades extracurriculares e lazer (PAPALIA; OLDS, 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na adolescência o esporte assume um importante papel, pois ajuda no desenvolvimento global do indivíduo e é uma importante ferramenta de inclusão social e pode aproximar familiares, bem como auxilia no desenvolvimento físico e emocional. Da mesma forma que o indivíduo se desenvolve em etapas, no esporte o sujeito precisa de um tempo significativo para atingir seu rendimento máximo para adquirir os aprendizados necessários na modalidade que se propõe a praticar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Miranda e Bara Filho (1998) afirmam que a preparação ideal no esporte leva vários anos até que o sujeito atinja de forma gradual e dentro de suas capacidades seu melhor desempenho. Neste tempo são desenvolvidos treinamentos técnicos, táticos, psicológicos que buscam desenvolver o melhor do atleta dentro da sua modalidade. Observa-se, como citam os autores que, em alguns casos, de forma despretensiosa, características psicofísico/social são postas de lado e acaba-se prejudicando o desenvolvimento de um esportista completo que usufrua de forma integral todos os benefícios do treinamento esportivo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No esporte o adolescente tem a oportunidade de explorar novas maneiras de desenvolver-se como individuo e atleta com base no desenvolvimento de suas características físicas, psicológicas, intelectuais, etc. O crescimento que o esporte irá proporcionar ao adolescente é baseado em seus desejos pessoais. Um jovem que procura um esporte o faz por determinados motivos, os quais devem ser amplamente investigados por pais, treinadores e outros profissionais envolvidos. De acordo com Korsakas "toda prática esportiva oferecida às crianças e aos adolescentes é permeada por ações adultas – dos pais, dos dirigentes, dos professores, dos técnicos, dos árbitros; todos interferem de alguma forma nas experiências esportivas de seus praticantes" (2002, pg. 41). Isto porque, quando os mesmos buscam se informar do que motiva o indivíduo a praticar o esporte torna-se muito mais simples otimizar o treinamento. É fundamental visar o bem-estar o jovem no esporte de forma positiva e prazerosa (MIRANDA; BARA FILHO, 2008; BECKER JUNIOR, 2008).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd161/estados-emocionais-dos-atletas-lesionados.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4474758999865290699?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4474758999865290699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4474758999865290699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/adolescencia-e-o-esporte.html' title='Adolescencia e o esporte'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1519512048193844000</id><published>2012-01-26T08:20:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:55:50.807-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Plano de Aula'/><title type='text'>Plano de aula: Beisebol e taco na escola</title><content type='html'>&lt;div class="planos-bloco"&gt;    &lt;div class="chamada"&gt;            &lt;div class="txt"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;           &lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Objetivos &lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;&lt;div&gt;&lt;li&gt;Adaptar materiais e espaços para a prática de taco e beisebol.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Democratizar o aprendizado de modalidades esportivas raramente praticadas na escola.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Apresentar e reelaborar regras.&lt;/li&gt;&lt;/div&gt; &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Conteúdos &lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;&lt;div&gt;&lt;li&gt;Jogo de taco.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Beisebol.&lt;/li&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt; Anos &lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;6º e 7º. &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Tempo estimado&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;Dois meses e meio.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Material necessário&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="textobloco"&gt;Cinco  pares de tacos, que podem ser roliços (cabos de vassoura) ou achatados  (ripas), com cerca de 1 metro de comprimento, cinco bolas de borracha  (como as de frescobol) ou de tênis (encapadas com tecidoamarelo), cones,  latas de refrigerante, garrafas PET e varetas de madeira (para montar  as casinhas do taco) e giz (para delimitar espaços na quadra e desenhar  as bases do campo de beisebol). &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Desenvolvimento&lt;br&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;&lt;b&gt;1ª Etapa &lt;/b&gt;&lt;br&gt;Apresente  o objetivo do projeto.Pergunte se os alunos já praticaram taco e  beisebol e se ouviram falar deles. Explique sobre regras, espaço,  materiais e habilidades que eles desenvolvem como arremesso, rebatida e  corrida. &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Proponha o jogo de taco e use seis aulas com  ele. Forme grupos de quatro e separe-os em duplas (um menino e  umamenina). Meça a quadra e divida-a para que quatro ou mais grupos  joguem ao mesmo tempo. Fale da importância de dosar a força da rebatida  para evitar acidentes.&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Faça com que os mais e os menos  experientes joguem juntos e peça que pensem em maneiras de diversificar  as duplas e os quartetos. Durante a atividade, direcione questões a  grupos específicos perguntando, por exemplo, como é melhor usar o taco  quando a bola vem rasteira ou mais alta. Dessa forma, eles melhoram a  capacidade de tomar decisões. &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Converse sobre o que foi  bom e o que foi ruim na prática e faça com que pensem em regras mais  complexas, respeitando o nível de desempenho dos colegas. O foco do  projeto não é desenvolver nosestudantes técnicas refinadas, mas  prepará-los para dar respostas eficientes aos problemas surgidos.&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;2ª Etapa &lt;/b&gt;&lt;br&gt;Relembre  as características e as regrasdo beisebol e aponte as semelhançascom o  taco como a rebatida, quedeve lançar a bola para longe a fimde  conquistar mais pontos. Peça ajudapara adaptar o jogo à quadra da  escola.&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Nas primeiras partidas, use a formade um quadrado  em que cada quinacompõe uma base, com uma garrafa PET como ponto de  referência. Nas aulas finais, a quadra ganha oscontornos de um losango e  as basespassam a ser círculos desenhados comgiz. &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Ao lado  de cada um deles fica umjogador. Use primeiro uma ripa demadeira como  taco e depois passe parao cabo de vassoura. Sugira mudançasna regra de  rebatida (na oficial, quem erra três rebatidas é eliminado).&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Por exemplo:&lt;/b&gt;  ao ser lançada, a bola pode quicar para facilitar a rebatida e o  arremessador tem quantas chances forem necessárias até que o rebatedor  acerte e possa revezar a função com os colegas. Estabeleça com todos o  valor dos pontos das bases conquistadas e da volta completa no campo. &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Divida  a turma em duas equipes, com equilíbrio entre meninos e meninas, e dê  autonomia para que decidam suas funções (capitão, rebatedor e receptor,  jogadores de base e jardineiros, que ficam espalhados no campo).&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;Proponha  o revezamento das funções entre os jovens e também entre os times, de  ataque e de defesa. Reserve oito aulas para a prática e proceda como nas  aulas sobre o taco, intervindo quando necessário e propondo novas  regras. Se for possível, leve a garotada para visitar campos, assistir a  partidas e conhecer uma associação de beisebol para que um dos  responsáveis pela entidade explique como é a rotina desses  profissionais. &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Produto final&lt;br&gt;&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;&lt;b&gt;Campeonato&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Reserve  uma aula para a organização de um campeonato. Divida a turma em  comissões de premiação, montagem de tabelas, arbitragem e divulgação do  evento na escola e na comunidade. Os jogos devem ser realizados em  outras três aulas. &lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt;Avaliação&lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="textobloco"&gt;Organize  disputas para observar o conhecimento que os alunos têm das regras das  modalidades propostas. Discuta com eles os conhecimentos práticos e  teóricos adquiridos nas aulas e dê um questionário sobre os jogos para  que respondam em duplas. Peça que cada um avalie, por escrito, o projeto  e sua própria participação.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chapeubloco"&gt;&lt;h4&gt; &lt;/h4&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;* Marcelo Barros da Silva&lt;/b&gt; é consultor e selecionador do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1519512048193844000?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1519512048193844000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1519512048193844000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/plano-de-aula-beisebol-e-taco-na-escola.html' title='Plano de aula: Beisebol e taco na escola'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2325020345535080531</id><published>2012-01-25T10:44:00.000-03:00</published><updated>2012-01-25T10:44:00.136-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Personal Trainer'/><title type='text'>Importância da avaliação postural</title><content type='html'>Nossa postura pode ser definida como a posição que nosso corpo adota no espaço, bem como a relação direta de suas partes com a linha do centro de gravidade. Para que possamos estar em boa postura, é necessário uma harmonia/equilíbrio do sistema neuromusculoesquelético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Cada indivíduo apresenta características individuais de postura que podem vir a ser influenciada por vários fatores: anomalias congênitas e/ou adquiridas, má postura, obesidade, alimentação inadequada, atividades físicas sem orientação e/ou inadequadas, distúrbios respiratórios, desequilíbrios musculares, frouxidão ligamentar e doenças psicossomáticas.&lt;br /&gt;   A boa postura é aquela que melhor ajusta nosso sistema musculoesquelético, equilibrando e distribuindo todo o esforço de nossas atividades diárias, favorecendo a menor sobrecarga em cada uma de suas partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A avaliação postural se faz importante para que possamos mensurar os desequilíbrios e adequarmos a melhor postura a cada indivíduo, possibilitando a reestruturação completa de nossas cadeias musculares e seus pocisionamentos no movimento e/ou na estática. A partir deste procedimento, estaremos com certeza promovendo a prevenção de muitos males causados inicialmente pela má postura, fruto de ausência de controle e informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Para a avaliação postural podemos utilizar alguns materiais para melhor avaliar os alunos/clientes submetidos ao programa de atividades reeducativas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Objetivos:- uso de radiografia (solicitada pelo médico que acompanha o programa), fotografia.&lt;br /&gt;b) Subjetivos:- uso do tato e da visão, observando o aluno de costas, perfil direito, perfil esquerdo, frente e antero-flexão, à frente do simetrógrafo. O aluno deverá estar em traje de banho, de maneira a favorecer a visão do observador para uma melhor visualização das alterações posturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Devemos observar nosso aluno globalmente como um todo, pois um desequilíbrio postural jamais se apresenta de forma isolada, portanto, devemos estabelecer critérios de adaptação morfológica e funcional quanto ao equilíbrio e a coordenação dos movimentos do corpo. Não importando o plano que estaremos analisando, devemos estar associando sempre a linha de gravidade. Os segmentos que não estiverem compatíveis com o eixo perpendicular ao solo estarão em desequilíbrios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No plano sagital, devemos considerar o corpo como duas metades simétricas anterior e posteriormente em relação à linha da gravidade, esta deve passar anterior ao ouvido externo, face anterior da coluna cervical, anterior a coluna dorsal, cruzar a coluna vertebral em L1, L2 e L3, porção média do osso sacro, posteriormente a articulação coxofemoral, posterior ao longo do eixo femural, nível médio da articulação do joelho, cruze a tíbia em quase toda a extensão, anterior a articulação do tornozelo, pela articulação de Chopart (calcâneo-cubóide e talonavicular) e finalmente atinja o solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Neste plano, estaremos observando se há acentuação das curvaturas fisiológicas, joelhos em hiperextensão ou em semiflexão, projeção dos ombros à frente, projeção da cabeça à frente, proeminência abdominal, se ocorre anteversão ou retroversão da pelve e se o corpo apresenta alguma rotação para a direita ou para a esquerda .&lt;br /&gt;   Posteriormente, deveremos observar o nível da cintura escapular e pélvica para verificar se há basculamento lateral. Um ombro mais baixo que o outro e proeminências ósseas na escápula, acusam um desnivelamento escapular. Pregas glúteas e triângulo de Tales em desigualdade, acusam um desnivelamento da cintura pélvica. Observar se há inclinação lateral da cabeça, existência de pregas lombares, se tendão calcâneo estará valgo ou varo, aproximação medial do joelho ou afastamento lateral dos joelhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No plano frontal, se há assimetria torácica, assimetria facial e conferir as observações feitas posteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   As verificações, citadas acima, são feitas de forma estática, porém, devemos realizar um exame dinâmico, para observar a marcha e como o corpo se comporta no momento de sua realização. É muito importante que seu aluno não saiba que você estará observando-o na marcha, pois isto poderá estar interferindo em uma marcha mais natural e seu aluno acabar escondendo, mesmo que inconsciente algum problema que possa estar iniciando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Todas estas alterações posturais correspondem ao desequilíbrio do sistema dinâmico e estático, muitas vezes acarretando desconforto, algias e incapacidades funcionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O padrão respiratório deverá ser avaliado no plano sagital, classificando em apical ou diafragmático durante a respiração normal e verificar se há hipertonicidade ou hipotonicidade através da palpação muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Atenção especial devemos dar ao ambiente escolar onde encontramos crianças e adolescentes, desenvolvendo hábitos posturais incorretos e praticando atividades físicas não compatíveis com o seu desenvolvimento, quando na verdade deveriam estar num programa de exercícios específicos individualizado. Neste caso, se faz muito importante a avaliação postural para estarmos detectando os desequilíbrios posturais e estar encaminhando nossos alunos para as atividades de maior benefício a cada um sem oferecer riscos. Sem a avaliação podemos estar acentuando os desequilíbrios na aplicação de atividades sem orientação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É com base nesses fatos que vemos a escola como local ideal para atuação do profissional de Educação Física não só, para jogos, esportes, dança e recreação. Mas também, atuando na educação postural dos alunos prevenindo e orientando os desequilíbrios posturais. Afinal, é na escola que encontramos o maior número de crianças reunidas, e onde podendo aplicar os recursos disponíveis em nossa formação, informando pais e alunos da importância de melhores posicionamentos da postura, prevenir desequilíbrios, diagnosticar precocemente, e orientar com eficiência, a fim de combater o aparecimento e desenvolvimento de alterações posturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Como sugestão, na avaliação física dispor de uma ficha de avaliação individual, fita métrica e simetrógrafo. Esta ficha pode conter um formulário de Anamnese contendo informações do histórico da criança, e um quadro para anotar as observações realizadas na visão anterior, posterior e sagital. Pode-se verificar a critério, a flexibilidade, condição muscular e o equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Estudos realizados em uma escola pública do Estado de São Paulo - em crianças de 9 a 12 anos, no ano de 1996, pudemos mensurar estes resultados: de 100 crianças avaliadas, 80% apresentaram alterações posturais. A escoliose foi encontrada em 30% dos resultados (2% escoliose estrutural - desse resultado, 52% convexa à direita, 22% convexa à esquerda e 26% escoliose mista), 19% apresentavam hiperlordose associada a escoliose, 22% hipercifose associada a escoliose. A hiperlordose encontramos em 16%, a hipercifose em 10% e, representando 18% encontramos desequilíbrios na assimetria de ombros, cintura pélvica, joelhos e pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Quando realizamos a avaliação de acordo com o sexo, observamos que os meninos apresentaram 4% de incidência nos desequilíbrios a mais que as meninas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Podemos perceber após este relato que, as alterações posturais são ocorrências significativamente presentes entre as crianças de 9 a 12 anos, daí a necessidade de estar avaliando. Outro fato importante, é a presença significativa da escoliose idiopática não estrutural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Diante destas informações, podemos concluir a necessidade da implantação de um setor de avaliação e acompanhamento do desenvolvimento motor da criança dentro das escolas, onde os professores possam desenvolver programas de orientação e intervenção imediata em atividades físicas corretivas para os desequilíbrios posturais, avaliações periódicas, orientação para a importância de bons hábitos posturais nas atividades diárias, possibilitando uma boa biomecânica. Utilizar-se da ergonomia ao sentar à frente do computador, nas carteiras de sala de aula, no transporte do material escolar, na realização das tarefas de casa, enfim, em todas as atividades diárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No entanto, após realizada a avaliação postural, se faz necessário que os pais tomem conhecimento dos resultados e que se necessário, seja orientado a procurar um ortopedista, para um melhor acompanhamento da criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O objetivo principal da avaliação postural na escola é identificar os desequilíbrios mais evidentes a fim de evitar prescrição de exercícios que possam vir a acentuar esses desequilíbrios. Acredito que, mais do que executar, nossa função é orientar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2325020345535080531?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2325020345535080531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2325020345535080531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/importancia-da-avaliacao-postural.html' title='Importância da avaliação postural'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-5613964734990574690</id><published>2012-01-25T07:28:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:55:35.612-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisiologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Personal Trainer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissional'/><title type='text'>Fatores que caracterizam programa de condicionamento físico</title><content type='html'>&lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:center" class="Verdana_preto_normal"&gt;&lt;img alt="http://www.alienado.net/fotos/2009/01/melhore-o-seu-condicionamento-fisico.jpg" src="http://www.alienado.net/fotos/2009/01/melhore-o-seu-condicionamento-fisico.jpg" width="343" height="267"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;O que devemos saber para que possamos fazer um programa de condicionamento físico decente? Pensando nisso, separei algumas caracteristicas que nortearam esse trabalho:&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt; *                                                 Tipo de atividade - que envolvam                                                 grandes massas musculares                                               e que possam ser exercitadas de                                               forma contínua e cíclica .&lt;br&gt;                                               *                                                 Duração do esforço                                               - deve ser inversamente proporcional à sua                                               intensidade.&lt;br&gt;                                               *                                                 Iintensidade do esforço - deve ser prescrita de                                               forma a possibilitar uma sustenção                                               do exercício em condiçòes                                               de &amp;quot;steady-state &amp;quot;.&lt;br&gt;                                               *                                                 Frequência do                                               treinamento - preconiza uma frequência                                               semanal variando de três a cinco                                               vezes. &lt;/p&gt;                                             &lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;Apenas                                                 para lembrar, a grande maioria de pessoas que procuram a atividade física,                                               que querem um trabalho personalizado,                                               são sedentários e de vida                                               ativa, portanto eles procuram:                                               prazer, bem-estar, qualidade de                                               vida , lazer, prevenção e estética                                               . &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;Neste caso precisa-semontar                                               um programa de exercicios que desenvolvam                                               sua aptidão física,        que são:&lt;/p&gt;                                             &lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;*Aptidão Cardiorrespiratória                                               - capacidade dos sistemas circulatórios                                               e repiratório de se ajustar e de                                               se recuperar dos efeitos das atividades.&lt;br&gt;                                               *Aptidão Corporal                                               - quantidade relativas de gordura                                               corpórea e massa corporal magra.&lt;br&gt;                                               *Aptidão Músculo-Esquelética                                               - flexibilidade , força muscular                                               ( força máxima) e resistência muscular                                               ( força submáxima repetidamente).&lt;/p&gt;                                             &lt;p class="Verdana_preto_normal" align="left"&gt;Esses                                                 três sistemas:                                               pulmões, coração e músculos se                                               comunicam entre si pelas vias químicas                                               e nervosas para assegurar uma coordenação                                               precisa e exigente de todas as                                               atividades. Dessa maneira, quanto                                               mais esses sistemas forem utilizados                                               , mais fácil e prazeiroso serão                                               os exercícios físicos propostos,                                               ou seja, os pulmões, coração e                                               músculos se desenvolvem enquanto                                               as articulaçòes são mantidas flexivéis                                               e a gordura corporal é mantida                                               num nível saudável.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-5613964734990574690?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5613964734990574690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5613964734990574690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/fatores-que-caracterizam-programa-de.html' title='Fatores que caracterizam programa de condicionamento físico'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8580743608499815124</id><published>2012-01-25T07:23:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:55:08.994-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><title type='text'>Faça exercícios logo pela manhã</title><content type='html'>&lt;br&gt;No mundo de hoje, muitas vezes é difícil encontrar tempo para exercícios. Pode ser ainda mais difícil arrumar tempo logo de manhã antes de trabalhar e das crianças saírem. Siga algumas das etapas a seguir e você vai ficar disposto ao exercício matinal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Prepare-se na noite anterior. Deixe sua roupa de ginástica, tênis e música prontos. De manhã você vai querer pensar o mínimo possível, então qualquer coisa que possa ser feita na noite anterior fará com que o processo seja mais suave. Se você estiver usando um treino gravado, coloque no leitor de VCR ou DVD na noite anterior e certifique-se de estar pronto para rodar. Se você planejar sair para caminhar ou correr, deixe seus tênis e fones prontos. Tenha também um plano reserva no caso de um mau tempo.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Vá para a cama mais cedo. Se você for levantar mais cedo, precisará ir para a cama mais cedo. Evite ficar acordado até tarde da noite para ver o Letterman ou seriados na TV a cabo. Quando seus olhos começarem a fechar ou você começar a ficar cansado, é hora de ir para a cama.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Tenha uma rotina noturna. Ter uma rotina para ir para a cama torna o sono mais fácil. Se você dormir bem, enfrentar a manhã é muito mais fácil.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Acerte o alarme. Se correr fizer parte da sua rotina normal, você vai necessitar de mais tempo para fazer exercício. A forma mais fácil de fazer isso é se levantar pelo menos 30 minutos antes. Se começar com meia hora é mais que você consegue, tente acertar o alarme 15 minutos mais cedo nas primeiras semanas.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Levante-se com o alarme. Não cochile. O botão da soneca é seu inimigo, por isso não o use.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Primeiro de tudo, se vista. Tente se vestir e calçar os sapatos antes de você ficar alerta. Você não quer tempo para desistir de seu treino.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Se você precisar comer primeiro, coma. Algumas pessoas não conseguem fazer um bom treino com o estômago vazio. Outras ficam enjoadas só de pensar em comer primeiro. Saiba como você é, e se precisar comer antes do treino, tente uma barra de cereal ou um copo de leite. Se você não gostar de comer pela manhã, comece o dia com um copo de água gelada. O líquido frio irá fazer seu metabolismo começar a funcionar.&lt;/li&gt; &lt;li&gt;Coloque um sorriso no rosto. Pode ser difícil, mas sorrir pode alterar seu humor num instante. Não importa como você se sinta – amado, debilitado ou irritável – sorria para alterar a sua atitude. Mesmo que o sorriso se pareça com uma careta nos primeiros dias, você estará pronto para mudar o humor uma vez que incorporar o hábito do exercício pela manhã.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;Entre no ritmo. Os exercícios  pela manhã podem ser divertidos se você assim os tornar. Ouça sua música favorita, se aqueça gradualmente e então avance. Divirta-se com o exercício.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8580743608499815124?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8580743608499815124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8580743608499815124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/faca-exercicios-logo-pela-manha.html' title='Faça exercícios logo pela manhã'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4176705175346526764</id><published>2012-01-24T13:26:00.001-03:00</published><updated>2012-01-31T08:54:44.098-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infantil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação Física'/><title type='text'>Educação Física: três sugestões para a garotada aprender e se divertir</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p&gt;Oba, Educação Física! Essa é com certeza a  aula mais esperada pela garotada, mas, muitas vezes, acaba virando só um  grande corre-corre no pátio. Isso pode mudar: o programa da disciplina  para turmas de 1ª a 4ª série tem tudo para ser tão divertido quanto um  recreio livre - e produtivo também. Claro, você não é especialista, mas  pode assumir essa tarefa e propor diversas atividades. Nos primeiros  anos do Ensino Fundamental, o currículo da matéria sugere ensinar a  cooperação entre os colegas e a criação de regras para brincadeiras em  equipe. &amp;quot;Durante qualquer jogo coletivo, os alunos aprendem esses  conceitos, que serão aplicados em diferentes situações da vida&amp;quot;, afirma  João Batista Freire, professor de Educação Física da Universidade do  Estado de Santa Catarina. De acordo com os Parâmetros Curriculares  Nacionais, a disciplina pode ajudar os pequenos a entender também, entre  outras questões, as diferenças culturais e individuais. Isso inclui  perceber, por exemplo, que meninos e meninas têm potenciais distintos,  mas que todos são capazes. &lt;br&gt;Na hora de fazer seu planejamento é  importante ficar atento à faixa etária dos estudantes. Com as turmas de  1ª e 2ª séries, o trabalho com brincadeiras tradicionais é perfeito. O  objetivo, nesse caso, é valorizar a cultura popular e dar autonomia aos  pequenos na construção de regras. Para 3ª e 4ª séries, o enfoque se  volta para os jogos pré-desportivos, que exigem a compreensão de normas  mais complexas. A seguir, você confere três sugestões de atividades. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;1.&lt;/span&gt; Pinobol: atividade aeróbica para trabalhar em equipe &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O  Pinobol é indicado pela professora Priscilla Voss, da Fundação Gol de  Letra, do Rio de Janeiro, para 3ª e 4ª séries. É um jogo que desenvolve a  capacidade cardiorrespiratória das crianças e a cooperação. Para  começar, a professora providencia alguns cones de plástico, daqueles de  trânsito - de sete a 15 -, que são espalhados aleatoriamente pelo pátio.  Se não houver esses cones, a dica é usar baldes ou banquinhos e  cadeiras pequenas de plástico. &amp;quot;Quanto maior o número de cones, mais  difícil fica o jogo. Por isso, o melhor é ir aumentando a quantidade de  forma gradual&amp;quot;, explica Priscilla. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Ela divide os estudantes em  duas equipes, que ficam em fila indiana, uma ao lado da outra. Apenas  dois alunos - um de cada equipe - competem de cada vez. O jogador da  equipe A precisa &amp;quot;queimar&amp;quot; o adversário com uma bola. O jogador da B tem  como objetivo derrubar os cones - o mais rápido possível e com qualquer  parte do corpo. Priscilla dá a partida e cronometra cada etapa. Quando o  aluno da B é atingido, ele é substituído pelo próximo da fila. O mesmo  acontece com o jogador da equipe A assim que arremessa a bola. Quando a  fila termina, os papéis se invertem. Ganha a equipe que derrubar todos  os cones em menor tempo. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;2.&lt;/span&gt; Brincadeiras de rua adaptadas para a escola &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Valorizar  as brincadeiras de rua é um dos objetivos da professora Cindy Siqueira  em suas aulas de Educação Física na Escola Anézio Cabral, em Osasco  (SP). Para começar o trabalho com a turma da 1ª série, ela lançou a  questão: do que vocês brincam com os amigos quando estão fora da escola?  &amp;quot;De Balança Caixão&amp;quot;, um dos alunos respondeu, explicando como era a  brincadeira. Os colegas começaram, então, a discutir os detalhes das  regras que seriam seguidas por eles quando fossem brincar no pátio. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O  Balança Caixão começa quando uma criança é balançada por dois amigos  que a seguram pelas mãos e pernas. Enquanto isso, os demais cantam:  &amp;quot;Balança caixão, balança você. Dá um tapa nas costas e vai se esconder!&amp;quot;  Terminada a música, a criança que estava suspensa é deixada no chão com  cuidado (providencie um colchonete para evitar impacto das costas do  aluno com o solo) e espera por alguns instantes até que todos -  inclusive os colegas que a seguraram - se escondam. Na hora da  brincadeira, contudo, os alunos de Cindy tiveram que adaptar as regras.  &amp;quot;Perguntei às crianças o que fazer, já que não havia esconderijo  suficiente para todos no pátio&amp;quot;, conta. A garotada resolveu o problema  dividindo a classe em dois grupos que se alternariam: o de pegadores e o  de fujões. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Numa etapa seguinte, a professora pediu aos  estudantes para perguntar aos pais e vizinhos se conheciam o Balança  Caixão e quais eram as regras no tempo em que eram crianças. A idéia era  fazer a garotada descobrir em que pontos a brincadeira coincidia ou se  diferenciava em relação à atual. Para enriquecer mais ainda a atividade,  Cindy levou para a classe uma reprodução do quadro Jogos Infantis, do  pintor Pieter Bruegel. A pintura apresenta 84 atividades lúdicas do  século 16. &amp;quot;Os alunos ficaram maravilhados ao descobrir que as crianças  daquela época conheciam uma brincadeira semelhante ao Balança Caixão&amp;quot;,  conta Cindy. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;3.&lt;/span&gt; Bola na Torre: um jogo para seguir e criar regras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parece  basquete, mas não é. No Bola na Torre, outra atividade proposta pela  professora Priscilla, da Fundação Gol de Letra, a meninada precisa  encestar a bola. Mas não é tão simples assim, porque a tabela se move! O  jogo, indicado para estudantes de 3ª e 4ª séries, desenvolve  habilidades corporais (como a pontaria) e sociais (como o trabalho em  grupo). Na hora de formar as equipes, meninos e meninas se alternam.  Assim, há um equilíbrio de forças e a garotada percebe as diferenças  individuais. &lt;br&gt;&lt;br&gt;As regras básicas são as seguintes: um aluno de  cada equipe segura a cesta para seu time. Cada um dos cesteiros sobe em  um dos bancos suecos colocados em extremos opostos do pátio e segura o  balde na mão, tentando fazer com que a bola entre nele. Como o banco tem  apenas 20 centímetros de altura, não há perigo de a criança se machucar  caso caia. Todos se revezam na função de tentar fazer a bola entrar no  balde. &amp;quot;Nessa posição, a criança desenvolve o equilíbrio e a coordenação  motora&amp;quot;, explica Priscilla. A garotada pode criar outras regras: é  permitido andar com a bola na mão? Quantas vezes a bola pode quicar  antes de ser arremessada? &lt;br&gt;Se a classe for numerosa, logo os  estudantes vão perceber que não dá para todos jogarem ao mesmo tempo.  Eles mesmos vão pedir para dividir os times. Depois, é só prestar  atenção para que ninguém se esqueça do regulamento.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4176705175346526764?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4176705175346526764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4176705175346526764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-tres-sugestoes-para.html' title='Educação Física: três sugestões para a garotada aprender e se divertir'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-5731051606468611391</id><published>2012-01-24T08:41:00.001-03:00</published><updated>2012-01-24T09:31:11.487-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ginástica Laboral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Vídeo: Veja vários exercícios de Ginástica Laboral</title><content type='html'>&lt;object classid='clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000' id='249papm0' width='596' height='425' codebase='http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab' &gt;&lt;param name='movie' value='http://img.widgets.video.s-msn.com/fl/customplayer/current/customplayer.swf' /&gt;&lt;param name='flashvars' value='configCsid=MSNVideo&amp;player.v=a9bff2a9-8617-420e-8971-baa8a2e48583&amp;configName=syndicationplayer&amp;from=sp%5Ept-br&amp;mkt=pt-br' /&gt;&lt;param name='bgcolor' value='#ffffff' /&gt;&lt;param name='base' value='.' /&gt;&lt;param name='quality' value='high' /&gt;&lt;param name='allowFullScreen' value='true' /&gt;&lt;param name='allowScriptAccess' value='always' /&gt;&lt;param name='wmode' value='transparent' /&gt;&lt;embed id='h7tpm7fr' src='http://img.widgets.video.s-msn.com/fl/customplayer/current/customplayer.swf' width='596' height='425' type='application/x-shockwave-flash' flashvars='configCsid=MSNVideo&amp;player.v=a9bff2a9-8617-420e-8971-baa8a2e48583&amp;configName=syndicationplayer&amp;from=sp%5Ept-br&amp;mkt=pt-br' allowFullScreen='true' allowScriptAccess='always' quality='high' bgColor='#ffffff' wmode='transparent' base='.' pluginspage='http://www.adobe.com/go/getflashplayer' &gt;&lt;/embed&gt;&lt;noembed&gt;&lt;a href='http://video.msn.com?vid=a9bff2a9-8617-420e-8971-baa8a2e48583&amp;mkt=pt-br&amp;from=sp^pt-br&amp;src=FLPl:embed::uuids' target='_new' title='Ginástica laboral – exercícios' &gt;Vídeo: Ginástica laboral – exercícios&lt;/a&gt;&lt;/noembed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-5731051606468611391?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5731051606468611391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5731051606468611391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/video-veja-varios-exercicios-de.html' title='Vídeo: Veja vários exercícios de Ginástica Laboral'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2403335214839088954</id><published>2012-01-24T08:36:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:41:41.791-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Monografia: Efeito do treinamento resistido na hipotensão pós-exercício em idosos hipertensos</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" id="internal-source-marker_0.911791767078434"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Um  dos grandes desafios da Educação Física hoje é atuar preventivamente na  comunidade, combatendo o sedentarismo e melhorando a saúde da  população, que neste estudo é especificamente a população idosa. &lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Segundo  Safons (2007), o idoso faz parte de uma população que, historicamente,  nasceu na metade do século XX e que vivenciou o inicio da  industrialização brasileira. Ele representa 8,5% da população total do  Brasil, gerando uma demanda para os Sistemas de Saúde, previdenciário e  também para toda a sociedade (FERREIRA, 2002). &lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Chaimowicz (1997), explica que:&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p dir="ltr" style="margin-left:113.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:italic;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Há  uma correlação direta entre os processos de transição demográfica e  epidemiológica. De um modo geral a queda inicial da mortalidade  concentra-se seletivamente entre as doenças infecciosas e tende a  beneficiar os grupos mais jovens da população. Estes "sobreviventes"  passam a conviver com fatores de risco para doenças  crônico-degenerativas e, na medida em que cresce o número de idosos e  aumenta a expectativa de vida, tornam-se mais frequentes as complicações  daquelas moléstias. Modifica-se o perfil de saúde da população; ao  invés de processos agudos que "se resolvem" rapidamente através da cura  ou do óbito, tornam-se predominantes as doenças crônicas e suas  complicações, que implicam em décadas de utilização dos serviços de  saúde. (p. 189)&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="margin-left:113.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:italic;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Quando  se fala de perdas, este assunto abrange tanto o lado social e  cognitivo, quanto para o lado fisiológico. O envelhecimento está  associado a uma série de outras perdas nos níveis antropométricos,  neuromotor e metabólico, capazes de comprometer seriamente a qualidade  de vida do idoso (MAZZEO &lt;/span&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:italic;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;et al&lt;/span&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;., 1998). &lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;A  população brasileira vem envelhecendo de forma rápida desde o início da  década de 60, quando a queda das taxas de fecundidade começou a alterar  sua estrutura etária, estreitando progressivamente a base da pirâmide  populacional. A sociedade já se depara com um tipo de demanda por  serviços médicos e sociais antes restritas aos países industrializados. O  Estado, ainda às voltas com os desafios do controle da mortalidade  infantil e doenças transmissíveis, não foi capaz de aplicar estratégias  para a efetiva prevenção e tratamento das doenças crônico-degenerativas e  suas complicações. Em um contexto de importantes desigualdades  regionais e sociais, idosos não encontram amparo adequado no sistema  público de saúde e previdência, acumulam sequelas de doenças,  desenvolvem incapacidades e perdem autonomia e qualidade de vida.  (CHAIMOWICZ, 1997)&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Em  indivíduos maiores de 60 anos a predominância de óbitos relacionados às  doenças crônico-degenerativas (neste caso a Hipertensão Arterial  Sistêmica) é evidente. Como Liberman (2007) explica, a hipertensão  arterial (HA) é uma doença altamente prevalente em indivíduos idosos,  tornando-se fator determinante na elevada morbidade e mortalidade dessa  população. A HA é reconhecida como um fator de risco maior para acidente  vascular cerebral, doença arterial coronária, insuficiência cardíaca e  insuficiência renal. Sua prevalência aumenta de forma progressiva com o  envelhecimento, sendo maior nos pacientes com 75 anos ou mais de idade,  ultrapassando os 70%. Nos idosos, a presença de doença subclínica  aumenta de maneira significativa o risco de doença coronária nos  pacientes com HA.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Nos  últimos anos a hipertensão se tornou um dos principais problemas de  saúde pública, constituindo um fator de risco para doenças  cardiovasculares. Segundo os dados do Sistema Único de Saúde, no Brasil,  em 2003, 28% dos óbitos ocorreram devido às doenças do aparelho  circulatório e a incidência de hipertensão arterial encontra-se na faixa  de 15-20% das pessoas adultas e 50% da população idosa. Como se não  bastasse, a hipertensão ainda é responsável por 40% dos casos de  aposentadoria precoce e ausência no trabalho, gerando um forte impacto  social e econômico, com um custo de 475 milhões de reais por ano  (ZAITUNE, 2006).&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;  No Brasil as taxas de mortalidade vêm sofrendo um decréscimo de forma  lenta e persistente, porém é alta quando comparada a outros países. Tal  decréscimo gira em torno de 1,2% para homens e 1,3% para as mulheres por  ano, isso devido aos programas de parcerias da união com estados,  municípios e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, com intuito de  melhorar a rede de saúde e aumentar a atenção aos portadores dessa  patologia. A hipertensão é responsável pelos principais fatores de risco  de morbidade e mortalidade cardiovascular, segundo dados do III  Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial (KOHLMANN, 1999). &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;A  V Diretriz Brasileira sobre Hipertensão Arterial (REVISTA DA SOCIEDADE  BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2006) especifica que, hipertensão ou pressão  alta, é caracterizada por um valor de Pressão Arterial (PA) em repouso  acima do nível ótimo ou desejado. Tal elevação de pressão pode ocorrer  na Pressão Arterial Sistólica (PAS), na Pressão Arterial Diastólica  (PAD) ou em ambas.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Atualmente,  os exercícios com pesos são recomendados pelas principais entidades  formuladoras de diretrizes nacionais e internacionais para compor um  programa de treinamento físico para indivíduos hipertensos (REVISTA DA  SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2006; CHOBANIAN, 2003; PESCATELLO,  2004), principalmente por proporcionar aumentos na força e resistência  muscular, influenciando no aumento da capacidade de realizar atividades  da vida diária, na atenuação das modificações relacionadas com o  envelhecimento e das respostas cardiovasculares ao esforço físico  (UMPIERRE, 2007).&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Os  estudos referentes aos efeitos hipotensores pós-exercício desse tipo de  exercício ainda são escassos, especialmente em se tratando de idosos  hipertensos (POLITO, 2006; FORJAZ, 2003). Por estar sendo considerada  uma epidemia (REVISTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE HIPERTENSÃO, 2006), há a  necessidade de investigações que colaborem para um melhor entendimento  dessa resposta fisiológica, uma vez que podem contribuir para a  elaboração de uma conduta prática para o controle da hipertensão  arterial&lt;/span&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(255,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.45pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;A  importância desta pesquisa sobre o treinamento resistido para o idoso é  pelo fato de que não existem muitas pesquisas que discutem a prática de  atividade física como um fator não medicamentoso. Quando utilizado  corretamente, resulta na hipotensão pós-exercício (HPE), de acordo com a  duração e magnitude desse efeito, melhorando a qualidade de vida deste  grupo em questão.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:18pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Com  base nisto, este estudo se apresenta, de acordo com uma pesquisa  bibliográfica realizada em bases de dados como Scielo e PUBMED, com  estudos datados a partir de 1998 focando idosos hipertensos de ambos os  gêneros, com suas características específicas e em seus contextos sócio  comportamentais, mostrando a HPE na utilização de métodos do treinamento  resistido. Estas pesquisas apontam para a extensão dos estudos nesta  área. Com esta monografia, pretende-se acrescentar conhecimento sobre o  assunto e colaborar com o aumento do espaço dedicado para o mesmo nas  diversas áreas interessadas.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:18pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;Contudo  a proposta deste estudo é investigar os efeitos do treinamento  resistido na queda da PA de repouso, analisando sua consequência no  aparelho cardiovascular, averiguando sua importância em idosos  hipertensos e analisando dados que mostrem uma resposta hipotensora  pós-exercício.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;a href="http://urub.us/78j"&gt;Continue lendo a monografia clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p dir="ltr" style="text-indent:35.4pt;text-align:justify;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0);background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;font&gt;&lt;br /&gt;Autor: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;David Haluli Sobrinho&lt;br /&gt;Coordenador Técnico - SportingFITT - Soluções em Qualidade de Vida e Bem-Estar - Recife/PE&lt;br /&gt;Tel.: (81)9700-9735&lt;br /&gt;E-mail Comercial: &lt;a href="mailto:sportingfitt.contatos@gmail.com"&gt;sportingfitt.contatos@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Site: &lt;a href="http://sportingfitt.blogspot.com"&gt;http://sportingfitt.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E-mail / MSN: &lt;a href="mailto:dhalulis@hotmail.com"&gt;dhalulis@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2403335214839088954?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2403335214839088954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2403335214839088954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/monografia-efeito-do-treinamento.html' title='Monografia: Efeito do treinamento resistido na hipotensão pós-exercício em idosos hipertensos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4357136350756428141</id><published>2012-01-23T07:17:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:41:26.748-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infantil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação Física'/><title type='text'>As dificuldades do uso das brincadeiras infantis e brinquedos cantados na Educação Física</title><content type='html'>&lt;div class="post-357 post type-post status-publish format-standard hentry category-brincadeiras-infantis-e-brinquedos-cantados-ed-fisica-escolar tag-brincadeiras-infantis tag-brinquedos tag-dificuldades tag-educacao-fisica-escolar-2" id="post-357"&gt; &lt;div class="entry"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando falamos em brinquedos cantados, é díficil uma pessoa não dar vários exemplos deles. Eles fizeram parte da nossa infância, farão parte da infância dos nossos filhos e netos. E o reconhecimento da importância das brincadeiras e brinquedos  cantados para a saúde mental e evolução da espécie humana propulsiona a  criação de oportunidades de vivências antecipadas, estratégias para  superação de dificuldades inerentes e desenvolvimento das faculdades  mentais superiores. Na escola, tudo isso não ocorre sem dificuldades,  exigindo do professor de Educação Física competências e habilidades para  planejar estratégias de superação dos obstáculos pedagógicos, culturais  e econômicos. O uso dessas brincadeiras infantis e brinquedos cantados é um maravilho instrumento de trabalho. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma das dificuldades correntes no trabalho, de natureza  socioeconômica, faz com que as crianças atendidas construam um  imaginário de superação mágica das dificuldades financeiras da família,  através da escolha de um esporte que lhes garanta ascensão: o futebol. A  falta de condições para o exercício desse esporte faz com que haja um  deslocamento da opção esportiva para a modalidade futsal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na dança e na música, maior dificuldade se refere à concentração ou  fixação pelo forró e suingueira, que impede conhecimento divergente.  Essa opção tem interferência cultural com deslocamento ao fator  econômico, já que socialmente são mais valorizadas as danças sensuais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas brincadeiras em geral, sobressaem-se dificuldade interacionais.  Nos jogos grupais alunos apresentam atitudes individualistas que antes  de ser característica filogenética ou aspectos críticos das fases do  desenvolvimento, tem nuances de aprendizagens nos comportamentos  adultos. Nos brinquedos cantados, as dificuldades de interação se  avultam em atitudes simples como pegar na mão do colega para  caracterização de um círculo, compartilhar um objeto de uso coletivo, ou  paridade em passo de dança, caracterizando-se aspecto pedagógico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As dificuldades ora apontadas e outras que não desmerecem cuidados  mostram a necessidade de investimento na adoção de estratégicas para a  afirmação de relações equilibradas entre educandos, baseadas na  reverência às características físicas e do desempenho de si próprio e  dos outros; respeito mútuo, dignidade, solidariedade e repúdio à  violência nas práticas de cultura do movimento; percepção do educador  sobre manifestações culturais mas também na necessidade de ampliação do  conhecimento diverso, além do compromisso em reivindicar condições  adequadas para o exercício pleno desta área de conhecimento que exige  igualdade de importância no currículo escolar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As dificuldades encontradas no exercício da docência não se sobrepõem  aos avanços conseguidos nos aspectos cognitivos do aluno relativos ao  corpo e movimento, pelo uso da interdisciplinaridade mediadora da  inclusão dos temas transversais nas práticas pedagógicas da área  denominada Cultura Corporal, ampliando as interações sociais e relação  homem-meio. O resultado tem sido uma projeção da formação cidadã,  através da construção, internalização e socialização de valores sociais  morais, éticos e estéticos, favorecendo uma melhoria da aprendizagem nas  diversas disciplinas. A investigação desses avanços, formas,  estratégias utilizadas e outras especificidades deverão ser objeto de  estudos posteriores.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4357136350756428141?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4357136350756428141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4357136350756428141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/as-dificuldades-do-uso-das-brincadeiras.html' title='As dificuldades do uso das brincadeiras infantis e brinquedos cantados na Educação Física'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2190035521532634491</id><published>2012-01-20T08:43:00.000-03:00</published><updated>2012-01-20T08:43:14.758-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fitness'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Faça alongamentos antes da aula de Step</title><content type='html'>&lt;script src="http://player.sambatech.com.br/current/samba-player.js?playerWidth=620&amp;playerHeight=385&amp;ph=e8edef95e7880149cb9c77dde5cb3e8e&amp;m=2c9f94b52ef0137a012ef9831db30275&amp;profileName=sambaPlayer-embed.xml"&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça alongamentos antes de praticar aulas de step&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é um candidato a esta atividade, cuidado com a postura. Veja abaixo, algumas dicas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Mantenha a cabeça no prolongamento da coluna, olhando para frente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Apóie todo o pé no Step, incluindo o calcanhar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Não estenda totalmente os joelhos. Mantenha-os semiflexionados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Mantenha-se perto do Step;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Tenha firmeza nos pés e onde pisa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Cuidado para evitar entorses;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Cuidado com viradas bruscas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Use um tênis com sistema de amortecimento;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Controle a freqüência cardíaca que deve estar entre 60% e 75% da F.C. máxima (220 - idade).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2190035521532634491?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2190035521532634491'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2190035521532634491'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/faca-alongamentos-antes-da-aula-de-step.html' title='Faça alongamentos antes da aula de Step'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7870776404564680539</id><published>2012-01-20T07:42:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:41:02.265-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Treinamento Desportivo'/><title type='text'>A importância de panturrilhas fortes</title><content type='html'>&lt;h3 id="h3_newstitle"&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div id="texto" class="materia_texto"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://definicaototal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/musculos-da-panturrilha.jpg" src="http://definicaototal.com.br/wp-content/uploads/2011/06/musculos-da-panturrilha.jpg"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A panturrilha, musculatura posterior da perna formada por  dois músculos, o gastrocnêmio e o sóleo, é muito importante não só para  a manutenção das funções do deslocamento como também para o coração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela massageia as veias e facilita o retorno do sangue para o coração,  o que é fundamental para a saúde circulatória, que funciona como um  coração periférico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma vez bem desenvolvida, a panturrilha ajuda a evitar os  desconfortos das varizes como inchaço, dor, queimação, sensação de  cansaço e até cãimbras.Por causa do hormônio feminino estrogênio, as  mulheres são as principais vítimas das varizes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sendo assim, elas devem ter sua atenção voltada para o desenvolvimento desse músculo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A panturrilha pode ser trabalhada com exercícios que têm maior número  de séries com menos repetições, de dez a 12 repetições, em três  séries.O ideal é fazer os exercícios em dias alternados para evitar o  cansaço da musculação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo os profissionais do esporte, de nada adianta desenvolver os  músculos do quadril (glúteos) e do joelho (quadríceps e anteriores de  coxa) se a panturrilha não for fortalecida. Ela é responsável também por  transferir toda a potência gerada pelos outros grupos musculares ao pé.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7870776404564680539?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7870776404564680539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7870776404564680539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/importancia-de-panturrilhas-fortes.html' title='A importância de panturrilhas fortes'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6868033007709795103</id><published>2012-01-19T16:56:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:40:45.680-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fitness'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Treinamento Desportivo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Treino de força reduz pressão arterial em hipertensos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/9e/8t/x1/9e8tx16dok638lnit8n1l4hcc.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portadores de hipertensão que realizaram treinamento de força (musculação) conseguiram reduzir a pressão arterial a níveis semelhantes aos obtidos por meio de medicamentos, revela pesquisa com a participação da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da US&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O estudo comprova que o treino de força é segurpara os hipertensos, desde que com acompanhamento médico e de profissionais de atividade física. O trabalho também mostrou que a redução da pressão permanece por até quatro semanas após a interrupção do treinamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A pesquisa com hipertensos faz parte da pesquisa de Doutorado em Biofísica de Newton Rocha Moraes, realizado na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), orientada pelo professor Ronaldo Carvalho e co-orientada por Reury Bacurau, professor do curso de Ciências da Atividade Física da EACH.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Na literatura científica há vários estudos que mostram o efeito positivo do exercício aeróbio, como corridas e natação, no controle da pressão", diz Bacurau, "mas o benefício da musculação era pouco conhecido".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Participaram do estudo 15 homens com hipertensão moderada, que utilizavam medicação, com média de idade em torno de 46 anos. Durante seis semanas antes do início do treinamento, com supervisão médica, os medicamentos foram gradativamente retirados.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Os pacientes eram examinados periodicamente e não tinham nenhuma outra doença crônica, como diabetes", aponta o professor da EACH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios foram realizados durante 12 semanas, trabalhando sete grupos musculares (abdômen, pernas, parte interna e externa das coxas, ombros, biceps e tríceps) três vezes por semana, em dias não consecutivos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Apesar do treino ser o mesmo que é voltado para iniciantes, os participantes realizavam musculação convencional, ou seja, três séries em cada aparelho com carga moderada, e não em circuito, mudando de aparelho a cada série, com carga baixa", ressalta Bacurau.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com o treinamento, a média de pressão dos pacientes, que era de 153 milímetros (sistólica, associada ao bombeamento de sangue pelo coração) e 96 milímetros (diastólica), caiu para 137 milímetros (sistólica) e 84 milímetos (diastólica).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"A redução está no mesmo patamar que é obtido com a medicação", destaca o professor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redução&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Bacurau, esperava-se uma redução média da pressão em torno de 5 milímetros, o que já seria considerado um resultado satisfatório. "No entanto, esse indice foi de aproximadamente 13 milímetros, o que comprova o efeito positivo do treinamento de força", observa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Siga o iG Saúde no Twitter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do final do período de treino, os pacientes foram acompanhados durante quatro semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Verificou-se que eles mantinham o mesmo efeito de queda da pressão registrado durante o tempo de realização dos exercícios", afima o professor da EACH.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Este resultado é imporante, porque serve como estímulo ao hipertenso a continuar com a musculação, ajustando o treinamento às suas necessidades de vida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também mostrou que os participantes tiveram aumento da força física e da flexibilidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Há uma tendência de que a pressão aumente conforme a idade, numa fase em que as pessoas tem mais dificuldade para se movimentar e menos força para executar até tarefas simples", afirma Bacurau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Antes se acreditava que a musculação poderia ser perigosa para os hipertensos pelo risco de problemas cardíacos, mas hoje as pesquisas mostram seu potencial na redução de problemas cardiovasculares".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O professor recomenda que as pessoas interessadas em fazer treinamento de força procurem orientação de médicos e profissionais de atividade física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O ideal é fazer mais de um tipo de exercício, realizando também atividades aeróbias, que já tem efeito comprovado no controle da pressão arterial, além de outros benefícios", conclui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6868033007709795103?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6868033007709795103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6868033007709795103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/treino-de-forca-reduz-pressao-arterial.html' title='Treino de força reduz pressão arterial em hipertensos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6553263352272375230</id><published>2012-01-19T16:00:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:40:27.756-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Atividade física para quem tem problema respiratório</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;                                   &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="foto-legenda" style="width:316px"&gt;&lt;em&gt;  &lt;a class="lightbox-enabled" href="http://i0.ig.com/fw/el/hu/b1/elhub1n02f4y83vfqioaty1rq.jpg" rel="lightbox-foto" title="Melhorar o condicionamento cardiorrespiratório ajuda a reduzir as crises de asma e bronquite"&gt;&lt;img src="http://i0.ig.com/fw/9w/dg/7e/9wdg7epxomudnflzzmvtv15lq.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Paulo Zogaib é fisiologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp):&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre as doenças respiratórias mais comuns estão a asma alérgica, a  bronquite crônica e o enfisema pulmonar. Em todas as situações, os  exercícios que têm como objetivo melhorar a capacidade  cardiorrespiratória (como caminhada, bicicleta, natação, etc.) são muito  recomendados, pois o paciente fica mais resistente e as crises se  tornam mais raras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É interessante também que o aluno faça exercícios localizados, como  aqueles que trabalham a parte superior do corpo, para fortalecer a  musculatura respiratória. Vale frisar que as atividades devem ser  realizadas com o acompanhamento de um profissional especializado, que  orientará o praticante de acordo com seu condicionamento físico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para se ter uma ideia, o paciente com bronquite crônica tem uma  limitação ventilatória decorrente de uma inflamação crônica dos  brônquios. Por isso, é preciso respeitar os limites desse indivíduo ao  prescrever uma atividade física.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;   &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Já aqueles que têm asma alérgica devem ficar atentos à presença de  agentes como fungos, poeira, e umidade, pois eles podem dar início às  crises – caracterizadas pelo fechamento dos brônquios e dificuldade de  passagem do ar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso de enfisema pulmonar, são os alvéolos pulmonares, e não os  brônquios, que ficam comprometidos. Por isso, o paciente com a doença  apresenta uma grande limitação ventilatória e, durante os exercícios,  muitas vezes não consegue colocar o oxigênio no sangue com eficiência.  É  preciso, portanto, ficar muito atento a isso durante uma atividade,  interrompendo-a caso o aluno precise melhorar a oxigenação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aliás, a recomendação geral para pessoas com problemas respiratórios é  justamente parar imediatamente o exercício caso sinta falta de ar,  tontura ou qualquer outro incômodo. Também é bom evitar treinos em  ambientes com temperatura muito baixa e ar seco, pois essa situação pode  irritar os brônquios, levando a uma crise.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para quem se exercita ao ar livre, o ideal é optar por lugares e  horários com menores taxas de poluição. Isso porque ela piora todos os  quadros descritos acima.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6553263352272375230?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6553263352272375230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6553263352272375230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/atividade-fisica-para-quem-tem-problema.html' title='Atividade física para quem tem problema respiratório'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7401522275707029710</id><published>2012-01-18T10:37:00.001-03:00</published><updated>2012-01-24T08:40:16.836-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Exercícios ajudam adolescentes a abandonar o cigarro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A4/2B1F/6F91/012B/3A40/0019/27A9/cigarro-mulher-m.jpg" alt="cigarro mao mulher 450x338" title=" (Getty Images)"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;Um  estudo da Universidade West Virginia, nos Estados Unidos, descobriu que  a prática de exercícios é a melhor solução para ajudar os adolescentes  fumantes a abandonarem o vício.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os estudiosos chegaram a essa conclusão quando começaram a reparar  que aqueles adolescentes que fumavam eram justamente os sedentários.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já os que praticavam esportes não tinham o hábito do fumo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os cientistas passaram seis meses analisando 233 estudantes da West Virginia com idades entre 16 e 19 anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A maioria começou a fumar aos 11 anos de idade. O grupo foi dividido  em três. O primeiro foi submetido a uma sessão acompanhada por um  psicólogo especializado em livrar os fumantes do cigarro. O segundo  grupo passou a frequentar uma associação especializada no combate ao  fumo e o terceiro foi submetido a um programa de atividades físicas  combinado com um programa de dez semanas de aconselhamento para parar de  fumar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eles tiveram todo o seu progresso físico acompanhado. Depois de três  meses, 14% dos adolescentes que praticaram esportes abandonaram o  cigarro. Dos que apenas frequentaram o grupo de ajuda, menos de 5%  largaram o vício.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os cientistas chegaram a conclusão que foram os benefícios  proporcionados pelo esporte que ajudaram os adolescentes a trocarem o  cigarro pela atividade física. Devido ao sucesso do estudo, ele será  aplicado no combate ao vício do cigarro não somente a adolescentes, mas  também será estendido a adultos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;img class="logo_agencia" alt="Agência Estado" src="http://i1.r7.com/data/files/2C92/94A3/24C9/B63E/0124/E35C/36BD/0C12/logo_ae.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7401522275707029710?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7401522275707029710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7401522275707029710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/exercicios-ajudam-adolescentes.html' title='Exercícios ajudam adolescentes a abandonar o cigarro'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7539558397111987565</id><published>2012-01-18T10:00:00.005-03:00</published><updated>2012-01-24T08:40:04.491-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coordenação Motora'/><title type='text'>O que é Imagem Corporal?</title><content type='html'>    Imagem corporal é a figuração do próprio corpo formada e estruturada na mente do mesmo indivíduo, ou seja, a maneira pela qual o corpo se apresenta para si próprio. É o conjunto de sensações sinestésicas construídas pelos sentidos (audição, visão, tato, paladar), oriundos de experiências vivenciadas pelo individuo, onde o referido cria um referencial do seu corpo, para o seu corpo e para o outro, sobre o objeto elaborado.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    O termo Imagem Corporal vem sendo usado freqüentemente de maneira permutável com a terminologia Esquema do Corpo, em estudos neurológicos e psicológicos, onde ocorrem também resistências a determinadas definições e muitas confusões metodológicas e conceituais (PAILLARD, 2001).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    O esquema corporal é tido como a &amp;quot;experiência imediata de uma unidade do corpo, (....) percebida, porém é mais do que uma percepção, (...) chamamos de esquema de nosso corpo&amp;quot;, ou mesmo, segundo Head apud Schilder (1999), que o denomina como modelo postural do corpo. O aludido é a imagem tridimensional que todo sujeito tem do seu próprio corpo, não abordando sob a ótica de uma mera sensação ou imaginação, mas da apercepção corporal, mesmo que a informação tenha chegado através dos sentido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A imagem que pode ser visual, motora, auditiva, tátil, entre outras, não pode ser analisada separadamente os itens ou adotar para casa estrutura um padrão único para a avaliação de alteração em todas as estruturas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Toda mudança reconhecível entra na consciência comparando-se com situações já vivenciadas, realizando assim uma avaliação da nova situação que gera uma mudança na Imagem Corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Há uma distinção desobstruída proposta primeiramente por Head e Holmes (1912) apud Paillard (2001), entre um esquema do corpo considerado como &amp;quot;um padrão combinado de encontro em que todas as mudanças subseqüentes da postura estão sendo medidas (...) antes que a mudança postural incorpore o consciente.&amp;quot;; e a imagem do corpo como &amp;quot;uma representação interna na experiência consciente da informação visual, tátil e motor, da origem corporal&amp;quot;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Segundo Cash &amp;amp; Pruzinsky (s/d) a imagem corporal pode ser definida como a visão do nosso corpo que produzimos em nossa mente (SCHILDER, 1935). A imagem corporal é definida como a representação mental do próprio corpo (KRUEGER,1990,p.125).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se processa o desenvolvimento da Imagem Corporal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A Imagem Corporal se desenvolve desde o nascimento até a morte, dentro de uma estrutura complexa e subjetiva, sofrendo modificações que implicam na construção contínua, e reconstrução incessante, resultante do processamento de estímulos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Durante os anos pré-escolares a criança desenvolve de forma acentuada o seu conceito a respeito da imagem corporal. Com um pensamento e uma linguagem mais abrangente, começa a reconhecer que a aparência das pessoas pode ser mais ou menos desejável e as diferenças de cor ou raça. Ela conhece o significado das palavras &amp;quot;bonito&amp;quot; e &amp;quot;feio&amp;quot; e reflete a opinião que os outros têm a respeito de sua aparência. Aos cinco anos, por exemplo, a criança já compara sua altura com a de seus pares e pode dar-se conta de ser alta ou baixa, especialmente quando as pessoas se referem a ela, chamando-a de &amp;quot;alta ou baixa para a idade&amp;quot;. Apesar de seus progressos no desenvolvimento da imagem corporal, o pré-escolar ainda tem uma noção pouco definida a respeito dos limites do seu corpo, além de possuir escassos conhecimentos de sua anatomia interna. Em virtude disto, qualquer experiência invasiva o atemoriza, especialmente quando há solução de continuidade da pele, tais como pequenos cortes ou escoriações. Em seu pensamento, em conseqüência de uma pele rompida pode escapar todo o seu sangue e interiores. Por isto os curativos são tão importantes para segurar tudo dentro, e qualquer arranhão precisa de mercúrio ou esparadrapo, para que a interpretação da imagem corporal da criança seja atendida evitando distúrbios que possam surgir posteriormente (MONTARDO, 2002).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A criança percebe seu próprio corpo por meio de todos os sentidos, estando o seu corpo ocupando um espaço no ambiente em função do tempo, captando assim imagens, recebendo sons, sentindo cheiros e sabores, dor e calor, movimentando-se. O corpo é o seu centro, o seu referencial, para si mesma, para o espaço que ocupa e na relação com o outro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A noção do corpo está no centro do sentimento de mais ou menos disponibilidade e adaptação que temos de nosso corpo e está no centro da relação entre o vivido e o universo. É nosso espelho afetivo-somático ante uma imagem de nós mesmos, do outro e dos objetos (RAMOS, 2002).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    O esquema corporal, da maneira como se constrói e se elabora no decorrer da evolução da criança, não tem nada a ver com uma tomada de consciência sucessiva de elementos distintos, os quais, como num quebra-cabeça, iriam pouco a pouco se encaixar uns aos outros para compor um corpo completo a partir de um corpo desmembrado. O esquema corporal revela-se gradativamente à criança da mesma forma que uma fotografia revelada na câmara escura mostra-se pouco a pouco para o observador, tomando contorno, forma e coloração cada vez mais nítidos. A elaboração e o estabelecimento deste esquema parecem ocorrer relativamente cedo, uma vez que a evolução está praticamente terminada por volta dos quatro ou cinco anos. Isto é, ao lado da construção de um corpo &amp;#39;objetivo&amp;#39;, estruturado e representado como um objeto físico, cujos limites podem ser traçados a qualquer momento, existe uma experiência precoce, global e inconsciente do esquema corporal, que vai pesar muito no desenvolvimento ulterior da imagem e da representação de si mesmo, idem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A imagem corporal é continua e representativa do esquema postural e acompanha o indivíduo desde o seu nascimento até o ultimo suspiro, sofrendo adaptações e transformações globais de acordo com o momento vivido.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Quanto maior forem os estímulos e as possibilidades de novas experiências do recém nascido durante toda sua trajetória de vida, mais completa será a sua formação do esquema corporal, principalmente sob o ponto de vista psicomotor. As experiências corporais que determinam a imagem corporal corroboram para a modelação de um esquema que refletirá na adolescência e na vida adulta. Sua forma poderá ser lapidada, porém terá seus elementos da construção inicial preservados, apesar das transformações ocorridas ao longo da vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    O esquema corporal é uma aquisição lenta e paulatina. Desenvolve-se desde antes do nascimento, se incrementa em forma notável desde este até o terceiro ano de vida e, logo, continua em permanente evolução adaptativa pelo resto da existência do individuo. Se estrutura sobre a base dos componentes neurológicos em desenvolvimento e maturação onde se liga fundamentalmente, as percepções exteroceptivas, proprioceptivas e interoceptivas que permitem estabelecer, em um momento inicial a consciência sobre localização espacial total, a capacidade e o funcionamento de uma determinada parte do corpo, a consciência inicial sobre a magnitude do esforço necessário para realizar uma determinada ação, e a consciência sobre a posição do corpo e suas partes no espaço durante esta ação (BARRETO, 2002).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Estas noções que se desenvolvem prioritariamente durante os primeiros meses de vida extra-uterina, mas que se inicia durante a vida intrauterina, como já se abordou, vão ocorrendo cada vez mas fáceis e inconscientes pela repetição continua e eficaz de cada ato em questão, até chegar a automatização da resposta frente ao estímulo específico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Liga-se sem associações ao estabelecimento dos reflexos em que as percepções sensoriais, sensitivas e proprioceptivas se conjugam para gerar a excitação neuronal que, em nível central ou em nível da medula espinal, desencadeia a motricidade requerida como resposta ao estímulo percebido ou a uma ação gerada conscientemente, Idem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Ainda que pareça evidente, é necessário aclarar que o esquema corporal se implanta e evolui, especial e especificamente, sobre a maturação do conjunto neuromúsculo-esquelético e que se liga ao processo de ereção que leva o neonato através das etapas de rastejar, engatinhar e primeiros passos, até ao total domínio da marcha e orientação, as quais são suportadas pelo eixo axial que está localizado na coluna vertebral, Idem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A imagem corporal do bebê amadurece aos poucos na medida em que ele experimenta o toque, a exploração do espaço, a manipulação e contato com objetos. A idéia de separação de seu corpo de outros corpos e objetos se dá gradativamente (LE BOULCH,1987). Krueger (1968) e Piaget (1945) concordam que a percepção da existência do corpo próprio, individual, se dá por volta dos 18 meses, idem. Le Boulch aponta que Lacan, após Wallon enfatizam a grande importância da &amp;quot;fase do espelho&amp;quot;, quando a criança vê sua imagem projetada no espelho, olha por trás do mesmo... Até então, a imagem de seu corpo encontra-se incompleta, fragmentada. A imagem do todo acontece quando ela se vê no espelho. Ela passa então da &amp;quot;imagem do corpo fragmentado à compreensão da unidade de seu corpo como um todo organizado&amp;quot; (MATARUNA, 2002; AJURIAGUERRA, 1986, 1987; LE BOULCH, 1987, p.215). Krueger (1990) ressalva a importância da imagem corporal não ser limitada a imagens visuais, mas como fruto da absorção de experiências vividas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A imagem corporal nunca é estática. Ela muda de ação para ação (FELDENKRAIS,1977; SCHILDER,1999). &amp;quot;De início, quando a imagem está sendo estabelecida, sua taxa de mudança é alta; novas formas de ação que, apenas um dia antes, estavam além da capacidade da criança, são rapidamente conseguidas &amp;quot;(FELDENKRAIS,1977,p.28).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência da &amp;quot;falta&amp;quot; no processo de desenvolvimento da Identidade Corporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A criança não espera nada do mundo exterior de plenitude e fusionalidade. A perda da plenitude fusional não assegura a separação do Eu e do não-EU, a qual exige uma dissociação perceptiva entre as sensações provocadas pelo exterior e as sensações internas, que se revertem em experiência (LAPIERRE, 1984, p.11).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Os objetos transicionais e os desejos do homem ocorrem para minimizar, ou seja, compensar a falta do se ou de um ser. O desejo de possuir o corpo do outro se transforma em desejo possessivo pelos objetos (idem, p.18).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A falta no corpo, oculta no inconsciente, vai emergir no consciente sob a forma simbólica de uma falta do ter. Mas o ter não pode nunca preencher esta falta e o desejo de posse pelos objetos torna-se incontrolável cumulativo e desabando como uma avalanche.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    La Pierre contextualiza a experiência da &amp;quot;falta&amp;quot; no processo de desenvolvimento da Identidade Corporal na necessidade do individuo transferir ou se apoiar, e porque não dizer, consumir o outro. Este se revela desde o nascimento do bebê, quando se corta o cordão umbilical e há a separação do líquido amniótico, até a fase adulta quando ainda há a necessidade de recuperar o trauma ocorrido na quebra da fusionalidade. Para o autor a construção da identidade corporal ocorrerá espelhada no que o outro apresenta, e sobre o desejo do individuo reproduzido pelo outro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    A construção deste modelo corporal surgirá de uma maneira pela qual o sujeito tenta consumir, enquanto objeto, o corpo de um outro individuo para suprir o seu espaço fusional interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Na fantasmática fusional da criança, as &amp;quot;cavidades&amp;quot; são aberturas para o mundo misterioso do interior do outro, daí o desejo inconsciente de penetrar nestas cavidades (...), onde a criança com seus dedos , a mão, o olhar, e com todo o corpo explora estes orifícios na busca da interioridade alheia no seu próprio corpo, fato que no futuro vai se investir nas relações sexuais (LAPIERRE, 1984, p.32)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Para o surgimento da identidade corporal, o corpo deve estar reunido com uma imagem global que aparece por volta do oitavo mês de vida, durante o estágio do espelho, que ainda é imperfeita mas que se aprimora com o reforço. As experiências motoras corroboram para o conhecimento das dimensões corporais permitindo atingir com maior facilidade esta totalidade (Idem, p. 23).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências bibliográficas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AJURIAGUERRA J.; MARCELI D. La exploración del niño. Barcelona: Masson, 1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AJURIAGUERRA J. Psicopatología del adolescente. Barcelona: Masson, 1986.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARRETO, J.F. Sistema estomatognático y esquema corporal. Disponível em&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.colombiamedica.univalle.edu.co/Vol30No4/estomato.html"&gt;http://www.colombiamedica.univalle.edu.co/Vol30No4/estomato.html&lt;/a&gt;. Acessado em: 24 de abril de 2002.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FELDENKRAIS, M. Consciência pelo movimento. São Paulo: Summus,1977.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;KRUEGER, D.W. Developmental and Psychodynamic Perspectives on Body Image change, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAPIERRE, A. A Falta - Fusionalidade e Identidade. In: Fantasmas Corporais e Prática Psicomotora. São Paulo: Manole, 1984, p. 9-42.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;LE BOULCH,J. O desenvolvimento psicomotor - do nascimento até 6 anos. Porto Alegre: Artes Médicas,1987.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATARUNA, L. A imagem corporal sob a ótica fisiológica: analisando as obras de Paul Schilder. Trabalho Apresentado à Disciplina Imagem Corporal do Programa de Pós-Graduação (Stricto Sensu) em Educação Física da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas. São Paulo: UNICAMP-FEF, 2002.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MONTARDO, J.L. Aprendendo a Vida. Disponível em:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://planeta.terra.com.br/saude/montardo/desenvolvimento/epensamento2.htm"&gt;http://planeta.terra.com.br/saude/montardo/desenvolvimento/epensamento2.htm&lt;/a&gt;. Acessado em 03 de maio de 2002&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PAILLARD, J.; FLEURY, M.; LAMARRE, Y. Are body schema and body image functionally distinct ? Evidence from deafferented patients. Resumo publicado nos anais do evento: Bases neurologiques du codage de l&amp;#39;espace et de l&amp;#39;action. Lyon, France, Ecole Normale Supérieure, 22-24 March 2001. Acessado em &lt;a href="http://www.lyon151.inserm.fr/symposium534/posters/43paillard"&gt;http://www.lyon151.inserm.fr/symposium534/posters/43paillard&lt;/a&gt; .html. Disponível em 14 de maio de 2002.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RAMOS, E. Algumas áreas da psicomotricidade. Disponível em: &lt;a href="http://members.tripod.com.br/ramoseducacaofisica/motor.htm"&gt;http://members.tripod.com.br/ramoseducacaofisica/motor.htm&lt;/a&gt;. Acessado em 12 de maio de 2002.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SCHILDER, P. A Imagem do Corpo: As Energias Construtivas da Psique. São Paulo: Martins Fontes, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SCHILDER, P. F. The Image and the Appearance of the Human Body: Studies in Constructive Energies of the Psyche. London: Trench e Trubner, 1935.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7539558397111987565?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7539558397111987565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7539558397111987565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/o-que-e-imagem-corporal.html' title='O que é Imagem Corporal?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4246598404356591544</id><published>2012-01-18T10:00:00.004-03:00</published><updated>2012-01-18T10:10:52.709-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Educação Física no Ensino Superior: Bases Teórico-Praticas do condicionamento físico</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/292396/educacao+fisica+no+ensino+superior:+bases+teorico-praticas+do.../?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/292396.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/292396.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nos quatro primeiros capítulos, a preocupação central foi  explicitar as bases sobre as quais está assentado o desenvolvimento de  capacidades físicas, enquanto componentes do condicionamento físico.  Assim, nesses capítulos iniciais, o leitor encontrará subsídios para uma  análise crítica do contexto do condicionamento físico na sociedade  atual, a forma de administrar um programa, os princípios a serem  seguidos na programação e o metabolismo energético subjacente ao esforço  físico específico para se alcançar determinado nível de  condicionamento. A partir do capítulo 5, aborda as capacidades  específicas, procurando, em cada uma delas, analisar seus conceitos,  classificações, importância, seu comportamento ao longo do ciclo da vida  (de crianças a idosos), os principais testes de campo e seus valores  normativos e/ou resultados de estudos que os utilizaram e os parâmetros  gerais e específicos de treinamento, incluindo quantificações.        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Editora: &lt;/b&gt;Guanabara Koogan        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Autor: &lt;/b&gt;SEBASTIAO GOBBI &amp;amp; RODRIGO VILLAR &amp;amp; ANDERSON SARANZ ZAGO        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;ISBN: &lt;/b&gt;8527709848        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Origem: &lt;/b&gt;Nacional        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Ano: &lt;/b&gt;2005        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Edição: &lt;/b&gt;1        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Número de páginas: &lt;/b&gt;284        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Acabamento: &lt;/b&gt;Brochura        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Formato: &lt;/b&gt;Grande        &lt;/li&gt;&lt;li&gt;          &lt;b&gt;Complemento: &lt;/b&gt;Nenhuma        &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4246598404356591544?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4246598404356591544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4246598404356591544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/educacao-fisica-no-ensino-superior.html' title='Educação Física no Ensino Superior: Bases Teórico-Praticas do condicionamento físico'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4505885381119066653</id><published>2012-01-17T17:20:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:39:52.793-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Exercícios regulares previnem doenças mentais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center" class="hMateria"&gt;&lt;img alt="http://www.ancorador.com.br/wp-content/uploads/2010/06/exerc%C3%ADcios-f%C3%ADsicos.jpg" src="http://www.ancorador.com.br/wp-content/uploads/2010/06/exerc%C3%ADcios-f%C3%ADsicos.jpg" height="354" width="335"&gt;     &lt;/div&gt;                          &lt;p class="textoCorrido"&gt;Pessoas que se exercitam  regularmente, não só reduzem suas chances de se tornarem obesas, mas  também o risco de desenvolver mais de 20 problemas de saúde física e  mental, de acordo com uma compilação de cerca de 40 estudos. O estudo  foi publicado na edição de dezembro da revista &lt;em&gt;International Journal of Clinica&lt;/em&gt;&lt;em&gt;l&lt;/em&gt;.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores concluiram que os exercícios reduzem o risco de alguns tipos de câncer, demência, problemas sexuais como a disfunção erétil, diabetes tipo 2, doenças cardíacas, depressão, derrame, hipertensão e outras.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além  de parar de fumar, uma das medidas mais eficazes que uma pessoa pode  tomar para tentar prevenir essas doenças é manter-se saudável e se  exercitar regularmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revisão das pesquisas foi mais voltada  para a saúde dos homens, mas, segundo os pesquisadores, essas suas  conclusões se aplicam a ambos os sexos e todas as faixas etárias. &lt;/p&gt;                     &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Outras conclusões importantes do estudo foram:&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt; - Há relação entre o aumento da atividade física e e redução dos riscos de câncer de cólo do útero, no caso das mulheres.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Homens que são mais ativos no trabalho, passando pouco tempo sentados, têm menos chances de desenvolver câncer de próstata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Homens que praticam atividade física têm menos propensão a ter problemas de ereção.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A atividade física reduz o risco de demência em idosos.   De acordo com os cientistas, os adultos saudáveis, com idades entre 18 e  65 anos, devem fazer atividades físicas de intansidade moderada por 150  minutos por semana. Isso equivaleria a cerca de meia hora de caminhada  rápida, cinco vezes por semana. Quem já é atleta e tem uma rotina, pode limitar-se a 20 minutos de  atividade física três vezes por semana.  Ele diz que o exercício pode ajudar os idosos a manter o equilíbrio e  flexibilidade, e recomenda que as pessoas diminuam o ritmo à medida que  envelhecem, mas jamais parem de se exercitar. &lt;/p&gt;                                          &lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Saúde mental em dia &lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;                 &lt;p class="textoCorrido"&gt; Além dos exercícios físicos,   alguns hábitos são capazes de medir (e reduzir) o risco de ter doenças  mentais. Confira quais são eles: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Menos fumo: a exposição à fumaça do cigarro pode aumentar os  riscos de uma doença psiquiátrica, mesmo entre aqueles que não fumam,  segundo um estudo da &lt;em&gt;University College London&lt;/em&gt;, no Reino Unido.  Avaliando os níveis de cotinina na saliva, substância indicadora de  exposição ao fumo, de 5,5 mil não fumantes e 2,7 mil fumantes sem  histórico de doenças mentais, os especialistas descobriram que uma maior  exposição ao cigarro estava associada a 50% mais chances de relatar  sofrimento psicológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Sexo seguro: de acordo com um estudo da Universidade da Escócia  (Reino Unido), pessoas que fazem sexo sem camisinha têm, em geral, uma  saúde mental melhor do que aquelas que se protegem. O estudo contou com a  participação de 99 mulheres e 111 homens. Segundo os cientistas, as  pessoas que não usam camisinha nas relações sexuais conseguem manter uma  postura mais madura diante de problemas do dia a dia e não se deixam  levar por situações estressantes. Fatores que indicariam uma saúde  mental melhor, quando o grupo foi comparado com os outros participantes.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Mais verde: um estudo realizado pelo Centro Médico  universitário de Amsterdã, na Holanda, sugere que morar até três  quilômetros de parques ou áreas de lazer que incluam vastas zonas de  vegetação é benéfico para saúde mental.  De acordo com o estudo, as  pessoas que moram perto de parques e de áreas de lazer sofrem menos com  problemas de depressão e ansiedade. Doenças como diabetes, problemas  digestivos e doenças infecciosas também apresentaram uma queda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Vitamina D: uma pesquisa feita na Universidade Científica de Portland,  nos EUA, constatou que a presença de receptores de vitamina D no cérebro  pode afetar positivamente o tecido cerebral, podendo retardar o  declínio mental em idosos. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="textoCorrido"&gt;Fonte: R7 - Minha vida&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4505885381119066653?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4505885381119066653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4505885381119066653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/exercicios-regulares-previnem-doencas.html' title='Exercícios regulares previnem doenças mentais'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7757047067735793709</id><published>2012-01-17T17:16:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:39:32.828-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exercícios'/><title type='text'>10 exercícios campeões para torrar calorias rumo a boa forma</title><content type='html'>Nos dias de calor, a ordem é torrar sem dó nem piedade toda a energia  extra acumulada pelo organismo. E mais: fazer isso num piscar de olhos  e, se possível, com muita diversão. Sim, a gente entendeu o pedido e,  com uma mãozinha dos médicos Marcelo Ortiz e Carlos Polazzo, do  Instituto BR Esportes, ele foi atendido.Numa tarefa suada, montamos um  ranking com as dez atividades que mais queimam calorias. Para a ficha  ficar completa, ainda investigamos os prós e os contras de cada  exercício. Afinal, não adianta nada ficar com uma barriguinha linda se  você for obrigada a ficar de molho em casa, com dores pelo corpo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;1. Corrida &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tem jeito: o pódio ainda é dela. Com uma hora de corrida,  você gasta terríveis 900 calorias. Isso equivale a uma lasanha, um copo  médio de coca-cola, uma porção de carne de frango e um brigadeiro. Ufa!  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;melhora o condicionamento cardíaco. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;cuidado com o impacto do joelho e na coluna ao correr. Escolha um tênis com bons amortecedores (acerte na escolha do tênis). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;2. Andar de bicicleta &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sair pedalando pelas ruas é sinônimo de 840 calorias a menos no corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;melhora o condicionamento cardíaco. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;Cuidado com o  desgaste da coluna e com o joelho. Antes de começar a pedalar, não deixe  de ajustar o banco de modo que você nunca estique completamente a  perna. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;3. Tênis &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um esporte completo: você precisa de força  para arremessar a bolinha e muito fôlego para percorrer a quadra. Mas  tanto esforço é bem recompensado com a despedida de 800 calorias numa  partida de uma hora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;melhora a coordenação motora, fortalece os músculos (principalmente dos braços) e aumenta a agilidade &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;lesões nos ombros e nos punhos, caso você se esforce demais. Se nunca praticou, procure um professor pelo menos no mês inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;4. Futebol &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos um argumento imbatível para você topar bater uma  bolinha, mesmo que tenha acabado de sair da manicure: uma hora de uma  boa pelada consome 780 calorias! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;fortalece as pernas e melhora o condicionamento &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;tome cuidado com os esbarrões e com as divididas, que podem exigir um pouco de força e jogo de cintura &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;5. Boxe &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coloque as luvas e vamos ao ringue. Treinando boxe, você queima até 660 calorias e ainda define os braços. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;pique de campeã e músculos dos braços muito bem torneados. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;exige bastante preparo. Quantos aos socos, eles são feitos em sacos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;6. Musculação &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser em casa, com pesinhos, ou na academia. Para cada hora de treino, você perder, em média, 720 calorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;melhora a resistência articular e muscular, fortalece os ossos e ainda acelera a queima de calorias. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;pode danificar músculos e tendões se não for feita com orientação adequada (saiba como evitar lesões). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;7. Remar &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, pode parecer estranho e difícil remar em plena  cidade grande, mas os médicos garantem a eficácia. Uma hora de braços  para lá e para cá eliminam 600 calorias do corpo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;melhora o  condicionamento cardíaco e muscular, define todo o peitoral e os braços  rapidinho. É o segundo exercício mais completo que existe (depois da  natação). &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;pode causar tendinite nos braços &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;8. Natação &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma hora queima 540 calorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;trabalha todos os músculos e melhora o condicionamento. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;cuidado com os choques térmicos, caso treine numa piscina aquecida. Não se esqueça de alongar, evitando cãibras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;9. Basquete &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não precisa ser nenhum craque do NBA, mas dar uma  corridinha para um e outro lado da quadra e tentar jogar a bola na cesta  pode te fazer perder 480 calorias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;trabalha braços e pernas, praticamente na mesma proporção, além de desenvolver o condicionamento físico &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;cuidado com impactos bruscos no joelho e na coluna e com as trombadas na quadra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;10. Vôlei &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Você sempre pensou: ah, aquele esporte em que a gente  fica meio parado nem deve me ajudar a emagrecer... pois errou. Uma hora  praticando vôlei elimina 420 calorias da sua barriga, da sua perna, do  seu bumbum... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;A favor: &lt;/span&gt;braços e abdômen definidos &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold"&gt;Contra: &lt;/span&gt;cuidado com as lesões nos dedos das mãos. Elas costumam ser frequentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7757047067735793709?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7757047067735793709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7757047067735793709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/10-exercicios-campeoes-para-torrar.html' title='10 exercícios campeões para torrar calorias rumo a boa forma'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8241337507226099862</id><published>2012-01-16T09:27:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:39:13.243-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dicas'/><title type='text'>Confira 5 dicas eficazes para se tornar mais produtivo</title><content type='html'>&lt;a name="article"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;div class="tabs"&gt;&lt;div style="display:block" class="mod-content mod-article tab-content" id="article"&gt;                                                                                    &lt;div class="img-article fontsize p1 printing"&gt;         &lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2012/01/12/2176704-0634-rec.jpg" alt="Para fazer com que o dia seja mais produtivo, é preciso ter força de vontade para mudar hábitos. Foto: Getty Images" title="Para fazer com que o dia seja mais produtivo, é preciso ter força de vontade para mudar hábitos. Foto: Getty Images" height="464" width="619"&gt;&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing"&gt;         &lt;dl class="author"&gt;&lt;dt&gt;&lt;/dt&gt;&lt;/dl&gt;        &lt;/div&gt;         &lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt;           &lt;p&gt;Está cheio de metas para 2012? Então deixe a preguiça e o conformismo  de lado e concretize o que deseja. Para se tornar mais produtivo, é  fundamental seguir cinco dicas básicas, listadas pelo site &lt;i&gt;Your Tango&lt;/i&gt;. Confira abaixo:   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;1 - Crie pressão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Quer realmente se empenhar para alcançar suas metas? Então peça que  alguém lhe cobre. Pode ser um amigo, um familiar ou um colega, desde que  esteja disposto a desempenhar esse papel. Diga o que deseja fazer e  fale o seu prazo. Por exemplo, se pretende escrever um livro, diga  quantas páginas ou capítulos vai concluir até tal data. Caso não consiga  chegar ao seu objetivo, é importante conversar com seu &amp;quot;chefe&amp;quot; sobre o  assunto e determinar o que deu errado, estabelecendo ajustes.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;2 - Motivação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; O que lhe inspira e faz com que trabalhe melhor? Observe isso e coloque  em prática para aumentar a produtividade. Se certas músicas ajudam na  sua criatividade, escute-as. Se caminhar pela manhã lhe deixa mais  disposto a enfrentar a correria do dia-a-dia, vista uma roupa  confortável e coloque as pernas em ação.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3 - Deixe as desculpas de lado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Todos têm &amp;quot;razões&amp;quot; para não poder fazer as coisas ou perder metas. Elas  não passam de desculpas, que devem ser esquecidas. Procure soluções.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;4 - Esqueça o &amp;quot;não consigo&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Dificilmente o &amp;quot;não consigo&amp;quot; ou &amp;quot;não é possível&amp;quot; corresponde à  realidade. Normalmente, é só um código para substituir o &amp;quot;não quero&amp;quot; ou o  &amp;quot;é muito trabalho&amp;quot;. Elimine as frases negativas do seu vocabulário e  faça acontecer o que almeja.  &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;5 - Comprometa-se a fazer melhor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; Se você não está mentalmente empenhado em executar mudanças, as coisas  vão ficar sempre do mesmo jeito. Comprometa-se com o que quer. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por Patricia Zwipp&lt;/p&gt;&lt;div class="page fontsize p1 printing"&gt;        &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8241337507226099862?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8241337507226099862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8241337507226099862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/confira-5-dicas-eficazes-para-se-tornar.html' title='Confira 5 dicas eficazes para se tornar mais produtivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4717847341697526514</id><published>2012-01-16T09:16:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:38:46.067-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infantil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esportes'/><title type='text'>O perigo das lesões do esporte nas crianças</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;/span&gt;                                                                                                                                                                              &lt;div id="divCompleta"&gt;                                                                   &lt;p&gt;            &lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="img.jpg" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_18674984495775510.jpg"&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:smaller"&gt;DIVIDIDA&lt;br /&gt; Renier faz judô. Mas quebrou o braço em uma jogada no treino de futebol&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O carioca Renier Mamede Pina, 8 anos, faz judô há quatro e nunca  tinha quebrado um dedo sequer. Em novembro do ano passado, resolveu  expandir suas habilidades e foi para uma escolinha de futebol. Mas já  nos primeiros passes ele entrou em uma bola dividida, caiu de mau jeito e  quebrou o braço. Renier não é exceção, é regra: o risco de lesão é  inerente a crianças que praticam atividades esportivas. A questão é que,  com o aumento do número de meninos e meninas que praticam esportes  regularmente – já que a maioria dos pais reconhece as vantagens da  atividade física –, o registro de lesões sérias em crianças também tem  crescido. "Há 15 anos, por exemplo, não tínhamos tantos menores com  lesões de ligamento", afirma o médico Moisés Cohen, professor da  Universidade Federal de São Paulo. Trata-se de um fenômeno mundial.  Segundo um levantamento feito pelo Instituto Nacional de Saúde dos  Estados Unidos, dos cerca de 38 milhões de crianças e adolescentes  americanos de até 14 anos que praticam esportes, 3,5 milhões recebem  tratamento médico, por ano, para alguma lesão sofrida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os principais traumas são as contusões, fraturas e lesões da  cartilagem de crescimento (ela transforma-se em osso). Essas não  dependem de um histórico e não há como garantir que não vão acontecer. A  prevenção é no campo ou quadra mesmo, por meio de orientação técnica e  do uso de equipamentos adequados que estejam de acordo com a altura e o  peso dos esportistas. "Além disso, aquecimento e alongamento devem ser  levados a sério e feitos no início e final da atividade", diz Edson  Terra Cunha Junior, supervisor de esportes olímpicos do Flamengo e  coordenador das escolinhas oferecidas pelo clube no Rio de Janeiro.  "Quanto mais a musculatura estiver alongada, menor a possibilidade de  lesão."&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mais difícil de diagnosticar e tratar, a lesão crônica ou por esforço  excessivo não surge de uma partida de futebol. É necessário um  histórico de sobrecarga para que ela comece a ser sentida. Assim, é mais  comum em quem já compete em alguma modalidade ou em crianças que  praticam esportes diversos. "A prevenção começa exatamente com um  planejamento das atividades físicas das crianças", afirma André  Pedrinelli, presidente do Comitê de Traumatologia Esportiva da Sociedade  Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="img1.jpg" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_18675067157449167.jpg"&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:smaller"&gt;EXCESSO&lt;br /&gt; Francisco teve inflamação no joelho por causa do esforço no esqui.&lt;br /&gt; Agora, reduziu a frequência com que o pratica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outra recomendação aos pais é ficar atentos para que os esportes  escolhidos, quando mais de um, não exijam o mesmo esforço motor.  Basquete e vôlei juntos, por exemplo, não é uma boa ideia, pois em ambos  trabalha-se muito com os pulsos e os braços. Se o futebol substituir um  dos dois na combinação, alivia. "Um programa de atividades  cross-training, que trabalha diversas partes do corpo, é uma boa maneira  de reduzir e prevenir as lesões por esforço excessivo", diz Lindsay  Hansen, da organização Safe Kids USA, que advoga pela redução de lesões  na prática de atividades esportivas por crianças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A intensidade do exercício é o outro grande vilão. O estudante  paulistano Francisco Fernando Corrêa de Almeida Nobre, 13 anos, pratica  esqui desde pequeno e hoje participa de competições internacionais. Há  três anos, no entanto, o sonho de um dia ser campeão começou a ser  assombrado por uma forte dor no joelho. O diagnóstico foi de  osteocondrite (comprometimento da cartilagem e do osso abaixo dela). Há  seis meses ele deu início a sessões de fisioterapia para fortalecer a  musculatura da região, mas também teve de mudar a carga de treino,  recomendação número 1 de especialistas para casos de lesão crônica. "Não  cheguei a ficar sem treinar e competir, mas reduzi o esforço", conta.  No último ciclo de preparação, por exemplo, Francisco se exercitou por  apenas 20 dias, metade do que costumava fazer. Aprendeu a respeitar a  dor e hoje quase não a sente mais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A sobrecarga pode acontecer também devido a um longo período de  treino sem pausa. As interrupções são essenciais para garantir a boa  condição do corpo. "Não dá para jogar futebol em ritmo regular o ano  inteiro. É fundamental parar um pouco", diz Pedrinelli. Por fim, na hora  de escolher o clube ou a escolinha, os pais devem levar em consideração  a infraestrutura oferecida. "É fundamental ter orientação de  professores de educação física, além do amparo de uma equipe médica no  local para que a criança tenha a melhor saúde possível", diz o  especialista Cohen.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="G_esporte_lesao.jpg" title="Credito: " src="http://content-portal.istoe.com.br/istoeimagens/imagens/mi_18707830596841976.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4717847341697526514?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4717847341697526514'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4717847341697526514'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/o-perigo-das-lesoes-do-esporte-nas.html' title='O perigo das lesões do esporte nas crianças'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2685373218170438762</id><published>2012-01-16T08:42:00.002-03:00</published><updated>2012-01-24T08:37:45.238-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Escola'/><title type='text'>Aspectos motivadores da Educação Física Escolar</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="tahoma" size="2"&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A Educação Física escolar tem como um de seus objetivos atuar no sentido de   criar uma interação e socialização entre seus alunos visando uma vida   saudável.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Atualmente, o ambiente na maioria das aulas se transformaram em verdadeiros   treinamentos desportivos que somente visam colocar os alunos como máquinas de   alto rendimento para apenas obter os melhores resultados em competições   internas e entre escolas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A obtenção desses resultados pode transferir para o aluno uma   responsabilidade não ideal para sua idade a fim de satisfazer apenas seu   professor.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Desta forma, o educador deve levar aos seus alunos atividades que permitam uma   movimentação variada e exploradora do corpo e do próprio ambiente em que   estão situados. Sempre adequados ao grau de desenvolvimento em cada etapa da   vida escolar e faixa etária dando-lhes plena liberdade e espontaneidade de   movimentos como saltar, correr, girar, arremessar, etc. Permitindo assim,   vários benefícios como desinibição para participação das aulas, descarga   de agressividade, manutenção da saúde e até corrigindo equívocos de   atitude (Barros; Barros,1972).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Essas questões tornam-se cada vez mais pertinentes já que a educação   física presente nos currículos escolares, é muitas vezes o momento em que a   criança tem para a pratica de uma atividade física. Pois, cada vez mais a   maioria das crianças vivem isolados em apartamentos, em frente à televisão,   ao computador e rodeado de guloseimas e frituras, tornando-se um hábito,   contribuindo para o surgimento de futuros sedentários.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Desta forma levanta-se o seguinte questionamento, será que a Educação   Física presente nas escolas corresponde a aquilo que ela propõem? E as   atividades propostas pelo professor é realmente o que necessitam os alunos?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Neste contexto, entre outros inúmeros questionamentos, vimos a necessidade de   um embasamento teórico que aprofunda-se quanto o papel da educação física   no âmbito escolar e de seu profissional.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.       A Educação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A educação segundo Gonçalves (1994) é uma prática sistematizada que busca   atuar sobre indivíduos e grupos sociais, com a intenção de possibilitar a   formação de sua personalidade e sua participação ativa na sociedade.   Portanto, um fenômeno inerente ao homem como um ser social e histórico, cuja   existência fundamenta-se na necessidade de formar as gerações mais novas,   transmitindo-lhes seus conhecimentos, valores e crenças e abrindo-lhes   possibilidades para novas realizações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Na visão de Kunz (1991) a educação jamais pode ser neutra, já que, ou   conduz à domesticação ou à libertação. Há sempre uma influência mútua   entre educação e contexto social, o que faz com que na relação   educador/educando exista sempre uma dialética de "adaptação e   resistência". Desta forma, a ação educacional configura-se uma   determinada relação de poder, enquanto existirem diferenças entre   adulto-educador e jovem-educando. Ou seja, enquanto uma interação na qual a   educação é entendida como uma reação social ao simples fato de que   crianças e jovens estão em fase de desenvolvimento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O autor enfatiza ainda que a educação não é apenas uma qualificação de   indivíduos no sentido individual. Mas, uma qualificação de sujeitos capazes   de atuarem através de uma "ação comunicativa" competente, visando   também à Emancipação da Sociedade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Portanto, a essência da educação é fazer com que "os homens sejam   capazes de realizar as tarefas sociais e profissionais que lhes couberem, e de   pôr-se à altura das possibilidades do desenvolvimento cultural e pessoal que   é possível alcançar mediante sua participação". Tornando assim   comprometidos com a humanização e com a transformação da sociedade,   independente do âmbito especifico de conhecimento (Gonçalves, 1994).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;3.       Educação física sua origem e influência no Brasil&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Ao analisarmos o processo histórico da Educação Física no Brasil,   percebemos que a mesma teve várias tendências que foram mudando no decorrer   dos anos, sob a influência de várias áreas como: a médica, a militar e a   esportiva (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      No inicio da implantação da Educação Física, ela esteve sob influência   médica, assumindo uma função higienista, que buscava modificar os hábitos   de saúde e higiene da população. Acreditava-se que através dela era   possível formar indivíduos fortes e saudáveis que preservariam a hegemonia   da raça (Gallardo, 2000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Nos anos 70, a educação física passa a ser caracterizada como esporte,   considerada como fator que poderia colaborar na melhoria da força de trabalho   da economia brasileira. Neste período estreitaram-se os vínculos entre o   esporte e nacionalismo, influenciados pela Copa do Mundo de 1970 (Parâmetros   Curriculares Nacionais, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Em relação à legislação de 1971, a educação física ganha espaço como   atividade que, por seus meios, processos e técnicas, desenvolve e aprimora   forças físicas, morais, cívicas, psíquicas e sociais do educando. Sendo   que a ênfase dada à aptidão física, a torna referência fundamental para   planejar, controlar e avaliar (GALLARDO, 2000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Mas, na década de 80 começaram a haver contestações a respeito desta   aptidão física, pois o Brasil não se tornou uma nação olímpica nem   aumentou o número de praticantes de atividades físicas. Isto acarretou uma   crise de identidade na Educação Física escolar, fazendo com que a mesma que   prioriza o ensino de 5a a 8a série, ampliasse e priorizasse o ensino a partir   da pré-escola (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Atualmente, a educação física busca uma nova estruturação, baseada em   estudos das influências que o meio físico e social têm sobre o   desenvolvimento humano (GALLARDO, 2000).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Conforme enfatizado por Guirardelli Junior (1988), a educação física é de   fundamental importância ao ser humano, já que pode contribuir para a   autodisciplina, desenvolver os valores estéticos, os valores cooperativos, o   raciocínio, a presteza mental e a saúde.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Além disso, a educação física é sobretudo Educação, envolvendo o homem   como uma unidade em relação dialética com a realidade social. Pois, como   ato educativo, está voltada para a formação do homem, tanto em sua   dimensão pessoal como social (GONÇALVES, 1994).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O homem é movimento, o movimento que se torna gesto, o gesto que fala, que   instaura a presença expressiva, comunicativa e criadora. Aqui, justamente   neste espaço está a Educação Física, a qual terá maior identidade e   maior autonomia quando se aproximar mais do homem e menos das antropologias.   Quando deixar de ser instrumento ou função, para ser arte; quando se afastar   da técnica e da mecânica e se desenvolver criativamente, pois, deve ser   gesto criador (SANTIN, 1987).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;4.       Educação Física escolar&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A vida, nos grandes centros urbanos, impõe enormes restrições à atividade   física espontânea da criança. Essas restrições acabam por induzir a   hábitos extremamente sedentários, tornando iminente o risco de graves   conseqüências para a saúde física e mental. A prática regular de   atividade física se torna uma necessidade para as crianças e uma fonte   preciosa de saúde, a qual promove o melhor crescimento e desenvolvimento do   praticante BARROS NETO,1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      No atual cenário escolar, a Educação Física é identificada como   componente curricular integrado ao projeto político-pedagógico da escola   (Kunz, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Pois, se apresenta na escola como manifestação pedagógica de uma área de   conhecimento: "ela é uma propriedade e um produto do ambiente escolar: a   ele pertence, por ele se define, nele se constitui e se realiza – é então   que se pode falar de uma cultura escolar de Educação Física" (KUNZ,   1991).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Se dissemos que a Educação Física é parte da escola e reconhecemos que   existe uma cultura escolar de movimento, como uma das "entidades culturais"   que a compõe, também é verdade que sua presença no mundo da escola   legitima-se pela pedagogização de práticas corporais assumidas como   manifestações do movimento humano, construídas a partir das   inter-relações estabelecidas em diferentes momentos e contextos   sócio-históricos (Kunz, 2001).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A escola realmente abriu pouco espaço para a Educação Física,   especialmente nos níveis de formação superior. Nos níveis inferiores ela   se apresenta ou se apresentou mais como treinamento através de exercícios   mecânicos. Assim, pode-se dizer que, quando a escola abriu as portas para a   Educação Física, foram as portas do fundo, cedendo espaços sobrados e os   horários rejeitados pelas outras disciplinas. Raras são as excessões   (SANTIN, 1987).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;5.       O professor de Educação Física&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Professor de educação física é o transmissor determinante de uma nova   teoria e prática do esporte para todos. O professor atua na escola   freqüentada por todas as crianças e jovens, além de trabalhar com   freqüência nos clubes e organizações que oferecem esporte. O educador é a   figura-chave, mesmo porque, muitas vezes, integra também a administração   nos vários níveis a quem cabe decidir (Dieckert,1984).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      É bastante expressivo o número de professores de educação física   diplomados existentes no Brasil. Este fato observado de um lado, o atendimento   à comunidade é positivo, mas por outro, em termos de qualidade é complexo,   pois o profissional teria que pensar em transformações através de ações   orientadas que levassem o ser humano a participar, viver o lúdico de modo   simples e prazeroso (SILVA, 1995).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Ainda, o referido autor enfatiza a importância da competência do professor   de educação física, relacionando a mesma com o domínio do conhecimento   próprio e da técnica decorrente; em outras palavras a importância do   professor de educação física inter-relacionar a teoria com a prática,   humanizando o processo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;6.       Esporte na escola&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O espaço e o sentido da Educação Física e dos Esportes são intensamente   reavaliados no contexto do processo educacional brasileiro. Múltiplas são as   iniciativas que buscam estudar e debater as questões que envolvem a   educação física e o esporte em relação ao seu papel na vida individual,   dentro das escolas e em todas as manifestações e instituições sociais   (SANTIN, 1987).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      No mundo atual observa-se a presença de uma realidade estimuladora da   competitividade entre os homens e, infelizmente, a educação física também   se enquadra neste contexto visto que hoje em dia parece assumir um caráter de   treinamento ou adestramento do movimento corporal (Santin, 1987).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Ao contrário do que muitos pensam a educação física escolar não deve ser   totalmente dissociada do esporte, já que um de seus objetivos consiste em   promover a socialização e interação entre seus alunos, o que há de se   reconhecer que o esporte proporciona. O grande questionamento que se faz a   respeito do esporte na escola é que ele muitas vezes transfere para o aluno   uma carga de responsabilidade muito alta quanto à obtenção de resultados, o   que afeta a criança psicologicamente de uma forma negativa (Barros Neto,   1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Gonçalves (1994) nos fala da importância existente no fato de o professor   proporcionar aos alunos movimentos portadores de um sentido para os mesmos.   Uma vez que, movimentos mecânicos realizados abstratamente só contribuem   para a inibição da criação e da participação dos alunos em aula e, por   conseqüência, os torna indivíduos que deixam de interpretar o mundo por si   próprios e passam a interpretá-lo pela visão dos outros.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;7.       Motivação na prática da Educação Física&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A discussão sobre motivação é ampla e variada, pois existem várias   disciplinas que trabalham especificamente com a motivação e possuem suas   próprias concepções (BERLEZE, 2002).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      A motivação pode ser definida como as causas que afetam o início, a   manutenção e a intensidade de comportamento. O comportamento humano é   movido por necessidades, interesses e estímulos vindos do meio ambiente. Uma   pessoa motivada a realizar certa atividade poderá ter mudanças na   compreensão da aprendizagem e de seu desempenho nas habilidades motoras   (MAGILL, 1984).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Todos os motivos são considerados como estados internos, mas também são   freqüentemente despertados por estímulos externos. O ideal seria que toda a   criança estivesse motivada internamente a praticar alguma atividade, sem   precisar de fatores externos, como, por exemplo, recompensas pela sua   prática. Refere-se aos jovens e crianças que praticam esportes em escolinhas   e que participam de competições valorizando mais a competição desportiva.   Enquanto, crianças praticantes nas aulas de Educação Física valorizam mais   os motivos relacionados com os aspectos relativos à saúde, à amizade e ao   lazer. Percebe-se ainda que existem vários motivos que levam as pessoas à   prática de certas atividades motoras. Esses motivos podem ser pela busca do   prazer ou da diversão, pela melhoria da saúde, pela aprendizagem, para se   manter em forma, pela afiliação e pelo alcance de níveis mais altos de   desempenho (BERLEZE, 2002).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Magill (1984) destaca que a palavra motivo oriunda do latim &lt;i&gt;motivum&lt;/i&gt;,   significa "uma causa que põe em movimento", e pode ser definida como um   impulso que faz com que se haja de certa forma. No entanto, a motivação não   se demonstra na mesma intensidade em todas as pessoas, pois temos interesses   diferenciados. Sendo assim, o professor deve estar consciente da busca por   conteúdos diversificados, para que se consiga atender aos interesses contidos   nas turmas, fazendo com que essa falta de previsão que a motivação   manifesta, não venha lhe causar dúvidas no que diz respeito à motivação   de seus alunos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Assim, Campos (1986) acredita que o professor deve ser o mediador entre os   motivos individuais e os legítimos alvos a serem alcançados pelos alunos.   Pois, o professor como o formador de opinião, pode ser um grande mediador dos   objetivos da escola para com seus alunos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Considerações   finais&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;font&gt;   &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      Desta forma, as aulas programadas pelo professor devem fazer os alunos a   passarem por experiências positivas adequadas às suas necessidades e capazes   de serem executadas sempre respeitando as diferenças individuais para que os   mais aptos não sejam privilegiados e os menos aptos não sejam   desestimulados. Portanto, para que os menos aptos possam se beneficiar da   prática dos exercícios propostos sem se desinteressarem, deve-se ter muita   cautela e paciência já que em muitos casos não levam jeito para a prática.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      O aluno deve sentir prazer no que está fazendo e também deve estar   consciente que tudo o que está sendo realizado é para seu bem e não por ser   uma simples disciplina da escola. É necessário que conheçam os conceitos   relacionados à saúde e atividade física para que adquiram e desenvolvam   habilidades para iniciar a prática de exercícios regulares ou para que sejam   cada vez mais motivados, já que nos dias de hoje, o estilo de vida pode   determinar como e quanto tempo ainda viverá.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Referências&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/b&gt;   &lt;ul&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BARROS       NETO, Turíbio Leite de. &lt;i&gt;Início da criança no esporte.&lt;/i&gt; São       Paulo: Atheneu, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BARROS,       Daisy; BARROS, Darcymires.&lt;i&gt; Educação física na escola primária.&lt;/i&gt;       4. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1972.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BERLEZE,       Adriana. &lt;i&gt;Motivos que levam à prática de atividades motoras na escola&lt;/i&gt;.       Maringá: UEM, 2002.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;CAMPOS,       Dinah M. de Souza. &lt;i&gt;Psicologia da aprendizagem.&lt;/i&gt; 19. ed. Petrópolis:       Vozes, 1986.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;DIECKERT,       J. &lt;i&gt;Esporte de Lazer: tarefa e chance para todos&lt;/i&gt;. Tradução Maria       Lenk, Rio de Janeiro, 1984.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GALLARDO,       J. S. &lt;i&gt;Educação Física – Contribuições à formação       profissional.&lt;/i&gt; 3.ed., Ijuí: UNIJUÍ, 2000.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GONÇALVES,       Maria Augusta Salim&lt;i&gt;. SENTIR, PENSAR, AGIR: Corporeidade e educação.&lt;/i&gt;       2.ed. São Paulo: Papirus, 1994.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GUIRARDELLI       JR, P. &lt;i&gt;Educação Física progressista – a pedagogia crítico-social       dos conteúdos e a Educação Física Brasileira.&lt;/i&gt; São Paulo: Loyola,       1988.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;KUNZ,       Elenor.&lt;i&gt; Didática da Educação Física 2&lt;/i&gt;. Ijuí: Unijuí, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;KUNZ,       Elenor. &lt;i&gt;Educação Física: ensino e mudanças&lt;/i&gt;. Ijuí: Unijuí,       1991.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MAGILL,       Richard A. &lt;i&gt;A aprendizagem motora: conceitos e aplicações&lt;/i&gt;. 1.ed.       São Paulo: E. Blucher, 1984.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Parâmetros       Curriculares Nacionais: &lt;i&gt;Educação Física&lt;/i&gt;. Secretaria de       Educação Ambiental. Brasília, MEC/SEF, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;SANTIN,       Silvino.&lt;i&gt; EDUCAÇÃO FÍSICA: Uma abordagem filosófica da corporeidade&lt;/i&gt;.       Ijuí: Unijuí, 1987.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;       &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;SILVA,       J. B. &lt;i&gt;Educação Física, Esporte, Lazer: Aprender a Aprender Fazendo&lt;/i&gt;.       Londrina, Lido, 1995.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/font&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2685373218170438762?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2685373218170438762'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2685373218170438762'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/aspectos-motivadores-da-educacao-fisica.html' title='Aspectos motivadores da Educação Física Escolar'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4515105214056468824</id><published>2012-01-13T12:35:00.002-03:00</published><updated>2012-01-13T19:19:27.734-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fisiologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corrida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Importância do dia de descanso na corrida</title><content type='html'>&lt;p&gt;Fazer uma atividade física sete dias da semana, tipo corrida, pode ser estressante para o corpo. Pode ser não. É. E não vai ser um dia de descanso o fará menos condicionado(a).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Anos de pesquisas provam ser falsa a noção de que um dia sem treinar  destrói o condicionamento — na verdade, acontece justamente o contrário.  Um pouco de destreino (a perda de condicionamento e desempenho que  acontece quando você para de treinar) só acontece depois de duas semanas  parado. Entretanto, se o descanso acontece após as sessões pesadas de  treino, ele permite que seu corpo se adapte ao esforço, fortalecendo-se.  Um dia de folga a cada 14 dias repõe os estoques de glicogênio,  constrói força e reduz a fadiga. E, considerando que a maioria das  lesões é causada por excesso de treino, para não ser forçado a ficar de  molho por três a quatro semanas (por causa de uma síndrome isquiotibial,  por exemplo), aproveite para passar um dia descansando, fazendo cross  training ou trotando por alguns quilômetros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu me acabava de treinar por seis dias só para curtir  um dia livre no sétimo. Era quando eu recuperava algumas horas de sono e  cuidava dos músculos doloridos com massagens e alongamentos leves. Esse  dia era tão decisivo para o meu programa de treinos quanto uma corrida  longa: sabendo que o descanso era garantido, eu conseguia atravessar  treinos difíceis. Além disso, começava a nova semana física e  mentalmente restaurado, pronto para qualquer masoquismo que viesse pela  frente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tendo dito isso, eu entendo como pode ser difícil  para algumas pessoas deixar de lado os tênis de corrida. Em seu dia de  descanso, o mexicano Germán Silva, vencedor da Maratona de Nova York em  1994 e 1995, corria 3 milhas (cerca de 5 km) em ritmo fácil, mantendo os  batimentos cardíacos abaixo de 60% do máximo. Trotar assim pode até não  impulsionar o VO2 max, mas relaxa os músculos para evitar a fadiga.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Então tudo bem se os simples mortais correrem um  pouquinho nos dias de folga? Depende. Contanto que mantenham o volume e a  intensidade bem leves, podem obter os benefícios da recuperação (o  mesmo vale para o cross training num dia de descanso: não force).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquelas corridas leves de recuperação não devem ser  confundidas com a quilometragem base que você intercala com os treinos  difíceis. Ela é essencial para fortalecer os músculos, acumular  resistência e queimar gordura. O segredo é manter um ritmo conservador:  utilize a tabela abaixo para se orientar.&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://runnersworld.abril.com.br/materias/ddescanso/box.gif" align="middle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;&lt;a href="http://runnersworld.abril.com.br/materias/ddescanso/"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4515105214056468824?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4515105214056468824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4515105214056468824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/importancia-do-dia-de-descanso-na.html' title='Importância do dia de descanso na corrida'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-3842263598932919004</id><published>2012-01-13T10:59:00.002-03:00</published><updated>2012-01-13T19:19:06.764-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Aula para pernas torneadas para o verão</title><content type='html'>&lt;iframe width="500" height="369" src="http://www.youtube.com/embed/rgTqSqjUM1E" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa aula tem vários exemplos de exercícios para deixar pernas torneadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora mostra a musculatura trabalhada em cada exercício. Esses exercícios são feitos com acessórios que ajudam no resultado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-3842263598932919004?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3842263598932919004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3842263598932919004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/aula-para-pernas-torneadas-para-o-verao.html' title='Aula para pernas torneadas para o verão'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/rgTqSqjUM1E/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1150695786835629884</id><published>2012-01-13T08:21:00.002-03:00</published><updated>2012-01-13T19:18:57.721-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corrida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><title type='text'>3 aplicativos para correr melhor</title><content type='html'>RUNKEEPER&lt;br /&gt;Para: iPhone, Android e Windows Phone 7 (gratuito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pede um aparelho com GPS para registrar a distância, a velocidade e o relevo do percurso. As informações ficam armazenadas numa rede social só para usuários do aplicativo. Ali, você pode comparar seu desempenho com dados anteriores ou com sua rede de amigos.&lt;br /&gt;Em inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RUNASTIC&lt;br /&gt;Para: iPhone, Blackberry, Android e Windows Phone 7 (gratuito).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de guardar tempo, distância, gasto calórico, velocidade, elevação e localização do terreno, monta treinos de acordo com seu objetivo, como se fosse um personal trainer. Você pode registrar&lt;br /&gt;dados manualmente, para quando você estiver indoor ou onde não houver sinal de GPS.&lt;br /&gt;Em inglês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NIKE + GPS&lt;br /&gt;Para: iPhone e iPod (1,99 dólar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informa todos os dados do trajeto e envia para a comunidade Nike+, onde dá para interagir com outros usuários. É possível programar a ferramenta para enviar feedbacks sonoros a cada meta cumprida e ativar a função Power Songs, que faz tocar uma música escolhida para cada fase do reino.&lt;br /&gt;Em português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1150695786835629884?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1150695786835629884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1150695786835629884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/3-aplicativos-para-correr-melhor.html' title='3 aplicativos para correr melhor'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2468856088538902280</id><published>2012-01-11T15:27:00.001-03:00</published><updated>2012-01-11T15:27:15.266-03:00</updated><title type='text'>Qualidade dos exercícios resistidos em atividade física</title><content type='html'>&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;Os exercícios  								resistidos são aqueles realizados contra alguma  								forma de resistência graduável à contração  								muscular. Na maioria das vezes, a resistência  								são pesos. Tradicionalmente os exercícios com  								pesos são reconhecidos pela sua grande  								eficiência em aumentar a massa muscular, sendo  								portanto muito utilizado no treinamento de  								atletas. A sua prática esportiva recebe o nome  								de musculação, a atividade de academia que mais  								cresce em número de praticantes em todo o mundo.&lt;/p&gt; 								&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;O grande atrativo  								da musculação para pessoas jovens são os efeitos  								modeladores do corpo, tanto para o homem quanto  								para a mulher. Para desportistas, o objetivo  								costuma ser a melhora do desempenho físico. Nos  								últimos anos no entanto, numerosos trabalhos  								científicos têm demonstrado importantes efeitos  								dos exercícios com pesos para a saúde:&lt;br&gt; 								&lt;br&gt; 								1) Os exercícios com pesos conseguem impedir a  								perda de mobilidade e a atrofia muscular em  								pessoas idosas, ao contrário de corrida e  								natação que apenas preservam a flexibilidade.  								Corredores e nadadores envelhecidos têm os  								mesmos níveis de massa muscular de idosos  								sedentários. A atrofia muscular dos idosos é a  								principal responsável pela perda de capacidade  								funcional para a vida diária, e um fator  								predisponente para quedas e fraturas graves.&lt;br&gt; 								&lt;br&gt; 								2) Os aumentos perigosos de pressão arterial e  								de freqüência cardíaca que muitos idosos  								apresentam nas atividades da vida diária apenas  								conseguem ser revertidos com o aumento de massa  								muscular induzido pelos exercícios com pesos. O  								condicionamento aeróbio não reverte a situação.  								A explicação é que para pessoas enfraquecidas,  								os esforços da vida diária são de alta  								intensidade, determinando respostas  								hemodinâmicas excessivas. Para pessoas mais  								fortes, os mesmos esforços são de menor  								intensidade, exigindo menor grau de esforço  								muscular, e conseqüentemente induzindo menores  								alterações de pressão arterial e freqüência  								cardíaca. &lt;br&gt; 								&lt;br&gt; 								3) Os exercícios com pesos constituem o mais  								eficiente estímulo ambiental para aumentar a  								massa óssea. Atletas treinados com pesos chegam  								a apresentar 40 % mais tecido ósseo nas  								vértebras em relação a controles sedentários.  								Este efeito abre perspectivas não apenas para o  								tratamento da osteoporose, mas também para a sua  								profilaxia. Um dos mais importantes fatores  								determinantes de osteoporose futura é a massa  								óssea de pico que as pessoas atingem logo após  								os vinte anos de idade. O treinamento com pesos  								na adolescência está sendo considerado como uma  								importante conduta profilática para pessoas  								predispostas à osteoporose.&lt;br&gt; 								&lt;br&gt; 								4) Os exercícios com pesos parecem ser tão  								eficientes quanto os exercícios aeróbios para  								evitar doenças cardíacas coronarianas. Em 1995 o  								National Institutes of Health e o Centers for  								Disease Control and Prevention, órgãos do  								governo norte-americano, reviram todos os  								trabalhos científicos sobre atividade física e  								saúde, e concluíram que todos os tipos de  								exercícios parecem ter os mesmos efeitos  								benéficos para a saúde geral e do coração. Não  								se trata de aumentar a vascularização cardíaca  								como já se imaginou, mas de evitar o estresse  								emocional, a obesidade, a hipertensão arterial,  								o diabetes, e de modificar favoravelmente os  								níveis das gorduras do sangue. Todos esses  								efeitos são conseguidos também por meio dos  								exercícios com pesos. Atualmente o American  								College of Sports Medicine reconhece que  								qualquer tipo de exercício tem os mesmos efeitos  								salutares, ao contrário do que preconizavam as  								recomendações da entidade anteriores a 1995, que  								enfatizavam a importância de exercícios aeróbios  								para a saúde.&lt;/p&gt; 								&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;Sendo estes  								conceitos relativamente recentes, compreende-se  								que muitos profissionais não estejam  								atualizados. Por outro lado, alguns  								profissionais que desenvolveram metodologia de  								trabalho apoiada nos conceitos anteriores ainda  								relutam em aceitar os novos fatos científicos. A  								campanha Agita São Paulo da Secretaria de Saúde  								do Estado está em perfeita sintonia com os novos  								conhecimentos, recomendando qualquer tipo de  								exercício, sem excessos, para melhorar os níveis  								de saúde geral e cardiovascular da população. &lt;/p&gt; 								&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;De acordo com os  								conceitos mais atuais, os exercícios com pesos  								são considerados os mais completos entre todas  								as formas de treinamento físico, embora não  								sejam os ideais para aumentar a resistência para  								esforços contínuos de baixa intensidade. Por  								outro lado aumentam a capacidade de trabalho  								físico estimulando a força e a resistência  								musculares, a flexibilidade, e a capacidade de  								aceleração. Além disto, melhoram a forma do  								corpo, evitam a incapacidade física dos  								sedentários e idosos, e contribuem para evitar  								doenças crônicas tão bem ou melhor do que outros  								tipos de atividade física. &lt;/p&gt; 								&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;Com relação à  								segurança, quando bem realizados, os exercícios  								com pesos apresentam baixo índice de lesões  								músculo-esqueléticas e baixo risco de acidentes  								vasculares cerebrais e coronarianos. A  								eficiência exige pesos relativamente elevados,  								que permitem poucas repetições, mas desde que  								não se façam esforços absolutamente máximos, a  								pressão arterial aumenta dentro de níveis  								seguros. Com os intervalos de descanso entre as  								séries sendo relativamente longos, geralmente  								acima de um ou dois minutos, a freqüência  								cardíaca aumenta muito pouco. Por estas razões,  								já se demonstrou que o caminhar rápido pode  								apresentar estresse cardiocirculatório maior do  								que o treinamento com pesos bem orientado. Além  								disto, os exercícios com pesos não apresentam os  								fatores predisponentes ao trauma, tão comuns na  								maioria das atividades esportivas: impactos,  								acelerações, desacelerações, torções, risco de  								trauma direto e de quedas. A carga, desde que  								não excessiva, não é um fator de lesão. Ao  								contrário, apresenta efeitos tróficos,  								estimulando o fortalecimento dos tecidos.&lt;/p&gt; 								&lt;p style="text-indent:35.4pt"&gt;Além da  								divulgação da segurança e dos benefícios  								salutares dos exercícios com pesos, muito  								contribui para a sua crescente popularidade o  								prazer de realizar uma atividade que produz  								agradável sensação de trabalho muscular, sem no  								entanto determinar alterações desconfortáveis  								das freqüências cardíaca e respiratória.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2468856088538902280?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2468856088538902280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2468856088538902280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/qualidade-dos-exercicios-resistidos-em.html' title='Qualidade dos exercícios resistidos em atividade física'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6244588800197922081</id><published>2012-01-11T11:08:00.002-03:00</published><updated>2012-01-13T19:18:31.424-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fitness'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Academia'/><title type='text'>15 perguntas e respostas sobre o Power Jump</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://www.acequilibrio.com.br/_/rsrc/1244988946206/aulas/power-jump/fot_pjump.jpg" src="http://www.acequilibrio.com.br/_/rsrc/1244988946206/aulas/power-jump/fot_pjump.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Power  Jump®, programa que proporciona condicionamento físico, alto gasto  calórico e melhora da postura utilizando o mini-trampolim. 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Assim como  para as mulheres em geral é indicado o uso de tops de lycra ou material  similar reforçado e para os homens sungas ou shorts com suporte extra; é  prudente que portadores de próteses de silicone tenham os mesmos  cuidados. É impreterível também que se peça orientação individualizada  do médico a fim de receber conselhos e outras providências necessárias e  até mesmo a liberação para a prática do Power Jump.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Quanto,  em média, é a absorção do impacto nos passos realizados sobre a  superfície elástica (mini-trampolim) em comparação com a base rígida  (solo)? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_57"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Obedecendo  a correta "técnica de aterrissagem", ensinada pelos Professores  Certificados, o mini-trampolim possibilita 80% de absorção do impacto.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Power Jump acaba com a celulite?&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_58"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Por  se tratar de uma atividade de alta contração dos membros inferiores,  ocorre uma forte estimulação da drenagem linfática, auxiliando no  combate à celulite. Mas isto é um auxílio, alimentação e prática regular  de atividade física são imprescindíveis. &lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Quantas calorias é possível gastar durante uma aula de Power Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_59"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Depende  muito da força e técnica empregadas ao empurrar a superfície elástica,  mas estima-se entre 400 a 700 calorias. Indivíduos muito treinados são  capazes de alcançar valores próximos de 900cal. (durante 60 minutos de  aula).&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Power Jump emagrece? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_60"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Pelo  alto gasto calórico e por se tratar de uma atividade predominantemente  aeróbica, uma grande quantidade de gordura é utilizada como fonte de  combustível, o que significa que é uma atividade bastante efetiva no  processo de emagrecimento.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Quanto tempo necessito para me sentir confortável na aula? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_61"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Por  se tratar de uma atividade relativamente nova, é necessária uma  adaptação por parte do praticante, estimada hoje em duas semanas, com  número de 3 aulas por semana. Da primeira para a segunda aula já são  observadas significativas evoluções e essas adaptações são possíveis a  qualquer aluno, mesmo para aqueles que não praticam atividade física há  muito tempo.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Porque não posso chamar o mini-trampolim de cama elástica ou caminha? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_62"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Embora  a cama elástica seja a mãe da modalidade, o mini-trampolim tem como  objetivo central EMPURRAR a superfície elástica através de uma forte  contração dos membros inferiores, já a cama elástica tende a promover os  saltos, o que devemos evitar no Power Jump.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;É possível ou conveniente fazer aulas de Power Jump descalço? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_63"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;É  necessária a utilização de tênis, pois ele garante uma melhor  aterrissagem dos pés sobre a superfície elástica, garantindo também uma  melhor segurança aos participantes.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Por que não se deve descer do mini-trampolim durante a aula? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_64"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Na  fase área dos movimentos, existe uma descompressão dos estabilizadores e  as articulações envolvidas dos membros inferiores (tornozelo e joelho)  também se encontram mais relaxadas, o que pode gerar um certo  desconforto ao descer nos mesmos antes de realizar movimentos de soltura  corporal e relaxamento. Os Professores Certificados estão aptos a dar  essas instruções de segurança a seus alunos.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;As dores na região abdominal são normais para os praticantes iniciantes? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_65"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Pequenas  dores musculares podem ocorrer devido à variação da utilização dos  músculos abdominais. Felizmente, é apenas aquela "dorzinha gostosa" que  sentimos após as primeiras sessões de uma atividade com a qual nosso  corpo não está acostumado. Em poucas aulas o aluno se acostuma e esta  sensação desaparece, mesmo que o exercício continue a fazer os efeitos  desejados.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Quais os benefícios para o aluno fazer Power Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_66"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Melhora  da condição cárdio vascular, melhora das habilidades motoras, aumento  da concentração, aumento do equilíbrio corporal por ser uma modalidade  também com objetivo proprioceptivo etc.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;O que diferencia o Power Jump das outras de Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_67"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Gráfico  da aula estabelecido pelo equilíbrio dos movimentos com força de  aplicação em 1 ou 2 pernas, coreografia simples e motivante, músicas de  alta qualidade e a força constante de membros inferiores ao empurrar a  superfície elástica para baixo e não saltar para cima.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Como conciliar o trabalho da musculação com as aulas de Power Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_68"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Basta  intercalar os grupos musculares exigidos. Por exemplo, quando fizer uma  aula de Power Jump não realizar movimentos que exijam muita força de  membros inferiores, de preferência intercalar o trabalho em dias  alternados.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;br /&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Após a gestação, qual o tempo ideal de retorno para as aulas de Power Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_69"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;Nossa  resposta é bem simples: depois que você for autorizada pelo seu médico a  retornar as atividades físicas e, após isso, adaptar-se  confortavelmente ao equipamento.Inicie com as clínicas ou com pequenos movimentos em cima do mini-trampolim.Não esqueça também que é preciso estar confiante e totalmente confortável no equipamento.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;dt&gt;&lt;b&gt;&lt;a&gt;Portadores de hérnia na coluna podem praticar o Power Jump? &lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/dt&gt;&lt;dd style id="resposta_70"&gt;&lt;div style="text-align:justify"&gt;A  pessoas portadoras de qualquer tipo de hérnia ou patologia vertebral  nós indicamos, primeiramente, que façam uma avaliação clínica para  saber, exatamente, o que compromete não só as atividades físicas que  venham praticar como também suas &amp;quot;posturas&amp;quot; adotadas durante o  cotidiano. Após esse parecer, é preciso definir junto ao seu  professor as limitações de execução de cada movimento da atividade  desejada para que não haja o desconforto e seguidamente dores locais.O Power Jump é uma atividade muito divertida e totalmente segura, mas nestes casos toda atenção é importante.&lt;/div&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dl&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6244588800197922081?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6244588800197922081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6244588800197922081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/15-perguntas-e-respostas-sobre-o-power.html' title='15 perguntas e respostas sobre o Power Jump'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-3966607307171675100</id><published>2012-01-11T10:58:00.000-03:00</published><updated>2012-01-11T10:58:46.865-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aula'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Exercícios de agachamento</title><content type='html'>&lt;iframe width="500" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/T2YfPMbsa28" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprenda a fazer o melhor exercício para suas pernas, que te dará força, pernas torneadas e performance esportiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dicas de execução e aula completa de como agachar de maneira a obter todos os melhores resultados!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-3966607307171675100?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3966607307171675100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/3966607307171675100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/exercicios-de-agachamento.html' title='Exercícios de agachamento'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/T2YfPMbsa28/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1651249812264366962</id><published>2012-01-10T08:47:00.002-03:00</published><updated>2012-01-10T08:56:12.496-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esportes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futsal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fundamentos'/><title type='text'>Fundamentos do Futsal</title><content type='html'>Como todo o esporte que tem regras e especificações, o Futsal tem os seus fundamentos para fazer o jogo aocntecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos a eles?&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domínio no futsal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Domínio é a habilidade de recepcionar a bola. O objetivo do professor ao ensiná-la é o de levar a criança a recepcioná-la com as diversas partes do corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificações de determinadas habilidades de domínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Controle no futsal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controlar a bola é diferente de dominá-la. Enquanto esta ação trata-se da recepção da bola, aquela se refere a mantê-la no ar, com toques de uma e de outras tantas partes do corpo, sem deixá-la cair ao chão. É o que as crianças chamam de embaixadinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Condução no futsal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A condução é quando se leva a bola pela quadra de jogo. Uma regra básica: a bola deve estar próxima do condutor. Essa condução pode ser feita em linha reta, daí o nome de retilínea. Também em ziguezague, e, portanto, sinuosamente. As outras faces para se conduzir são interna e externa. A de frente é ineficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chute no futsal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O chute surge quando do contato da criança com a bola em direção à meta&lt;br /&gt;adversária ou para afastar o perigo de um ataque adversário. O primeiro seria o chute com o objetivo ofensivo. O segundo, com o objetivo defensivo. Logo, chute sempre é a mesma coisa, o que muda é o objetivo. Quais seriam as possíveis trajetórias de chute? Rasteira, meia-altura e alta. Quais seriam os tipos, as maneiras de chutar? Com o dorso ou de peito de pé, de bate-pronto ou semi-voleio, de voleio ou sem-pulo, de bico e por cobertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabeceio no futsal&lt;br /&gt;A exemplo do chute, o cabeceio pode ser ofensivo e defensivo. Quem cabeceia o faz para marcar um gol, para defender a sua equipe ou para passar a bola para um companheiro de equipe A exemplo do chute e do passe, o cabeceio pode ter diferentes trajetórias, isto é, pode ser em linha reta, para o alto ou em direção ao chão. O local onde se toca na bola determinará as diferentes trajetórias. Cabeceouse no meio da bola, ela sai em linha reta. Cabeceou-se embaixo da bola, ela vai para o alto. Cabeceou-se em cima, ela desce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passe no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passe só acontece quando há duas pessoas. Passa-se quando um alguém envia abola para um outro alguém. Em geral passa-se a bola com os pés, mas também pode sair um passe com a cabeça, com o peito, a coxa, o ombro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passe é classificado quanto à distância, à trajetória (altura), à execução (parte do corpo), ao espaço de jogo (quadra) e à habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Distância: Curto - até 4 metros; Médio - 4 a 10 metros; Longo - acima de 10 metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Trajetória: Rasteiro, meia altura, parabólico.&lt;br /&gt;- Execução: Interna, externa, anterior (bico), solado, dorso.&lt;br /&gt;- Espaço de Jogo: Lateral, diagonal, paralelo.&lt;br /&gt;- Passes de Habilidade: Coxa, peito, cabeça, calcanhar, ombro, parabólico ou cavado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drible no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O drible é feito com posse de bola. Quem dribla, procura, com bola, passar por um adversário. Esse &amp;quot;passar pelo adversário&amp;quot; exigirá, algumas vezes, velocidade, outras apenas mudança de direção, outras, criatividade, ginga e outras ainda, todas estas coisas simultaneamente. Entretanto, uma coisa é certa: o que dificulta a habilidade de marcar é a perda do equilíbrio. Logo, o drible eficaz é aquele que provoca no outro o desequilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finta no futsal&lt;br /&gt;Finta, ao contrário do drible, é realizada sem bola. Ainda que quem finta esteja sem bola, o faz com o objetivo de obtê-la. O professor que ensina a fintar tem o objetivo de levar a criança a enganar o seu adversário para receber a bola. Outros nomes, dependendo da região do país, são sinônimos de finta: desmarcação, balanço, gato, vai e vem, pique falso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcação no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem marca tem o objetivo de desarmar quem tem a bola, tomando-lhe a mesma ou tirando-a; também objetiva impedir que o adversário receba a bola. Quem ensina a marcar tem o objetivo de fazer que essas coisas sejam possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicação da técnica de marcação em dois momentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o que se ensina para a criança quando o adversário está com bola.&lt;br /&gt;- o que se ensina quando ele não tem a bola.&lt;br /&gt;No primeiro caso, ensinam-se três coisas básicas. A obrigação de quem marca é fazer todo o possível para não ser driblado e ainda evitar que o adversário chute contra a sua meta. Com o tempo, e isso já não é mais básico, ensinam-se outras coisas: marcar o pé de passe e chute, fechando o lado forte de saída e ação do adversário; empurrar o adversário contra a linha lateral da quadra, diminuindo o ângulo de passe e chute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipação no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipa-se quando se toma à frente do adversário. Classificada a antecipação em ofensiva e defensiva. Penso que, quanto aos objetivos, podem ser mesmo distintos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;para roubar a bola e iniciar um ataque com uma condução, um passe ou chute;&lt;br /&gt;para desarmar, chutando a bola para fora ou sem direção definida; para recepcionar a bola, neste caso, um atacante antecipa o defensor. Em todos os casos, quem antecipa dá à equipe uma vantagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteção de Bola no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proteger significa manter a posse de bola quando marcado diretamente por um adversário. Porém, não se trata de drible. Técnica para proteger a bola: quem protege deve antecipar o lado que o oponente quer entrar a fim de realizar o desarme. A oposição deve ser feita com o tronco e o braço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidade do Goleiro no futsal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidades do goleiro: pegada, reposição, lançamento, defesas altas, defesas baixas, saídas de gol, jogo de quadra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defensivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Pegada: é quando o goleiro faz, com as mãos, uma resistência à bola. Quando a bola vem alta, os polegares do goleiro devem voltar-se para dentro. Quando a bola vem baixa e rasteira, os polegares devem voltar-se para fora. E para bolas vindas a altura do tronco, o goleiro deve fazer o encaixe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Defesas altas e baixas: as que são realizadas da linha do quadril para cima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto as defesas baixas são do quadril para baixo. Relevante que estas defesas dependerão, minimamente, de duas variáveis: força e velocidade da bola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observe:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- para bolas fortes e velozes que vêm na direção do goleiro, sugere-se espalmar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Se a bola vier fora do alcance do goleiro, sugerem-se quedas laterais e saltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para bolas fracas e lentas: sugere-se a pegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofensivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Reposição: acontece quando, com o uso das mãos, o goleiro coloca a bola em jogo na sua meia-quadra. A reposição deve visar um companheiro bem colocado ou um espaço livre. Deve ser feita com segurança, não expondo a equipe a investidas do adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Lançamento: é diferente da reposição apenas num ponto: é feito na meia-quadra de ataque. Com a nova regra do arremesso de meta, onde não é necessário repor abola na sua meia-quadra defensiva, esta habilidade será ainda mais utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Jogo de quadra: caracterizado pela utilização das habilidades domínio(recepção), passe, chute e drible (se for na quadra de ataque). Tanto melhor se o goleiro for hábil nas quatro. Entretanto, minimamente, precisa ser bom pelo menos em duas: domínio e passe ou domínio e chute.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Professor Adson Barros Santana – &lt;a href="http://adsonbarros.blogspot.com"&gt;http://adsonbarros.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1651249812264366962?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1651249812264366962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1651249812264366962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/fundamentos-do-futsal.html' title='Fundamentos do Futsal'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-5944095532597624809</id><published>2012-01-09T16:26:00.002-03:00</published><updated>2012-01-10T08:55:30.483-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infantil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coordenação Motora'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><title type='text'>Crianças que fazem exercícios tiram notas mais altas</title><content type='html'>Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Vrije, de Amsterdam, aponta que crianças que se exercitam mais apresentam um desempenho escolar melhor. A equipe de especialistas analisou 14 outras pesquisas realizadas nos EUA, Canadá e África do Sul, que comparavam a atividade física dos estudantes com seus desempenhos em provas de matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dez dos estudos analisados, os pesquisadores fizeram perguntas aos pais, professores e aos próprios estudantes sobre seu grau de atividade física. Após o questionário, a equipe seguiu as crianças para acompanhar o desempenho acadêmico por um período que variou de meses até anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos outros quatro estudos, um grupo de crianças ganhou um tempo extra para a prática de exercícios e teve os seus resultados de testes comparados com os de um grupo de crianças que não tinha ganhado esse tempo a mais. A maior dessas pesquisas envolveu 12 mil crianças e adolescentes americanos entre 12 e 18, que foram acompanhados por até dois anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando todos os resultados, os pesquisadores descobriram que alunos que faziam até 90 minutos de atividade física extra por semana foram melhores em testes de soletração, leitura e matemática, além de terem ganhado menos peso nos três anos seguintes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores da análise, isso pode ocorrer porque crianças se comportam e se concentram melhor quando se exercitam, ou porque a atividade aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro e melhora o humor de quem a pratica. Esses resultados mostram que as escolas deveriam priorizar os exercícios tanto quanto os aspectos acadêmicos na educação infantil, e que as famílias poderiam ter a mesma atitude em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores afirmam que qualquer tipo de atividade é válida, não apenas a aula padrão de educação física. As crianças podem ir à escola de bicicleta ou, então, ter intervalos a cada meia hora durante as aulas, para que possam se exercitar de alguma forma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimule a concentração das crianças com essas brincadeiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pais que nunca enlouqueceram porque o filho não parava quieto que atirem a primeira pedra. A hiperatividade é cada vez mais comum nos pequenos. Vivemos em um mundo em que várias coisas acontecem ao mesmo tempo e a criança convive com isso desde que nasce: é muito estimulada e impressionada a todo o momento. Essa pressão pode provocar dificuldade de concentração, agitação e até comportamento hiperativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mestre em Psicologia pela Unesp de Assis Fábio Sagula conta que, ao brincar, a criança desenvolve recursos para lidar com os desafios da realidade. &amp;quot;Por isso, é muito importante que ela direcione esses sentimentos a uma atividade que &amp;#39;segure&amp;#39; esse turbilhão&amp;quot;, diz. Saiba quais são as brincadeiras mais recomendadas por especialistas para estimular a criatividade e o foco do pequeno.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogos de tabuleiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogos que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planejada, sistemática e ordenada. &amp;quot;Eles ajudam a criança a não agir de maneira impulsiva&amp;quot;, conta a pedagoga Silvânia Assis, do Colégio Pitágoras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Alguns jogos, além de auxiliarem na concentração e tolerância à frustração, oferecem uma riqueza simbólica enorme, fazendo com que a criança experimente como é desempenhar papéis diferentes, como comandantes, princesas, reis, banqueiros etc.&amp;quot;, afirma o psicólogo Fábio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogos de mímica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mímica também é outra brincadeira que pode render várias horas de diversão. Os especialistas explicam que esse jogo estimula a criança a pensar em representações e fazer associações de palavras, facilitando os processos cognitivos. &amp;quot;A questão é encontrar algo que faça sentido para a criança e, junto com isso, criar uma brincadeira&amp;quot;, aconselha o psicólogo Fábio. &amp;quot;Personagens ou temáticas atuais podem ser utilizadas para a elaboração de brincadeiras e encenações.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincadeiras em grupo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolver uma equipe é uma boa estratégia para estimular a criança a pensar de forma independente. &amp;quot;Os jogos em grupo propiciam agilidade mental, iniciativa e curiosidade, fazendo com que a criança tenha que discutir para decidir sobre regras de ganhar e perder&amp;quot;, diz a pedagoga Sílvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eletrônicos e brincadeiras na medida certa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rapidez das novas tecnologias de entretenimento - como internet, videogame e televisão - é uma das maiores responsáveis por esse &amp;quot;super estímulo&amp;quot; nas crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o psicólogo Fábio Sagula, o cérebro da criança que fica imersa em atividades muito rápidas começa a funcionar em um ritmo também acelerado. Isso dá a sensação de que focar a atenção em algo por um período mais prolongado é &amp;quot;perda de tempo&amp;quot;, fazendo com que o pequeno não consiga passar horas se dedicando a apenas uma atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O especialista afirma, no entanto, que games e internet não precisam ser abolidos da vida do filho, pois fazem parte dos artefatos de nossa cultura. &amp;quot;O que é necessário é utilizá-los com moderação&amp;quot;, aconselha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se que o segredo é encontrar uma atividade que seja do interesse da criança, com algum tema que lhe agrade, sempre com muita interatividade e diversão. &amp;quot;Assim, ela passará horas empenhada em desenvolver a brincadeira, em vez de enjoar rapidamente e desistir de jogar&amp;quot;, conta o psicólogo Fábio Sagula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-5944095532597624809?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5944095532597624809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5944095532597624809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/criancas-que-fazem-exercicios-tiram.html' title='Crianças que fazem exercícios tiram notas mais altas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1972356613708339844</id><published>2012-01-09T08:10:00.002-03:00</published><updated>2012-01-10T08:55:48.660-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Infantil'/><title type='text'>As crianças de hoje são mais fracas?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center" class="fotoMateria box480"&gt;&lt;img class="foto" alt=" Shutterstock" src="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/foto/0,,50665339,00.jpg" height="300" width="480"&gt;                &lt;/div&gt;&lt;p&gt;Puxe  pela memória. Quais eram as suas brincadeiras preferidas na infância?  Empinar a pipa, subir na árvore, pular amarelinha, carrinho de rolimã...   Todas solicitavam esforço físico, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pense em que seu filho gosta de fazer  para se divertir. Jogar videogame, navegar na internet e assistir  televisão fazem parte da lista dele? Segundo um novo &lt;strong&gt;estudo&lt;/strong&gt; conduzido pelo pesquisador esportivo Gavin Sandercock, da &lt;strong&gt;Universidade de Essex&lt;/strong&gt;, na Inglaterra, as &lt;strong&gt;crianças&lt;/strong&gt; de hoje são mais &lt;strong&gt;fracas&lt;/strong&gt;  do que há dez anos. E a resposta para essa perda de força muscular,  segundo a pesquisa, está justamente nessa mudança de hábitos na  infância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gavin descobriu que as crianças com 10  anos em 2008 estavam muito mais fracas do que as crianças que tinham  essa mesma idade em 1998. "Eles se recusavam a fazer exercícios, muitas,  aliás, nem sabia como começar", diz Sandercock. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa mostra ainda que, em dez anos, a quantidade de crianças que  conseguiam fazer abdominais diminui 27% e dobrou o número dos que não se  sustentavam o próprio peso em uma barra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Houve  uma mudança no repertório das habilidades físicas das crianças&amp;quot;, diz o  professor Luiz Eduardo Greco, assessor na área de educação física da  escola Projeto Vida, em São Paulo. &amp;quot;Elas deixaram de brincar na rua e  subir em árvore para navegar na &lt;strong&gt;internet&lt;/strong&gt; e jogar  videogame, ou seja, perderam espaço para brincar, mudaram o repertório  e, claro, tiveram a capacidade física diminuída", completa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E passar a fase mais ativa da vida sentado em frente a um  computador por horas só pode trazer problemas. Segundo a pesquisa, por  não ter uma musculatura desenvolvida, essas crianças quando adultas  podem desenvolver &lt;strong&gt;osteoporose&lt;/strong&gt;, um enfraquecimento dos ossos que aumenta o risco de fraturas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que fazer para tirar essa garotada do sofá? Para Luiz, a  primeira coisa é o incentivo. Ajude seu filho a encontrar uma atividade  física que ele goste e, claro, brinquem ao ar livre sempre que possível.  "Para brincar, criança precisa de espaço e companhia.&lt;strong&gt; Energia&lt;/strong&gt;, elas já têm de sobra&amp;quot;, diz. &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Revista CRESCER&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1972356613708339844?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1972356613708339844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1972356613708339844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/as-criancas-de-hoje-sao-mais-fracas.html' title='As crianças de hoje são mais fracas?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8080004475664174595</id><published>2012-01-07T08:13:00.002-03:00</published><updated>2012-01-10T08:54:56.448-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Esportes'/><title type='text'>A percepção nos esportes coletivos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://blog.1dia.net/wp-content/uploads/2010/06/08queimada.jpg" src="http://blog.1dia.net/wp-content/uploads/2010/06/08queimada.jpg" height="281" width="414"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em psicologia, neurociência e ciências cognitivas, percepção é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, seleção e organização das informações obtidas pelos sentidos. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos elétricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a mémória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Samulski(2002), quatro são as tarefas específicas que a percepção visual deve cumprir nos esportes em geral:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de uma base para a orientação: pré-requisito para qualquer ação é a formação de uma imagem mental e uma atualização sobre o objetivo e o decorrer do&lt;br /&gt;próprio movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle visual do próprio movimento: a complexidade das ações nos esportes (principalmente os coletivos) torna impossível predeterminar de forma rígida todos os&lt;br /&gt;movimentos a serem realizados. Sem o controle visual apresentam-se dificuldades no controle do movimento (Daugs e Blischke 1993). A direção do olhar determina a direção e o objetivo do próprio movimento (olhar para o gol no momento do chute no beach soccer) e serve como forma de controle da condução do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antecipação do movimento externo (colega, adversário, bola etc.): por meio da percepção, recebemos informações que são pré-requisitos para "antecipar o movimento&lt;br /&gt;externo". A qualidade da antecipação depende da experiência do atleta e da sua forma de perceber. Quando determinados fatos acontecem com certa freqüência, o atleta desenvolve uma estratégia de percepção que lhe permite reduzir os passos no processo cognitivo de elaboração de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que a decisão do indivíduo na tarefa motora, identificada na prática do movimento tático, depende do seu estágio de conhecimento tático e técnico, do seu&lt;br /&gt;potencial físico, do seu estado psicológico além de outros fatores envolvidos no momento de concretizar a ação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os processos de percepção, noção de profundidade e noção temporal vão interagir, enviando e trocando informação. Por exemplo, o atleta de beach soccer, handebol, basquete, ou futebol que recebe a bola no engajamento deve saber onde está posicionado, a qual distância do gol, a que distância se encontra o adversário mais próximo e decidir se é possível o passe ou se é melhor fazer um drible.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a orientação do atleta na situação de jogo, esta solicita desde a permanente percepção do ambiente externo até a própria atividade na sua interação com a &lt;br /&gt;situação de jogo e os objetivos traçados para a competição. Sendo assim, uma das características da percepção está na qualidade do campo visual, que depende principalmente da amplitude do olhar e da capacidade de visão periférica do atleta. Outro aspecto específico sobre a percepção identificada na prática de esportes&lt;br /&gt;coletivos é a constante mudança dos conteúdos da percepção que dependem da variabilidade na situação de jogo. Novos estímulos são recebidos e analisados, portanto é&lt;br /&gt;necessária a redução de informação por meio de mecanismos como a atenção seletiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra exigência está na necessidade de precisão da percepção, que é colocada no cálculo do vôo de uma bola, o que ocorre às vezes em condições de pressão (ação do adversário, vento, efeito, velocidade etc.), bem como a análise dos possíveis dribles e fintas do colega ou adversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, as ações que os atletas desenvolvem nos esportes coletivos se apresentam em condições de pressão de tempo. O tempo existente para se tomar uma decisão é muito curto, principalmente nos jogos coletivos. A experiência e o conhecimento tático podem ajudar no processo de percepção possibilitando que mesmo em situações de&lt;br /&gt;cansaço ou de elevada carga física ou psíquica. A percepção pode ser melhorada pela aquisição de conhecimento, conforme o processo de aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. PROCESSO DE APRENDIZAGEM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção subjetiva e a avaliação da situação de jogo não coincidem sempre com a realidade. Muitos atletas, às vezes, tomam decisões sem analisar a situação de jogo,&lt;br /&gt;ou se deixam influenciar pelas impressões momentâneas da ação. Isso se dá pela falta de planejamento adequado do processo de ensino aprendizagem, treinamento, que não contempla um desenvolvimento sistemático da percepção e da tomada de decisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, este estudo propõe um método, apreciado pela maioria dos educadores, como o melhor para se desenvolver a capacidade do jogo e a consciência tática, visto que&lt;br /&gt;ele abrange seis estágios de aprendizagem, demonstrados a seguir, facilitando assim a compreensão por parte dos alunos na iniciação ao esporte coletivo. O método de Bunker e Thorpe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método de Bunker e Thorpe (1982) consiste em seis etapas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Jogo: nesta etapa é apresentada aos alunos uma variedade de jogos, de acordo com a idade e experiência;&lt;br /&gt;2. Apreciação do jogo: os alunos devem entender as regras dos jogos, o fato de elas darem ao jogo a sua forma, por imposição de tempo, espaço, pontuação e habilidades exigidas;&lt;br /&gt;3. Consciência Tática: maneiras e meios de criar e negar espaços; &lt;br /&gt;4. Tomada de decisões: o reconhecimento de pistas e previsões de possíveis resultados é de suma importância para a tomada de decisões durante os jogos;&lt;br /&gt;5. Execução das habilidades: a real produção do movimento pretendido, tendo em mente o presente nível de habilidade do aluno e suas limitações;&lt;br /&gt;6. Desempenho: resultado observado dos processos anteriores, medidos sob critérios que são independentes do aluno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao utilizar o modelo de Bunker e Thorpe (1982), o professor deverá conscientizar seus alunos de que fatores tais como a segurança nas áreas em que a atividade acontece, o&lt;br /&gt;uso e posse do espaço, o estabelecimento de regras e métodos de registro de pontuação, a participação de maneira justa e a submissão às regras são importantes durante a realização do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe ressaltar que o objetivo principal é a iniciação aos jogos esportivos coletivos, nos quais acontecem os primeiros contatos das crianças e adolescentes com as&lt;br /&gt;atividades esportivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se desenvolver um processo de ensino-aprendizagem-treinamento planejado e sistemático da capacidade perceptiva, é necessário, primeiramente, delimitar&lt;br /&gt;claramente quais são os sinais relevantes em cada ação. Nesse caso, as pesquisas com peritos e iniciantes convertem-se em pré-requisito importante para posterior elaboração dos modelos de treinamento. A observação do comportamento do atleta no treinamento é um fator fundamental para que, com uma conversa informativa, possam ser determinadas possíveis falhas na percepção. O comportamento do atleta na competição apóia-se nas suas capacidades cognitivas.&lt;br /&gt;Nem sempre a percepção subjetiva corresponde à realidade objetiva, mesmo quando a pessoa pensa que é assim. Esses processos são constitutivos de toda pessoa que percebe, atua e se comporta. Dentro dos problemas da percepção em esportes, podemos destacar os seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa : em geral se vê o que se esperava ver. Isso é um fator que influencia a percepção, por isso, às vezes a realidade subjetiva não coincide com a realidade objetiva, ou seja, em alguns atletas a expectativa é mais forte do que a cognição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quantidade de informações provenientes do meio ambiente: essa dificuldade supera a capacidade de assimilação do organismo. Portanto as informações devem ser  selecionadas, o que exige um adequado processo de ensino-aprendizagem-treinamento dos sinais releva ntes em situação de jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos esportes a participação da percepção pode ser observada nos processos de tomada de decisão que implicam na utilização de uma técnica determinada, após uma&lt;br /&gt;análise tática, onde, durante um jogo os processos de tomada de decisão são conduzidos pelos jogadores sob sua própria responsabilidade e, nessa situação, refletem sua capacidade tática individual, a qual se apóia na correta percepção da realidade objetiva. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, o desenvolvimento da capacidade da percepção, recordação, reconhecimento, pensamento, tomada de decisão, são fundamentais para a melhoria do rendimento técnico-tático. A capacidade de percepção, considerada como um processo de recepção e elaboração de informação, relacionada com o meio ambiente situacional, é fundamental para a orientação, controle e avaliação do próprio movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tanto, podemos observar que a percepção não é uma descrição passiva do meio ambiente e sim um processo psicológico ativo e dinâmico da elaboração de estímulos&lt;br /&gt;provenientes do meio ambiente e das experiências acumuladas e arquivadas na memória. Após a revisão de literatura sobre capacidade do jogo, consciência tática e ensino dos esportes coletivos pode-se considerar que é extremamente importante que as crianças comecem a compreender o jogo e ter consciência sobre a tática do mesmo em sua iniciação esportiva, pois assim ela terá uma base mais sólida para dar continuidade a sua vida esportiva ou até mesmo para resolver situações problemas de seu dia-a-dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SAMULSKI, Dietmar Martin. Psicologia do esporte: manual para educação física, psicologia e fisioterapia. São Paulo: Manole, 2002.&lt;br /&gt;FEIJÓ, O. G. Psicologia do Esporte e no Esporte. In RUBIO, K. (org.). Encontros e desencontros: descobrindo a Psicologia do Esporte. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.&lt;br /&gt;GRECO, P.; CHAGAS, M. H. : Considerações teóricas da tática nos jogos esportivos coletivos. In. Revista paulista de educação física. São Paulo. Brasil. Ano 1992; V. 6, n 2 p. 47-58. 1992.&lt;br /&gt;GRECO, Juan Pablo. Iniciação esportiva universal. Vol.I. Belo Horizonte: UFMG, 1999.&lt;br /&gt;GRECO, Juan Pablo. Iniciação esportiva universal. Vol.II. Belo Horizonte: UFMG, 1999.&lt;br /&gt;BUNKER, D.; THORPE, R. A model for the teaching of games in secondary schools. Bulletin of Physical Education 1982, vol. 18, No. 1, p. 5-8.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTORES: &lt;br /&gt;Luiz Ricardo Mendes de Sousa Silva, Ms.Cristianne Almeida Carvalho - Universidade Federal do Maranhão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato: &lt;a href="mailto:ricardinho-ms@hotmail.com"&gt;ricardinho-ms@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8080004475664174595?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8080004475664174595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8080004475664174595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/percepcao-nos-esportes-coletivos.html' title='A percepção nos esportes coletivos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-6678400048898058949</id><published>2012-01-04T19:02:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.548-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre CREF 14 - Goiás e Tocantins</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF14/GO-TO &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados de Goiás e Tocantins&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Dr. Olinto Manso Pereira, nº 673 sl. 01 - Setor Sul - Goiânia - GO  - 74080-100 &lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (62) 3229-2202&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fax: (62) 3609-2201&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref14@cref14.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref14@cref14.org.br &lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref14.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref14.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Rubens dos Santos Silva&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-6678400048898058949?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6678400048898058949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/6678400048898058949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-cref-14-goias-e.html' title='Informações sobre CREF 14 - Goiás e Tocantins'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4434895842821995184</id><published>2012-01-04T19:00:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.549-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 13 - Bahia e Sergipe</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF13/BA-SE &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados da Bahia e Sergipe.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Av. Antônio Carlos Magalhães, 3259, sala 803 - Centro - Salvador - BA - 41800-700&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (71) 3351-7120&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (71) 3351-8769&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref13@cref13.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref13@cref13.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref13.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref13.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Paulo César Vieira Lima&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4434895842821995184?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4434895842821995184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4434895842821995184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-13-bahia-e.html' title='Informações sobre o CREF 13 - Bahia e Sergipe'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-5338457451678318535</id><published>2012-01-04T18:59:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.551-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 12 - Pernambuco e Alagoas</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF12/PE-AL &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados de Pernambuco e Alagoas.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Helena de Lemos, 283 sala 101 - Ilha Retiro - Recife - PE - 50750-630&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (81) 3226-0996&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (81) 3226-2088&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref12@cref12.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref12@cref12.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref12.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref12.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidenta           : &lt;b&gt;Nadja Regueira Harrop&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-5338457451678318535?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5338457451678318535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5338457451678318535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-12-pernambuco.html' title='Informações sobre o CREF 12 - Pernambuco e Alagoas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4824099690012202317</id><published>2012-01-04T18:58:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.552-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 11 - Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF11/MS-MT &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Joaquim Murtinho, 158 - Centro - Campo Grande - MS - 79002-100&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (67) 3321-1221&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref11@cref11.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref11@cref11.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref11.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref11.org.br &lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Domingos Sávio da Costa&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4824099690012202317?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4824099690012202317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4824099690012202317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-11-mato-grosso.html' title='Informações sobre o CREF 11 - Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7702800731997424865</id><published>2012-01-04T18:57:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.554-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 10 - Paraíba e Rio Grande do Norte</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF10/PB-RN &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Profº  Álvaro de Carvalho, 56 - Tambauzinho - João Pessoa - PB - 58042-010&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (83) 3244-3964 / 3225-4703&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (83) 3225-4703&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref10@cref10.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref10@cref10.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref10.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref10.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Francisco Borges de Araújo&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7702800731997424865?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7702800731997424865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7702800731997424865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-10-paraiba-e.html' title='Informações sobre o CREF 10 - Paraíba e Rio Grande do Norte'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2899523879930310608</id><published>2012-01-04T18:56:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.556-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 9 - Paraná</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF9/PR &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estado do Paraná.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Amintas de Barros, 581 - Centro - Curitiba - PR - 80060-205&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: 0800-6432667 / (41) 3363-8388&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:crefpr@crefpr.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;crefpr@crefpr.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.crefpr.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.crefpr.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Antônio Eduardo Branco&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2899523879930310608?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2899523879930310608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2899523879930310608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-9-parana.html' title='Informações sobre o CREF 9 - Paraná'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1072354799329498592</id><published>2012-01-04T18:55:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.557-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 8 - Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF8/AM-AC-AP-PA-RO-RR &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Ferreira Pena, Nº 1118, Sala 202 -  Centro - Manaus - AM - 69025-010&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (92) 3234-8234 / 3234-8324 / 0800-280-8234&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref8@cref8.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref8@cref8.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref8.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref8.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Jean Carlo Azevedo da Silva&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1072354799329498592?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1072354799329498592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1072354799329498592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-8-amazonas.html' title='Informações sobre o CREF 8 - Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-9170444813712386135</id><published>2012-01-04T18:54:00.003-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.559-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 7 - Distrito Federal</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;b&gt;CREF7/DF &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Distrito Federal.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: SGAN Qd. 604 - Conjunto C, L2 Norte, Asa Norte - Brasília - DF - 70840-040&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (61) 3322-6351 / 3322-5260 / 3321-1417&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref7@cref7.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref7@cref7.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref7.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref7.org.br &lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;José Ricardo Carneiro Dias Gabriel&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-9170444813712386135?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/9170444813712386135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/9170444813712386135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-7-distrito.html' title='Informações sobre o CREF 7 - Distrito Federal'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4937419549056323630</id><published>2012-01-04T18:54:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.560-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 6 - Minas Gerais</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF6/MG &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estado de Minas Gerais.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Bernardo Guimarães, 2766 - Santo Agostinho - Belo Horizonte - MG - 30140-082&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (31) 3291-9912&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref6@cref6.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref6@cref6.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref6.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref6.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Claudio Augusto Boschi&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4937419549056323630?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4937419549056323630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4937419549056323630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-6-minas-gerais.html' title='Informações sobre o CREF 6 - Minas Gerais'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2243959978974217042</id><published>2012-01-04T18:53:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.562-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 5 - Ceará, Maranhão e Piauí</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF5/CE-MA-PI &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estados do Ceará, Maranhão e Piauí.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Avenida Washington Soares, 1400, Sls. 402/403 - Edson Queiroz - Fortaleza - CE - 60811-341&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (85) 3234-6038&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (85) 3262-2945&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref5@cref5.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref5@cref5.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref5.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref5.org.br &lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Antônio de Pádua Muniz Soares&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2243959978974217042?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2243959978974217042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2243959978974217042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-5-ceara.html' title='Informações sobre o CREF 5 - Ceará, Maranhão e Piauí'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7333732440092029638</id><published>2012-01-04T18:52:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.564-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 4 - São Paulo</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF4/SP &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estado de São Paulo.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Líbero Badaró, 377 3º andar - Centro - São Paulo - SP - 01009-000&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (11) 3292-1700&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:crefsp@crefsp.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;crefsp@crefsp.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.crefsp.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.crefsp.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Flávio Delmanto&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7333732440092029638?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7333732440092029638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7333732440092029638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-4-sao-paulo.html' title='Informações sobre o CREF 4 - São Paulo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2198395628925414819</id><published>2012-01-04T18:50:00.003-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.566-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobreo CREF 3 - Santa Catarina</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF3/SC &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estado de Santa Catarina.&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Afonso Pena, 625 - Bairro Estreito - Florianópolis - SC - 88070-650&lt;br&gt;&lt;br&gt;Telefax: (48) 3348-7007&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:crefsc@crefsc.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;crefsc@crefsc.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.crefsc.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.crefsc.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Marino Tessari&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2198395628925414819?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2198395628925414819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2198395628925414819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobreo-cref-3-santa.html' title='Informações sobreo CREF 3 - Santa Catarina'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4558294099343723595</id><published>2012-01-04T18:50:00.001-03:00</published><updated>2012-01-04T19:03:30.567-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF 2 - Rio Grande do Sul</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF2/RS &lt;/b&gt; &lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Abrangência: &lt;b&gt;Estado do Rio Grande do Sul. &lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;           Sede: Rua Coronel Genuíno, 421 conj. 401 - Centro - Porto Alegre - RS - 90010-350&lt;br&gt;&lt;br&gt;Tels: (51) 3224-9769 e Telefax: (51) 3224-8774&lt;br&gt;&lt;br&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:crefrs@crefrs.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;crefrs@crefrs.org.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Página: &lt;a href="http://www.crefrs.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.crefrs.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br&gt;           &lt;br&gt;           Presidente           : &lt;b&gt;Eduardo Merino&lt;/b&gt;&lt;br&gt;            &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4558294099343723595?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4558294099343723595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4558294099343723595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-2-rio-grande.html' title='Informações sobre o CREF 2 - Rio Grande do Sul'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-5074979063293825311</id><published>2012-01-04T18:49:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T18:51:35.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CREFs'/><title type='text'>Informações sobre o CREF-1 - Rio de Janeiro e Espirito Santo</title><content type='html'>&lt;b&gt;CREF1/RJ-ES &lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrangência: &lt;b&gt;Estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sede: Rua Adolfo Mota, 104 - Tijuca - Rio de Janeiro -  RJ - 20540-100&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tels: (21) 2569-6629 / 2569-7375 / 2569-7611 / 2569-6534&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telefax: (21) 2569-2398&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correio eletrônico: &lt;a href="mailto:cref1@cref1.org.br" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;cref1@cref1.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Página: &lt;a href="http://www.cref1.org.br/" class="tipo1" style="font-weight:bold"&gt;http://www.cref1.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente           : &lt;b&gt;Écio Madeira Nogueira&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-5074979063293825311?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5074979063293825311'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/5074979063293825311'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/informacoes-sobre-o-cref-1.html' title='Informações sobre o CREF-1 - Rio de Janeiro e Espirito Santo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7485942098593434041</id><published>2012-01-04T17:20:00.003-03:00</published><updated>2012-01-04T22:03:24.259-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Monografia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pilates'/><title type='text'>A influência do método Pilates na reabilitação e terapia psicomotora na 3ª idade</title><content type='html'>O estudo á seguir visa mostrar a influência do Método Pilates na reabilitação psicomotora na terceira idade. Será abordada a importância do método e seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é o PILATES ? Como utilizar os seus princípios para reabilitação psicomotora em idosos? O que acontece no processo do envelhecimento fisiológica e psicologicamente?Como o corpo do idoso responderá á estes exercícios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de envelhecimento envolve uma série de alterações degenerativas, graduais e irreversíveis do corpo, como disfunções posturais, ciclo de marcha reduzida, perda do controle e estabilidade que levam á perda de função, força muscular, flexibilidade, coordenação e memória. Tais alterações levam o idoso á perder autonomia e qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, recomendamos um programa de exercícios específicos e individualizados que tem como objetivo melhorar a postura, o equilíbrio, a qualidade de vida e o bem-estar do idoso, incentivando sua independência física, psíquica e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PILATES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joseph Pilates, criador do método Pilates, nasceu na Alemanha em 1880. Foi uma criança asmática, raquítica e com febre reumática, o que o levou a uma busca da melhora de sua condição física e a construção de um corpo forte e sadio. Durante a adolescência praticou muitos esportes, como ginástica, esqui, mergulho, boxe e até arte circense.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante essa transformação física, Pilates começou a formar sua filosofia sobre exercício e saúde, estudando yoga, acrobacia e condicionamento físico, combinando filosofias de saúde e exercícios do Oriente e Ocidente. Pilates procurava o equilíbrio entre corpo e mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No período da I Guerra, no ano de 1914, foi exilado e mandado para uma ilha inglesa onde trabalhou num hospital com exilados e mutilados. Ele ensinava a seus colegas de confinamento as técnicas que estava desenvolvendo. Foi transferido para Lancaster, onde se tornou vigia e enfermeiro. Lá, utilizando as molas das camas, começou a desenvolver equipamentos para reabilitar seus pacientes, utilizando a resistência dessas, de modo que os pacientes começassem a tonificar seus músculos antes mesmo de levantarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a guerra, em 1923, mudou-se para Nova York para montar seu primeiro estúdio juntamente com sua esposa, Clara, que era enfermeira e incorporou os conceitos e exercícios de Joseph Pilates, a fim de beneficiar mais seus pacientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre 1927 e 1951 Joseph obteve as patentes dos equipamentos que ele inventou. Faleceu em 1967, aos 87 anos, em decorrência de um incêndio em seu estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PILATES PARA IDOSOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) em seu documento Envelhecimento ativo: Uma política de saúde: uma atividade física, regular e moderada, reduz o risco de morte por problemas cardíacos em 20 a 25% em pessoas com doença do coração diagnosticada, além de reduzir substancialmente a gravidade de deficiências associadas à cardiopatia e outras doenças crônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura incorreta obstrui a respiração, tensiona os músculos e ligamentos e pode afetar adversamente as articulações da coluna, propensas a artrite, artrose e dor generalizada. As alterações de postura do idoso são: cifose, diminuição da curvatura lombar, deslocamento da articulação coxofemural para trás e inclinação do tronco para frente. A rigidez articular e muscular que se instala nos idosos será trabalhada através dos exercícios do método, assim como a tensão em trapézios e paravertebrais, levando a uma postura mais alongada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal característica do método Pilates, é o trabalho resistido e o alongamento dinâmico, os quais são realizados em conjunto com a respiração e respeitando os seguintes prin cípios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relaxamento: Necessário para liberar as tensões físicas e mentais, preparando o corpo para a execução correta do exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Power House: Ativação do centro de força e a realização do movimento a partir deste centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fluidez: Demonstra que as sinergias musculares estão ativas no movimento e sem bloqueios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respiração: Permite a percepção do nosso ritmo, ajustando-o às necessidades do Power house e da fluidez dos movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentração ou visualização: Integração entre mente/corpo, onde se visualiza mentalmente o movimento a ser realizado, ativando programas neuro-motores de aprendizado motor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alinhamento: Permite corrigir padrões posturais assimétricos e estruturar o movimento respeitando as vias ósseas, articulares e miofasciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação: Permite gerar o movimento com as sinergias apropriadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Força: Adequação ao corpo do praticante, do programa estabelecido e exercício escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pilates considerou a área abdominal, em conjunto com os músculos profundos da coluna, bem como os centros de força do corpo, a "casa de força" (Power house) que é a área entre as costelas superiores e a pélvis. Os três músculos abdominais (o reto abdominal, os oblíquos externos e internos e o transverso abdominal) trabalham com os músculos da coluna (os mais importantes são os multífidos e o quadrado lombar) para formar o centro de força. Os praticantes do método Pilates também incluem o assoalho pélvico na "casa de força" pela forma que este arranjo de músculos e ligamentos conecta-se ao sistema nervoso central dos músculos profundos abdominais. Localizados na parte de baixo da pélvis, o assoalho pélvico consiste de músculos utilizados para o controle dos esfíncteres. Fortalecer estes músculos nas pessoas idosas é importante, pois neste período a incontinência urinária e fecal é muito freqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos princípios fundamentais do método Pilates é que a "casa de força" é o centro de todo movimento: quanto mais forte a casa de força, mais poderoso e eficiente é o movimento. Portanto, antes de cada exercício de Pilates, um centro é recrutado, empurrando delicadamente o umbigo e contraindo os músculos profundos do abdômen. O objetivo é manter o centro corporal estável enquanto os movimentos de braços e pernas são executados com precisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através do &amp;quot;Power house&amp;quot;, desenvolvemos a estabilidade lombar ativa, possibilitando ao paciente e/ou aluno a educar a relação membros inferiores e a organização axial nas posturas deitado, sentado e em pé, focalizando o trabalho não só na força dos músculos do tronco, mas também desenvolvendo a coordenação e o melhor padrão da atividade muscular. Além disso, com o &amp;quot;POWER HOUSE&amp;quot; ativo, organizamos a coluna dorsal, desbloqueamos a cintura escapular educando os movimentos fisiológicos das escápulas eliminando as tensões e desequilíbrios que refletem na coluna cervical, possibilitando liberar os movimentos da cabeça. O que se apresenta é um tronco estável, forte e flexível para organizar membros inferiores e membros superiores alinhados e fluídos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receptividade dos idosos ao método Pilates se deve, principalmente, ao chamado "respeito aos limites do corpo", evitando dessa forma lesões e desgaste físico. A respiração correta aumenta a capacidade pulmonar e melhora a circulação. O trabalho individualizado permite corrigir desvios posturais, trabalhando mais alguns músculos do que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método Pilates é composto por exercícios que geram uma maior integração do indivíduo no seu dia-a-dia. Por trabalhar o corpo como um todo, ele corrige a postura e realinha a musculatura, desenvolvendo a estabilidade corporal necessária para uma vida mais saudável e longeva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais benefícios da prática do pilates são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Aumento da força, flexibilidade e tônus muscular,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alívio das tensões, stress e dores crônicas,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tratamento e prevenção de lesões músculo-esquelético,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alinhamento postural adequado,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhora da coordenação motora e equilíbrio,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumento da capacidade respiratória,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estimulação do sistema circulatório&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumento da densidade óssea,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Maior consciência corporal,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumento da auto-estima,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhora do desempenho sexual,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhora do estado geral de saúde,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Melhora do condicionamento físico e mental.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Com a prática, as limitações físicas características de idades mais avançadas vão sendo abrandadas e o idoso tem um ganho significativo de vitalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de fortalecer e alongar a musculatura, muitas vezes frágeis pelo passar dos anos, o idoso ganha autonomia dos movimentos corporais, correção da postura e renova a mente com base na concentração necessária para cada exercício. Isso tudo, ainda vem com a garantia de nenhuma lesão corporal, já que o Pilates é sempre aplicado com grande margem de segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENVELHECIMENTO&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Chamamos de envelhecimento o processo de declínio das capacidades física e mental que o individuo passa no decorrer de sua vida. Neste processo podem aparecer doenças crônicas, dificuldades adaptativas, tanto emocionais, quanto fisiológicas. Isso pode acontecer por herança genética, pela diminuição do nível hormonal ou por decorrência do estilo de vida. Vejamos algumas alterações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIOLÓGICO- alterações diversas nos sistemas: cardiorrespiratório, digestores, urinário, vascular, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PSICOLÓGICAS- alterações de personalidade e patologias psiquiátricas (demências senis).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SÓCIO-CULTURAL- a partir da aposentadoria (marginalização). Para ser aceito em sociedade o indivíduo deve ter 3 tipos de competência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidades cognitivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle do corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controles emocionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SUBMISSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que o ser humano envelhece muitas tarefas consideradas banais e do seu cotidiano e, portanto, de fácil execução, vão paulatinamente e muitas vezes de forma imperceptível, tornando-se cada vez mais difíceis de serem realizadas, até que o indivíduo percebe que já depende de outra pessoa para tomar um banho, por exemplo. A transferência de um idoso de sua casa para uma instituição tem um potencial para produzir danos como: depressão, confusão, perda do contato com a realidade, despersonalização e um senso de isolamento e separação da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERDA DA IDENTIDADE- perda de costumes e vocabulário. Na instituição o idoso geralmente é tratado como "todos" não é único, não há necessidade individual e sim coletiva, onde ele não se sente valorizado como pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERDA DE PROPRIEDADE- o idoso divide espaços com diversas pessoas, seu quarto, suas roupas, utensílios, banheiro, devido a vários fatores: falta de controle financeiro, doença grave ou negligência dos filhos ou familiares, levando o idoso a total perda da sua privacidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTOACEITAÇÃO- sem recursos financeiros, destituído de profissionalização, esgotado de sua força física ao longo da vida ativa, o idoso tem um destino diante de si, o asilo. Podemos verificar esta constatação através da fala de um idoso: "Aqui será meu fim".  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FISIOLOGIA DO ENVELHECIMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O envelhecimento traz redução de capacidade funcional de todos os órgãos e sistemas, sem prejuízo à vida ou independência, porém para isto deve-se priorizar a prevenção e promoção da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações da Estrutura Corporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações Cardiocirculatórias: DC; fluxo sangüíneo; VS máximo e FC máxima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações Respiratórias: VR;    PaO2 e eficiência da tosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações Musculoesqueléticas: massa muscular, nº fibras musculares, hipertrofia de fibras para compensação, reduzindo força muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações ósseas:  da massa óssea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações Articulares: rigidez articular, redução de líquido sinovial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alterações de Sistema Nervoso: nº neurônios, sem prejuízo de função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A técnica consiste em uma série de exercícios feitos no solo ou em equipamentos apropriados cuja intenção é trabalhar todos os músculos do corpo de maneira harmoniosa. Os exercícios são graduados de acordo com a capacidade física de cada aluno, sempre levando em consideração suas restrições a determinados tipos de movimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Influência na flexibilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Pilates, os alongamentos são sempre estimulados, levando a uma maior flexibilidade do corpo. Com o envelhecimento, torna-se maior o número de ligações de colágeno intra e intermolecular, o que dificulta do "deslizamento" das proteínas, tornando o tecido mais rígido, menos elástico e mais propenso à lesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que alongamentos estimulam a renovação de colágeno para suportar maior stress. Além disso, melhoram a homeostase entre as glicosaminas e a água, conservam o espaçamento interfibrilar e diminuem as condições favoráveis a formação de adesões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Articulações mal alinhadas e frouxas facilitam a instalação de lesões e osteoartrose nos idosos. Quando instalada no joelho e quadril, ela aumenta o custo energético para determinado esforço, dificultando algumas atividades da vida diária (AVD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível eliminar a rigidez da osteoartrose e grande parte da dor mediante a prática contínua de exercícios de Pilates, ativando assim a circulação e diminuindo espasmos musculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é benéfico tanto para um esportista que não quer se lesionar, como para um paciente que está se recuperando de um  AVE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Influência na Osteoporose&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na osteoporose há muita fragilidade do esqueleto e uma maior propensão a fraturas após pequenos traumas, além de dores nas costas devido a contraturas musculares ou por micro fraturas e deformidade da coluna com diminuição da altura da pessoa.  No Pilates, se trabalham exercícios de fortalecimento dos músculos envolvidos com estas estruturas e de extensão da coluna, visando melhora da força muscular, consciência corporal e equilíbrio, condições indispensáveis para portadores de osteoporose. Os equipamentos oferecem comodidade e assistência ao praticante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os exercícios realizados através do método de Pilates são diferenciados pelo fato de não usar pesos adicionais, sendo empregada somente a própria força e dando especial atenção para o trabalho de postura e de respiração para que seja realizado corretamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma atividade que não apresenta nenhum tipo de impacto às articulações, podem se beneficiar os portadores de artrose, artrite reumatóide, artroplastia e discopatias degenerativas (degeneração das vértebras e discos da coluna), osteopenia e osteoporose. A prática contribui também para o fortalecimento do períneo, nas mulheres, e do assoalho pélvico em ambos os sexos, favorecendo os portadores de incontinência urinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Pilates é também indicado para restabelecer o equilíbrio, através de exercícios desafiadores restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar e realizar as atividades do dia-a-dia. Nos idosos, o equilíbrio pode estar alterado devido a desvios posturais decorrentes da idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a prática estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo exercícios leves que fortalecem os músculos e aumentam a absorção do cálcio, o Pilates oferece como benefício a prevenção e o tratamento da osteoporose.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser idoso não é sinônimo de estar doente. Cada dia mais encontramos pessoas desfrutando dos benefícios que a idade traz:  a experiência e o amor-próprio são alguns desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um idoso que se dispõe a praticar atividades físicas sabe, mesmo que empiricamente o favor que está fazendo a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática do Pilates com idosos propõe justamente isso. Melhorar a qualidade de vida do indivíduo como um todo, alterando seu estado físico, mental e social, contribuindo para o convívio dessa pessoa com demais membros da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A técnica têm se mostrado segura, desde que bem orientada, por um profissional habilitado, pois a possibilidade de lesões ou dores musculares é praticamente inexistente, já que o impacto nas articulações durante o exercício é nulo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Artigo escrito por Gislene Zorzetti de Almeida Moita - &lt;a href="http://urub.us/6zd "&gt;Modelo original disponibilizado aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-7485942098593434041?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7485942098593434041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/7485942098593434041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/influencia-do-metodo-pilates-na.html' title='A influência do método Pilates na reabilitação e terapia psicomotora na 3ª idade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1935068357310211351</id><published>2012-01-03T14:10:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:02:44.575-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cursos'/><title type='text'>Curso Online de Atividade Física para Hipertensos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;div id="aba_conteudo"&gt;        &lt;h2 style="text-align:left"&gt;&lt;font&gt;Conteúdo Programático do curso online Atividade Física para Hipertensos&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;               &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:left" class="left_cp_one"&gt;     &lt;ul style="text-align:left"&gt;&lt;li&gt;Hipertensão arterial: Diagnóstico, classificação e mecanismos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O papel do exercício físico na identificação de risco e na prevenção da hipertensão;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O treinamento físico pode contribuir para a prevenção da hipertensão arterial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Substâncias que podem aumentar a pressão arterial;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Efeitos potenciais dos medicamentos anti-hipertensivos para o exercício e a performance esportiva;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Betabloqueadores;Vasodilatadores .&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Prescrição de exercícios para hipertensos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Resposta aguda da pressão arterial ao exercício;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Efeito do treinamento sobre a pressão arterial Indicações e restrições ao hipertenso no exercício.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Identificação de respostas inadequadas e procedimentos recomendados; Cuidados especiais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Medida da pressão arterial e freqüência cardíaca em repouso e durante o exercício.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Prescrição de treinamento aeróbio;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Prescrição de treinamento com pesos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Progressão do treinamento.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="left_cp"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Clique aqui para saber mais informações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/parceiro/chakalat/cursos/329"&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/arquivos/banners_afiliados/16277010809100808.gif" alt="Curso online de Atividade Física para Hipertensos" title="Atividade Física para Hipertensos - Portal Educação" border="0" height="60" width="468"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1935068357310211351?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1935068357310211351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1935068357310211351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/curso-online-de-atividade-fisica-para.html' title='Curso Online de Atividade Física para Hipertensos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-242269347022675281</id><published>2012-01-03T12:39:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:02:11.873-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Academia'/><title type='text'>Conheça as novidades das academias para o verão</title><content type='html'>&lt;p&gt; Neste verão, algumas academias resolveram criar aulas diferentes,  enquanto outras apostaram em atividades que já fizeram sucesso. Os  destaques incluem aula de samba, na expectativa do Carnaval; zumba,  tendência da área de fitness na Europa e nos Estados Unidos; treinamento  militar, inspirado nos exercícios praticados nos quartéis; e até ioga  praticada na água.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Confira a seleção das aulas das academias para o verão:&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Novidades aquáticas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os exercícios praticados na água são os destaques da programação de verão da academia Ecofit.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Uma das novidades é a &amp;quot;multinatação&amp;quot;, recomendada para quem já pratica  natação e outras atividades físicas. Os alunos nadam apoiados no  flutuador, somente com um braço e com as pernas amarradas. A atividade  trabalha os músculos, melhora o condicionamento físico e desenvolve  força, flexibilidade, velocidade e resistência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A academia também terá aulas de yoga na piscina, com luz amena e trilha  sonora indiana, hidroginástica e a &amp;quot;hidro acqua tramp&amp;quot;, onde os  participantes brincam com o trampolim na água. Eles ficam suspensos por  um colete e fazem a aula sem tocar o pé no chão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Treino militar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Já a rede de academias Bodytech lançou uma aula inspirada nos treinos  do Exército. Os alunos se espalham por uma quadra poliesportiva e,  divididos em grupos, aguardam as instruções dos professores, que usam  apitos e camisetas camufladas, semelhantes às do Exército.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Quando a aula começa, um dos grupos empurra um pneu de caminhão, outro  balança uma corda. Outros alunos usam extensores, fazem circuitos entre  obstáculos e repetem séries de flexão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Uma aula de 60 minutos chega a queimar até 500 calorias, segundo a  academia. Além de diversão, os exercícios objetivam disciplina e  concentração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Ziriguidum&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Bio Ritmo apostou na festa preferida do verão: o Carnaval. É a  terceira vez que a rede de academias leva o ritmo do samba para as salas  de ginástica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Seja para quem vai desfilar nas escolas de samba ou para quem apenas  quer aprender a sambar, a aula ensina os ritmos carnavalescos, melhora o  condicionamento físico e ainda ajuda a conquistar uma boa forma física.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Em 60 minutos, os alunos aprendem truques para requebrar o quadril e  dançar a noite inteira sem perder o fôlego. As tradicionais marchinhas  de Carnaval embalam as aulas, que começam neste mês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Pilates coletivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ainda na Bio Ritmo, foi lançada uma aula coletiva de pilates com  aparelhos. Ao contrário das aulas em estúdios, cada aluno tem sua  própria estação de trabalho equipada com aparelhos e acessórios  individuais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A atividade é composta por três equipamentos e dois acessórios. Os  participantes executam os mesmos exercícios simultaneamente, sem  precisar trocar de aparelho. Com o kit individual, cada um realiza o  treino no seu próprio ritmo, de acordo com sua condição física.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; De acordo com a academia, gasta-se até 500 calorias em uma hora, entre  esticar a perna, encolher o braço e contrair a barriga. A atividade  também promete aumentar a consciência corporal e a flexibilidade,  melhorar a postura e ajudar a controlar a respiração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Ritmo latino&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Tendência na área de fitness nas academias da Europa e dos Estados Unidos, a zumba chegou ao Brasil em junho de 2011.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A Runner incluiu a novidade em seu calendário neste verão. Trata-se de  um treino aeróbico dançado ao som de ritmos latinos, como merengue,  salsa e cumbia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; As coreografias são simples e fáceis de acompanhar, mas, ao mesmo  tempo, têm alto gasto calórico. Em 50 minutos de zumba, gastam-se cerca  de 500 calorias, perda calórica equivalente a uma hora na esteira, de  acordo com os professores da academia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outra vantagem da atividade é ser divertida e recreativa, em oposição à musculação, esteira e bicicleta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;strong&gt;Escalada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Outra novidade da Runner é a &amp;quot;air climber&amp;quot;, uma aula aeróbica que  combina movimentos de subida de escada para as pernas com o auxílio de  borrachas de resistência, chamadas &amp;quot;body cords&amp;quot;, que ajudam a fortalecer  os músculos dos membros superiores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O aparelho é indicado para pessoas com qualquer nível de  condicionamento físico. Em uma aula de 30 minutos, é possível queimar  até 300 calorias e tonificar as pernas, os glúteos, o abdômen, os  braços, as costas e o peito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O treinamento também desenvolve a coordenação motora e a resistência cardiorrespiratória.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-242269347022675281?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/242269347022675281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/242269347022675281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/conheca-as-novidades-das-academias-para.html' title='Conheça as novidades das academias para o verão'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-8225846969559543910</id><published>2012-01-02T18:22:00.000-03:00</published><updated>2012-01-02T18:22:00.483-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ginástica Laboral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alongamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Exercícios simples ajudam a evitar dores no pescoço</title><content type='html'>A dores no pescoço é um dos maiores males que acometem quem trabalha com computador ou sentado durante muito tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, esse video abaixo traz alguns exercícios para evitar essas dores tão incômodas. Vamos asssitir? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="510" height="376" src="http://www.youtube.com/embed/kAQ-rYkUeSA" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-8225846969559543910?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8225846969559543910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/8225846969559543910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/exercicios-simples-ajudam-evitar-dores.html' title='Exercícios simples ajudam a evitar dores no pescoço'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/kAQ-rYkUeSA/default.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2608887519223444130</id><published>2012-01-02T18:17:00.001-03:00</published><updated>2012-01-02T18:19:33.232-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Hidroginástica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Videos'/><title type='text'>Hidroginástica: exercite-se na água</title><content type='html'>Chega o verão e nada melhor do que uniro útil ao agradavél. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, pensar em uma atividade física de uma forma refrescante pode ser um incenitvo a prática no verão, onde o calor é maior. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sendo, atividades dentro d´água, como a Hidroginástica acaba sendo perfeita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja nesse vídeo os beneficios e as características dessa atividade: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://fpdownload.macromedia.com/get/flashplayer/current/swflash.cab" height="425" id="lliq621o" width="596"&gt;&lt;param name='movie' value='http://img.widgets.video.s-msn.com/fl/customplayer/current/customplayer.swf' /&gt;&lt;param name='flashvars' value='from=sp%5Ept-br&amp;player.v=0793c7d0-9614-9d4b-791d-4258b928d2f2&amp;configName=syndicationplayer&amp;linkback=http%3A%2F%2Fvideo.br.msn.com%2F&amp;configCsid=MSNVideo&amp;linkoverride2=http%3A%2F%2Fvideo.br.msn.com%2F%3Fmkt%3Dpt-br%26vid%3D%7B0%7D%26from%3D&amp;mkt=pt-br&amp;brand=v5%5E544x306' /&gt;&lt;param name='bgcolor' value='#ffffff' /&gt;&lt;param name='base' value='.' /&gt;&lt;param name='quality' value='high' 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src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-2529462640106982876</id><published>2012-01-02T10:54:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:00:46.502-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Academia'/><title type='text'>Entre na academia sem medo de ser feliz!</title><content type='html'>A matricula na academia é o primeiro e grande passo para vencer a preguiça!  E se o problema agora for encarar o mundo novo que te espera, cheio de pessoas saradas e habituadas com a prática de exercícios, aparelhos, as aulas e até mesmo a timidez ao entrar em um ambiente desconhecido, siga alguns passos importantes pra que não se sinta &amp;quot;um peixe fora d´água:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Avalie seu condicionamento físico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A tecla é sempre batida pelos profissionais da área pela importância que tem: não dá para começar nenhuma atividade física sem antes checar o seu nível de aptidão . Para isso, o exame médico e a avaliação física, geralmente exigidos pelas academias na hora da matrícula, são essenciais. Com o raio-X do seu condicionamento físico, o professor consegue traçar o treino certo para você atingir seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O papel do professor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Na musculação, ele é o responsável pelas séries de exercícios que você vai fazer a cada mês. Depois de verificar quais são seus objetivos, ele formula um treino adequado ao seu perfil e te ensina a realizar os movimentos.  Quando você pega bem a prática, o profissional está ali para acompanhar seus exercícios e te atender, caso você tenha alguma dúvida. Mas, sossegue, ele não vai passar o treino todo ao seu lado. A função do professor é regular a aparelhagem quando o aluno precisa e ficar de olho na realização dos movimentos. Já nas aulas em grupo, não resta muita dúvida: o professor ensina as movimentações e os alunos repetem as séries, orientados pelo profissional. E não se preocupe com a sua aptidão. O professor direciona o foco da aula para freqüentadores iniciantes, intermediários e avançados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fique de olho na sua conduta&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;No vestiário, por exemplo, use o armário apenas quando estiver dentro da academia, sem deixar seus pertences lá, de um dia para o outro. A maioria das academias tem armários rotativos. Basta usar um cadeado quando guardar suas coisas e, depois do treino, deixar livre para o próximo aluno. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Carregue sempre uma toalhinha com você para enxugar o suor ao realizar os exercícios. Se mesmo assim você molhar os aparelhos que usar, recorra à flanela ou aos papéis descartáveis oferecidos pela academia para deixar tudo em ordem e higienizado para o próximo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mais uma regrinha  do bom convívio na academia diz respeito à organização. Quando precisar se exercitar com os halteres, coloque-os de volta em seu lugar, respeitando a carga de cada um.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Invista nos acessórios certos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O tênis está no topo da lista de acessórios importantes para praticar exercícios. Não precisa ser um tênis caro, mas é importante buscar um modelo confortável e adequado para o tipo de atividade que você vai praticar. Eles devem ser os mais leves possíveis, feitos de tecidos de fácil respiração.  Abandone a idéia de usar agasalhos pesados para se exercitar e emagrecer mais rápido. O corpo precisa respirar . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Atalho para amizades&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O melhor jeito de se enturmar na academia é freqüentar as aulas de ginástica. Na hora de suar a camisa, os alunos interagem entre si e o clima é estimulante.  Converse com o instrutor sobre assuntos diversos. Conhecendo alguns dos seus gostos, ele vai te inserir em grupinhos parecidos com você e vai saber quais aulas te recomendar .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-2529462640106982876?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2529462640106982876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/2529462640106982876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/entre-na-academia-sem-medo-de-ser-feliz.html' title='Entre na academia sem medo de ser feliz!'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1789881913104054947</id><published>2012-01-02T10:41:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:01:58.173-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Atividade Física'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exercícios'/><title type='text'>A ordem agora é PULAR!</title><content type='html'>&lt;p class="textoCorrido"&gt;Exercícios simples é o que buscamos para os exercitar. E quando fazíamos esses exercicios quando crianças e deixamos de fazer? Você saberia dizer a quantidade de vezes na sua infância que você, simplemente, pulou corda? Ou &amp;quot;elástico&amp;quot;? Ou pulou amarelinha? A receita é simples, mas dá resultado. Jump,  step e corda são três exemplos de exercícios em que os saltos trazem  muito resultado, porque trazem a melhora da capacidade cardiovascular e  realizam um alto gasto calórico, além de serem muito divertidos. E se forem levados para a academia, com aulas de  ritmos variados, aerofight, circuito também possuem essas  características e podem ser encaradas como opção para aqueles dias em  que bater uma vontade de fugir da esteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, você conhece  um pouco mais de cada um dos exercícios e pode começar já a  praticá-los, preparando-se para pular ainda mais (de felicidade, desta  vez).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jump e step&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O gasto calórico dos  exercícios está relacionado com a condição física inicial do praticante,  seu estado de saúde, alimentação e horas de sono. Em uma aula de 30 a  45 minutos, há queima de 300 a 600 calorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coordenação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jump  e step trabalham a coordenação motora. São aulas de fácil acesso para  todas as pessoas, contando com músicas contagiantes e coreografias com  diferentes graus de complexidade e intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pernas e bumbum&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se  você quer tonificar os músculos inferiores, não perca as aulas de jump e  step. Panturrilhas, coxas e glúteos são trabalhados intensamente  durante os movimentos realizados. O melhor disso? Você nem percebe que  está numa malhação intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tome cuidado&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se  você tem alguma lesão nos joelhos, precisa fortalecer os músculos e as  articulações antes de entra no ritmo. O treino de musculação é essencial  para isso e também não deixe de se alongar bem antes de começar a  pular. Na dúvida, fale com o professor antes de encarar.&lt;strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeito colateral&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Que  tal praticar um exercício que tem, como bônus, a tonificação do  abdômen? Se você gostou da idéia, então aproveite as aulas de jump e de  step. Os músculos do abdômen e os paravertebrais funcionam como  estabilizadores na aula de jump, portanto o trabalho em isometria é  bastante intenso. Não há um trabalho específico de abdome, mas a  musculatura é solicitada , afirma a professora Milena Emídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Turma de amigos&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Além  de melhorar o condicionamento, as aulas de jump e step melhoram muito a  sua auto-estima. Elas promovem uma socialização, as pessoas se divertem  e podem aproveitar uma vida mais ativa e saudável , diz a professora da  Triathon Academia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dores após as aulas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os  músculos ficam doloridos em função de micro-lesões que ocorrem durante o  exercício. Musculatura não adaptada para aquele tipo de treino, número  alto de repetições e sobrecarga local são as principais causas. O  problema some, em média, após três semanas de prática regular. O  importante é não interromper as atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Respiração&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Na  medida em que o tempo de aula e a intensidade dos exercícios vão  aumentando, a respiração dos alunos torna-se mais intensa e mais rápida,  o corpo exige maior captação de oxigênio. A respiração adequada durante  uma aula de jump coordena a inspiração e a expiração de acordo com a  velocidade, intensidade e tempo do exercício. Não há regras para  respirar, cada um possui uma capacidade de captação e eliminação de  gases. Como os músculos abdominais estarão tensos durante a execução do  exercício, a respiração é mais torácica do que abdominal, segundo a  professora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudança de nível&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O que muda nas  aulas de step, de um nível mais básico para um mais avançado, é o grau  de complexidade de coreografia: a combinação de movimentos de braços e  pernas, giros e deslocamentos laterais. O tempo de aula também cresce,  ultrapassando os 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Drenagem linfática&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pular  na cama elástica das aulas de jump vale uma massagem, de acordo com a  professora. Há benefícios para o tratamento de celulite e também  diminuição do inchaço.os resultados surgem após o terceiro mês de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Step, jump e musculação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quem  faz step em um dia pode fazer musculação no dia seguinte. As aulas  oferecem melhora da capacidade cardiovascular e muita resistência de  membros inferiores. Já a musculação é benéfica para fortalecer os grupos  que serão bastante solicitados nas aulas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queima de calorias&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pense  nela como sua companheira para emagrecer. Uma média de 60 minutos de  treinamento de corda chega a derreter 800 calorias. Os atletas de boxe  pensam nela para o aquecimento, inclusive, por causa do aquecimento  cardiovascular e muscular de todo o corpo que os pulos oferecem. O ideal  é praticar de duas a três vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Benefícios&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há condicionamento cardiovascular, além de tonificação dos membros inferiores, (panturrilha, glúteo e pernas) e do abdômen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para ficar mais difícil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se  você for um atleta e usa a corda como um meio de melhorar sua  resistência, é possível pegar mais pesado. Basta aumentar a velocidade  de execução, o número de giros em menos tempo, pular mais e aumentar o  tempo de treino. Mas é importante lembrar que o exercício tem impacto,  exige condição física adequada, com bom preparo dos de membros  inferiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Excesso de peso&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se você precisa  emagrecer, é melhor evitar a corda. Isso porque o impacto dos pulos pode  prejudicar joelhos, tornozelos e coluna. Depois de perder uns quilos,  no entanto, lembre-se dela como opção para enxugar o que falta.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1789881913104054947?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1789881913104054947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1789881913104054947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2012/01/ordem-agora-e-pular.html' title='A ordem agora é PULAR!'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-1808960376999021280</id><published>2011-12-30T10:26:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:01:28.281-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Exercícios'/><title type='text'>Exercicios físicos na terceira idade</title><content type='html'>Boas notícias para aqueles que já passaram dos 60 anos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expectativa de vida está aumentando em todo o mundo, e já existem provas de que o ser humano pode viver até os 120 anos de idade. Mas, sem dúvida nenhuma, o importante é que se chegue lá com boa qualidade de vida. Muito importante, também, é a forma como chegamos aos sessenta, como cuidamos do nosso corpo até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios regulares, realizados periodicamente e bem orientados, nos ajudam a manter uma boa qualidade de vida, diminuindo a chance de morte por problemas cardiovasculares e por outras patologias, também. Ajudam-nos a manter a auto-estima e o bem-estar físico e mental, garantindo uma vida mais feliz e produtiva. Aumentam e mantêm a resistência e a força muscular para atividades comuns do dia-a-dia, quando o processo natural, com o passar dos anos, seria a sua diminuição ou perda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios x Metabolismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir dos 40 anos, geralmente, nosso metabolismo começa a declinar, havendo uma tendência à perda de massa óssea ( osteopenia/osteoporose ) e ao aumento de gordura corporal. Através de um programa de exercício mantemos boa porcentagem de gordura corporal, combatendo a obesidade e evitando, ou retardando, o surgimento do diabetes da maturidade ( ou tipo II ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exercícios adequados possibilitam a redução da perda da massa óssea e, em alguns casos, a recuperação da mesma, com menor risco de sintomas ou fraturas. Os músculos e ossos voltam a ser fortes, eliminando os riscos de quedas fáceis e de fraturas de fêmur e de quadril, tão temidas após os sessenta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align:left"&gt;Portadores de patologias as mais variadas, não só do sistema cardiovascular, beneficiam-se da prática regular de exercícios físicos, podendo haver, até, redução no uso de medicamentos. Exemplos disso são:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;alguns hipertensos, que diminuem, ou suspendem, o uso de algumas drogas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;a depressão é menos freqüente e menos intensa naqueles que praticam atividade física regular, principalmente quando em grupo de pessoas com idade, ou patologias, semelhantes, onde ocorre uma intensa socialização e o surgimento de novos interesses e amizades.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Avaliação Clínica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, não devemos esquecer um aspecto muito importante: avaliação médica com clínico, cardiologista ou especialista em medicina do esporte/exercício, antes de iniciar um programa de condicionamento ou reabilitação. Se necessário, exames serão solicitados e, somente então, seu médico e você decidirão sobre um programa de exercícios a ser seguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas dicas úteis, que servem para qualquer idade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;escolha o seu horário, aquele em que você se sente melhor fazendo exercícios; aquele que melhor se encaixa no seu ritmo de vida, hora de acordar, dormir, comer, de tomar medicação, etc., não esquecendo de evitar as horas mais quentes do dia;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;inicie devagar, aumentando a intensidade gradualmente; não faça muito, muito cedo, principalmente se você estava inativo ultimamente; você pode iniciar fazendo pequenos períodos de exercício 2 a 3 vezes durante o dia, até seu condicionamento melhorar e conseguir fazê-lo sem interrupção;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;realizar exercícios aeróbicos, aqueles que podemos manter por, pelo menos, vinte minutos sem ficarmos ofegantes ou fatigados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;natação, hidroginástica, caminhar (ruas, praças, esteira rolante ), pedalar em locais seguros, ou bicicletas estacionárias, são bons exemplos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;escolha um lugar aprazível, que lhe traga o máximo possível de satisfação e segurança e o mínimo de poluição de qualquer natureza;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;se tiver companhia, procure manter um bom astral e conversa sobre assuntos agradáveis;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;pratique seus exercícios entre 3 e 5 vezes por semana, por, no mínimo, 20 minutos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;hidrate-se bem, antes, durante e depois, usando roupas e calçados apropriados para o local e horário escolhidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;alongue-se, antes e depois de sua seção de exercícios; se o clima estiver frio, faça primeiro um aquecimento leve para então alongar-se, evitando, assim, lesões musculares.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-1808960376999021280?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1808960376999021280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/1808960376999021280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2011/12/exercicios-fisicos-na-terceira-idade.html' title='Exercicios físicos na terceira idade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-4653638721811042583</id><published>2011-12-28T16:34:00.002-03:00</published><updated>2012-01-04T22:01:05.705-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Academia'/><title type='text'>Zumba e SH´BAM</title><content type='html'>Sensação nos Estados Unidos e na Europa, as aulas coreografadas ao som de música latina e hip hop, como Zumba e SH´BAM, chegaram para bombar nas academias por aqui também. Tanto que, com passos fáceis e clima que lembra as sessões de aeróbica dos anos 1980, conquistaram até quem não curtia dançar. Se você ainda não experimentou, prepare-se para entrar no ritmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img src="http://boaforma.abril.com.br/imagens/mt/296-danca.jpg" alt="dança" title="dança"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;• A roupa: calça larga ou legging confortável, top com ou sem regata - nada que limite os movimentos de pernas e braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O tênis: um com amortecimento e estabilidade para dar conta dos saltos, giros e deslocamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• O prêmio: mais fôlego e até 400 calorias a menos em uma aula. &amp;quot;O trabalho cardiovascular com picos de frequência cardíaca equivale a um treino intervalado de outro exercício aeróbico, como corrida ou bike&amp;quot;, fala o professor Fernando Cruz, da Competition, em São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7588661925905944635-4653638721811042583?l=www.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4653638721811042583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7588661925905944635/posts/default/4653638721811042583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.educacaofisicaa.net/2011/12/zumba-e-shbam.html' title='Zumba e SH´BAM'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7588661925905944635.post-7340344799366926898</id><published>2011-12-27T10:19:00.002-03:00</published><updated>2011-12-27T13:17:40.751-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pilates'/><title type='text'>12 perguntas e respostas sobre o PILATES</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1- Qual a diferença entre pilates&amp;nbsp;e ioga?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A ioga é uma prática originada na Índia há mais de 5 mil anos. O  pilates é uma técnica ocidental de cerca de 100 anos. Conhecida como um  estilo de vida que prega a harmonia entre corpo, mente e espírito, a  ioga tem um apelo metafísico. "Os exercícios são uma forma de elevação  espiritual", afirma Shakti Leal, coordenadora do espaço Nirvana no Rio.  No pilates, equilíbrio e concentração são questões objetivas. Os  movimentos de cada exercício são tão complexos, que é quase impossível  executá-los sem uma boa dose de concentração.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2- Pilates é feito no&amp;nbsp;chão ou em aparelhos?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Nos  dois. Nos aparelhos, as aulas geralmente são individuais. O aluno tem  total supervisão do professor. As molas permitem que cada aparelho se  adapte ao corpo e à postura do aluno, sem forçar demais nem machucar.  Por esses dois motivos, as aulas com equipamentos são mais indicadas a  quem tem algum tipo de lesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No chão, é possível fazer aulas em grupos maiores, embora os estúdios  normalmente evitem lotar suas sessões. Nas academias, esse número pode  chegar a 30 praticantes. Apesar de envolver movimentos livres e sem o  auxílio de aparelhos, as aulas no chão, afirmam profissionais da área,  não são mais difíceis nem exigem mais esforço. Os exercícios de solo e  com aparelhos produzem os mesmos resultados.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3-&amp;nbsp;O pilates&amp;nbsp;tem os mesmos efeitos da musculação?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Não.  Os exercícios do pilates fortalecem, mas não fazem os músculos crescer  tanto quanto a musculação. O pilates trabalha mais com a repetição de  movimentos e menos com o aumento das cargas. Além disso, as molas usadas  nos aparelhos oferecem um tipo de exercício diferente dos executados na  musculação. "As molas produzem resistência constante e movimentos  precisos", diz Isabel Sacco, professora de biomecânica da Universidade  de São Paulo (USP). "Na musculação, a eficiência do movimento depende do  ângulo correto de cada exercício." Outra diferença é que os exercícios  de pilates feitos no chão trabalham vários grupos musculares ao mesmo  tempo, enquanto na musculação cada exercício estimula, normalmente, um  músculo por vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O pilates me deu um corpo mais definido e menos inchado", afirma o  empresário Sérgio Sacchi, de 44 anos. Depois de descobrir três hérnias  de disco, consequência de anos de exercícios sem alongamento adequado,  tinha parado com as atividades físicas. Sacchi conheceu o pilates há dez  anos. "Foi a alternativa que encontrei para me exercitar, depois dos  problemas na coluna."&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4-&amp;nbsp;Pilates cura hérnia e outros problemas na coluna?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não  existe cura para hérnia ou outras lesões, mas há meios de atenuá-las e  reduzir as dores. Médicos e fisioterapeutas indicam pilates como uma boa  opção para quem tem lesões na coluna por causa dos exercícios de baixo  impacto, do fortalecimento dos músculos abdominais e da correção de  problemas posturais. "Indico a prática a meus pacientes, assim como  recomendo a reeducação postural &lt;i&gt;(RPG)&lt;/i&gt; e a fisioterapia tradicional", afirma Jamil Natour, professor de reumatologia da Unifesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A designer Karina Arruda, de 42 anos, recorreu ao pilates para cuidar  da postura. Depois de sua primeira gravidez, há três anos, Karina  começou a sentir dores e descobriu uma hérnia de disco. Por indicação  médica, procurou as aulas de pilates e, depois de seis meses, parou com  os analgésicos. "Não tomo mais nada", diz. A dona do estúdio onde Karina  treina, Luciana Araújo, diz que muitos alunos chegam por indicação  médica.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5-&amp;nbsp;Pilates&amp;nbsp;evita&amp;nbsp;lesões futuras?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não. Para os  especialistas, não há como comprovar que o fortalecimento da musculatura  do abdome proteja a coluna contra novas lesões. "É uma besteira",  afirma Daniel Feldman, reumatologista da Unifesp. "O fortalecimento  desses músculos não evita lesões." &amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;6-&amp;nbsp;Pilates&amp;nbsp;emagrece?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Não necessariamente. Apesar de alguns exercícios exigirem um grande  esforço físico, o objetivo do método não é a perda de peso. Para quem  quer emagrecer, atividades aeróbicas são a melhor opção.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7-&amp;nbsp;Pilates&amp;nbsp;faz&amp;nbsp;crescer?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não.  O pilates não acrescenta centímetros mágicos à estrutura óssea de seus  praticantes. Mas melhora a postura. Por causa da postura mais ereta,  temos a impressão de que crescemos, porque andamos menos curvados.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8-&amp;nbsp;Quais&amp;nbsp;são as&amp;nbsp;variações&amp;nbsp;do pilates?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;É um assunto  controverso entre os adeptos do método. Ao longo dos anos, os exercícios  criados por Pilates foram incorporando novidades e se espalharam pelo  mundo. Nas academias, o método ganhou adaptações, como swim pilates (na  piscina), jumpilates (que alterna três minutos de pulos com um de  pilates), iogilates (pilates e meditação). Os mais puristas afirmam que  as variações da técnica criada por Papa Joe não são pilates. Assim,  bolas e exercícios na água seriam uma deturpação da prática. "Estão  usando o nome de um gênio da forma errada", afirma Romana Kryzanowska,  americana que se considera sucessora de Joseph Pilates. Mas Pilates  nunca registrou seu método e Romana não foi sua única discípula. &amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9-&amp;nbsp;Pilates&amp;nbsp;tem&amp;nbsp;algum&amp;nbsp;perigo?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Assim como acontece com  qualquer exercício, o pilates mal executado pode agravar as lesões de  quem procura o método com fins terapêuticos ou mesmo causar novas  lesões. "Cuidado com professores que defendam uma coluna completamente  reta ou que peçam para o aluno 'encaixar o quadril', posição em que o  quadril se move para a frente e a curvatura lombar tende a ficar mais  reta", afirma Isabel Sacco. Isabel explica que, ao tentar reverter a  curvatura normal da coluna, diminuímos sua capacidade de resistir a  cargas e a deixamos mais vulnerável a lesões. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;10-&amp;nbsp;Como saber&amp;nbsp;se a academia&amp;nbsp;de seu bairro&amp;nbsp;é séria?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;A  melhor maneira de se precaver na hora de escolher o estúdio ou a  academia é verificar quem são os professores e quantas horas de aulas  eles têm em sua formação. As principais instituições que emitem  certificados no Brasil são reconhecidas pela Pilates Method Alia
