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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Mestrado em Educação Física da UFJF está com inscrições abertas


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A Faculdade de Educação Física e Desportos (Faefid) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em parceria com a Departamento de Educação Física (DES) da Universidade Federal de Viçosa, abre inscrições para o processo seletivo do programa de pós-graduação Stricto-Sensu, em nível de mestrado. Serão oferecidas até 50 vagas e as aulas terão início em agosto.

As inscrições vão até dia 31 de maio e poderão ser realizadas no site da UFV. Os documentos exigidos e outros detalhes do processo seletivo podem ser consultados no edital. Durante a inscrição, o candidato deve optar por uma das linhas de pesquisa e por um orientador, que serão vinculados ao tema do seu projeto de investigação. O mestrado possui as linhas de pesquisa "Atividade física, esporte e desempenho", "Atividade física, esporte e saúde" e "Representações do movimento humano e diversidade", todas voltadas para a área de concentração do Movimento Humano.

Segundo Jorge Perrout, professor da UFJF e coordenador do mestrado , "o mestrado é feito pela parceria de duas instituições, sendo assim, o candidato deve ficar atento ao escolher a linha de pesquisa e o orientador para se certificar de que maioria das aulas serão ministradas na Universidade de sua preferência", explica.

O processo seletivo será dividido em duas etapas, a eliminatória e a classificatória, realizadas nos dias 17 e 18 de junho, no Departamento de Educação Física da UFV. A fase eliminatória conta com uma prova escrita sobre a linha de pesquisa escolhida pelo candidato, já a classsificatória, com a análise do Currículum Vitae, análise do projeto de pesquisa e entrevista sobre o projeto . O resultado final será divulgado no dia 9 de julho, no site do programa.

Outras informações: (32) 2102-3281 (Secretaria da Faefid)

http://www.ufjf.br/pgedufisica/



segunda-feira, 13 de maio de 2013

Cinco pecados comuns nas academias


Cinco pecados comuns nas academias


Mesmo quando corpo e mente se enchem de determinação para eliminar de vez o sedentarismo, alguns tropeços podem tornar o caminho mais longo ou desviar o objetivo principal de emagrecer, fortalecer e, claro, ser mais saudável. Para manter o foco, alguns cuidados são essenciais para evitar esforços desnecessários, perda de tempo e até mesmo lesões graves. Selecionamos cinco pecados cometidos frequentemente durante os treinos. Confiraa

1. Focar só os exercícios aeróbios e esquecer a musculação

Para perder peso e gastar calorias, muita gente opta por realizar atividades que envolvem suar muito e não fazer força. Mas essa é uma estratégia que pode não dar certo. As atividades aeróbias, como caminhada, spinning e corrida, são mais efetivas para a redução de gordura no corpo, mas não são suficientes para manter a Taxa Metabólica de Repouso (TMR) em alta - ou seja, o gasto do corpo quando não está em movimento. Uma pessoa que possui a TMR elevada, por exemplo, tem mais facilidade para perder peso, pois o organismo trabalha mais rapidamente durante a queima de energia. Além do consumo calórico mais intenso, a combinação de exercícios aeróbios e musculação também favorece a substituição da gordura corporal por músculos, deixando o corpo mais firme e livre de lipídios ameaçadores à saúde. Os dois tipos de atividade, juntos, são mais efetivos no controle dos processos inflamatórios associados à obesidade, diminuindo, então, os riscos de diabete, doenças cardiovasculares, gordura no fígado e hipertensão. A musculação reduz a velocidade da perda de massa muscular que vem com a idade. O ideal é que os grupos musculares sejam exercitados em dias alternados para permitir sua recuperação, prevenindo uma sobrecarga e, consequentemente, lesões.

2. Não realizar pausas entre as séries de exercícios

O descanso é essencial para manter a qualidade do treino e repor os estoques de creatina fostato (CP), moléculas usadas para gerar a energia de alta intensidade típica da musculação. O organismo precisa de três a cinco minutos para se recompor após o esforço. Se fizermos uma série com muitas repetições, precisamos de intervalos entre elas. Caso esse tempo não seja respeitado, a terceira e as demais repetições provavelmente não serão com o mesmo ritmo das primeiras, comprometendo o exercício. Consequência? O treino é bem mais doloroso e os resultados, pífios.

3. Evitar a ingestão de líquidos para o ponteiro da balança não subir

Se você acha que suar ajuda a emagrecer, atenção: a sudorese, ou suor, é uma reação do corpo para reduzir a temperatura que se eleva durante o exercício físico. A redução de peso com a perda de suor é sinal da desidratação do corpo e não da perda de gordura. Sem uma hidratação adequada, a temperatura central do corpo pode se elevar de maneira perigosa, resultando em hipertermia. O ideal é que o praticante de exercícios beba cerca de 200 ml de água, o que equivale a um copo a cada 20 ou 30 minutos de atividade, principalmente em locais com temperatura e umidade elevadas. No caso de treinamentos mais longos, isotônicos são boas pedidas.

4. Exagerar no peso para compensar as faltas em treinos

Se deixou a musculação de lado por alguns dias, não tente usar a lei da compensação com cargas mais pesadas nos aparelhos. Ultrapassar a quantidade de quilos e de repetições indicados pelo educador físico aumenta o risco de se machucar. Pode haver um desgaste precoce das articulações e até mesmo lesões completas de tendões, exigindo até intervenção cirúrgica para a reparação dos mesmos. O ideal é conversar com o instrutor e checar se a carga está adequada. Se ficar sem treinar por algum tempo, os resultados se perdem, sim, e muito rápido. Mas não é possível recuperar todos os treinos em falta de uma hora para outra.

5. Ignorar os instrutores em busca de resultados rápidos

O profissional de educação física tem o conhecimento teórico e prático necessário para orientar as pessoas sobre a forma correta de praticar exercícios, sem o risco de se machucar. A postura de sabe-tudo do aluno, além de colocar o corpo à mercê de lesões, certamente não vai proporcionar os efeitos desejados. Tanto o treinamento aeróbio quanto o de musculação devem ser indicados por profissionais especializados. Mesmo aqueles que treinam há muito tempo não estão preparados para decidir qual é o momento de mudar a sequência de exercícios e podem errar a mão no planjeamento de um trabalho a longo prazo. Não existem resultados grandiosos em pouco tempo. Alessandra acrescenta que as mudanças visíveis levam algum tempo. A adaptação é gradativa justamente para evitar lesões e para que o corpo se acostume lentamente, dando resultados mais duradouros.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Importância da prática de ensino na Educação Física


Ao longo da formação de um universitário, é de extrema importância para ele estagiar numa área de atuação compatível com seu objetivo profissional a fim de ganhar experiência e poder colocar em prática todos os aprendizados que foram passado durante o período na faculdade. A proposta de enfocar uma perspectiva diferenciada no aprendizado da Educação Física traz consigo inúmeras dificuldades importantes no processo de construção de professores preocupados com a qualidade de ensino.

A aprendizagem é um processo de reconstrução da experiência que o aluno faz ao descobrir o significado que essa tem para ele próprio e também para seus colegas. Nós, futuros professores de Educação Física, temos que estar atentos ao mundo do educando e para o fato de que o interesse e a curiosidade espontânea do aluno não motivarão e direcionarão por si próprios a sua capacidade de aprender. Há necessidade, além das atividades curriculares, programações bem pensadas que incluam o jogo, o lazer, a dança, a arte, a cultural nacional.

O dever da prática de ensino: suas funções pedagógicas

Momento fundamental no processo de formação de professores, a prática de ensino é responsável por situações de aprendizado de grande valor por oportunizar condições para a aplicação de todo o conteúdo teórico assimilado durante a graduação. Sendo assim, a qualidade da formação dos futuros docentes depende, em grande parte, de um aprendizado rico e bem estruturado.


A qualidade desta prática de ensino é resultado de um conjunto de fatores e deveres que dizem respeito aos diversos agentes deste processo educacional. Deste modo, todos possuem responsabilidades importantes que não podem ser ignoradas. Cabe a cada um cumprir suas funções de forma integrada com os deveres das outras partes, produzindo, assim, um ambiente equilibrado e propício a grandes avanços pedagógicos.

Através do que foi assimilado durante o curso, acreditamos que isso só será possível quando o tema a ser discutido e aprendido é contextualizado dentro do que podemos constatar no cotidiano através de exemplos práticos; quando há um engajamento entre as diversas disciplinas, determinando, desta forma, que o conhecimento não é estanque; que as diversas inteligências devem ser estimuladas e respeitadas, na medida em que cada ser humano é único e, portanto um universo de possibilidades e de desafios (GARDNER, 1995); e que esta aprendizagem valoriza o desenvolvimento da autonomia, a liberdade de pensamento, discernimento, sentimento e imaginação para que o aluno desenvolva seus talentos e assuma a direção do seu próprio destino (FREIRE, 1996).

No que concerne à Educação Física, os licenciandos devem absorver este engajamento supracitado e pôr em prática, explorar a importância da disciplina no espaço escolar e fundamentar, em análises crítico-reflexivas, suas ações pedagógicas.

A prática de ensino vista pelos licenciandos

Ainda hoje, vemos muitos alunos na faculdade de Educação Física que ao ingressarem no curso escolhem como opção a licenciatura mesmo sem saber ao certo o que isto significa. Muitos, portanto, visam trabalhar no ramo do fitness, academias, clubes, treinamento de atletas etc e vêem a escola como uma opção complementar. Acreditamos que esta visão estereotipada de alguns graduandos gera uma aversão a prática escolar quando eles se deparam com esta área, sendo obrigados a trabalhar nela, como é o caso da Prática de Ensino.

Além disso, alguns problemas da disciplina como, por exemplo, a obrigação de estagiar no CAp/UFRJ que, para muitos é um local bastante longe, a carga horária restrita das aulas, faz com que muitos tenham grandes dificuldades em encaixar o horário da Prática de Ensino em sua vida diária.

É válido ressaltar que tal cadeira só pode ser cursada no último ano da faculdade por no mínimo dois semestres até completar trezentas horas de estágio supervisionado.

Assim, o que vemos são licenciandos desmotivados e, por conseqüência dessa falta de interesse, aplicam aulas de cunho tecnicistas, reducionistas, não privilegiando a autonomia e formação corporal do corpo discente. Além disso, o currículo da Educação Física no CAp/UFRJ possibilita este procedimento pelos alunos, pois a maioria dos professores da escola aparentam estar acomodados e sem reciclagem profissional.

Objetivos


Sendo assim, temos a intenção de analisar e pôr em discussão o verdadeiro papel da Educação Física no Colégio de Aplicação da UFRJ.

Através de nossas vivências, poderemos perceber suas virtudes e possíveis dificuldades que o colégio tem passado.

A dinâmica de funcionamento do CAp/UFRJ foi sempre pautada por um intenso engajamento político-pedagógico, voltado para os interesses maiores da Educação Pública, e para a formação de cidadãos críticos e atuantes, capazes de contribuir para a transformação do quadro cultural e social brasileiro.

Produzir no corpo discente autonomia corporal e senso crítico sobre questões sócio-culturais da sociedade brasileira, através dos conteúdos propostos pela disciplina educação física, seja através dos aspectos motores e/ou afetivos é o nosso maior objetivo como licenciandos, que temos a possibilidade de intervir pedagogicamente nas aulas de Educação Física.

Situação atual

O relato de experiência proposto pelo presente trabalho acadêmico descreve o estágio supervisionado obrigatório para a colação de grau, vivenciado por um grupo de licenciandos da UFRJ. Após a assimilação, nas aulas de didática especial I, de conceitos e conteúdos importantes para a confecção de um plano de curso, o grupo traçou estratégias, discutiu propostas e chegou a um objetivo comum: elaborar um plano de curso bimestral que fosse capaz de oferecer ricas situações de aprendizado.

Seguindo este contexto, surge a idéia de se aplicar uma prática interdisciplinar, o qual estimula a pesquisa, a curiosidade e a diversidade no aprendizado. Cavalcanti (2004) capta a importância desta prática, afirmando que a abordagem interdisciplinar permite que conteúdos os quais seriam dados convencionalmente, através do livro didático, sejam ensinados e aplicados na prática a partir de atividades que dão sentido ao estudo.

A interdisciplinaridade proposta recebe, em nosso estudo, dupla função: contribuir para a qualidade do ensino nas aulas de educação física e enriquecer o processo de formação de futuros professores.

A proposta escolhida pelo grupo foi de trabalhar o voleibol, conteúdo específico do segundo bimestre. A intenção de ensinar o voleibol em associação com conteúdos específicos da matemática mostrou-se um desafio para a totalidade do grupo. Afinal, ensinar voleibol a partir da matemática e, ainda, de forma prazerosa para alunos de sétima série exige coragem, conhecimento, criatividade e obstinação.

A aplicação do planejamento de curso se deu, basicamente, através de atividades que visassem ensinar os fundamentos básicos do voleibol. Em tais atividades, a aplicação da matemática acontece a partir das operações fundamentais, expressões e equações matemáticas, geometria plana e problemas de lógica. Na maioria das aulas pelos menos um destes conteúdos estava presente, influenciando diretamente na execução das atividades propostas.




quinta-feira, 2 de maio de 2013

6 dicas para praticar exercícios na piscina


Hidroginástica ajuda a emagrecer. Crédito: Getty Images.
O fim do verão não é desculpa para você abandonar as aulas de hidroginástica. Essa é uma atividade ótima para emagrecer! Em meia hora, é possível queimar até 400 calorias! E mais: se exercitar na água fortalece o sistema cardiorrespiratório, tonifica os músculos e não oferece impacto nas articulações.
Mas não pode fazer os exercícios na água de qualquer jeito. Há algumas regrinhas que poderão ajudá-la a se exercitar de forma correta. Olha só essas seis dicas bacanas. Comece já!
1. Nos exercícios estáticos com os pés no chão, apoie-se sempre inteiros, não apenas a ponta. Quando houver deslocamento, tudo bem: amorteça a aterrissagem com a ponta dos dedos. Assim você trabalha as panturrilhas.
2. Mantenha o abdômen contraído durante a aula toda. Isso ajuda a equilibrar o corpo e a realizar os movimentos com precisão.
3. Dentro da piscina, a água deve bater entre os ombros e os seios pra que você consiga fazer os exercícios sem perder a estabilidade.
4. Entre um exercício e outro, corra devagar no lugar por um minuto.
5. Hidrate-se durante a aula – não é porque está na água que não transpira. A necessidade de repor água é a mesma de quando você se exercita no seco.
6. Se quiser relaxar depois do circuito, coloque um tubo embaixo dos joelhos e outro sob a nuca e boie por alguns minutos.